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 Residência Spencer Colbain - Canadá

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Spencer Colbain
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MensagemAssunto: Residência Spencer Colbain - Canadá   Dom Out 23, 2011 8:45 pm


Grande, luxuoso, "gélido". Nas paredes não existem quadros, e o único espelho da casa está situado no quarto principal. Lareiras trancadas e o mais perto que se pode aparatar é há 400 metros da casa. Nem ouse entrar sem ser convidado.
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Alice Reed Allen



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MensagemAssunto: Re: Residência Spencer Colbain - Canadá   Dom Out 23, 2011 11:56 pm

DIA DEZENOVE DE MARÇO DE 1802
APROXIMADAMENTE ÀS 03 HORAS DA MANHÃ
VENTOS FRIOS, CÉU LIMPO..
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Alice Reed Allen



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MensagemAssunto: Re: Residência Spencer Colbain - Canadá   Seg Out 24, 2011 12:09 am







O ódio realmente move montanhas, e estava me movendo agora. Por que, se existe algum sentimento dentro da minha alma que possa me fazer conseguir dar cada um desses passos é o ódio, e a sede de vingança. Meu corpo estava destruído, tudo o que eu maravilhosamente fui um dia... Destruído! Destruído por uma mulherzinha sem classe e que ainda sim conseguiu fazer o que eu nunca consegui, casar-se com o homem da minha vida.
Finalmente, depois de algumas horas, consegui adentrar aquelas terras que eu almejava, lá estava o castelo luxuoso e exagerado que eu troquei pra ter uma vida de “mãe de família” classe média. Talvez tenha sido a pior das minhas decisões, se eu nunca tivesse fugido dessa família não teria conhecido Godric, o que seria da minha vida se nunca o tivesse o conhecido? Talvez totalmente sem propósito.

Mais um passo e eu consegui chegar a grande porta de madeira, estendi a mão e bati na porta com força. Eu mesma já vivi naquele castelo, tudo ali já fora meu e agora volto como uma miserável. Bati a porta novamente, mas por que essa maldita demora?
Foram precisas mais algumas batidas até que a porta finalmente fosse aberta, e então eu a vi. Tão linda! Totalmente igual ao pai... Não havia nada dela em mim, a não ser a sua personalidade. Como pude deixa-la? Agora vendo como agradável era olha-la, pergunto-me... Como pude abandona-la tantas vezes?
- Alice? – Como imaginei, ela não mais me chamava de mãe, mas não me preocuparia com isso agora. Acenei com a cabeça, e logo senti a mesma ficar pesada, meu corpo cedeu e absolutamente tudo ficou escuro.

Dois dias depois


Gemi de dor, fazia tempo que vinha lutando e juntando forças para poder dizer para que vim, até que finalmente consegui e me senti segura. A poção ajudava a aliviar, mas estava debilitada demais pra que fosse viver, eu sabia disso.
Com dificuldade, tomei a poção que Spencer me dava com tanto carinho. Ela vinha sendo atenciosa, apesar de calada. Não perguntou em nenhum momento o que me aconteceu, seria tão indiferente pra ela? Tinha que descobrir, tinha que pedir... Era agora ou nunca. Segurei no pulso dela, e a encarei.
- Não... Não há muito tempo. Tem algo que você precisa fazer. - Se eu não destruiria aquela mulher, deixaria alguém encarregado disso.
- O que você deseja? Me diga. – Se ela estava disposta a me deixar falar, significa que está interessada no assunto, sendo assim ela teria que cumprir!
- Mate-a. Godric é meu... E deve morrer MEU. Prometa-me. – Ela conhecia todos os detalhes da história, sabia exatamente o que eu sentia, o que Godric era pra mim. Agora era uma questão de honra que ele não fosse de Bridget, nem que fosse preciso eu voltar do inferno. Feita a promessa um alivio caiu sobre mim, e foi como estralo. Soltei um grunhido, que era pra ser uma risada. Mas ri me doía também. Meus olhos se fixaram no teto e pude ver meu amado, meu Godric sorrindo para mim e sorri de volta. Eu soltei toda a força que eu havia guardado, toda a minha vida começou a ir embora e eu sentia, sentia por que o sono me dominava e eu sabia que nunca, nunca iria acordar. Mas estava feliz, feliz por ter plantando a semente que queria e por está indo para os braços do meu amado.


Spoiler:
 
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Spencer Colbain
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MensagemAssunto: Re: Residência Spencer Colbain - Canadá   Seg Out 24, 2011 12:24 am





Broken Angel?


- That you can't go high flying without a pair of high-flyer wings ♪


Seus olhos se abriram com a mesma velocidade que segurara a varinha, ainda debaixo do travesseiro. Prendeu a respiração pra que nada atrapalhasse a entender o que era o barulho, e a identificar de onde vinha. Dessa vez estava longe de ser um pesadelo, os conhecia muito bem e eram sempre os mesmos... Nunca começavam dessa forma, sendo assim teve a certeza de que estava acordada. Mais um baque surdo no andar de baixo, e Spencer decidiu que era a hora de averiguar pessoalmente. Colocou seus pés nus contra o chão gelado de pedra. Poderia ter sentido frio, se não estivesse tão viciada, acostumada e adaptada com este. O frio ela conhecia muito bem, era do calor que tinha que se abrigar... O calor a perturbava e a fragilizava de uma forma imperdoável.
Sem se preocupar em vestir o robe, a mulher caminhou pelo corredor comprido e vazio da sua casa extremamente luxuosa. A decoração era tão vazia quanto o interior de sua própria dona, pra que hipocrisia? Pra que quadros medíocres? Não precisava de absolutamente nada daquilo. Com a varinha imposta, desceu as escadas habilidosamente, quem a visse de longe ficaria confuso se a mulher andava os deslizava.

O som, como pensou, não estava dentro de sua residência e sim na porta. Ouviu um gemido também, seria algum miserável pedindo esmola à uma hora dessas? Que o infeliz esteja preparado pra implorar por sua vida, por que jamais perdoaria alguém por interromper o seu precioso sono. O pequeno elfo que lhe era devoto apareceu perto da porta, não havia sido chamado, mas queria está ali para mostrar a sua linda mestra que poderia lhe servir todo o tempo. Spencer acenou com a cabeça para o servo e após girar a fechadura banhada a ouro, que combinava perfeitamente com os detalhes da madeira, puxou a porta e deparou-se com uma cena deplorável.
- O que queres, criatura infeliz? – Se estivesse em um dia de mau humor, sem ao menos uma pergunta haveria livrado o ser medonho da dor. Só a morte, em sua opinião, daria um jeito naquela criatura tão machucada e feia. Mas algo a disse que não devia matar a mulher, e estava certa. Ao tirar o capuz fez a jovem canadense ficar horrorizada, em reconhecer quem era.
- Alice? – Sua voz saiu gemida, e a mulher acenou com a cabeça. Não demorou pra que a morena segurasse criatura e a trouxesse para dentro de casa. Por mais desfigurada que estivesse, aquela ainda era a sua mãe e por mais que pudesse fechar a porta na cara dela e fazê-la pagar pelos tantos abandonos, não o fez.

Dois dias depois.

Os ferimentos não estavam nem perto de ficarem totalmente curados. Mesmo que a mulher resistisse, sua aparência seria deplorável. Quem iria querer viver com um rosto daquele? Certamente só com polissuco. Era o único jeito, mas pensaria nisso mais tarde.
- Isso, beba tudo. – Aquela poção aliviava a dor, mas não a curaria. Só que Alice não queria ser movida, sendo assim o médico disse que não havia muito a ser feito por ela. Após da a poção, Alice segurou na mão da filha e a fez virar em sua direção.
- Não... Não há muito tempo. Tem algo que você precisa fazer. – Sua voz além de rouca, era baixa e representava um esforço enorme.
- O que você deseja? Me diga. – Com muita paciência, Spencer ouviu o que a mulher tinha a dizer. Ouviu sobre o que lhe aconteceu e que agora a garota tinha uma missão. Pensou, pensou que talvez não precisasse fazer coisa alguma para aquela mulher, mas saiba que não sossegaria e que um espirito inconformado pode ser um fardo.
- Mate-a. Godric é meu... E deve morrer MEU. Prometa-me – Não queria ficar ligada a ela, nem aos seus ideais. Mas também não pode deixar de odiar a mulher que havia feito isso com a sua mãe, logo agora que acreditou está tão perto de conseguir o que queria, se Alice não fora pedir isso a nenhum de seus outros filhos e sim a ela, significava algo muito mais importante do que o pedido em si, não era? Era isso em que queria acreditar.
- Prometo! – Sua mãe estava morrendo, e em nome daquele amor que um dia sentiu descontroladamente – no qual restava pouco em seu peito - aceitou a missão. Iria provar a aquela mulher que ninguém tem o direito de decidir se sua mãe deve ou não morrer, e quanto a Godric... Tinha outros planos.

A ruiva abriu um sorriso largo e deu um ultimo grito de satisfação. Olhou para o teto e seus olhos perderam o brilho, perderam todo aquele ódio e apagaram-se. A mulher, antes tão cheia de vida sucumbiu à dor e fora abraçada pela morte, destinada a eternidade em que Spencer acreditava ser queimando no inferno, por que era isso que alguém que a trocasse deveria merecer, a morte e a dor eterna. Amava sua mãe? Sim, mas até mesmo os que nós amamos às vezes precisam de punição, e por isso não rezou pela salvação daquela alma. Faria o que deveria fazer, por ter prometido no leito de sua morte e até mesmo por diversão. Mas seria a ultima coisa que te deixaria ligada a essa mulher, que antes de morrer não tivera a capacidade de dizer que lhe amava e que se arrependia de seus feitos.






Nota: Aew, não ficou o que eu queria... MÃS. HAUAUHA AÇÕES FINALIZADAS Tagged: Os citados no post. Post: 001 de 001.

Créditos: Template por Lena~ do OPS!.

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