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 Residência Louvèni - França

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Julliet Cooper
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MensagemAssunto: Residência Louvèni - França   Ter Jan 17, 2012 11:12 pm









a fazenda louvèni,





A fazenda francesa fica ao norte de Paris, sua atual dona é Georgina Louvèni, uma senhora de 72 anos que, por muito tempo, habitou sozinha a grande casa.




MORADORES

    em breve!
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Julliet Cooper
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MensagemAssunto: Re: Residência Louvèni - França   Ter Jan 17, 2012 11:26 pm

RP FECHADA
Vinte e seis de Agosto de 1804
Sexta-feira, manhã, aproximadamente 10:20
Tempo fresco, brisas geladas.

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MensagemAssunto: Re: Residência Louvèni - França   Qua Jan 18, 2012 11:50 am


the accident
{
Well you can take me down, With just one single blow. But you don't know, what you don't know, Someday, I'll be living in a big 'o city, And all you're ever gonna be is mean. Someday, I'll be big enough so you can't hit me, And all you're ever gonna be is mean. Why you gotta be so mean? --- 001


A carta ainda estava sobre a minha cama. Eu mal podia acreditar, e cheguei a pensar se não seria alguma brincadeira. Mas não parecia, a carta era autêntica demais. Então era isso, Hogwarts iria reabrir, eu iria voltar. Voltaria para o castelo, veria meus amigos, veria Fred por mais tempo. Será que ele voltaria também? Acho que sim. E Kathe, e então eu poderia me desculpar com ela. O importante era isso: Hogwarts me esperava.

- Você vai voltar então? - eu me virei rapidamente e levei um susto quando o vi ali. Instantaneamente, toda a pequena mágoa que eu estava guardando dele voltou.
- Vou. - eu respondi meio insegura, e Nicholas negou com a cabeça - Onde você esteve? Por que sumiu por tanto tempo? Eu precisava de você! Minha mãe precisava de você! Se você tivesse aparecido, poderíamos ter ido buscar a flor, e ela não teria morrido! - Nicholas não mudou nada em seu rosto, parecia ainda... Ele, como há dois anos atrás.
- Eu não apareci porque não podia. Você não precisava de mim. - eu arregalei os olhos e senti meus olhos encherem de lágrimas.
- Não precisava? Meu pai morreu. Minha mãe morreu. Eu tive que mudar de país, tive que ficar tentando parecer bem para ajudar meu irmão. Mas quem eu tinha para me fazer bem? Quando eu mais precisei de você, você me abandonou! - as lágrimas rolavam pelos meus olhos e senti minha garganta doer. Eu estava gritando?
- Julls, você não precisava de mim. Precisava enfrentar isso sozinha, para crescer. - eu tapei meus ouvidos, perturbada.
- Lalalala, você está mentindo, você está mentindo! - eu comecei a andar em círculos, enquanto tentava evitar Nicholas. Acabei batendo contra minha avó, que subiu correndo para meu quarto.
- Julliet? Por que está gritando e chorando, meu bem? - ela me segurou pelos ombros, eu vi Nicholas fazer cara de pena pra mim.
- Por culpa dele, vó! Ele me abandonou quando eu precisava dele. E agora vem me dizer que eu não devo voltar para Hogwarts! - eu olhei feio para Nicholas, enquanto o apontava para minha avó. A mulher fez uma cara confusa enquanto passava a mão pelo meu cabelo.
- Querida, não há ninguém aqui além de você e eu. Pode parar com essa imaginação? - Nicholas fez cara feia para ela, e eu me soltei de suas mãos.
- Você podia parar de dizer que estou imaginando? Nicholas voltou. E Hogwarts vai voltar também. Eu não estou imaginando nada! Nicholas podia ter salvado a mamãe, mas ele não veio! - eu continuei encarando o garoto, como se estivesse o repreendendo, mas ele não parecia se sentir culpado.
- Já chega Julliet, você precisa crescer e esquecer esse amigo imaginário bobo. - ela veio tentar me abraçar de novo, mas eu me afastei.
- Você é a boba. Meus pais acreditavam nele! - e mesmo assim Nicholas não os ajudou. Nunca me senti tão magoada!
- Seus pais não deviam ter alimentado essa fantasia. Ela pode te deixar louca! - eu olhei incrédula para minha avó, ah não, ela também? - Agora, querida, vamos procurar outros professores, você vai esquecer esse amigo que não existe e nem vai voltar para Hogwarts. - eu neguei freneticamente com a cabeça, enquanto me afastava dela - Julliet, pare de fugir!
- Não! Nicholas existe! E eu vou voltar para Hogwarts! Eu preciso! Meus pais iriam permitir! - eu voltei a chorar, como sou idiota!
- Seus pais estão mortos, Julliet! Não podem decidir mais nada por você! - eu senti meu coração ser esmagado, então eu dei as costas para minha avó e sai correndo do quarto - Julliet! Julliet volte aqui, menina! - eu a ignorava, iria embora dali, iria fugir de casa! Não sabia para onde ir, mas precisava ir embora.

Quando cheguei nas escadas, ouvi Nicholas me chamando também. Meus olhos não paravam de verter lágrimas, eu me sentia tonta pelo choro. Não enxergava direito para onde ia, só sabia que precisava fugir. Desci as escadas correndo, até que tropecei no carpete, o que me fez pisar de mau jeito e cair.
Eu rolei mais da metade da escada abaixo. Senti todo o meu corpo doer quando bati contra a porta de madeira e vidro da sala. Tudo em mim doía, e algo quente escorria da minha cabeça. Mas o pior de tudo era a dor na perna direita. Era tão forte, tão forte, que eu desmaiei, enquanto via minha avó descer as escadas correndo, com uma expressão preocupada no rosto.


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tags: Nicholas, Georgina Louvèni clothes: the accident notes: perna quebrada, ok -66 this template was made by petit désir! at oops!.

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MensagemAssunto: Re: Residência Louvèni - França   Sab Set 01, 2012 12:42 am


RP FECHADA
Dezessete de Julho de 1805
Sábado, manhã, aproximadamente 3:00
Lua Cheia, tempo quente, pouca brisa.

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“ I'll come back when you call me, no need to say goodbye ”
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MensagemAssunto: Re: Residência Louvèni - França   Qua Set 05, 2012 4:16 am

you'll come back when it's over
WELL YOU CAN TAKE ME DOWN, WITH JUST ONE SINGLE BLOW. BUT YOU DON'T KNOW, WHAT YOU DON'T KNOW, SOMEDAY, I'LL BE LIVING IN A BIG 'O CITY, AND ALL YOU'RE EVER GONNA BE IS MEAN. SOMEDAY, I'LL BE BIG ENOUGH SO YOU CAN'T HIT ME, AND ALL YOU'RE EVER GONNA BE IS MEAN. WHY YOU GOTTA BE SO MEAN? --------- post 001


Eu subia as escadas com o máximo de cuidado que eu conseguia, me esforçando para não fazer barulho algum. Estava me saindo bem, afinal, fazia isso toda semana, pelo menos uma noite. Sair às escondidas com o Fred era tão divertido, acho que era mais gostoso do que se minha avó ou os pais dele soubessem.

Vovó sabia que eu tinha um namorado. Não que eu tenha contado abertamente, mas ela é uma mulher esperta, disse que havia notado que eu estava diferente, mais sorridente, radiante, que eu escrevia muitas cartas e que recebia muitas também. Disse que a última vez que viu alguém assim, foi quando minha mãe começou a namorar com meu pai. Então, ela sabia que eu estava apaixonada e estava sendo correspondida. Ela não me fazia perguntas, apenas dizia que queria conhecer o garoto algum dia. Por hora, eu não queria que ela conhecesse Fred, acho que estava gostando demais dessa história dele ser um desconhecido para ela, e também a parte de sair escondida era muito romântica para mim.

Por outro lado, eu queria conhecer a família de Fred. Acho que lá no fundo, eu só queria descobrir quem era aquela outra loira. Talvez tudo tivesse sido apenas um grande mal entendido e a garota era alguma parente dele, por isso estava com a mãe de Fred em Hogsmeade daquela vez. Porém, sempre que eu questionava quando iria conhecê-los, Fred arranjava uma desculpa. Falta de tempo dos pais, o pai havia ficado doente, uns parentes estavam de visita e não seria uma boa hora, a mãe detestava fazer viagens longas. Sempre que eu dizia que queria conhecê-los, um novo obstáculo surgia. E então achei melhor parar um pouco, quando Fred sentisse que era a hora, ele mesmo marcaria um encontro, eu sabia disso.

Silenciosamente, eu abri a porta de meu quarto e entrei. Estava tudo escuro, exatamente como quando eu havia saído pela varanda. Puxei a varinha de dentro da bolsa e murmurei "Lumus", acendi uma lamparina e me sentei em minha cama, tirando meus sapatos. Eu encostei levemente minha cabeça sobre o travesseiro e fechei os olhos, um pequeno sorrisinho surgiu em meus lábios imediatamente, pois me lembrei de Fred. Céus, não havia nem vinte minutos desde que nos despedimos e eu já sentia sua falta, e sentia muito mesmo. Eu não queria ter que passar a noite longe dele, queria tanto poder deitar a cabeça sobre o peito do meu garoto e dormir ali, sentindo-o me abraçar. Acordar pela manhã e tê-lo como a primeira visão certamente devia ser a melhor sensação do mundo, e eu queria tanto experimentá-la.

- Hey, Jully. - não abri meus olhos de imediato, porque achei que talvez estivesse ouvindo coisas. Ele não aparecia há meses, então certamente devia ser engano - Não é engano. Anda, Julls, abra os olhos. - eu franzi a testa antes de abrir lentamente meus olhos.

E como sempre acontecia, lá estava Nicholas. Devia estar maior do que eu, mas ainda usava o cabelo ruivo cacheado, que estava mais cumprido, por sinal. Suas roupas eram exatamente como eu me lembrava, pareciam vestes de príncipe, porém, eram o uniforme de Hogwarts ao mesmo tempo, sem emblema algum bordado para indicar a qual Casa ele pertencia. Eu sabia que Nicholas não pertencia a Casa alguma, pois ele era o Príncipe de Hogwarts, pertencia a todas as Casas ao mesmo tempo. E, mesmo depois de tanto tempo, mesmo depois dele ter crescido, seu rosto ainda era o mesmo de anos atrás, jovem, praticamente a criança de onze anos que conheci.


- Como vai, Jully? - ele me questionou, um sorriso muito infantil brilhando em seu rosto. Eu voltei a me sentar na cama, encarando-o de forma curiosa - É assim? Não nos vemos há tanto tempo e nem vai me falar um oi? - ele empinou o nariz, exatamente como eu fazia quando queria me mostrar magoada.
- O-oi. - eu gaguejei e Nicholas deu uma gargalhada. O ruivo caminhou até minha cama e sentou-se ao meu lado, aquele ar de infância parecia que nunca iria abandoná-lo - Não nos vemos tem muito tempo mesmo. Onde esteve? - ele deu de ombros e fez uma careta para mim, ainda rindo.
- Que boba, você sabe onde eu estava. Você sempre soube onde eu estava, e o que eu era, além de quem eu sou. - Nicholas apontou para dentro de meu criado mudo, onde eu guardava meu diário. Eu franzi a testa.
- Eu... Não entendi. - ele negou com a cabeça, dando uma risada baixa.
- Sim, você entendeu. Só que prefere fazer de conta que não entendeu, mas Jully, você precisa parar. Não precisa mais fingir que não entende, você agora tem que aceitar. - apesar de ainda sorrir, Nicholas parecia triste. E, apesar de parecer confuso, eu entendia cada palavra do que ele dizia, e sentia todas elas me atravessarem, não de forma que me machucassem, mas ainda assim, me faziam temer.

Eu peguei meu diário e comecei a foleá-lo. Haviam tantas recordações nele, tantas histórias. Nicholas me ajudou em muitas delas, me contando (e me levando) sobre suas aventuras na Terra do Nunca, sobre outros mundos encantados, onde a magia era muito mais presente do que no nosso próprio. Ele me fez lutar contra dragões, me ajudou a montar em borboletas gigantes, com ele eu aprendi a fazer danças para chamar chuva, e fomos padrinhos em um casamento de Fadas. E tudo sem precisar ir longe demais, Nicholas conseguia me levar para outro mundo sem que eu precisasse sair de onde estava.

Bastava eu fechar meus olhos e imaginar.

- Passamos por muitas coisas juntos, não é Nick? - eu parei de encarar as páginas do diário e o olhei, Nicholas estava deitado ao meu lado, só que não sobre a cama. Ele flutuava, e claro que isso não me surpreendeu.
- E eu sei que você nunca vai se esquecer de nada, e enquanto você se lembrar de cada uma dessas coisas, eu também me lembrarei. - ele piscou um olho para mim, o pouco de tristeza que havia em seus olhos começou a desaparecer - Você se lembrará, não é?
- Derrotamos dragões e piratas juntos, fomos a um baile de Fadas, domesticamos borboletas gigantes, usamos árvores para nos teletransportamos para mundos diferentes, vimos flores falarem, ajudamos um príncipe a acordar sua princesa adormecida, ensinamos uma fera a amar, moramos junto com sete anões, vimos uma gata borralheira se tornar a melhor princesa que o reino já teve, aprendemos uma canção de cura para uma flor de raio de sol, vimos um vagalume se tornar uma estrela e ajudamos uma sereia a ficar com seu príncipe humano. São coisas muito difíceis de se esquecer, Nick. - eu dei uma risada e senti uma lágrima descer pela minha bochecha. Nicholas me abraçou, e eu me lembrei de muitas outras coisas que passamos juntos e que eu jamais iria esquecer - Não queria que você partisse. - eu sussurrei, e Nicholas deu uma risada antes de me soltar.
- Não vou partir de verdade, você sabe Jully. - ele piscou maroto para mim novamente e deu de ombros - Mas você sabe que preciso, uhm, tirar umas férias. Além do mais, você estará bem. Encontrou pessoas que podem cuidar de você tão bem quanto eu, e que podem te fazer ter momentos tão inesquecíveis quanto eu fiz. - ele enxugou meu rosto, e eu me lembrei de muitas coisas.

A primeira delas foi desta noite mesmo. Fred e eu, sentados no alto da Torre Eiffel, enquanto eu ouvia meu menino cantar. Depois me lembrei de Esmeralda dando altas gargalhadas enquanto me ensinava a dançar. Lembrei da guerra de travesseiro que havia feito com Kathe em nossa última noite no castelo. Lembrei da Festa dos Doces que Agatha havia feito, e de como Hades havia ficado engraçado com aquela tiara com cupcakes de papel. Lembrei de como Eros e Apolo sempre me faziam rir durante as aulas, Apolo sendo o palhaço de sempre com suas rimas nada rimadas e Eros cantando as meninas. Lembrei da Alex correndo atrás de um garoto da Grifinória com uma vassoura na mão, tentando acertá-lo porque ele me havia feito chorar. Lembrei de quando Cassidy e eu nos vestimos de Fadas e eu lhe contei sobre como era maravilhoso um baile real de Fadas. Eu entendia o que Nicholas queria dizer, ele existia porque eu não tinha ninguém, além de mim mesma e meu irmão. Eu sempre fui deixada de lado por outras crianças, era sempre eu e minha imaginação.

- E por isso você me criou. - ele balançou a cabeça positivamente, ainda sorrindo - Porque precisava de alguém. Mas agora é diferente, Julls, você não precisa mais de mim. Já tem muito tempo que não precisa, mas você tinha medo de ficar sozinha novamente. Agora você sabe que nunca estará sozinha, você tem aquilo que sempre quis. Aceitação, compreensão, amizade, amor. Você ficará bem, sabe disso. E então eu posso ir. - ele se levantou, eu fiz o mesmo e o abracei.
- Obrigada, Nicholas. Meu melhor amigo e príncipe imaginário. - ele deu uma risada e beijou minha testa, antes de enxugar novamente meu rosto - Vou sentir sua falta.
- Meh, não precisa. Eu sou parte de você, sou sua imaginação, sua infância. Eu vou embora, mas você vai ver que nem vai perceber, porque ainda estarei presente. - ele deu um sorriso radiante, e parecia estar ficando mais jovem a cada palavra, parecia estar ficando mais baixo também.
- Eu vou te ver de novo algum dia? - ele soltou minhas mãos, e então percebi que ele realmente estava ficando menor, mais baixo.
- Eu vou voltar, quando for a hora. Aposto que vai ter filhos um dia, e você me apresentará para eles, assim como fez com Jackson. - ele deu um passo para trás, estava exatamente da mesma altura que tinha há quase seis anos atrás, quando eu tinha onze anos. Nicholas abriu um sorriso, o melhor que ele tinha, que refletia toda a minha infância, todos os meus sonhos e melhores momentos, minhas memórias, e então começou a se afastar em direção a porta - Adeus, Lady Julliet Cooper. Mande lembranças ao Fred, e diga que mandei ele cuidar bem da minha Fada Guerreira Princesa Domadora de Borboletas. - ele deu uma risada, uma risada muito infantil, e então começou a desaparecer, como se fosse feito de névoa. E no segundo seguinte, eu estava sozinha no quarto, com uma lamparina e meu diário. Meu rosto ainda estava molhado pelas lágrimas, como se Nicholas nunca houvesse tocado nele, mas, sendo ele imaginário, fazia sentido.
- Adeus, minha infância. - eu murmurei, enquanto enxugava meu rosto.

Eu voltei a me sentar. Segurei meu diário em minhas mãos e o encarei. Ele continha tanta coisa, tantas histórias, lembranças. Todas guardadas apenas para mim. Minha infância estava todinha registrada ali, pedaço por pedaço, dia por dia, e eu jamais a trocaria por qualquer outra coisa. Havia sido o que eu tinha de mais importante, era o que havia me formado, era exatamente o que eu sou hoje, e apesar de ser algo pessoal, eu sentia que queria compartilhá-la. Queria que mais crianças tivessem um Nicholas em sua vida, para viver tudo o que eu vivi, para ter uma infância perfeita. Nicholas havia dito que fazia parte de mim, que era minha imaginação, e eu sabia como poderia mantê-lo vivo, como compartilhá-lo para que nenhuma criança se sentisse sozinha.

Eu iria escrever novamente.


FINALMENTE, DEUS É PAI! Mas enfim, para um post que finalizava uma parte importante da trama da personagem, o post ficou MUITO meia boca, ódio. Mas ok, então é isso gente. Nicholas se foi, uhul õ/ ações finalizadas TAGGED Nicholas YOUR CHAR IS WEARING click here. THANKS JESS @ OPS.
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