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 10/09/1805 - Como eu vim parar aqui? o.o'

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Henry Blake
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MensagemAssunto: Re: 10/09/1805 - Como eu vim parar aqui? o.o'   Seg Jul 16, 2012 3:26 pm

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Pacato. Essa era a exata definição daquele minúsculo povoado naquele momento. Eu já tinha até me esquecido como eram as vilas inglesas. E aquela definitivamente era só mais uma delas. Exceto pelo fato de que era uma vila totalmente bruxa. Mas fora os velhos nas varandas das casas, as crianças irritantes correndo e gritando, primos se casando com primas e gente fofocando, Hogsmeade não era em nada especial.

- Ótimo Blake. Em que fim de mundo você veio se enfiar. – rangi os dentes entendiado, enquanto caminhava pela rua.

Bem, eu não posso mentir que também não havia procurado. Precisava de emprego e precisava fugir deles... Minha irmã Nathalie viera comigo. E fora um dos únicos lugares em que conseguíramos ficar juntos. Onde eu poderia ganhar dinheiro e me esconder sem correr riscos? Não queria que a machucassem por minha causa, e fora a melhor saída. Por que eu fugia? Ah sim, quando tem uma irmandade de bruxos das trevas atrás de você, querendo seu sangue, meio que se você der bobeira “Adiós vida!”. Sacou ou tá difícil?

Coloquei as mãos dentro do casaco e expirei. Minha respiração se condensou em fumaça a minha frente, quando me deparei com o bar. Abri a porta e entrei. Quem diria que fazia frio e nevava em pleno verão por ali. E até dentro daquela boca de porco. Literalmente falando. Cabeça de Javali. Pelo menos ali dentro ninguém era sorridente ou saltitante demais como naquele maldito Três Vassouras... Fui direto para o balcão, onde um velho com cara de maníaco atendia os clientes.

- Vodka com conhaque. – falei curto e grosso para o velho, que me encarou estranhamente. Tá certo, até aqui dentro as pessoas são estranhas? – Por favor...? – sugeri com uma nota de pouca licença. – Não, eu sou trouxa e creio que isso pouco diga respeito a você. – ué? Tenho que dar satisfação da minha vida pra qualquer velho agora? Cada uma... ¬¬ - Escuta, dá pra você ir logo, ou essa fossa não sabe atender clientes?

O velho me olhou de alto a baixo e foi ao armário de bebidas preparar a dose que eu pedira. Olhei de relance em torno quando a porta abriu e a sineta indicou nova cliente. Uma mulher. Extremamente branca, quase ectoplasmática (e não to brincando!), com lábios vermelhos escarlates. Corpo sinuoso e cheio de curvas. Roupas nada convencionais. Sei o que é. Em Paris tem dessas ao rodo. “Ótimo! Um bar de mulheres da vida...” Arqueei a sobrancelha e me virei novamente, com esse pensamento sarcástico.

Tomei o copo em dois goles e pedi outra dose, batendo o punho na mesa. Aquilo realmente aquecia e entorpecia a cabeça... E eu precisaria de muita paciência nesse novo emprego. Professor. Cada uma... Eu precisava dos galeões, mas odiava crianças, adolescentes ou qualquer ser humano inferior aos 20 anos com maturidade duvidosa. Pelo menos eu estaria lecionando uma coisa da qual gostava. Runas Antigas. Se os pequenos lesados não fossem tapados demais, talvez aprendessem alguma coisa comigo.

- Perdão, não entendi...? – me virei quando escutei uma voz do meu lado. Oh! Alguém está falando comigo. Nathalie estava errada, não tenho cara de maníaco do parque. Yey! – Ah sim... Você. – sussurrei para mim mesmo, mordi a bochecha quando vi quem era: a mulher da vida. – Não, claro que não te conheço. Só vi você entrar agora pouco e... – olhei para os lados. – Só não estou interessado nos seus serviços. – a mulher arregalou os olhos para mim e continuou falando. Céus! Eu toquei fogo na tumba de Merlin né? Não, não, melhor: Rabisquei runas maias na cripta de Tuntacamôn... Porque esses loucos só me caçam. ¬¬ – Que dragões você tá falando, mulher? Escuta, pouco me importa se Octavian arrancou a língua de qualquer lagarto... Enfim escamoso ou o que seja. – mas a mulher pareceu não me ouvir e continuou falando.

Beleza, aquela era a coisa mais estranha que eu já vira. Quem precisava ter a língua cortada era ela! E definitivamente precisava melhorar a abordagem de serviço, falar de dragões com certeza não vai fazer ninguém ficar interessado no que tem por baixo da roupa... Parei de chofre e a encarei finalmente...

E droga! A maldita maldição. Enxerguei ela como ela era. Digo... Realmente. Embora tivesse a cara de mulher, sua personalidade era de uma garota, nervosa, frágil e fugindo. E aquilo era mesmo um capuz vermelho na cabeça dela? Meus olhos perderam o foco e senti minha pressão cair. Ah sim, deixa eu alertar vocês: isso sempre acontece quando esse meu maldito instinto vem a tona. Eu posso ver como as pessoas são na realidade, embora as vezes nem elas enxerguem isso. Auromante é como alguns me chamam, alguém que vê além do perfil físico. Ninguém nunca conseguiu explicar direito para mim... Diziam que eu tinha um pouco de clarividência ou qualquer coisa assim de ver o Além.

- Relaxa, eu tô bem. – ralhei, ela estava mesmo me segurando. Quando foi que eu desmaiei? – Não vou cair, pode me soltar. – me aprumei no banco e virei o resto da bebida. – Blake. Meu nome é Blake. – respondi a contragosto, quando a moça se apresentou, ainda tagarelando. – Olha, deixa eu te falar agora, não, calma é a minha vez! Você é muito bonita e tudo mais, mas eu não estou interessado mesmo. – porque se ela veio se oferecer pra mim, ou ela é da vida ou o nome real é Paulão; ou pior... Ambas as coisas. Como não compactuo com esse tipo de negócio, melhor cortar logo. – Eu sei que a vida tá difícil e você está assustada. Entendo que não teve escolhas e nem oportunidades. Mas não posso aceitar, nem te pagar com bebidas... – ela era uma menina perseguida pelo que vi! Se eu aceitasse os serviços era tipo... ilegal. - Como assim? Você não... Está aliciando o caldeirão?

Certo, primeira falha no novo emprego. Acho que acordei a menina dragão do capuz vermelho, porque ela vai soltar fogo. E ela tá rodando a baiana e não vai prestar pra mim... Correr? Acho que é a melhor opção.


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NOTE: Laura, espero que não se importe. Me joguei aí pra começar a postar com esse ser. ^^
Qualquer coisa me grita! E por favor não o mate, o Henry acabou de nascer. Person novo... haha =*
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Christopher Doblas
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MensagemAssunto: Re: 10/09/1805 - Como eu vim parar aqui? o.o'   Ter Jul 17, 2012 10:24 am


Silêncio e paz. Era isso que buscavam hoje em dia. Mas paz e sossego poderiam não ser uma boa saída para quem só vivia com os flashes e as perguntas. Não iria largar a vida que construir, tudo começou desde cedo, e ele lutou para estar ali, mas no momento ele só queria ser uma pessoa normal, mesmo que para isso tenha que andar encapuzado para qualquer lado. E daquela fez escolheu uma vila afastada, um lugar onde muitos comentavam e poucos conheciam.

Fazia frio nesta vila distante dos centros, ao fundo um castelo, o mais famoso castelo da Grã-Bretanha. Hogwarts era uma escola, e não existia quando ele era adolescente. Talvez se tivesse estudado longe dos pais sua vida teria sido bem mais fácil, não teria tantos arrependimentos assim, e não teria uma vida mais confortável como aquela.

Andar por Hogsmeade e ver seus passos na neve era divertido, nunca tinha ido ao local, e mesmo em pleno outono, ainda, a neve já tomava conta, talvez aquele local nunca visse o sol, ou nunca veria a estrada por baixo da neve, sorriu torto e continuou a andar. Christopher não queria apenas a paz e um pouco de tempo para si longe da mídia, ele queria era ser normal, pelo menos uma vez na vida. E tudo parecia gela-lo, sabia que não poderia se envolver com nada, logo começaria a Copa do Mundo de Quadribol e o seu nome era certo para disputar e comandar a Seleção Inglesa.

Por mais que o normal quisesse tomar conta dele ele ainda era famoso, e era uma das estrelas do mundo do Quadribol. Desviou o olhar para cima e viu a placa com a Cabeça de Javali, aquele era o local indicado para quem quisesse se manter no anonimato. Talvez ali ele seria o Christopher que poucas pessoas conheciam.

Ouviu o sino tocar e sorriu, ninguém poderia ver o seu rosto e muito menos o sorriso por baixo daquele capuz que cobria seus olhos e o deixavam sobre sombras. Analisou o local sem se mover e sentou-se no balcão em uma cadeira afastada perto do fim do balcão. Passou por um casal que conversava alteradamente, onde todos poderiam ouvir a discussão dos dois. Falavam sobre dragões e sobre as coisas da vida.

Aquela era uma das facilidades da fama, não precisava correr atrás de ninguém para ter as coisas da vida. Tinha seus luxos, mas nada o agradava mais, e sempre que se abria com alguém, todos discordavam, estar na fama não significa estar livre e feliz de espírito, e sabia que a sua felicidade estava totalmente com uma pessoa, e ela estaria longe dele naquele momento, e sabia que nunca conseguiria a rever de novo.

- Uma cerveja amanteigada... – sussurrou. O ruim de ser atleta é não poder beber, na verdade até se pode viver na boêmia, mas o problema era que o goleiro não era desses tipos. Era um cara certo e correto, e tentava sempre manter a forma para não o prejudicar no dia seguinte. Não demorou muito e o velho deixou uma caneca com o seu pedido, bebericou para sentir o doce sabor da cerva com manteiga e sorriu limpando os lábios. Aquela era uma das melhores que já tinha provado. Enquanto seus lábios usufluiam do sabor da cerveja amanteigada, seus olhos olhava para o lado direito para aquele dito cujo casal que não se calou um minuto.

Pelo modo como os dois falavam estavam discutindo a relação bem em pleno o bar, e todos do bar eram testemunhas do que poderia acontecer. Christopher se virou na cadeira deixando transparecer seu interesse na conversa deles. Olhou para a moça primeiro, ela com roupas negras e por cima um casaco vermelho e com o gorro vermelho sobre a cabeça, lembrando muito uma personagem de história infantil trouxa. Olhou depois para o rapaz, que estava de costas para ele, cabelos curtos e um sotaque que se a semelhava ao de um bêbado. Por isso não bebia.

Ele dizia algo como: ‘Não posso pagar com bebidas!’ E Chris curioso olhou para a mulher novamente, pelas curvas e o batom vermelho ela lembrava muito uma das mulheres da vida, mas de longe não tinha jeito de uma. A não ser que esteja começando e aquele era seu primeiro cliente. O rapaz havia ofendido a moça e viu isso no olhar dela, e inquieto na cadeira Christopher teve que se aproximar.Ele queria ser a colher.

- Gente! Gente! GENTE! – tentou ser pacifico, mas não iria conseguir com os dois. – Calma, vocês... Vocês... Você estão em um lugar publico e aqui não lugar para brigarem! – e o jogador entrou no meio dos dois e colocou uma mão no peito do rapaz e a outra no braço dela, ela tinha apanhado a varinha, ou aquilo na mão dela era uma faca, não olhou muito para saber. – Vocês poderiam se conciliar novamente... Foram um casal muito bonito juntos, mas poderia deixar a brigar para a casa de você? – bem, ele tentou manter a paz, mas não estava tendo uma tarefa fácil. Olhou para o estabelecimento e ninguém se moveu para ajuda-los, ele queria paz, então por que foi se envolver na briga do casal?
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Henry Blake
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MensagemAssunto: Re: 10/09/1805 - Como eu vim parar aqui? o.o'   Ter Jul 17, 2012 1:40 pm

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Vamos analisar a situação, ok? Eu, inocentemente venho pra o meu novo emprego, daí decido ir tomar uns tragos pra variar as ideias, entro em um bar aparentemente pacífico e com aspecto criminoso, sou abordado por uma moça que não admite ter entrado na vida perdida da venda de corpos, quando subitamente me surge o senhor “Eu sou o cavaleiro das damas da vida!” tentando acalmar os ânimos. Agora me digam, eu mereço isso? ¬¬

- Desculpas porque? Você que veio se vender pra mim! – falei um pouco mais alterado. Alô, eu acabei de ver quem é essa mulher! Uma pobre garota perdida, com cheiro de cachorro de rua, tentando ganhar a cachaça nossa de cada dia vendendo o corpo! u.u – HAHAHA! Você nem sabe o que é hipocondríaco e... CALMA AE FIA! – arregalei os olhos.

Tá certo o produção, que papo é esse de puxar a varinha pra minha pessoa? Além de bêbada, é louca? Eu só constatei os fatos e interpretei eles. Tem algo de errado nisso? Esse povo é tão temperamental. Outro dia me confundiram com uma múmia asteca, mas nem por isso SAI PUXANDO VARINHA pra NINGUÉM! u.u Levei a mão suavemente ao bolso, apertei a varinha e olhei torto pra ela. Se ela me jogasse alguma macumba, eu podia transformar ela em uma esfinge egípcia num segundo...

- Calma ae, nada! Ela tá tentando afanar meus galeões! – gritei para o rapaz que tentou nos acalmar, já descontrolado, e com metade do bar olhando para mim. – E quem foi que te chamou aqui? – sério, vai ser um eterno mistério pra mim entender porque as pessoas se metem na vida alheia assim. Escutei a mulher gritar e começar a xilicar, dei um muxoxo de impaciência. – Engraçado você falar isso, porque a menos de um minuto atrás era VOCÊ que queria me levar pra um lugar PRIVADO a troco de BEBIDAS! – pronto falei. u.u Todo o bar estava olhando pra gente... Tá certo, acho que a coisa tá soando estranha... Dois homens, uma mulher. Pagamentos. Lugares privados... O.O – Casal? Onde? Mas eu não tenho nada com essa senhorita, rapaz! – disse contrariado. - E que isso fique bem CLARO! Eu não toquei NELA! - disse para que todo o bar pudesse me ouvir. Finalmente me virei pra o senhor bonzinho-apaziguador, que insistia em tentar acalmar os ânimos alterados... Calma ele não me era estranho... Eu tinha visto a foto dele onde mesmo? Profeta Diário...? – Você por acaso não é o... Como é mesmo o nome daquele goleiro azarão? Me ajuda ae... – olhei pra moça. – Você sabe quem ele é... – mas aparentemente, enxer o caneco é mais LEGAL pra moça cachaceira da vida. – Doblas, né?

Ele mesmo! Não tinha como esquecer... Aliás, isso justifica ele estar de capuz e tudo mais. Fugir de fãs. ¬¬ Ótimo, agora além de uma garota de programa, tem um superstar do quadribol aqui. Por favor, chamem os repórteres do Profeta e deem espaço para as fotos, vamos parar na primeira página: “Goleiro da seleção inglesa, envolvido em escândalo sexual com garota de programa da capa vermelha e professor alcoolizado recém contratado de Hogwarts”. Sim, estou sendo irônico pra quem não percebeu.

- Então senhor atleta de alto rendimento, a situação é a seguinte... – melhor explicar a situação antes que a coisa complique. – Esta moça está tentando se vender pra mim. Mas como eu me neguei a agenciar ela, está tentando me fazer pagar bebidas. – calma aí, ela não disse em momento nenhum que estava, como o tal Doblas fez lembrar. – Como eu sabia? Ué... Olha pras roupas dela, tá mostrando até o útero... E o batom vermelho é coisa de você sabe... Mulher da vida ou bruxos duvidosos inrustidos. – como ela não tem cara de que tem varinhas sobressalentes... vamos pela opção mais plausível.

Mas obviamente que ela não admitiria que ganhava a vida deitada e começou a dar outro cinco minutos de pití. Ergui a sobrancelha e me virei pra o balcão novamente.

- Conhaque, rápido! – gritei para o atendente. – Desculpas? – como se isso fosse resolver alguma coisa... Mas era melhor evitar. Nathalie não podia saber que eu arrumara uma confusão de boteco logo no primeiro dia, ou me esfolaria vivo. – Me desculpa... – murmurei baixinho e a contragosto. – ME DESCULPA! AGORA TÁ BOM? – berrei no ouvido da moça e sorri sarcástico.

Tomei um gole do copo e fiquei em silêncio. Gosto de carvalho envelhecido... Ótimo! Eu precisava disso pra viver. A moça continuava a pedir informações sobre a localização, e o jogador de quadribol tentava ajudá-la. É, sei como é. Dê trela pra essas mulheres e depois temos outros escândalos. Acho que a manchete do Profeta de amanhã mudou: “Goleiro Doblas é encontrado morto com uma goles na garganta, após negar pagamento a garota de programa.”

- E depois eu que sou o alcoólatra... – rangi os dente quando a moça gritou pedindo outra dose de Whisky de fogo. Era o que... A quarta dose? – Não estou rosnando moça... – me virei novamente pra ela, e olhei de soslaio. – Só que agora fica plenamente compreensível porque você vai parar em lugares que não conhece sem saber como chegou. – o goleiro riu do comentário. – Cuidado com ela, cara... Isso é chave de cadeia. – fuzilamento de olhares dela. – Ou como era mesmo o nome... Aquelas meninas que correm atrás de atletas pra pegar barriga... Maria balaços?

Certo. Agora a porra ficou séria. A tal Ruby levantou do banco, agarrou a garrafa mais próxima, quebrou no balcão e está apontando para o meu humilde pescoço com cara de poucos amigos. Oh! Estou tremendo de medo! Uh! Por favor, chamem os aurores, que vai ter confusão aqui no risca faca... E sim, estou novamente sendo irônico. =)


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NOTE: Senhor Merlin! O Henry é mais irritante do que eu pensei. hauhauahuahuahauhau
Já sabem, qlqr coisa, me gritem! ;D
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Christopher Doblas
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MensagemAssunto: Re: 10/09/1805 - Como eu vim parar aqui? o.o'   Qua Jul 18, 2012 5:13 pm


A melhor coisa a fazer com certeza não era entrar no meio da briga de um casal, e bem ele precisava mesmo de sossego, o mais rápido possível. Olhou de um para o outro e os dois não paravam com a troca de elogios. Não seria fácil deixar o local e muito menos deixar sem que nenhum dos dois parta para cima dele e lhe arranque um fio de seu cabelo. E a atitude de Christopher não foi boa, além de ter achado que aquele casal era um casal de namorados ainda tinha o fato de a garota ter uma varinha em mãos, e ele estava no meio. Se você me acertar vai ter volta! Pensou antes mesmo de tudo acontecer.

Ir para um bar no meio do nada definitivamente não foi a melhor escolha, e ainda mais quis dar uma de bonzinho e separar o casal, o pior era que não demoraria muito para que um dos dois o reconhecesse. Sorriu amarelo para o homem assim que ele começou a gaguejar por estar na sua presença. Não sabia se porque era seu fã, ou se porque estava surpreso de uma estrela do esporte está em um bar de quinta categoria.

Sorriu um pouco contente no final assim que ouviu seu nome sair da boca do rapaz, muitos no bar o olharam, mas não enxergaram o goleiro, pois o capuz negro sob a cabeça ainda o ocultava quem estivesse a suas costas, retirou a mão que separavam os dois assim que eles se acalmaram. – Deixamos o meu nome para lá... – o que seria difícil – Então, qual é a situação entre você nobre cavaleiro com a dama? – sorriu de canto para a garota e se atirou numa cadeira que ficava numa mesa a frente do casal de brigões. – Ela disse que estava se vendendo, sor? – indagou e olhou para a dama. – Acredito eu que a troca de informações entre vocês não está sendo clara... – Christopher tentava apaziguar as coisas, mas nem o rapaz quanto a moça queria essa paz que ele procurava. – Me explica sua teoria de adivinhar como a pessoa é só pelo que veste, sor? Acredito que deve ter algo relativo nisso... – comentou enquanto ouvia a resposta do rapaz bêbado. Tinha reparado no inicio que ele estava alterado e aquilo só veio a tona quando parou para analisar a situação, como parava para analisar uma partida de Quadribol, para estudar táticas e jogadores.

E por falar em bêbado, ambos pediram bebidas quente para o balconista, agora estava claro que eles queriam mesmo era disputar, quem seria o mais corajoso, quem seria o bom, Christopher até pensou em fugir dali, mas a curiosidade matou o gato ele permaneceu no local, apenas se moveu para pegar a sua cerveja amanteigada e voltou a sentar-se na cadeira a frente do casal no balcão. Mas parecia que aquela paz que começava a nascer não demorou mais de cinco minutos e os dois voltaram a gritar. Aquela gritaria o deixaria com uma séria dor de cabeça.

- Gente! Gent... Gen... CALMA AÍ GENTE! – gritou no final mais alto que todos, como gritava para seus companheiros de time nos jogos, ele era o capitão e não era porque gritava mais, mas porque seu espírito de liderança era forte de mais, e agora ele queria usar aquele espírito de liderança no casal de enamorados

Parece que o seu grito não ajudou muito, mas pelo menos eles se desculparam, e todos no estabelecimento ouviram as desculpas do homem. Então a atenção do jogador foi voltada para a mulher de cabelos negros e chapéu vermelho. Sorriu bobo com o pensamento e tentou disfarçar. – Você, querida, está em Hogsmeade, uma vila bruxa dentro da Grã-Bretanha... – respondeu educadamente. – E como você veio parar aqui? – indagou curioso, mas a resposta veio a cavalo, ou a hipogrifo, tanto faz o animal, o importante é que deixou uma marca bem grande no seu peito. – Epa, calma moça! – fingiu cair da cadeira, mas não caiu, era apenas gozação. – Tá bom, não digo mais calma, nem para você e nem para o alcoólatra... – indicou com o polegar para o homem a frente dela.

Então o alcoólatra abriu a boca finalmente, mas para variar seus comentários não foram nada amistosos. Mas Christopher riu de um deles, do jeito que ela bebia descontroladamente com certeza não se lembraria de nada do que fez antes. Olhou para o homem e manteve o sorriso, agora amarelo. Eu sei tomar conta da minha vida sozinho, sor. Pensou em responder, mas o silencio fala mais que mil palavras. – E quem são vocês a propósito? – todos o conheciam, mas ele não conhecia nenhum dos dois, nunca ouvira falar neles, era isso que dava ir descansar a mente em um bar num vilarejo afastado. Assim que soube quem era cada um Henry fez mais um comentário, divertido para o goleiro, mas não tanto para a moça. – São as marias vassouras... – sussurrou esperando que ela não ouvisse. E bem, ela não era uma dessas, ou era?

Quem brinca com fogo acaba se queimando. Essa frase dizia muita coisa sobre o que estava acontecendo naquele lugar. O fogo estava calmo e controlado, mas atacaram álcool e ele novamente ficou vivo. Ou seja. A garota estava mais uma vez irritada, e agora tinha uma taça quebrada e iria esfolar alguém com aquele vidro.

- Por que por um simples momento vocês não ficam em paz? – indagou pulando da cadeira e segurando a mulher para ela não atacar o rapaz bêbado. – Calma, Ruby... CALMA! – tentou a acalmar, mas ela se debatia e dizia que agora era sério. Olha onde eu vim parar, era mais fácil e ter ido em um local movimentado. Pensou enquanto puxava a garota com um pouco de facilidade para longe do rapaz, e sentia o seu braço arder um pouco, pois ela não parava de se mexer. E assim que afastou ela olhou para seu braço e seu sobretudo estava cortado e o sangue escorria aos poucos, olhou do corte para a mulher e sorriu amarelo. – Está satisfeita? Conseguiu ferir alguém... E agora como ficamos? – indagou e ouviu algumas baboseiras sem sentido. – Pode deixar que agora não a separo mais, bem se quiser ir, vá... Desconte sua raiva nele, e me deixem fora disso! – e virou para o homem – Seu alcolotra! No que mesmo você disse que iria trabalhar? – indagou, colocando uma mão sobre o corte e sentindo seus dedos umedecerem de sangue.

Agora era verdade, ele precisava mesmo ir embora. Bem, precisava de um medibruxo, ou apenas de um feitiço como o episkey. Mas no momento ele tinha um assunto mais sério, por mais que os dois não assumissem, formavam um belo casal, problemático, mas um bonito casal. Pena que ela tem o pavio curto, e ele bebe demais.
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Henry Blake
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MensagemAssunto: Re: 10/09/1805 - Como eu vim parar aqui? o.o'   Qua Jul 18, 2012 10:18 pm

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Claro! Vamos todos dar as mãos e gritar bem alto para que todo o restante do bar nos veja discutindo... E quem sabe eles não comecem a gritar também e juntos façamos uma ópera de boteco! Seria lindo... É, não tô com a melhor paciência hoje. Ergui a sobrancelha direita e ri da reação de Ruby. Doblas segurava a maníaca da capa vermelha com a garrafa quebrada na mão e o próprio tonto acabou se cortando.

- É isso que aconte... – comecei, mas fui interrompido pelo grito de Ruby e um dedo na minha cara. – Tá certo... Você que manda, tia. – frisei bem as últimas palavras.

A moça se acalmou e agradeceu ao goleiro. Peguei o copo de conhaque e tomei o último gole. Não, eu não estava alcoolizado. Estava levemente calibrado. Que isso fique bem elucidado! Era melhor eu voltar pra o castelo. Já anoitecera e eu prometera a Nathalie que a ajudaria a organizar suas graminhas mágicas e afins na estufa depois do jantar...

- Tá vendo? Ela é uma criminosa delinquente de alta periculosidade perseguida pelas autoridades! – acrescentei para o atleta, quando a moça disse que era fugitiva. – Perseguida por quem?

Um lobisomem? Céus, quanta criatividade... E... De repente tudo novamente perdeu o foco e não escutei mais nada. Minha vista embaçou, menos a figura de Ruby, com a capa vermelha que ficou mais nítida na minha frente... O cheiro de cão molhado... Lobisomens... Onde eu vira aquilo antes?

- Não estou tendo nenhuma crise rapaz, relaxa! Tô bem... – era a segunda vez que aquela maldita coisa acontecia de novo. Me sentei e tentei articular os pensamentos. – Mas por que tem um lobisomem te perseguindo?

Tentei prestar atenção a cada palavra que ela falava. Olhei de relance para Doblas e notei que ele também estava preso as palavras de Ruby. Não... Eu tinha certeza que conhecia uma resposta para aquilo... As ruínas no templo de Zeus na Grécia... Licaão e o sacrifício de lobos... Os amaldiçoados que açulavam licantropos... Eles perseguiam algumas pessoas... Mas porque razão mesmo? Eu tinha traduzido toda uma cripta de runas sobre isso! Droga! De repente o bar parecia ter se esvaziado...

- Shiu! Moça do batom berrante! – intemrrompi Ruby, que pedia informações sobre pousada. – Você escutaram?

Doblas fez uma cara de paisagem... Oh really? Ele é jogador de quadribol! Ou tem músculos ou cérebro. Advinhar qual dos dois ele tem não é difícil. Mas o rosto assustado da menina me fez perceber que eu não fora o único que notara. Aquilo eram realmente uivos... Me levantei de súbito e fui até a porta do bar, sob o olhar curioso dos outros dois.

As ruas de Hogsmeade estavam quase totalmente desertar lá fora, mas os barulhos que eu tinha escutado não eram nenhum pouco falsos. A brisa gelada carregava um cheiro forte. Olhei para o céu, e vislumbrei nuvens escuras, fracamente iluminadas por uma lua cheia. Aqueles homens parados olhando estáticos como que hipnotizados para o céu, esperando a incidência direta da lua cheia não me pareciam nada nada amigáveis... Minha visão se enturvou e não precisei olhar duas vezes, pra notar um espectro de focinho com caninos sanguinolentos na boca deles. Voltei de volta para o bar, olhei os dois.

- Certo... Hoje definitivamente não é o seu dia de sorte moça. – fiz menção com a cabeça para a janela. – Lua cheia e tem dois carinhas bem estranhos na esquina. E quando digo estranhos, acho que você me entende... – sorri irônico para menina. – De repente o pedaço de carne hoje não vai ser eu... – tá, vou fingir que estou sentindo uma pontinha de dó pela situação dela e pela cara de assustada. =) – Certo, se acalma ae... EU FALEI PRA VOCÊ SE ACALMAR FIA! – segurei a moça pelos ombros e balancei ela, que não parava de tagarelar. O goleiro foi ver a rua, e voltou com a mesma cara de susto que eu.

- Viu com os próprios olhos? Doblas, se você por acaso tiver uma varinha por aí e souber fazer mais do que defender goles, acho que podemos ajudar ela. – certo, eu vou perder a paciência com essa menina da vida perseguida... Que Odin tenha pena de mim! – Você realmente não pediu minha ajuda. Eu que estou fazendo minha boa ação do dia, ok? A questão é que somos a única chance de você escapulir sem virar tira-gosto de cachorro por aqui hoje... – joguei alguns sicles no balcão e puxei a moça, sob protestos, em direção a porta de trás do bar, sob o olhar chocado do atendente. O goleiro vinha atrás.

- Por ali... - sussurei, apontando para um muro que dava para outra rua, oposta a saída social do boteco. – Rápido! – eles estavam pulando o muro quando algo deu errado na história e senti duas coisas prendendo meu ombro com força, que poderiam ser patas ou mãos. O fato é que a criatura tinha garras, rosnava e um hálito que realmente precisava de enxaguante bucal urgentemente... – AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHH!!!!

Beleza, ótima maneira de ganhar a noite! Morrer, tentando salvar uma menina que tentou me matar a instantes atrás. E se o goleiro decidir jogar uma goles na cabeça da criatura nesse momento, eu agradeço sabe?


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NOTE: Avancei um pouco pra dar ação na coisa toda. Se precisar editar algo, me gritem Lippe e Laura.
Sim, o Henry é o cão de ruim, mas não é insensível.
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Christopher Doblas
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MensagemAssunto: Re: 10/09/1805 - Como eu vim parar aqui? o.o'   Qui Jul 19, 2012 6:01 pm


Tudo aquilo era estranho, e definitivamente ele tinha escolhido o local errado para fugir da agitação e dos holofotes. Agora naquele momento estava entre um casal de brigões e um corte no braço. Deveria agradecer a chapeuzinho vermelho por isso, mas não fez nada a não ser apanhar a sua varinha e usar o próprio feitiço de cura para si. Ela tinha acabado com um dos seus melhores sobretudo, e além do rasgo agora tinha a mancha em vermelho bem escuro em volta. Olhou para o professor de Hogwarts, era isso que ele havia mencionado, ou ele não disse nada. E olhou para a mulher.

Um atirava palavras ao outro, e parecia que dali não sairia nada a não ser ofensas logo mais. Deixa ela ser perseguida, o problema é eu me envolver com uma pessoa procurada pela justiça. Pensou antes de ela retrucar em alto e bom som que não é uma criminosa. Se aquela era uma atitude para que ninguém soubesse da sua verdade, ela estava fazendo isso completamente errado. Mas o mais interessante estaria por vir, ela era perseguida por um lobisomem. E aquela palavra gelou a espinha dorsal do goleiro, nunca havia se sentido assim, parecia aqueles adolescentes que quando se reuniam em plena escuridão e contavam estórias de terror para os demais.

Seus olhos se esbugalharam ao ouvir um som do lado de fora do estabelecimento, mas o primeiro que foi chegar foi Henry, o professor, ou seja lá o que ele for saiu do estabelecimento em poucos passos, e o goleiro observou tudo com bons olhos, ouvindo alguma coisa da mulher. – Tá... – respondeu sem dar o mínimo de atenção. Aquela era a pior noite da sua vida.

- A sua sorte é que está usando batom, se não poderia ver como seus lábios estão pálidos igualmente com seu rosto... – comentou e deu um simples sorriso amarelo que nem separou os lábios. E o homem retornou ao estabelecimento, mas com mais lentidão do que o normal, talvez para não fazer aquele maldito sino dos clientes tocar. Christopher o olhou de cima a baixo, e parecia que a imagem que ele viu fora do local não lhe era muito agradável, ele parecia estar totalmente sóbrio naquele momento. O pedaço de carne ou será ela, ou será eu... E com esse pensamento olhou para o rasgo de seu sobretudo, e foi certificar-se do que estaria por vir.

A rua estava silenciosa, e apenas dois homens conversavam ao final dela, longe de Hogwarts, para o outro lado. Ao fundo deles uma nuvem imensa sumiu e deixou transparecer uma imensa lua brilhante, cheia, e prateada. Observou de longe que um dos homens começava a crescer, e que o outro começou a sair correndo. Sentiu o cheiro de cachorro molhando e o uivo. Seus lábios se cortaram com o medo, a íris de seu olhos diminuiu, estava tudo dando errado, e ele correu pálido como a neve para dentro do estabelecimento. Mas não teve o mesmo cuidado que Henry, o sino tocou. E outro uivo se ouviu, mais forte, mais alto, mais perto.

- Eu sei usar uma varinha... seu idiota! –resmungou em resposta, mas para sua sorte ele não ouviu, ou fingiu bem que não ouviu. – Não espere dessa sua boa ação que tenha um lugar ao sol... –comentou irônico e com um sorriso de canto. Mas um barulho atrás de si o fez gelar mais, os passos duros e altos, e o som das garras a tocar no chão como uma trilha sonora do medo e do terror, não olhou para trás, apenas gritou – CORRAM!

Por que ele queria mesmo ser o herói? Não poderia ser apenas o goleiro em uma noite de bebidas e diversões. Pena que a diversão estava sendo reservada para logo mais. O professor, ou seja lá o que ele for, contrabandista, negociante, informante, dementador, qualquer coisa, levou Ruby para o fundo do estabelecimento fechando passando pela porta dos fundos. Doblas, por sua vez, não ficou atrás e correu par junto deles, mas assim que passou pela porta a trancou Colloportus! – sabia de imediato que aquilo apenas atrasaria o lobisomem que entrassem no estabelecimento, isso se ele não a arrancar da parede. Christopher correu o mais depressa possível, para alcançar o casal. De longe viu a garota ao chão, na neve e o homem que a ajudava estava preso pelo lobisomem. Apontou a varinha para o animal imenso. Incarcerous! – e viu seu feitiço com êxito atingir o animal e o jogar para longe, ouvindo o gemido de dor conforme se mexia as cortas que o prendiam o apertavam mais.

Aquele som não era agradável de se ouvir. – São dois! Eu prendi o outro no estabelecimento, mas aquilo só vai atrasa-lo. – comentou se aproximando deles ainda aos choramingo do segundo lobisomem. – Estão todos bem? – mas a sua preocupação não era somente a garota, olhou para Henry inspecionou com os olhos para ver se o lobisomem não o tivesse arranhado na hora que usara o feitiço para o prender.Ele não era apenas músculos, e sabia muito bem do seu potencial, era evidente que não era um exímio duelista, mas tinha suas virtudes.

Não demorou muito para o silencio ficar entre eles, sentiu um leve arrepio descer pela nuca e ir parar no final da espinha. O lobisomem que ele tinha prendido havia se escapado, não sabia como, talvez o feitiço fosse muito fraco, não tinha uma explicação plausível, ou pelo menos não queria crê que era ruim com feitiços. Olhou para o casal perto de si e sentiu algo puxar-lhe pelo capuz de seu sobretudo, estava sendo arrastado, colocou as duas mãos no pescoço, pois sua roupa de baixo começou a enforca-lo. Gritou e pediu por ajuda, mas sabia que não saiam muito alto por causa do enforcamento...
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10/09/1805 - Como eu vim parar aqui? o.o'
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