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 22/07/1805 - RP Fechada - Brandon e Sarah

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Sarah Dellatorre
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MensagemAssunto: 22/07/1805 - RP Fechada - Brandon e Sarah   Ter Jul 17, 2012 12:51 am

RP FECHADA

Data: 22/07/1805

Local: Glasgow

Horário: 17:00

Participantes: Brandon Leobald e Sarah Dellatorre
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Sarah Dellatorre
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MensagemAssunto: Re: 22/07/1805 - RP Fechada - Brandon e Sarah   Qui Jul 19, 2012 11:44 pm

Bom, depois da experiência na banheira com a poção anti-acne com o Tristan o final do ano foi mais normal... Tirei boas notas, meus serviços como Monitora foram excelentes, e a minha volta pra casa foi relativamente tranquila.

Quando saí do trem grande e vermelho de Hogwarts, corri para minha família. Stefan estava com aquela cara de sempre, mas pelo menos parecia feliz ao me ver. Mamãe estava chorando, e eu percebi que estava preocupada com alguma coisa. Ela me abraçou forte, e murmurou algo como “graças a Merlin você está bem!”. E papai... bem... eu sabia que tinha alguma coisa errada com ele. Ele estava sério, e só me perguntou com tinha sido a viagem de volta.

Fomos para casa, e eu fiquei tão feliz de estar ali. Sentia falta das minhas coisas, da minha cama, da minha própria vista das colinas! Sentei em minha poltrona na varanda e fiquei horas ali, esvaziando a cabeça.

No jantar, todos me perguntaram como tinha sido o ano em Hogwarts e o que eu havia aprendido. Contei animadamente tudo o que me acontecera (lógico que eu tomei o cuidado para não falar da tentativa de fazer uma poção no banheiro, e depois ter mergulhado na banheira com um menino), quando eu cheguei na parte do baile do dia dos namorados, papai se mostrou interessado.

- E como que você conheceu essa menina, Sarah...Karina, não é?

- Bom... eu fui até a mesa das bebidas, e senti alguma coisa puxando meu vestido... Quando me virei vi a coisinha mais linda, papai! Ela me perguntou se eu tinha visto o pai dela, mas não fazia a menor ideia de quem era! E fiquei me perguntando por que raios tinha uma criança ali! Estava procurando pelo responsável dela quando tio Damian apareceu, perguntando se já tinha conhecido a filha dele. – Tomei um gole de suco de uva - Fiquei impressionada! Não fazia a menor ideia que ele um dia poderia ter uma filha! Mas enfim... de vez em quando, quando tio Damian não estava muito bravo, ele me deixava brincar com a Karina. E, ah, papai, você tem que conhece-la! Ela é uma fofura! – terminei com um sorriso no rosto e dei uma boa garfada em meu prato, perfurando um capeletti e o enfiando na boca com vontade.


***

Duas semanas depois, mamãe, Stefan e eu viajamos para a Escócia. Papai não foi junto, pois tinha que resolver algumas “Pendências Ministeriais”. Eu insisti que ele fosse com a gente, mas não teve jeito. Parecia que o trabalho crescera nos últimos meses, e papai não parava muito em casa.

Mesmo que papai não estivesse conosco, eu estava aproveitando ao máximo a viagem! Nossa, como a Escócia é linda! Nunca imaginei que fosse assim... só tinha visto algumas fotos em livros, mas não tinha nem comparação. Fazíamos passeios todos os dias, conhecendo tudo o que era possível! Eu estava adorando tudo aquilo!

Uma tarde, resolvi sair para dar uma volta por minha conta. Não iria muito longe... Só queria ter um tempo sozinha, e também me afastar um pouco do Stefan. Tudo bem que ele é meu irmão, e eu amo ele, mas hoje ele estava um chato!! A gente passou a manhã inteira brigando, e eu já não aguentava estar no mesmo recinto que ele.

Dei uma volta no quarteirão e para mudar um pouco as coisas, atravessei a rua, andando sem rumo por uns bons vinte minutos. Contornei um prédio, e me vi em um beco. ”Ótimo!” pensei comigo mesma. Virei para o outro lado, e um grupo de meninos se aproximou:

- Ora, ora, ora! O que temos aqui, hein Derek? – o garoto mais próximo perguntou para o colega a seu lado. Tinha aproximadamente 16 anos, magro, e um pouco mais alto do que eu.

- Cala a boca, Alastair! O que a garota vai pensar? – falou o outro rapaz. Ele era daquele tipo musculoso, e tinha cara de durão. E pelo jeito que os dois me olhavam não era boa coisa que viria dali.

- Acho que ela está assustada. Calma, lindinha, a gente não vai te machucar... – o terceiro garoto se aproximou e sorriu maliciosamente para mim.

Dei um passo para o lado, tentando me desvencilhar deles, ao mesmo tempo que falava:

- Hum... Bom... Foi uma boa conversa, não é? Então, eu preciso voltar... pra casa agora... – dei mais um passo para o lado, mas o tal do Derek fechou minha passagem com um dos braços.

- A gente mal se conheceu... A gente ainda nem sabe seu nome, gracinha. – ele pôs a mão em meu cabelo, e eu balancei a cabeça, tentando dar um passo para trás.

- Não me toca! Agora, se você me dá licença...

Avancei, porém mais uma vez fui impedida:

- Na, na, na... deixa a gente te conhecer... – o rapaz que eu não sabia o nome avançou para mim, pegando meu braço com força. Me movi, mas não consegui me soltar. Os outros dois se aproximavam cada vez mais, pegando em meu cabelo, e dando risadinhas.

- Não, para! Não me toca, PARA! SAI DAQUI, NÃO! – estava me debatendo. Comecei a chutá-los, e empurrá-los - PARA COM ISSO, AAAARRRE!!! ME LARGA!!!

Lutava com todas as minhas forças para tirá-los de perto de mim, e tentar fugir dali. Foi então que algo que me fez respirar aliviada aconteceu...

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Brandon Leobald
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MensagemAssunto: Re: 22/07/1805 - RP Fechada - Brandon e Sarah   Sex Jul 20, 2012 6:10 pm


Faltam quase um mês pra as férias acabarem, ou um pouco mais que isso. E muita coisa diferente e divertida havia acontecido, mas Brandon nessas não se deu ao luxo de poder viajar para algum lugar do mundo sua viagem no ano seria a volta para Hogwarts, onde poderia encontrar com os amigos e segredar o que tinha acontecido entre ele e Helena. Não que todos já sabiam, sobre o noivado, mas a história verdadeira. Aconteceria o noivado, e como ela sempre sonhou, por amor. E só de pensar naquilo seu peito se enchia de orgulho.

E para comemorar ele resolveu dar uma passada em Glasgow, capital trouxa do país onde nasceu e vive, Escócia. A cidade era quase pura trouxa e seu pai se soubesse que o rapaz havia saído de casa para ir nela com certeza iria o reprender tanto, que talvez nem seu couro sobrevivesse. Tentou afastar os pensamentos ruins e discriminativos do pai. Sabia que ele odiava qualquer ser que fosse nascido trouxa e não tivesse um sangue puramente bruxo. Completamente diferente do pai, Brandon até admirava algumas coisas trouxas, e suas criações. Como as gaiolas, sempre poderia cuidar da sua coruja com ela, a coruja tinha o mesmo gênio da namorada, por isso talvez amasse tanto a pobre ave. E tinha os carros, a sim, aquele era o melhor sempre quis tentar navegar um, mas com certeza teria a mesma dificuldade que tinha em andar numa vassoura.

E foi através de uma vassoura que ele chegou à cidade, ele foi junto com o irmão. O irmão mais novo conhecia muito mais a cidade trouxa do que ele, e por isso mesmo acabou o largando logo e foi atrás de algo que lhe interessava. Aquele segredo que ele mantinha era de desconfiar, mas o rapaz não fez subjeção sobre tal assunto. Apenas o deixou ir, a paz o deixaria guiar para comprar algo de bonito e divertido para a amada.

Colocou as mãos dentro dos bolsos de sua calça, pois o frio na capital era maior do que no sul. Tentava lembrar-se do local que havia guardado a sua vassoura voadora, a dele, e a do irmão. Havia guardado as duas dentro de um latão de lixo de uma velha casa abandonada, por sorte o irmão havia avisado que sempre guardava a dele ali e nunca tinha sumido.

Seus passos pelas ruas de Glasgow eram lentos e sem destino, o centro da cidade era bem movimento, e diferente de Hogwarts não se via muitos adolescentes andando por aí, ainda mais sozinhos, normalmente sempre tinham a companhia de um responsável, que normalmente era um dos pais, ou uma aia. Aqueles tempos as coisas ainda andavam piores. Tinham comentado que um revolucionário francês tentava conquistar a Europa toda, a sorte era que a Escócia ficava numa ilha.

Mesmo a Europa em guerra por causa dos trouxas, e refletiam em todo o lugar Brandon caminhava mais um pouco pelas ruas e quando seu foco mudou, e se deparou com certo barulho estranho vindo de um beco à frente. Ele mexeu a mão no bolso para se certificar de que sua varinha estava presente, sabia perfeitamente que o Ministério Bruxo não deixava alunos usarem feitiços antes da maturidade, e que pela varinha estavam sendo vigiados, mas como em toda Europa, o Ministério também sofria suas alterações e revoluções.

Andou devagar para dentro do beco, olhou de um lado para outro procurando alguma coisa que pudesse ajuda-lo a resgatar a garota, apoiou uma das mãos na parede e observou que o beco só era iluminado por uma luz. Se aproximou mais um pouco e notou que eram três garotos contra uma única menina, não esperou muito para saber o que eles iriam fazer com ela.

Então a garota começou a gritar, recolocou a mão no bolso, mas tinha medo de usar a varinha. Agachou e apanhou uma pedra, e a atirou pedra na direção da lâmpada. POW. E o estouro fora grande e alto. E junto com ele veio o breu. Apesar de ser o final da tarde o sol já não existia no céu escocês a um bom tempo. Aproveito o escuro para se antecipar e voar dando um soco , acertando alguém, pois sentiu a carne na mão, e ouviu um crec, de algo se quebrando e logo em seguida caindo ao chão.

- Se tiver para onde correr, é melhor correr... – comentou baixo enquanto ficava a frente da garota, que por relance viu que ela era morena e menor que ele. E Brandon viu que os outros dois garotos não entenderam muito bem, mas que ficaram em posição para ataca-lo, e a garota a suas costas continuou ali, a diferença era que atrás deles só tinha um muro e ao lado uma porta. – Vá por ali! – indicou a porta, que provavelmente seria o fundo de alguma loja.

Viu então com a pouca luz, os garotos avançarem juntos contra ele. E Brandon em defesa usou apenas os braços, como tinha aprendido com um dos cavaleiros que fazia guarda em sua casa. Mas o chão foi o seu destino, sentiu o choque, e não reclamou, o chão estava úmido e gelado, e um dos garotos correu atrás da garota e o outro ficou sobre ele, tentando lhe acertar algum golpe, e ele prendeu o rapaz pela cintura com as pernas e o derrubou dando uma sequencia de socos na barriga, que para quem não era treinado sentia muita dor, aproveitou aquele momento para seguir a morena e o ultimo dos garotos. Subindo um grande jogo de escadaria.
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Sarah Dellatorre
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MensagemAssunto: Re: 22/07/1805 - RP Fechada - Brandon e Sarah   Ter Jul 24, 2012 9:25 pm

A história é a seguinte: eu, Sarah Dellatorre viajei com minha mãe e meu irmão para a Escócia... Até aí, tudo bem, certo? E você me pergunta: qual o problema disso? E eu respondo: fiquei de saco cheio do meu irmão e resolvi dar uma volta pela cidade... E caminhando sem rumo, fui surpreendida por um trio de garotos que não parecem ser muito amigáveis, e o negócio é que eu estou em um bairro trouxa e sou menor de idade, ou seja: nada de varinha pra me ajudar... Bom né?

Eu estava tentando me livrar deles, quando de repente um barulho alto me assustou. Um segundo depois, ficou tudo escuro. Agora já era... Acabou-se pra mim... Tinha mais uma pessoa ali. Tô lascada. Ah, meu Merlin, o que a mamãe vai pensar? E o que o papai vai...

- Se tiver para onde correr, é melhor correr – era outro garoto. Um pouco mais alto do que eu, e parecia querer me ajudar. Olhei para ele, tentando saber quem era, mas estava escuro demais. Permaneci atrás dele, vendo Derek se preparar para atacar. Arregalei os olhos, tentando dizer para o rapaz para tomar cuidado, mas antes que pudesse, ele falou apontando para o lado: - Vá por ali!

Olhei para a direita e vi uma porta. Corri de trás dele, e abri a porta com tudo. Estava ainda mais escuro lá dentro, se é que aquilo era possível. Percebi que havia alguém atrás de mim, e me apressei. Subi as escadas como se minha vida dependesse daquilo. Bom.. dependia, mas enfim...

Subi dois lances de escada até que encontrei uma porta. O garoto atrás de mim estava quase me alcançando. Abi a porta e me joguei lá dentro. Tropecei em alguma coisa que fez um barulho metálico quando chegou ao chão. Segui correndo pelo local derrubando algumas coisas sem querer. Olhei para trás, e o rapaz entrava pela porta, fazendo o maior estardalhaço. Foi então que eu tive uma ideia: vi à minha esquerda uma pilha de objetos metálicos (panelas?) e joguei no chão, atrás de mim. O garoto xingou, e eu virei à direita, correndo sem parar.

Eu estava com medo. Não sabia se conseguiria sair dali. E quanto àquele rapaz que me ajudou, não fazia a menor ideia de onde estava... Tinha uma luz fraca mais à frente, e dava para ver uma porta a poucos metros. Nem pensei duas vezes: saí correndo para ela com alívio. Mas assim que virei a maçaneta e puxei, meu coração parou: porta estava trancada!

Ouvi a aproximação do garoto atrás de mim, falando uma língua que não conhecia. Ou talvez era o pânico tomando conta de mim. Peguei a primeira coisa que vi e tentei me proteger com aquilo. Só quando eu virei para encarar o adolescente foi que percebi que estava segurando uma frigideira. Se aquilo serviria de alguma coisa eu não sabia, mas era tudo o que eu tinha naquele momento.

Ele estava prestes a me pegar, quando ouvi um barulho vindo de trás dele. Merlin! Será que um dos seus amigos seguira a gente? Ele se virou para olhar, e eu aproveitei a deixa: bati a frigideira com toda a força que eu tinha na cabeça dele, fazendo-o desmoronar os meus pés.

Assim...:
 
Olhei para frente, e segurei a frigideira com mais firmeza, me preparando para o segundo ataque. Mas ao invés disso, meu queixo caiu de surpresa e alívio quando reconheci o rapaz me encarando:

- Brandon??


OFF: Musiquinha pra acompanhar:



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Brandon Leobald
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MensagemAssunto: Re: 22/07/1805 - RP Fechada - Brandon e Sarah   Qui Jul 26, 2012 9:04 pm


Brandon tentava alcançar a dupla que subia. O rapaz que queria fazer mal a garota, e subia de dois em dois degraus, temia ter demorado demais para cuidar do segundo e não chegasse a tempo de ajudar a garota. Não sabia por que estava fazendo aquilo, a salvando, só sabia que era o seu coração quem mandava em si, que comandava as suas ações, a razão só o fazia pensar, pensar em como não agir errado, pensar como fazer e o que fazer.

De longe ouviu um estronde de metal e chão, alguém havia caído acima e ele ainda estava chegando ao final das escadas, pode ver o calcanhar do garoto que seguia a morena misteriosa. Ele era quem havia colidido com os metais. O loiro continuou a caminhar e o local que ele adentrou era mais escuro que o próprio beco, entretanto a luz da noite iluminava melhor que o primeiro local, pois o beco era fechado por três edifícios, enquanto ali ainda lhe restavam janelas.

Pé esquerdo a frente do direito, piscava os olhos com mais rapidez e com um tempo menor entre uma e outra piscada. Tentava enxergar um palmo a frente de sua mão. Mas não via muita coisa. Percebeu estar na cozinha de um restaurante, ou seria um hotel. Não saberia responder, respostas não eram concretas naquele momento. Só procurava achar a garota e o rapaz, e então chutou algo, seu joelho foi de encontro a um vidro e quando suas mãos encostaram-se ao objeto que chegava a sua cintura percebeu que era um fogão. Passou a mão pela boca do fogão e sentiu a espessura queimada da superfície, queimada e oleosa. Pawn. Seus olhos subiram do fogão para o breu e viu o brilho diferente ao fundo. Como um gato seguiu o brilho diferente e sorriu ao ver que era a garota misteriosa.

- Sarah?! – arriscou como resposta, ainda não tinha visto perfeitamente quem era a morena misteriosa. E sorriu assim que passou por cima do corpo que ela deixou estendido, não morto, mas muito bem desacordado. E viu o os olhos curiosos e assustados da garota. Ela não era uma de suas companhias na escola, mas podia se dizer que era amiga, estudavam juntos, estavam no mesmo ano, e pelo que haviam acabado de passar poderia perfeitamente dizer que viveram uma aventura. Aproximou-se mais quando realmente reconheceu a menina e a abraçou. Tinha muitas perguntas para fazer, muitas respostas passaram por sua mente, mas de seus lábios apenas saiu no começo. – Está bem? Não a machucaram?

Não sabia muito sobre a garota, muito menos sobre ela viver na Escócia, aquilo era realmente uma surpresa para ele e ficou satisfeito, buscou um pouco de ar quando checou com os olhos a resposta dela, não que estava desconfiado, mas tinha que saber se ela não lhe estava escondendo nada. – Bem... – olhou para o rapaz ao chão e sorriu. – Seus amigos? – brincou com ela, pois já sabia a resposta apenas procurava uma maneira de poder acabar com a curiosidade maior que ele tinha. – Devo a elogiar pelo golpe com a frigideira, ou não? – sorriu e esticou o braço com cuidado, conhecia a garota, mas por mais que conhecesse e que ele tinha uma grande coincidência ainda sim ela poderia duvidar dele, e Brandon certificou-se de que mais nenhum golpe fosse dado por ela em algum garoto, apanhou a frigideira dele e colocou ao lado, numa bancada de mármore negro, que mal se podia identificar os detalhes.

- Posso saber o que a trouxe até uma cozinha no centro de Glasgow? – riu e então deu lentos passos para trás para dar espaço a garota e mostrar que ele estava ali para ajuda-la, se ainda fosse preciso, mas ela havia cuidado do ultimo perigo muito bem sozinha. – Só não me diga que três garotos a perseguiram até aqui, que eu não vou acreditar em nada! – riu com a sua piada sem graça. – Pelo menos poder dizer a todos que aproveitou o tempo para distrair a mente... – mais uma de suas piadas engraçadas. Na verdade ele queria apenas a distrair e a acalmar, tinha sido muita adrenalina consumida de uma só vez e muito rápido.


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Sarah Dellatorre
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MensagemAssunto: Re: 22/07/1805 - RP Fechada - Brandon e Sarah   Qui Jul 26, 2012 11:11 pm

Não vou nem comentar como eu fiquei aliviada em ver Brandon bem ali na minha frente. Tinha pensado que seria outro daqueles garotos que tentaram me atacar. O rapaz passou por cima de Derek e me deu um abraço que eu retribuí soltando um suspiro, só então percebendo que estava tremendo.

- Estou bem sim, não se preocupe – falei com um sorriso - Não me machucaram, não. Nossa, muito obrigada! – acompanhei o olhar de Brandon para o menino caído e estremeci balançando a cabeça com força para os lados. Em seguida soltei uma risada baixa pelo comentário dele - Hahaha! Foi um belo golpe, fala aí! Até eu me surpreendi nessa!

O grifinório então sorriu pegando a frigideira de minhas mãos, colocando-a em cima de uma bancada escura. Minha vista já tinha se acostumado um pouco com a escuridão naquele recinto, e pude ver que estávamos em uma cozinha. Ahh.. era por isso que tinha um milhão de panelas por aqui! Agora tudo faz sentido!

- Ah, então... é que eu vim pra cá com minha mãe e meu irmão. Não.. não pra cozinha, pra Glasgow! – dei uma risadinha sem graça pela piada mal feita – Nós viemos passar as férias. E enfim, hoje eu tinha brigado com o meu irmão, e já não aguentava mais ficar perto dele... Aí eu resolvi andar sem rumo, vendo as coisas e as pessoas só pra me acalmar, sabe? Só que eu acho que me perdi, e acabei nesse beco... e os garotos ficaram atrás de mim. Não sei se me seguiram ou se já estavam por aqui... - E essa era a minha história de como eu quase fui atacada por três garotos no meio da Escócia! Só esperava que ele acreditasse, pois era a mais pura verdade. E pelo jeito que Brandon me olhou, percebeu que tudo era verídico.

- Hum... não sei você, mas esse lugar está me dando nos nervos! Será que a gente poderia... – apontei para a porta e o garoto concordou em sairmos dali - Mas e você? O que estava fazendo por aqui a essa hora? – perguntei enquanto descíamos as escadas.

Ouvi com atenção ao que o rapaz me dizia. Não fazia a menor ideia de que ele morava por ali. Impressionante como a gente era colega de classe, mas nunca havíamos nos falado... Fiz uma nota mental de me aproximar mais dos meus colegas... fala sério, eu sou meio sozinha na vida! Isso é triste! Ninguém quer ficar sozinho!

- Será que eles ainda estão aí? – perguntei olhando com cuidado para o beco. Tinham duas massas disformes no chão - Estou com medo deles se levantarem de repente e atacarem! – olhei para Brandon a meu lado, que me assegurou de que estavam desacordados. Mesmo assim, resolvi pegar minha varinha no bolso do casaco. O garoto me olhou de esguelha – Não é que eu não confie em você, pelo amor de Merlin, Brandon... Mas vai que eles estão fingindo! E o Ministério que se lasque! Se for preciso eu vou lançar um feitiço neles!

Passamos apressados pelo beco, e enfim chegamos à rua. Guardei a varinha rapidamente, e sorri para o grifinório, que me perguntou onde eu estava hospedada.

- Ah, é numa rua próxima do centro. Perto de uma chocolateria... – O meu local da Perdição! Foi um sacrifício passar ali na frente e resistir aos poderes malignos do chocolate. Mas eu fui forte e me concentrei em andar pra bem longe dali! \o/

Muito gentilmente o garoto se ofereceu para me acompanhar até o hotel. Ficamos conversando todo o caminho de volta. Quando chegamos, me virei para ele sorrindo:

- É aqui que estou hospedada. Nossa, muito obrigada por hoje, Brandon! Se não fosse por você, não sei o que teria acontecido lá naquele beco... Muito obrigada mesmo! – o abracei com força. Nem sabia direito como agradecê-lo pelo que tinha feito - Não se preocupe! Hehe. Foi bom te ver! Espero que a gente se encontre novamente! Obrigada por me trazer! – me despedi dele e virei para a porta do hotel após um aceno com as mãos.

Agora era só torcer para mamãe e Stefan não desconfiarem de nada!



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Brandon Leobald
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MensagemAssunto: Re: 22/07/1805 - RP Fechada - Brandon e Sarah   Sex Jul 27, 2012 9:52 am


Estava mais aliviado por não ter acontecido nada com a garota. O melhor era saber que havia ajudado uma amiga, pelo menos pulou aquela parte de se conhecerem, não se conheciam tão bem assim, mas era melhor ter a ajudado do que uma desconhecida por completa. Brandon sorriu com a história que ela contou, e não podia deixar de lembrar-se de Cassidy, sua pequena irmã, talvez a morena não era sua irmã, ainda não, mas poderia contar com ele se mete-se em confusão.

- É melhor... – comentou repulando o corpo ao chão do garoto e a ajudando a pular o corpo. Ela tinha feito um ótimo trabalho, mas ainda havia um pouco de preocupação, por mais que tudo correu bem, ele ficava imaginando o pior, se ela não acertasse o garoto o que poderia ter acontecido de ruim. Balançou a cabeça para deixar a mente limpa, quando ela perguntou sobre o que fazia ali. Não era um local comum para bruxos frequentar. Corou um pouco antes de começar a contar a sua parte da história.

- Na verdade eu moro aqui... Não em Glasgow, mas em uma vila bruxa aqui por perto, e meu irmão queria visitar a cidade... – comentou olhando para ela antes de começarem a descer os dois jogos de escadas. E Brandon desceu logo atrás dela, só para ter certeza de que nada iria acontecer, nem que o terceiro garoto levantaria e a atacaria pelas costas.

E assim que saiu para o beco ele riu sem graça e olhou para os dois corpos ao chão, e quando se aproximou dela voltou a olhar para os corpos com a pergunta. Por mais que ela tinha razão ele tinha que mantê-la segura, nem que para isso tivesse que garantir que eles não se levantariam. – Eles vão se levantar, sim... – sorriu amarelo. – Mas fique tranquila que não será agora, eu cuidei bem deles... – sorriu satisfeito se lembrando do que ele havia feito com os dois, olhou para trás, e os corpos ainda estavam apagados, e olhou para a mão, doía um pouco, nem ele sabia que tinha tanta força assim. E riu quando voltou a olhar para a garota, ela estava armada, a arma de um bruxo adolescente era a sua varinha, e sua mão só doía porque eles ainda não podiam usar a varinha fora de Hogwarts. – Não vou nem comentar, pelo menos sei que você sabe se cuidar sozinha. – adicionou antes deles dobrarem o beco e estar novamente em uma rua movimentada.

- Sarah onde você está hospedada? – não conhecia tão bem assim a cidade, mas sabia mais ou menos onde ficavam os principais lugares, e sabia que naquela época as ruas de Glasgow a noite já não eram assim tão seguras, tanto para ele quanto para uma garota. – Posso acompanha-la até lá? – sorriu colocando as mãos nos bolsos de sua calça. – Preciso me certificar de que hoje você não corra mais nenhum perigo. – sorriu com a desculpa, mas ela assentiu com a cabeça e os dois seguiram para o hotel onde ela estava hospedada.

A dupla conversou descontraída todo o caminho, uma conversa que durante um ano todo eles nunca tiveram. Poderiam ter ela normalmente, mas nada como um pouco de aventura para aproximar duas pessoas. Sorriu assim que chegaram e ela estava sã e salva. E ela o agradeceu e o abraçou.

- Vai se manter em segurança? – brincou assim que se separaram. – Quando quiser só mandar uma coruja, vou responder... E na próxima pode ficar hospedada em casa... – comentou assim que acenou a ela e a viu se dirigir para dentro do hotel e ele começou a dar lentos passos para trás.

Não sabia quanto tempo havia ficado afastado, e sabia que seu irmão estaria preocupado com ele, pois tinham combinado se encontrar no mesmo local que esconderam as vassouras antes do sol se por. Correu.


FIM
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