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 31 de Julho de 1805 - Tarde

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Catherine N. D'Angelo
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MensagemAssunto: 31 de Julho de 1805 - Tarde   Qua Jul 25, 2012 5:58 pm

31 de Julho
Tarde - 17:30
Chris & Cathe





Depois de duas semanas após....
http://fidelius-rpg.forumeiros.com/t1839-17-de-julho-de-1805-rp-fechada
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Catherine N. D'Angelo
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MensagemAssunto: Re: 31 de Julho de 1805 - Tarde   Qua Jul 25, 2012 6:31 pm

] Era tudo monotono demais. De repente mesmo em meio a tudo que eu mais gostava eu não estava bem. Eu via as crianças correndo, brincando, algumas me entregavam belos desenhos e eu os elogiava. Mas algo estava diferente. Eu ignorava qualquer correspondência que chegava via coruja ou qualquer ave, eu nem sequer queria saber quem mandou e a enfiava na gaveta. Pierre havia ido embora de manhã com sua família, ao menos tive sua companhia durante sua estadia aqui.

Por uma pequena ironia do destino ele era o príncipe da França, e não é que de uma forma ou de outra mesmo querendo evitar, acabou que o destino fez de suas trapaças e encontramos Christian e sua mãe, acompanhados do rei dentro de um dos vilarejos que fomos visitar com sua família. Eu apenas mantive meus olhos longe eu não queria ver ele. Eu não queria sentir aquilo. E agradeci mentalmente quando Pierre com seu jeito divertido alegou que iria levar a dama pra ver filhotinhos de potro, pra sairmos dali, ir para longe. Ele havia mentido pra mim... Ficamos longe o suficiente, até eles voltarem, e eu me fingir interessada demais em olhar um cavalo tendo filhote. Logicamente eu assim pensava....

FLASHBACK
-O que tanto olha querida?-Ouvi perguntar, e me virei vendo a mulher, rainha e mãe de Christian me perguntar e tentei me lembrar o que mesmo eu fazia, sem ter de responder: ah é que beijei seu filho na floresta, e ele mentiu pra mim estou entre a duvida de jogar uma azaração nele ou correr pra casa e chorar.

-O potrinho que tá nascendo... -Falei apontando pro bicho e houve um momento de silencio, onde Pierre explodiu em risadas me abraçando pelo ombro. Vi a rainha abaixar a cabeça. Christian me olhar de forma estranha meio sério demais. E fiquei parada. –Que foi?-Perguntei ao pai de Pierre que apenas balançava a cabeça.

-Aquilo não é um nascimento Cathe... É o que diferencia uma égua de um garanhão....-Respondeu este simplesmente e fiquei olhando tentando entender.

-É o que você vai conhecer quando se casar..Na sua noite de Nupcias...-Falou Pierre me fazendo arregalar os olhos e automaticamente encarar Christian okay, FOI UMA PESSIMA ESCOLHA e depois o cavalo. Por favor me de um coice belo animal.... Terminamos o dia tomando chá ao ar livre, onde eu fiquei o mais longe que podia de Christian e a mãe dele, na verdade eu queria sumir da face da terra.

-Pierre chega…-Falei entre os dentes vendo ele colocar um bolinho no meu prato.

-Ahh me deixa irritar o Michael... -Pedia este indo depois conversar com ele. O que me fez respirar aliviada, até a mãe de Pierre me chamar pra perto dela e a Rainha. E quase me joguei ribanceira abaixo. Eu devia ser muito azarada... Logicamente deveria pois Hope saiu correndo e eu atrás, Pierre berrando que nem um pavão e Christian junto. E como a pegamos eu me joguei nela, Pierre em cima de mim e Christian tirou ele irritado me puxando. Okay. E a situação so não ficou ainda mais estranha porque tanto os pais de Pierre quanto a mãe de Chris se aproximaram pra ver. E eu so conseguia olhar na direção dos cavalos e droga lá tava o pino do cavalo: VÃO PENSAR QUE SOU TARADA! E quando voltei a olhar pra eles, a mãe de Chris me encarava e sorriu, e eu fiquei roxa, muito roxa. E peguei Hope firme no colo pedindo desculpas, preferindo brincar com ela a olhar pra qualquer um até voltarmos a carruagem e sairmos dali.
FIM DO FLASHBACK

–Oi? Ahh sim muito bonita meu amor...-Falei sentindo a criança colocar uma flor branca nos meus cabelos e sorri beijando sua face. Até ver um jovem parado perto do portão e me aproximar. –Deseja algo? -Perguntei. Ouvindo ele falar que o padre desejava me ver e devolver algo. O que estranhei eu nem sequer sabia ter perdido alguma coisa. Pedi que lhe avisasse que somente poderia ir quando minha mãe retornasse ao orfanato pra ficar responsável pelas crianças e jantar delas. E voltei sendo puxada por uma menina que queria brincar de roda...

Montei minha egua e cavalguei em direção a igreja, pegando a estradinha de terra como sempre fazia, olhar o castelo ao final desta me trazia melancolia. Eu havia ido até ele, esperado como tinha prometido e Christian realmente retornou pra mim, mas não como Christian e sim como Michael Ele era o príncipe, ele não era um simples cavaleiro, era filho do rei. Quando o reconheci, e senti Pierre me segurar de forma urgente eu não entendi apenas depois... Ele o conhecia...

Flashback
-É ele teu namorado? Pelo amor de que você tem as suas calcinhas... Ele é o príncipe.-Ouvi Pierre falar urgente me puxando pra longe de qualquer olhar. Mas eu olhei novamente na direção de Christian e por alguns instantes ele me viu, e fiquei congelada notando sua expressão. Antes de conseguir me mover roboticamente.
-Eu não sabia... ele so disse que era um teste de cavaleiro...-Murmurei abraçada aos joelhos sentada em um canto distante de toda comemoração. Ouvindo meu amigo Frances me contar o que era o teste de cavaleiro, e aquilo doeu mais ainda. Ele não me contou nada daquilo, ele me fez esperar por alguém que não existia.
-Sabe acho que sua vó está certa, vamos nos casar e dar bisnetos a ela... O que? Eles sairiam com meus olhos e seus cabelos...-Falava ele rindo me abraçando. E forcei um sorriso pedindo pra ir embora. Não havia motivo pra eu ficar ali, não tinha motivo pra eu sequer ter ido, o garoto que eu gostava não existia.
FIM DO FLASHBACK.

Despertei sentindo minha égua recuar o trote. E vi que estávamos perto da igreja já, e diminui este. Fazendo-a parar perto de uma arvore, atrás da igreja e a prendendo ali. Entrando calmamente nesta tentando não fazer barulho, eu não queria incomodar ninguém que estivesse rezando. Me abaixei fazendo o sinal da cruz, respeitando o local e caminhei para trás desta, indo pra ultima salinha, onde geralmente o padre ficava, quando eu ia me encontrar com Christian ali. Mas não tinha ninguém.

-Padre? -Chamei baixo, mas sabendo que ele ouviria se estivesse por ali. E ouvi o som da porta se abrindo e me virei. Realmente não contando em ver ele ali. –Eu... Estou esperando o Padre ele me chamou...-Falei baixo, não conseguindo encarar muito ele. Preferindo mexer na fita do meu vestido.

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Christian Accappatollo
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MensagemAssunto: Re: 31 de Julho de 1805 - Tarde   Sex Nov 09, 2012 10:32 pm




 


My heart is sayin'


"Don't let go. Hold on to the end."





Post 01:
 

Eu tinha tentado, juro que tinha tentado, contar a Cathe quem eu era de verdade, escrevi uma carta para ela antes de ir, mas ela rasgou na minha frente, pedindo para que eu contasse quando retornasse, mas não tive tempo, pois ela me viu, não como Christian, mas como Michael. Depois disso não consegui ficar a sós com ela tempo suficiente para conversarmos sobre o assunto, nos encontramos, mas fora coincidência e eu tinha que me portar como Michael e não como Christian.

Como Cathe não queria falar comigo, eu tive que mentir, algo que eu não queria mais fazer, fui até a igreja, conversei com o Padre o que tinha feito e que queria me redimir com Cathe, pedi para que ele mandasse alguém chama-la, usando a desculpa que tinha algo a ser devolvido à ela e isso não era mentira, eu tinha ainda o colar que devia entregar para ela, o padre concordou e eu esperei em uma sala até a chegada dela, assim que ela chegou e foi para a sala que costumavamos nos encontrar, o padre me chamou e eu entrei na sala, porém ela não gostou de me ver lá.

- Sim, ele disse que precisava devolver-lhe algo... - Eu puxei o cordão para fora da minha camisa. - Padre, por favor. - O chamei, não o faria mentir para mim e assim que ele chegou eu retirei o cordão e dei na mão dele. - Não quero que o senhor minta mais por minha causa, aqui está o cordão que eu precisava devolver para ela.

O padre foi até Cathe colocando o cordão em sua mão e pedindo para que ela escutasse o que eu tinha a dizer, saindo logo em seguida.

- Você está com raiva de mim e tem todo o direito, mas por favor, apenas me escute, 10 minutos serão o suficiente e se depois você nunca mais quiser olhar na minha cara, irei respeita-la. - Vendo que ela concordou, eu fechei a porta atrás de mim. - Desculpe... Eu sei que eu não deveria mentir para você, mas eu não tinha escolha, o rei não quer que saibam que ele tem um filho como eu... Que tenha as habilidades que eu tenho, que você tem, que todos na nossa escolha tem, por isso eu tive que mentir sobre mim, sobre quem eu era, principalmente quando eu soube que você morava aqui... Seria um risco... É um risco para você saber... Eu tentei te contar, naquela carta, estava tudo escrito... Eu ia contar ao retornar, mas você viu antes... - Passei a mão nervosamente no cabelo. - Eu só menti sobre meu nome e minha família, o Christian que você conheceu, é o que eu realmente sou... Eu não sou o Michael, não me sinto como ele, eu odeio ser o Michael, eu só me sinto eu quando sou o Christian... Eu sei que é confuso... Eu não posso te dar muitos detalhes... - Eu tinha que controlar a minha boca, ela nem podia saber que eu era bruxo. - Pela sua segurança e sei que posso confiar em você sobre não contar à ninguém sobre quem sou... Desculpa Cathe, me perdoe... Eu não queria te magoar, por favor...

Eu me ajoelhei na frente dela, suplicando o seu perdão, sei que tinha errado com ela, mas não era culpa totalmente minha, eu não mandava em minha vida, infelizmente...


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Catherine N. D'Angelo
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MensagemAssunto: Re: 31 de Julho de 1805 - Tarde   Ter Nov 13, 2012 10:59 pm

]Se havia algo que eu não gostava era de mentiras. E Chris sabia disso, tudo bem ele deveria ter seus motivos pra não ter me contado quer era um príncipe. Mas ele havia me beijado e Pierre me contou o que ocorreu com ele e a amazona. E aquilo me deu raiva, depois tristeza, e depois raiva de novo. Eu não queria aquilo. Talvez eu não devesse me apaixonar por ninguém. Afinal meu namoro passado não foi o que posso chamar de paraíso. Não que eu e ele estivéssemos namorando, longe disso foi apenas um beijo. Ele provavelmente pensou que ia morrer e me beijou. Mas pra mim...

-Ahh, o cordão…-Murmurei me dando conta do que ele queria me devolver. E desviei aos olhos ao ver ele mexer na blusa, e somente voltando a olhar, quando vi o Padre me dar o cordão em minha mão. E olhei pra este, o colocando de volta ao pescoço. Ouvindo o pedido do Padre, o que me fez corar. Sim ele sabia dos meus encontros com ele. Usávamos a Igreja para tais quando estávamos na Italia. Mas ainda assim aquilo me fez me sentir desconfortável. Será que ele havia confidenciado algo a ele?

–Eu..-Comecei mas vi o Padre saindo, e depois Chris me pedir pra apenas escutar ele. Eu queria negar, queria dizer que não queria nunca mais falar com ele. De repente eu vi que não era nenhum pouco grifinoria nesse quesito, pois eu me senti covarde em apenas balançar a cabeça, murmurando um tudo bem sussurrado. E novamente lá estava as bochechas aquecendo ao ver ele fechar a porta. Porque eu tinha que ser tão tola?!

–Christian…-Tentei, mas ele não deixou eu falar, contando sobre o porque ter mentido que era um principe. Algo que eu até entendia se fosse só aquilo, mas com isso viria outras obrigações. E naquele dia que eu vi ele, do lado da rainha e do rei, eu entendi que nunca iria fazer parte daquilo, mesmo que eu gostasse dele de uma outra forma. O melhor era me afastar dele, o mais rápido que eu pudesse. Eu não podia amar ele. E então ele se ajoelhou em minha frente, pedindo meu perdão. Eu poderia perdoar ele. Eu sei que podia. Mas eu não podia também me iludir mais.

–Está tudo bem...-Murmurei notando seu olhar e forcei um sorriso. –Eu estou chateada, por você ter mentido, mas eu entendo. Sobre você ser príncipe e tudo mais...-Falei baixo. -E eu não quero perder sua amizade... -Murmurei vermelha sem o encarar. Sentindo o olhar dele, e me virei, notando a forma como ele me encarava, era igual a vez na floresta. Quando ele me beijou e recuei, vendo ele se erguer. E dei mais um passo pra longe.

–Não…-Falei o encarando. Eu não queria me machucar mais, e era isso que iria ocorrer. Aquilo era errado. -Não me ofendeu na floresta…. Claro que gostei e… Não.. Você poderia se afastar? -Pedi já vermelha, abaixando a cabeça. -Eu sei sobre você e a amazona.-Murmurei sem conseguir olhar pra ele. –Seja lá o que foi, aquilo na floresta... É errado, não devíamos repetir... Porque só vamos nos machucar... Eu não quero me machucar mais por causa de alguém.-Completei baixo. Aquela era a verdade. Eu não queria mais me arriscar. Eu havia feito isso uma vez, e não deu certo, ao contrário. Ele havia me ferido, e nada deu certo naquilo. Eu não iria cometer esse erro de novo. E eu não queria perder Christian, mesmo que fossemos somente amigos, era melhor do que não mais o ter por perto.

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Christian Accappatollo
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MensagemAssunto: Re: 31 de Julho de 1805 - Tarde   Qua Nov 14, 2012 6:37 pm




 


My heart is sayin'


"Don't let go. Hold on to the end."





Post 02:
 

Eu tinha errado, eu sabia disso, tinha errado em esconder de Cathe quem eu era, mas eu não podia ter contado a verdade no inicio e depois foi ficando cada vez mais difícil, eu pedi desculpas para ela, implorava pelo seu perdão, ela pareceu me desculpar e me entender, isso me deu um alivio, eu me levantei indo na direção dela para beija-la de novo, como fizemos antes de eu ir embora, foi quando ela recuou.

Foi quando ela disse que não deveriamos repetir o que tinha acontecido na floresta, falando por fim sobre a amazona, como ela sabia disso? Bem como ela tinha descoberto agora não importava, o que importava era que eu não queria me afastar dela, eu a amava, eu a queria por perto.

- Por favor Cathe, não... Eu te amo, de verdade, eu sei que não tenho muita moral nesse momento para pedir para que acredite em mim, mas acredite, essa é a maior certeza que eu tenho. - Eu me sentia bem com ela, não queria me afastar. - Eu não sei quem lhe contou sobre a amazona, o que você sabe, mas eu te conto tudo. Faz parte da iniciação de cavaleiro. Nós temos varios desafios pelo caminho, depois uma montanha imensa para escalar, onde temos um duelo com uma amazona, onde duelamos até um de nós ser derrotado, se for o cavaleiro, o mesmo não terá passado no teste, se for a amazona, passamos no teste e somos iniciados como homem... É coisa machista, eu sei, mas faz parte... Eu nunca mais vou vê-la, não quero saber dela, eu queria que fosse você lá... Por favor Cathe, não me deixe...

"Guess mine is not the first heart broken.
My eyes are not the first to cry.
I'm not the first to know
There's just no getting over you."




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MensagemAssunto: Re: 31 de Julho de 1805 - Tarde   Qui Nov 15, 2012 8:00 pm

]Porque era tão ruim gostar de alguem? Havia um lado bom, aquele que me fazia sorrir ao pensar nele. O que me fazia me sentir bem e alegre, mas também havia um outro lado, um que eu sabia que cedo ou tarde iria acontecer. Ele não seria meu realmente. Mas ver ele triste, me fazia também ficar triste. E uma batida diferente meu coração fez ao ouvir ele dizer que me amava, como aquilo seria verdade?

–Mas você e a amazona...-Comecei e ele me interrompeu me contando o que eu nem queria ouvir, Pierre já havia me contado. Eu não queria escutar de novo o que havia ocorrido. Não éramos nada além de amigos, até então, eu não deveria me sentir mal ou ofendida com aquilo. Mas eu sentia raiva daquilo.

-Claro faz muita parte, só no seu mundo. Porque no meu mundo, não se.. se faz coisas com quem não se ama. Ao menos foi assim que eu fui criada.-Falei baixo com as bochechas vermelhas, porque estávamos tendo aquele tipo de conversa? Era algo que eu não entendia. –E não precisamos falar disso, somo só amigos.-Falei querendo por fim naquilo logo. Eu não queria mais detalhes, imaginar aquilo já doía. Imagine ouvir dele?

-Como você não vai mais ver ela? Eu não sei se te explicaram, mas achei um livro na biblioteca, e bebês são feitos assim, logo ela pode ta com um bebê seu dentro dela.-Murmurei, será que não haviam explicado a ele a consequência que poderia se ter em se deitar com alguém? Até Pierre sabia detalhes disso, como Christian não saberia? - E depois, ela mora em seu reino, lógico que você vai ver ela de novo, e pode sentir saudade e...-Murmurava torcendo meus dedos, até assimilei algo que ele falou. Ele me queria lá?

–Você me queria lá? Brigando com você? Digo, lutando com você?-Questionei confusa, notando o sorrido dele, pequeno meio acanhado, meio bobo. Ele tava rindo de mim? Porque ele tava querendo rir de mim? –Eu não to achando graça sabia…-Falei dando um tapa no braço dele, e depois outro. -Você não pode me beijar, e querer ficar indo com outras meninas... Eu não quero isso… Eu não sou uma das meninas que o Eros joga em cima de você... -Mais um tapa, não é que o braço dele era bom de dar tapa, claro se eu não tropeçasse na minha saia, e ele me segurasse.

-Eu não quero ficar longe, mas não quero... Não quero ver ou saber de você com ela... Não temos nada... Mas… Doeu estranho…-Murmurei de cabeça baixa segurando na roupa dele. Então entendendo o que ele havia dito, ele me queria lá. E novamente senti minha face aquecer, se fosse em outro tempo eu iria pensar em qualquer coisa, mas depois de me mostrarem alguns livros, eu com toda certeza sabia de onde vinha os bebês, não na pratica. Mas eu teoricamente sabia, e me parecia um pouco complicado de os fabricar... E.... -Você queria se deitar comigo...-Pensei, digo eu pensei ter pensado, mas eu não pensei. Eu FALEI, e foi o suficiente pra eu esconder meu rosto entre as duas mãos. porque eu simplesmente não sabia ficar calada?!

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Christian Accappatollo
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MensagemAssunto: Re: 31 de Julho de 1805 - Tarde   Ter Dez 25, 2012 5:52 pm




 


My heart is sayin'


"DON'T LET GO. HOLD ON TO THE END."





Post 03:
 

- Sim, faz parte do mundo que fui criado, fomos criados de forma diferente Cathe... Eu fui criado para ser um líder, para pensar como um líder, eu não tenho orgulho disso, líderes tem casamento arranjados em nome do poder, eu não concordo com isso. Da mesma forma que não concordo com muita coisa... Mas veja, meu pai prefere que eu passe a vida escondido, mudar meu nome, para ninguém saber que eu sou bruxo, não por medo do que os outros vão pensar, ele pode mudar o pensamento dos outros, mas por ele, porque ele tem vergonha de ter um filho como eu sou... Tenho certeza que seus pais te amariam da mesma forma se você fosse trouxa. - Não vou esconder que existiam vantagens em ser quem eu era, o dinheiro, a facilidade de conseguir as coisas, mas ao mesmo tempo eu era praticamente uma marionete nas mãos do meu pai. - Pode ser que sejamos apenas amigos, mas ainda sim preciso dizer isso à você. Só me deixe falar por favor.

Eu então continuei contando, era o momento de eu contar toda a verdade para ela, porque eu já tinha contado mentira demais.


- Ela é uma amazona, amazonas não podem engravidar, quero dizer, ela tem todo o necessário para engravidar, mas ela toma ervas para não engravidar. Amazonas são guerreiras e ter um bebê as atrapalha, principalmente se for um menino, você pode ter no orfanato, filhos de amazonas e não saber. - Sabia de muitas amazonas que engravidavam por acidente e não deixavam o bebê nascer. - Eu não a amo Cathe... Olha, todos pensam que ser um príncipe é ter muito dinheiro e facilidades, em partes é isso sim, tenho privilégios em ser príncipe, mas tem partes como, simplesmente ter que seguir protocolos e tenho que fazer o que me mandam querendo ou não... Essa foi uma das coisas que eu precisei fazer. Você viu como sou perto dos meus pais... Acha mesmo que sou aquele cara?

Foi então que confessei que queria ela no lugar da amazona mas ela não entendeu muito bem o que eu quis dizer isso, o que me fez rir da ingenuidade dela, mesmo que isso provocasse alguns tapas em meu braço até ela cair e eu a segura-la, foi então que ela finalmente entendeu o que eu disse e ficou envergonhada com isso.

- Cathe, por favor não pense que eu estou querendo lhe faltar com o respeito, mas apesar da minha criação, onde eu tenho que fazer o que me mandam fazerm, mesmo que isso vá contra as minhas crenças, eu acredito que esse tipo de coisa só se faz com quem se ama e eu daria tudo, naquele momento, para que tivesse sido você lá, não por obrigação, como foi a Amazona, mas por querer e ainda quero... Se você me der a oportunidade de ficar comigo, de ser minha namorada... Nos casaremos e eu vou saber o que é fazer esse tipo de coisa com quem se ama. Por favor Cathe, acredite em mim, confie em mim... Juro por minha vida e por minha honra que não estou mentindo ao lhe dizer que te amo, que somente por você meu coração bate mais forte... O padre sabe, sabe de tudo o que eu sinto por você, todas as minhas confissões sobre você, sobre o que eu sentia, sobre minhas mentiras, ele vai poder lhe dizer que tudo o que digo agora é verdade.

Eu esperava de verdade que ela acreditasse em mim, caso contrário, eu não saberia o que fazer.


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FALOU COM: CATHE
CITOU: CATHE, PAI, AMAZONA E PADRE
OBSERVAÇÕES: DEMAIS OBSERVAÇÕES

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MensagemAssunto: Re: 31 de Julho de 1805 - Tarde   

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