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 01.09.1805 - Banquete de Abertura [RP Aberta]

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MensagemAssunto: 01.09.1805 - Banquete de Abertura [RP Aberta]   Seg Jul 30, 2012 7:43 pm



Sejam bem vindos! Uma viagem para o mundo da magia se inicia novamente. Hogwarts abria suas portas para mais um ano: novas coisas a aprender, e novos segredos a explorar. Quem diria que aquele castelo, tantos segredos podia guardar?

Os grifinórios sentavam-se animados, brindando o novo ano a caminho. Os sonserinos, a sua mesa, conversavam alegres, compartilhando as histórias das férias. Os corvinos comemoravam e discutiam o desenrolar dos jogos de quadribol e as novidades que traziam de casa. Os lufanos, sempre espontâneos, recebiam os amigos entre risos e abraços.

Quatro são os fundadores de Hogwarts, porém cinco eram as cadeiras principais na mesa dos funcionários nesta noite. A do centro estava vazia, as duas que o cercavam estavam ocupadas: Salazar, em sua eterna frieza de caráter e sarcasmo, murmurara um piada a Godric, que risonho, lançava olhares furtivos a porta do Salão Principal.

As duas fundadoras estavam de pé. Helga parecia distraída e meio atemorizada, porém acenava e sorria para os alunos. Rowena, sempre bela e misteriosa, afastava o banco com o Chapéu Seletor após mais uma seleção.

Mas aquela noite uma novidade teriam. E quando a porta se abriu com um estrondo, a surpresa se revelaria...


Citação :
Essa é uma RP aberta, logo qualquer aluno poderá comparecer. Não é obrigatório.

__________________________________________________

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Sir Lancelot Brier
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Mensagens : 20
Data de inscrição : 26/07/2012

MensagemAssunto: Re: 01.09.1805 - Banquete de Abertura [RP Aberta]   Seg Jul 30, 2012 9:12 pm

Poft! Esse foi o barulho que escutei, quando aterrissei em cima de uma estátua de pedra. Olhei para baixo e dei um muxoxo de raiva, havia um portão com lanças apontadas para cima, pronta para ferir e estraçalhar minha pobre realeza. As minhas malas caíram ao chão abertas, revelando todo o meu guarda roupa ao mundo.

- Droga de javali alado! – praguejei, chutando a estátua e dando um segundo gemido de dor. – Você me paga, desgraçado... – ah, mas me pagaria mesmo! Futuramente eu transfiguraria aquele suíno voador de arenito em latrina. – Onde diabos eu fui me enfiar?

Aterrisei no chão mancando e recolhi minhas vestes para dentro do malão. O que? Vocês acham que eu iria deixar elas espalhadas na lama? Não mesmo! Eu sou um sir! E minha seda francesa não foi feita para ser jogada assim não. Paguei caro por ela... O mínimo que se espera de mim é classe e categoria, e nunca eu conseguiria isso aparecendo sujo de lama para toda a escola Finalmente um homem mal encarado apareceu no portão e me reconheceu. Claro! Era dever dele saber que Lorde Brier estava a caminho. Dei um muxoxo de impaciência e passei pelo guarda caças com minha bengala e minha cartola.

- Uma barreira antiaparatação? – analisei, observando porque não conseguira ultrapassar os portões do castelo. – Engenhoso... Muito engenhoso... Mas antiquado! – comentei para o guarda-caças. – Leve meus malões imediatamente. E por favor, prepare uma banheira com sais de banho de eucalipto para depois do jantar. – me virei novamente, e andei empertigado, arrumando o colarinho na direção do castelo. – A propósito, cuide também para que minhas roupas estejam bem asseadas e engomadas pela manhã... – me virei novamente, mas me recordara de uma última nota. – Ah! E por favor vista-se decentemente e tire essa expressão de defunto da cara. Um funcionário de Hogwarts não deve parecer um bárbaro sanguinário recém saído de Azkaban. – e sai de sob a vista dos olhos esturricados do guarda caças Cobalchin.

Precisaria urgentemente conversar com os fundadore sobre esses funcionários. Girei sob os calcanhares e subi em direção ao castelo. Hogwarts... Um lugar grande e fabuloso. Mas um tanto caído pra ser sincero. Definitivamente aquele clima medieval de pedra rústica estava muito sem glamour. Ah, aquilo precisava de um toque da corte francesa, sem dúvida nenhuma... Exceto pela parte das guilhotinas. Estavam com uma mania de cortar cabeças em Paris nada nada saudável...

Entrei pelas portas de carvalho e escutei os barulhos no Salão Principal. Meu terno negro estava bem arrumado, mesmo após a queda. E minha cartola dava com toda certeza o ar de importância que eu queria causar. Segurei a bengala a minha frente, encimada por um morcego de prata, e me olhei contra o piso de mármore do Átrio. Eu estava incrivelmente impecável, como sempre. Era a hora da minha entrada. Bati a bengala duas vezes no chão...

E as portas se abriram empurradas por uma força colossal, colidindo contra a parede de pedra do castelo com um estrondo como se o castelo estivesse sendo demolido. As cabeças se viraram para mim e todos ficaram em silêncio.

- Ops... Forte demais! – levei a mão a boca e dei um risinho para os alunos. – Queridos cheguei! – um momento de choque. Ninguém falou nada e prossegui. Dei um saltinho cavalheiresco e andei com o queixo empinado em direção ao fundo do salão. – Rapaz, feche essa boca, não quero ver sua língua. – cantarolei ao dar uma bengalada no queixo de um menino vestido de vermelho (aberto a interação). – E você gracinha... – me virei para uma menina parada com o pé a minha frente. – Quer me fazer tropeçar fofinha? Eu posso dar uma bengalada no seu pâncreas para você pensar melhor... – a garota com capa azul rapidamente tirou o pé do corredor principal (aberto a interação).

- Helga, querida, está tão bonita como da última vez que a vi! – falei me aproximando da primeira fundadora e a mais linda de todas. – Continua um pitelizinho, diga-se de passagem! – murmurei ao ouvido dela e dei um tapinha em suas carnes traseiras. Ela deu um gritinho e me fitou roxa. – Rowena! Que bela surpresa! Salazar não havia me contado como o casamento lhe fez bem... Oh santinho! – olhei de esguelha pra ele e fiz um joinha pra ele. – Godric, Godric! Meu bom amigo! Precisamos repetir a dose, qualquer dia! – sim, ele tinha me encontrado em um bar. Amigos de infância e essas coisas... E eu precisava de emprego...

- E vocês, meus companheiros de trabalho... - me virei para os professores. – Darius, seu safadinho, precisa me mostrar Poções de beleza qualquer dia. Essas rugas não nos largam... Não que você precise escondê-las não é, Bridget? Ainda me lembro das competições de dobramento de ruiva... Bons tempos! – olhei para outro casalzinho de professores. – Sunny, a menina prodígio dos feitiços! Garoto Duhammel, espero que ela não esteja te cansando no levantamento de varinha... Mulheres são realmente criaturas perigosas! hihi – o rapaz corou como uma donzela. – E aqui os irmãos Blake! Letrinhas mágicas boy e Plantinha maravilhosa girl...Nathalie e Henry. Como não os conheceria? – Pallacci, como anda a vida de transfigurador? Soube que abandonou os campos de quadribol... Por favor Sr. Rachmanioff, não se agite, sei que o senhor é chegado a um cabo de vassoura também. Não me entenda mal, por favor... Casanova, seus queridos amigos trouxas da França mandaram lembranças... Logo após serem guilhotinados tragicamente. – cai no choro desesperadamente ao lembrar da cabeça do pobre Sir Laurence... e a cabeça rolante. – Santo pai amado! Quem é essa criatura purpurinada que nos cega com tanto glitter? – escondi meus olhos da senhora “eu sou uma supernova em ebulição”. É claro que só podia ser a tal zeladora transformista Germanotta. – Sr. McGregor, por favor, me envie um colírio urgentemente. – o restante da mesa era de estagiários, então nem dei atenção, eles não importavam.

Me ergui nas pontas dos dedos e girei de volta para os alunos, que continuavam estáticos e abobalhados. Bobinhos! Esses pestinhas infernais estavam com hormônios pingando pela orelha, eu sabia disso... Era só virarmos as costas e estavam se engolindo! Mas eu sabia lidar com eles, eles não me deixariam a um dedinho de surtar com estresse.

- Ah sim... Vocês! Boa noite meus anjinhos! – tudo bem, saiu mais forçado do que eu planejei. – É... Bem vindos a Hogwarts... Blah, blah, blah... – abri um pergaminho e comecei a ler rápido. – Lugares proibidos: Floresta Proibida, Lago Negro, o Comunal das outras casas, o armário do professor Rachmanioff, o espaço livre entre a torre de Astronomia e o chão. Visitas a Hogsmeade só no fim de semana. Sem fornicação no banheiro, nos armários, no vão da escada, nas aulas ou qualquer lugar dentro dessa instituição. Nada de explodir, incendiar, afogar, destruir, manipular, transformar, enfeitiçar, azarar, danificar, empurrar, fraturar, pixar, morder, mastigar ou de qualquer maneira vandalizar itens do castelo ou amiguinhos inocentes. Sem... – paradinha para dar suspense. – ... Exceçõesssssssssssss! – sibilei o “S”. Fechei o pergaminho e suspirei. – Ah sim, e teremos um Torneio em Hogwarts esse ano. Prêmio de 1000 galeões, uma taça da vitória. Blah... Blah... Blah... Teremos apenas os representantes das 4 casas. Colocarei o cálice de fogo bem... – pose para mostrar minha beleza fantástica. – Ali. – apontei com o dedinho fazendo ginastiquinha em direção ao Átrio. Finalmente me sentei ao fundo do salão, na cadeira central, apanhando o garfo e a face pronto pra o combate. – Espero que não tenham começado sem mim... Nunca aparatem sem certeza de onde vão parar meninos! Isso gera atrasos inconvenientes... – só então percebi que havia me esquecido da principal notícia... – Ah sim crianças, sou Sir Lancelot Brier e sou o novo diretor de Hogwarts. Seremos muito amiguinhos... - ou não, mas ninguém precisava saber.

Os quatro fundadores continuavam como chefes de casa. Mas eu fora contratado para administrar o castelo e a direção do lugar... Eles se dedicariam mais aos alunos e eu cuidaria da parte burocrática. Ou pelo menos era isso que Godric e Salazar haviam me dito quando me contrataram no Pônei Saltitante. “Ah, eu sinto que vou gostar desse lugar!” Me espreguicei na cadeira central, esticando as pernas e as mãos atrás da cabeça com um sorriso.
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Angus Mayfair
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MensagemAssunto: Re: 01.09.1805 - Banquete de Abertura [RP Aberta]   Qua Ago 08, 2012 11:10 pm



:: New Year ::

E a seleção passou sem grandes confusões, explosões ou aventuras de alunos desesperados por aparecer. O que, graças a Merlin, é uma boa maneira de começar o ano. E acreditem, depois de eu ter presenciado neste salão desde meninos dando xiliques por não irem para a casa que queriam, zeladoras entrando vestidas em papel celofane, a professoras com os calores da terceira idade abrindo leques como travestis, você meio que fica acostumado com as bizarrices de Hogwarts.

Apanhei o cálice de suco de abóbora e tomei. Doce demais para mim. É sério, alguém precisa avisar aos elfos que nem todos os alunos querem ser gordinhos como os lufanos (exceto o Mile, já notaram como ele é magrelo?), alguém por aqui ainda preza por taxas saudáveis de glicemia! Olhei de esguelha para as outras mesas, todo mundo muito alegre para variar. Na minha própria mesa em compensação... Nós sonserinos não éramos exatamente o melhor exemplo de confraternização. A ruiva maligna, também conhecida popularmente como Pandora, estava na ponta cumprimentando os primeiranistas e dando bundadas em quem pudesse. E sabem, isso é um milagre! Ela não tentou me chacinar até agora, e reduzimos as tentativas de homicído de 8 vezes por semana, para um ritmo de 1 tentativa ao mês.

Minhas férias? Foram bem legais, pra dizer a verdade. Viajei pra Itália com papai e mamãe, fomos a bastante lugares e comemos muitas pizzas. Reli o livro que vovô me deu há tanto tempo... Ainda não fazia o mínimo sentido, e eu decidira que esse ano iria tentar desvendar o mistério daquela coisa. Meus pais ainda insistiam com aquela ideia obcessiva de que eu precisava achar uma garota legal, de sangue puro e de família para dar continuidade aos Mayfair. Mas se eles pensam que isso significava o demônio Madley, esqueçam! Ainda tenho miolos o suficiente para saber que minha vida corre sérios riscos perto daquela ruiva maníaca.

- Não, obrigado Seth. – recusei o que quer que o meu colega de quarto oferecia.

Aí estava um problema, eu nunca tivera muitos amigos por aqui. Eu tinha tido alguns “colegas” sim, talvez o Seth mesmo, com quem eu costumava conversar e divida o quarto, e o Mile, que acreditem, me rende problemas por ser um texugo e nossa amizade tenha ficado seriamente abalada após o ano passado... Não, eu ainda não perdoo totalmente ele por termos ficado transformados em meninas por uma semana! E se eu escutar mais uma cantada sobre serpentes no covil, vai esguichar sangue nas paredes das masmorras, escutaram? Inimizades também não tenho, exceto grifinórios em aspecto geral, mas os Miletos me estressam além do que seria natural.

Mas mudando de assunto, cá estava eu, acompanhando o banquete de abertura, sentado e na minha quando tudo deu um giro de trezentos e sessenta graus. Um barulho repentino e alto tomou conta do salão, como se estivessem tentando demolir o castelo de Hogwarts inteiro sem avisos prévios. Dei um salto pra trás da cadeira, e isso significa que caí para trás e derrubei todo o suco de abóbora melado em cima de mim, e a jarra em cima da Lanna, a menina veela, que parecia prestes a lançar bolas de fogo em mim e gritou algo em francês que não seria politicamente correto elucidar nesse horário. Me levantei enquanto todo mundo estava em silêncio e aí as coisas passaram rapidamente demais para que eu pudesse entender.

Um velho, quer dizer homem... Ou melhor dizendo, um senhor. Na realidade uma criatura definiria melhor. De cartola, sob cabelos espetados para o lados, ajeitada acintosamente sobre a careca, enfiado em um terno preto puído e segurando uma bengala com um morcego encimado de prata. Imaginei que fosse um novo professor atrasado, mas não era...

Mal ele chegou e deu uns gritos em um grifinório (CHUPA LEÃOZADA!) e ameaçou arrancar o pé de uma menina da corvinal. E, pasmem, para espanto geral estapeou as ancas de uma Sra. Hufflepuff em tons de roxo, violeta, preto framboesa "Alguém avisa a ela que respirar é preciso...". Após os cumprimentos aos fundadores, aí sim a coisa pegou... Ele começou a cumprimentar os professores um a um, desde a habilidade da professora Sunny em erguer varinhas alheias e já tão famigerada sexualidade duvidosa do professor Aaron.

Mas se meu queixo já estava se desgrudando da cabeça, minha reação foi ainda pior quando a figura simplesmente começou a ler mecânica e rapidamente um pergaminho de regras. Eu ri quando ele falou sobre fornicações, era realmente necessário aquilo! E quando digo isso, vocês não sabem o que é abrir qualquer sala de aula vazia pra ler um livro e encontrar casais se atracando ou encontrar qualquer lugar vazio e tranquilo o suficiente sem no mínimo dois seres ou mais envoltos em massas disformes, disseminando o pecado da luxúria na Terra. É, Hogwarts anda com sérios probleminhas pessoal. Mas foi a menção a um torneio que me fez inspirar profundo.

- Não, obrigado. Pretendo manter meu corpo intacto por enquanto. – cochichei baixinho, e Seth riu. – Mas quem é esse ser afinal? – a pergunta era mais para mim mesmo do que para os outros.

E ele respondeu. Era o novo diretor da escola: Lancelot Brier. Não devia ser famoso, não me lembrava do seu sobrenome... Mas meus olhos se arregalaram com aquilo. Quer dizer, já tínhamos quatro fundadores, não era suficiente? E ainda mais ao se observar as maneiras dele, eu sabia que aquele cara significava problemas. Ainda sob o espanto geral, me servi de purê de batatas e pernil assado e fiquei refletindo sobre as aulas que logo começariam... Eu não tinha ido tão mal nos NOM’s, mas precisaria melhorar um pouco se quisesse ser realmente o que eu desejava.

Quando permitido, me levantei e fui para a minha sala comunal. Minha cabeça estava a mil ainda com as novidades, o novo diretor e tudo que acontecera, mas havia uma coisa que eu me prometera: esse ano eu saberia o que significava o diário de pergaminhos misteriosos do vovô, já havia sido atormentado demais para deixar aquilo se prolongar por mais tempo. Nem aquelas manchas estranhas, em folhas envelhecidas e quebradiças, as receitas de poções, a letra cursiva castanha e os desenhos sem sentido iriam me fazer desistir. De alguma maneira, eu sabia que aquilo queria dizer alguma coisa... E a história estava apenas começando.

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