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 Barca Lufana - 1ª Tarefa do Torneio

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MensagemAssunto: Barca Lufana - 1ª Tarefa do Torneio   Sex Ago 17, 2012 11:29 pm

:: Barca Lufana ::


A barca esperava flutuando entre pedras, talhadas para a ocasião como se fossem corpos boiando, o remador com seu leme e seu sorriso esquelético aguardavam. O manto negro e a figura alto e esguia podiam até parecer estranhos e medonhos, mas sua função esta noite era apenas obedecer. A caveira enfeitiçada seguiria uma rota previamente determinada, mas caso os campeões assim desejassem também podiam fazê-la mudar de rota.

A barca é feita de uma madeira escura, ampla e espaçosa. O suficiente para alojar até 15 pessoas de pé, com um comprimento de proa a popa de 10 metros, e largura de bombordo a estibordo de 3 metros. É possível correr dentro da barca, mas cuidado para não virar!

Há uma lanterna encantada à proa, iluminando como um farol o caminho a seguir. Uma candela à popa da barca permite guardar a retaguarda. As caveiras que ladeiam o mastro da lanterna frontal fornecem uma imagem aterradora, com um riso bizarro. Porque talvez elas estejam a caminho novamente do inferno...

Atenção pras datas

Abertura – 18/08/2012
Encerramento – 01/09/2012

__________________________________________________



Última edição por Narrador em Sab Ago 18, 2012 12:43 am, editado 2 vez(es)
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Alexandra Hanson
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MensagemAssunto: Re: Barca Lufana - 1ª Tarefa do Torneio   Sab Ago 18, 2012 12:24 am

Este dado não existe.
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Alexandra Hanson
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MensagemAssunto: Re: Barca Lufana - 1ª Tarefa do Torneio   Seg Ago 20, 2012 2:28 am




charon's boat
Come on and show out your teeth And what you've got underneath 'Cause everyone's got troubles That's the way the story goes You don't need to get in trouble baby To see whats underneath your nose Oh 'cause if your feeling happy That's the place to let it show So just remember to, smile, smile, smile --- post 001
Para ser bem sincera, eu estava muito cansada.
Tentem imaginar uma semana corrida. Eu tive que me revezar entre pesquisar meios de me manter viva no torneio, estudando coisas que eu nunca imaginei que fosse precisar em minha vida (como rochas e plantas esquisitinhas, além de animais que nunca ouvi falar), aprendendo feitiços novos com a Kathe, vigiando o Charles com a minha amiga (porque aquela fofoca doida no jornal havia me deixado com a pulga atrás da orelha, vai que o sonserino decide abusar da minha amiga?), cumprir meus deveres de monitora (que com o torneio aumentaram, nunca vi tanta gente louca pra sair do castelo!), estudar as minhas matérias normais e ver se arrumava um tempo para dormir. Sim, eu estava a ponto de explodir, mas isso era bom, durante toda essa semana, eu não tive tempo de parar e pensar sobre eles e sua partida. Acho que não há nada melhor para camuflar uma dor do que trabalho, muito trabalho.

Depois de três dias trancada como um animal dentro do castelo, finalmente poderíamos sair. Era o primeiro dia do torneio, na verdade, a primeira noite (me digam, POR QUE começar de noite?!), e depois de passar horas afastada de todos, só com quem iria competir, eu me via mais louca ainda. Mile, Anniken e eu formávamos uma boa equipe, éramos todas meninas bem fortes que agíamos como meninos -q

O diretor nos guiava, nós e todo o restante dos alunos do castelo, e óbvio que não fazíamos ideia de para onde estávamos indo. Enquanto caminhávamos, eu me esforçava para lembrar de tudo o que havia estudado, e adivinhem, eu não lembrei de nada.

Conforme avançávamos, eu senti o cheiro de água, e mesmo no escuro, era possível notar que estávamos descendo. Ok, com tantos lugares em Hogwarts para fazer uma competição a noite, eles tinham mesmo que escolher o Lago Negro?

- Da última vez que entramos nesse lago, Mile terminou pelado. Acho que eu preferia entrar na Floresta Proibida do que reviver essa cena de novo. - eu comentei para meus companheiros, e acho que o olhar do Mile não foi nada agradável.

O pseudo-diretor começou a explicar a tarefa. Entrar em uma barca (e eu juro que ouvi aquela pirata da sonserina praguejando BEM alto), navegar até uma ilha ("SEUS VERMES, VOU EXIGIR UM BARCO!") e escolher um baú ("PARA O INFERNO! CHAMA ISSO DE CAÇA AO TESOURO? EU DEVIA ENFIAR ESSA CARTOLA VELHA NO SEU... NÃO ME MANDE CALAR A BOCA!" e a pirata prosseguiu amaldiçoando a todos por estarmos sujando a "nobre tradição pirata"), não parecia tão difícil assim, e por isso eu achei que tinha treta. Filhote, estamos em Hogwarts, se algo não parece difícil, tema.

O próximo comando foi para nos acomodarmos nos barcos. O da lufa-lufa estava próximo, e acredite, estando no Lago Negro, aquela criatura de capuz era a última coisa que eu temia.

- Só eu estou achando tudo fácil demais? - questionei os dois, enquanto me acomodava na barca, encarando o cara do remo - Hm, Senhor-do-Capuz, espero que saiba remar bem rápido. - eu esperei alguma resposta, e ela não veio. Ótimo, ignorada por... Uma caveira? Um manto? Enfim, ignorada.

A barca começou a mover-se pelo lago, estávamos mais afastados dos outros campeões, e pela graça de Merlin, os sonserinos haviam ficado na barca totalmente oposta a nossa, sabem, eu não estava muito a fim de virar ensopado de texugo.

- Se o Eskeletoman vai nos levar à ilha, e os sonserinos, aparentemente, não nos oferecem riscos, acho que eu posso tirar um cochilo, não? - se eu conseguisse, pelo menos. Todos os meus nervos estavam em alerta, como se tivessem injetado adrenalina pura em mim, duvidava que eu fosse mesmo conseguir dormir, apesar do cansaço.

Já havíamos cruzado quase metade do lago quando ouvi um barulho estranho. Parecia que alguém estava uivando com um aquário dentro da cabeça. Eu me levantei rapidamente (não, eu NÃO estava dormindo, ok?) e olhei para Anni e Mile, que haviam parado de conversar.

- Ok, então, não foi só eu quem ouviu? - eles negaram com a cabeça e então ouvimos novamente, agora mais alto - Eu sabia que não ia ser fácil. Com nossa sorte de lufano, tem algum lobisomem morrendo afogado nesse lago. - eu resmunguei e vi Mile bater na madeira do barco três vezes.

Puxei minha varinha e me aproximei mais deles, sentando de modo a ficarmos costas com costas, tendo visão quase geral ao nosso arredor assim. Nenhum outro pio, o que era realmente esquisito. Tudo calmo, o remador remando como se estivesse morto (foi uma piada, ok?), o vento estava normal, a água estava calma, a luz do barco estava normal, os outros barcos pareciam calmos também. Tudo só podia significar uma coisa: iríamos morrer.

E como se minha mente atraísse as coisas, o barco sofreu um forte sacolejo. Eu me agarrei mais ao banco para não cair e olhei para os lados. Não havia nada, além de uma Alex enjoada.

- Ô remador, pode ir mais rápido, por favor? Não pretendo virar jantar de al - o barco voltou a sacudir, desta vez acompanhado do maldito uivo. Eu apertei mais a varinha em minha mão e senti Anniken e Mile me cutucando - Não vou parar de discutir com ele, nos deram um remador muito ler - eu me virei para onde eles olhavam e quase dei um grito.

Do lado oposto do barco, havia um ser peludo tentando subir, o que causava o sacolejo. Era ele também quem uivava, e eu achei mesmo que fosse um lobisomem-aquático. Ele se jogou para dentro do barco com tanta rapidez que eu nem pisquei, e assim que se ergueu, eu vi que realmente estávamos mortos. Com milhões de animais para nos atacar, seria justamente ele?

Um lindo, belo, simpático e assassino bunyip.
Eu simplesmente não conseguia acreditar na nossa sorte.

O animal começou a se mover de novo, o maxilar abrindo-se. Foi quando me lembrei de algo realmente importante sobre os bunyips: ouvi-los gritar não é legal.
Eu arranquei um dos meus sapatos e joguei na cabeça dele, só para distraí-lo.

- Tapem os ouvidos. Agora! - eu disse para eles, enquanto tentava me lembrar de algum feitiço útil para aquela situação. E eu me xinguei mentalmente quando me lembrei de um, tão óbvio e fácil que me deixou realmente nervosa - Silencio! - eu brandi, apontando a varinha para ele. O bunyip pareceu engasgar com o ar, e movia a boca como se tentasse gritar, mas nenhum som saía.

Eu sabia que não teria muito tempo e que o feitiço logo acabaria, e então todos estaríamos mortos. Mas antes que eu pudesse pensar em outro feitiço, o bunyip atacou, saltando para cima da gente.

Eu empurrei todos para um lado, o que só fez o barco sacudir mais. Durante todo esse tempo, o esqueleto continuava remando no ritmo de sempre, como se nada estivesse acontecendo. O bunyip nos mostrou as presas, aquelas coisas enormes brilhando de tão afiadas. Eu me escondi atrás do Mile, que se escondeu atrás da Anni, que nos despistou e se escondeu atrás de mim e puxou o Mile junto com ela. Eu ergui a varinha de novo, no segundo seguinte, o animal saltou novamente.

- Immobilus! - o bicho caiu como uma pedra sobre o barco, o problema é que ele bateu na beirada do barco com força demais, ou seja: texugos ao mar!

Sim, aquela coisa fez o barco virar, e enquanto eu tentava emergir novamente, eu vi o bunyip afundando como uma rocha. Emergimos os três, cuspindo água.

- Maldita sorte de texugo! - eu retruquei, enquanto ajudava os outros a desvirar o barco. Juro que ouvi alguém no lago rindo.

Com muito custo, conseguimos subir a bordo sem virarmos o barco novamente. e assim que nos acomodamos, aquele esqueletoman bateu com o remo em nossas cabeças, antes de empinar o seu não-nariz e prosseguir a viagem remando.

- Não rema mais rápido, não responde nossas perguntas, mas bater com o remo em nossa cabeça ele pode, né? - eu fuzilei o manto preto com o olhar, enquanto torcia minha roupa e ajudava os outros a se secarem. Eu só esperava que nossa sorte de texugo fosse mais boazinha e não encontrássemos nenhum outro animal pelo caminho.




TAGGED: Mile Davies, Anniken Norgaard NOTES: desculpe gente, eu sei que ficou ruim pra caramba. qualquer coisa eu edito, ok? ações finalizadas (?) WEARING: click here CREDITS: SHINJI @ OPS!





Última edição por Alexandra Hanson em Qui Out 04, 2012 4:18 pm, editado 2 vez(es)
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Anniken H. Nørgaard
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MensagemAssunto: Re: Barca Lufana - 1ª Tarefa do Torneio   Seg Ago 20, 2012 2:39 am

Este dado não existe.
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Anniken H. Nørgaard
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MensagemAssunto: Re: Barca Lufana - 1ª Tarefa do Torneio   Qua Ago 22, 2012 2:23 am


Then let's play - - -


Nada vai acontecer eu disse, você vai sair dessa sambando na cara dos perdedores eu disse, vale a pena eu disse. E é exatamente por falar tanta merda que EU LEVEI UMA REMADADA NA CABEÇA! Na boa que aquele esqueleto era abusado demais pra um simples remador. - Não rema mais rápido, não responde nossas perguntas, mas bater com o remo em nossa cabeça ele pode, né? - Não sei porque apanhamos também, você quem virou o barco junto com o do dente grande lá.- tirei o excesso de água do cabelo sacudindo as mãos na direção da menina, não que respingar mais água fosse fazer diferença.
Alex e Mile estavam se esforçando, torcendo a roupa, só faltaram começar a batê-las na madeira o barco como a Layla deve fazer com as dela - Aí, grandes e inteligentes bruxos.- estalei os dedos chamando a atenção dos dois, puxei minha varinha e apontei para minha roupa - Quenterralopus- direcionei o jato quente que saía da varinha até que estivesse totalmente seca - Acho que descobri porque nos chamam de lerdos.
A coisa mais importante que aprendi nessa etapa foi.. não, não foi trabalho em equipe, foi que caveiras são rancorosas. Juro que aquele maldito não se contentou em bater em nós com o remo, ele estava fazendo questão de deixar o barco balançar bastante e isso por sua vez fez eu descobrir que tenho um estômago fraco. - Dá pra estabilizar essa porcaria por favor?!?!- resmunguei para o amontado inútil de ossos, ele continuou ignorando e mais uma série de solavancos começou, fazendo eu me debruçar na borda do barco novamente.
Antes de colocar meus rins pra fora percebi uma coisa, uma.. pata(?), mão(?) sabe-se que diabos era aquilo - Masoquê..- me abaixei para enxergar melhor e então AQUELA COISA DEU UM PULO TENEBROSO! Algum dos dois me puxou e ficamos encarando o bicho - Sabia que era gostosa demais.- acho que a adrenalina fez a Alex perder a noção do perigo porque ela me deu um tapa na cabeça.
Em resumo a criatura era baixa (é muito ruim me sentir alta por ser maior que ele?), verde, e parecia o resultado de uma suruba entre vários animais. Não sei como eu sabia, mas era um Kappa. Hmm vamos lá, obviamente ele deve estar aqui para comer a gente, então carne e...
...
Foi tudo muito rápido. Mile no chão agarrado a um pedaço de madeira, eu caindo junto e puxando-o pelas canelas e Alex tentando me afastar dele - DEIXA EU PEGAR ELE ALEX! O KAPPA GOSTA DE PEPINO! É O MAIS PARECIDO COM O PEPINO QUE TEMOS AGORA!!- então as calças do Mile sairam e a Alex baleia sentou em cima de mim me mantendo parada - ANDA BICHO BURRO, PEGA O QUE TU QUER ENQUANTO DÁ! MILE SUA BUNDA É BONITA- berrei e vi o pedaço de alcachofra nos olhar confuso.
O garoto levantou do chão e se abaixou pra puxar as calças... ele tava dando permissão pra um... é nisso que dá andar demais com o James - Colega, eu não sabia que essa coisa de zoofilismo era a tua cara.- o Kappa meio contrariado repetiu o gesto e então uma coisa nojenta escorreu da cabeça dele, não tinha ideia do que era, mas de repente ele pareceu mais frágil, minha varinha havia rolado e se não fosse isso eu já teria estuporado o bicho - Dá pra sair de cima de mim?- senti o peso a mais sair de mim e respirei direito.
Agora o Kappa estava amarrado num canto, mas não parecia que as cordas durariam muito tempo - Solta ele, já sei o que fazer.. acho.- revirei os olhos - Não, não tem nada a ver com seu picles Mile- as cordas ficaram frouxas e assim que ele voltou a nos observar fiz uma reverência, como esperado o gesto foi repetido e aquela coisa escorreu da cabeça dele novamente mas em bem mais quantidade. Rapidamente ele deslizou para fora do barco e nos deixou com cara de tacho.
- Mile suas calças caíram de novo.- dei de ombros e comecei a vasculhar o barco procurando minha varinha, agora não podiam dizer que eu não ajudei.
POST: 001 │ TAGGED: Mile, Alex │ WEARING: HERE │ NOTES: cuide do seu pepino milezito :3 -QQ saiu um lixo, não ando conseguindo escrever, desculpa ;-; e meu português também ta meio fail mas eu to cansada hoje D: me avisem qualquer coisa ;-; AÇÕES FINALIZADAS
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Mile Davies
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MensagemAssunto: Re: Barca Lufana - 1ª Tarefa do Torneio   Qua Ago 22, 2012 8:01 pm

Este dado não existe.


Última edição por Mile Davies em Qua Ago 22, 2012 8:02 pm, editado 1 vez(es) (Razão : 1ª edição: Saiu serpente do mar.)
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Mile Davies
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MensagemAssunto: Re: Barca Lufana - 1ª Tarefa do Torneio   Qua Ago 22, 2012 9:57 pm

Across the water

Across the deep blue lake


Vamos começar deixando uma coisa bem clara por aqui, ok? Quando eu fui no Cálice de Fogo e coloquei meu nome inocentemente lá, pensando em honrar o nome da família, provar que não era um desastre ambulante ou um possível delinquente juvenil em formação, eu NÃO quis dizer que aceitei MORRER no lago na mão de CRIATURAS SANGUINÁRIAS! Dito isto, vamos aos fatos... Um projeto de morsa geneticamente alterada com mutações tinha tentado cravar caninos muito salientes na gente, logo depois caímos do barco e corremos o risco de virar tiragosto de peixe, pra dar emoção na coisa toda, o remador caveirinha man tinha descido o remo no meu crânio, uma tartaruga ninja meio crazy e com sérios probleminhas na vida entrou na barca e meu corpo tinha acabado de ser usado como chamariz de sedução.

Por favor entendam, eu não estava psicologicamente preparado para aquilo. Molhado e tremendo, com as calças puxadas pela tarada maníaca da Anni “Que só pra constar, eu desconfio levemente ter algum desejo compulsivo ou fetiche pela minha humilde pessoa texuga nua!” e com a honra da família Davies exposta como vim ao mundo. Se tinha algo que eu podia agradecer ainda, era que até agora as duas criaturas que entraram no nosso barco tinham preferência por carne feminina “Louvai o senhor Merlin irmãos!”.

- Mile suas calças caíram de novo. – oh really?

- Será que é por que a sua tarada pessoa rasgou ela? – ralhei ainda roxo de vergonha, amarrando a calça com uma das cordas encantadas que usara para amarrar o anfíbio boy anterior. Alex ainda dava risinhos sobre a ideia do “pepino”. – Ah, deixa de frescura! Nem vem com essa Alex! Você já me viu sem roupa antes! – no meio do mato, e com um trasgo no nosso encalço... E por culpa de quem também? Advinhem... Dica: a tarada da noite!

As meninas começaram a implicar sobre a minha forma física. "ANORÉXICO É A MÃE! Ò.Ó" Fechei a cara e me sentei emburrado na parte mais frontal da barca. Alô, eu tô me sentindo frágil, exposto, invadido, revelado ao mundo, será que alguém pode entender isso? O remador continuava guiando o barco como se nada tivesse acontecido e um pobre menino não tivesse quase virado vítima de assédio sexual de monstro do lago japonês.

- Há quanto tempo a gente está no lago? – perguntei finalmente para as meninas, quando as coisas começaram a ficar silenciosas demais. – Não é por nada, só que... Repararam que não tem nenhuma outra barca por aqui? – olhei ao redor preocupado, tentando localizar as equipes das outras casas.

Nas orlas as arquibancadas eram visíveis e o povo estava gritando. Os texugos pareciam comemorar... Estranho. Alguns barcos de professores ainda rondavam perto da margem. Direcionei o olho para o bote em que estavam os professores Aaron e Henry, que pareciam brigar com o kappa que expulsáramos há pouco “VAI MONSTRO!!!” pensei torcendo pela tartaruga ninja guerreira. Qual é? Se eles afundassem, fariam a felicidade da nação texuga!

- Não acho que tenhamos nos perdido Alex... Nem pedimos pra ele mudar de rota. – me levantei e fui em direção ao ser I-wanna-be-dementador. – É, senhor Exu Caveirinha? – não é porque ele é um saco de ossos enfeitiçado vindo sabe-se lá de onde, que temos que ser mal educados não é? – É, desculpa interromper, mas a gente está na rota certa ainda? – a criatura balançou a cabeça em concordância. – E falta muito? – a criatura meneou a cabeça, e eu não entendi se era sim ou não. Mas ela ameaçou me dar uma remada, e me afastei rapidinho. Anni resmungou qualquer coisa sobre a incapacidade de raciocínio de defuntos. – Relaxa Anniken, prefiro chegar em último, do que sem uma parte do meu corpo... – HA! Não me diga? Justamente você que queria que eu perdesse minha masculinidade! ¬¬

Caminhei com cuidado em direção a lanterna da proa e olhei em frente. Uma ilha com uma tocha maior se aproximava. Era ali que terminava a coisa? Sorri um pouco mais feliz com a possibilidade de acabar aquela primeira tarefa sem ser trucidado por coisas aquáticas escamosas e visguentas... Mas como a vida de um lufano foi feita para ser trágica e vivida em momentos de tensão, caros companheiros, não tivemos um resto de viagem tranquila...

- Escutaram isso? – me virei curioso. Parecia uma batida na madeira. – Juro que escutei... Vocês não? – e então olhei ao redor do barco e quando virei a cabeça para a amurada. – MEU DEUS! Tem uma velhinha na água!!! – e é pela boa ação, despreendimento e inocência que o texugo quase falece novamente... – Minha senhora, isso não é lugar pra alguém de idade tão avançada!!! Que mané má ideia Alex, ela é uma pobre velhinha se afogando! Foi aquele diretor que te jogou aí, senhora? Ah, aquele velho é louco! Deixa de ser má Anni! Calma aí, me dá a mão que eu te ajudo a subir senhora... Urgh! – tá certo, nojinho da velha afogada agora. Ela tem a pele verde, gosmenta, verrugas, parece em decomposição e as mãos dela tem garras e... SANTO MÃE DE MERLIN! É UM ZUMBI! O.O Oh Gosh! Por que eu tenho que ser tão idiota???

Foi tudo rápido demais, e antes que eu pudesse fazer alguma coisa ou reagir, a velha cravou a outra mão com garras no meu braço e se içou para o barco num pulo digno de melhor salto ornamental inverso, quase cai para fora do barca. E quando dei por mim a velha estava de pé, com um pé de quatro dedos nojentos nas minhas costas, mostrando dentes pontiagudos para as meninas e grasnando... Era uma Hag, megera do pântano! Bosta, porque eu não reparei? Mamãe vivia me contando sobre elas antes de dormir...

- SAI CAPETA COM CABEÇA DE ALGA!!! ME LARGA!!! – gritei quando a coisa frágil, de idade muito muito avançada e com cheiro de peixe estragado grudou as garras no meu pescoço e me jogou contra o remador, que se desmontou em ossos e pano preto com o impacto. – TÁ VENDO ANNIKEN? Você tira a minha roupa e agora tem uma velha tarada pedófila querendo me usar!“Um pobre texugo inocente! Sinf, snif! ” empurrei as meninas para o lado, e saltei por baixo das pernas da senhora, quando ela investiu num salto tentando nos morder. – Ótimo! Uma velha canibal! Muito emocionante! – ralhei nervoso e saquei a varinha. – Verdimillous! – gritei o primeiro feitiço que veio a minha mente para repelir criaturas das trevas. "Vai lá, New!" A velha se desviou tipo matrix. As meninas começaram a lançar feitiços, e a coisa se desviava mais rápido ainda. – Droga! O que derrota megeras???? – praguejei nervoso. Plim! Plim! Luz! – CLARO, como não pensei nisso antes?! – alô, megeras, casa de doces, João e Maria, um forno! Um sorriso se estendeu pela minha face... era tão óbvio! – INCENDIO! – vociferei meu feitiço preferido!

Um círculo de chamas douradas se desprendeu da ponta da minha varinha como um tiro rápido, em direção a bruxa do pântano. Dessa vez ela não desviou, e mesmo úmida, o fogo encantado encontrou combustível e a coisa toda logo brilhou dourada.

- MORRE BISCA!!! – e a velha saiu correndo em pânico, espalhando focos de incêndio pelo barco antes de quebrar a lanterna frontal numa batida (derrubando caveirinhas no piso da barca), mergulhar na água e sumir da nossa visão.

- É claro que não houve pânico... – me virei para as meninas mais sorridente, que corriam desesperadas tentando apagar a barca incendiária. – Ah, meninas? Sabe... Acho que estamos meio que parados... – o esqueleto jazia desmontado no chão da barca e balançávamos com as ondas. – Tá certo... Tá certo, eu faço isso! Suas malvadas! - ser fuzilado por duas meninas meio que ajuda nas decisões.

Vesti o manto preto e apanhei o remo, levando a barca em direção a ilha com a tocha brilhante. O barco ia afundando lentamente onde tínhamos sofrido avarias, e mesmo com a água nos tornozelos, nós chegamos...

- Acho que é aqui... Talvez não sejamos texugos tão azarados assim. Qual é? Só três criaturas sanguinárias querendo nos devorar e um barco meio incendiado? - no fim das contas o saldo era positivo! O olhar descrente delas, me fez desanimar.

Aportamos na praia de lodo sob protestos da Anni, que não queria sujar o salto plataforma e vivas de Alex, jogando bolas de lama em todo mundo. Eu estava ainda embaraçado, mas duas riscas pretas de barro faziam as marcas de batalha na minha face. Caminhamos em direção as arcas. Será que havia acabado?




… Continues (?)

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MensagemAssunto: Re: Barca Lufana - 1ª Tarefa do Torneio   Qua Ago 22, 2012 10:45 pm

:: Barca Lufana ::

E os três lufanos zarparam do porto...

Para quem pouco apostava na fragilidade dos texugos, uma surpresa: os primeiros a chegar! Será a sensibilidade e a união deles que faz a força?

De início a equipe amarela não encontrou nenhum obstáculo ou criatura gigante, como seus colegas.

A barca seguiu incólume pelas primeiras águas, e quando a primeira criatura surgiu, o Buniiyp vindo dos brejos australianos, a monitora Alex soube como lidar com o bicho... Silenciar e imobilizar! Uma performance fantástica e que salvou seus companheiros por um tris, mesmo com uma leve queda na água.

A segunda criatura, o Kappa, vindo dos lagos japoneses, interveio quando menos esperavam. E a garota Anniken relembrou seus conhecimentos da aula de DCAT, dispondo daquilo que possuía na mão. O garoto Davies jamais entrará numa barca da mesma forma...Mas a cortesia é sempre a melhor arma, e a criatura deles escapou.

Já na reta final, uma Hag dos charcos britânicos fez sua aparição. Os três competidores iriam petisco virar? Mas foi Mile, o texugo piromante quem deu conta da criatura, porque fazer fogo é com ele mesmo... Pena que a barca incendiou e o esqueleto desmontou!

Mas a jornada não acabou, e quando a Arca Dois eles escolheram, o conteúdo ela revelou...

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MensagemAssunto: Re: Barca Lufana - 1ª Tarefa do Torneio   Qua Ago 22, 2012 10:52 pm

Parabéns!
Vocês escolheram a Arca 2!
Dentro dela vocês encontraram:

Uma Estatueta Gárgula!

Que ao ser ativada dando corda, pronuncia o seguinte verso, pista para a próxima tarefa:


“ A noite chega e agora começa a minha vigia
Não terminará até a minha morte!
Não usarei coroas e não conquistarei glórias, viverei e morrerei no meu posto,
Sou a espada na escuridão, sou o vigilante nas muralhas,
Sou o fogo que arde contra o frio, a luz que traz consigo a alvorada,
A trombeta que acorda os que dormem,
O escudo que defende os reinos dos homens,
Dou a minha vida e a minha honra à Patrulha dos Céus,
Por esta noite e por todas as noites que estão para vir.”



... E um Elmo Encantado!

Capaz de fazer voar e duplicar o ataque daquele que o porta!

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MensagemAssunto: Re: Barca Lufana - 1ª Tarefa do Torneio   

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