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 Castelo de Vaduz - Liechtenstein

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James G. Buckingham
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MensagemAssunto: Castelo de Vaduz - Liechtenstein   Qua Ago 22, 2012 10:09 pm


CASTLE OF VADUZ






REI



George Saemon Aiden Chastanse Elijah Peeta Schmidt McBuckingham von und zu Liechtenstein
casado 50 anos trouxa

O Rei por direito de Liechtenstein é de linhagem trouxa. Quando seu pai perdeu o trono, ele ainda não era nascido. George só veio nascer quase dez anos após o golpe, quando James Phillip casou-se com uma trouxa. Foi criado como camponês, mas sempre esteve perto da corte. Era mosqueteiro antes de virar Rei, e agora que sabe sua linhagem, descobriu que na verdade é um aborto. Sempre foi superprotetor com a família, e agora é mais ainda.

"Viver só tem valor, quando se tem um objetivo. Pegue sua espada, vamos treinar novamente."




RAINHA


Charlotte Heloise Buckingham von und zu Liechtenstein
casada 46 anos bruxa

A Rainha é conhecida como "A Bondosa". Como cresceu como camponesa, sabe quais são as necessidades de seu povo, tanto dos bruxos quanto dos trouxas, e trabalha para que todas elas sejam atendidas. Deseja o melhor para os filhos, e quer que eles sejam os melhores governantes que seu país já teve, por isso, assim como George, pode ser meio rígida às vezes.

"Meninos, já disse para não deixarem suas armas sobre a mesa enquanto jantamos."





PRÍNCIPE


Harris Theodore Aiden Chastanse Elijah Peeta Schmidt McBuckingham von und zu Liechtenstein
Solteiro 21 anos trouxa

Harris é o incentivo e inspiração de James. Por ser o filho mais velho, ele tenta dar o melhor de si, se esforça para ser o melhor em qualquer coisa que faça. Gosta de se divertir também, mas prefere fazer isso escondido dos pais, pois gosta da imagem de menino exemplar que tem. Agora que é príncipe, tem sido difícil esconder suas escapadas, mas enquanto ele trabalhar junto com James, provavelmente não sejam pegos. Provavelmente.

"No três, você tranca a porta e corremos, ok James?"




PRÍNCIPE


James George Aiden Chastanse Elijah Peeta Schmidt McBuckingham von und zu Liechtenstein
Solteiro 16 anos mestiço

James é um cabeça oca. Ok, não exatamente. A grande ambição da vida dele é se tornar mosqueteiro, treinou desde pequeno para isso e quando estava chegando perto... PUFF, bem vindo à vida de príncipe. Claro que ele não gostou nada, e fora de Liechtenstein, o único que sabe sua atual condição é seu melhor amigo, Fred. Não quer que ninguém descubra porque não quer ser tratado diferente, apenas como o bom, velho e lerdo James. Agora o objetivo de sua vida é arrumar um jeito de sair dessa de príncipe e ser mosqueteiro, e que a sorte esteja ao favor dele. -q

"Não, o futuro rei é o Harris, eu sou o futuro mosqueteiro dele, é bem diferente, senhora. Só que claro, eu sou mais bonito."

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James G. Buckingham
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MensagemAssunto: Re: Castelo de Vaduz - Liechtenstein   Dom Ago 26, 2012 11:46 pm


RP FECHADA
Dezessete de Julho de 1805
Sábado, manhã, aproximadamente 06:20
Tempo claro, sem vento, esquentando.

PARTICIPANTES:
James Buckingham
Sensei Zhu
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James G. Buckingham
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MensagemAssunto: Re: Castelo de Vaduz - Liechtenstein   Seg Ago 27, 2012 2:07 am




training with fruits

Oh every time I close my eyes I see my name in shining lights. A different city every night oh I, I swear the world better prepare for when I'm a billionaire --- post 001
tagged: harris buckingham, heloise buckingham, george buckingham, zhu sensei clothes: click here notes:dias e dias tentando fazer e sai isso e.e mas eis as ferias do James, pobre menino -qq ações finalizadas

- HOOOOOOOORA DE ACORDAR, PEQUENO PRÍNCIPE! - meus belos sonhos foram interrompidos por um gorila pulando em minha cama.
- Harris, vá encher o outro! - eu retruquei, enquanto tentava cobrir a cabeça com o cobertor de novo, ou enfiá-la embaixo do travesseiro. Aquele peso morto do meu irmão saiu de minha cama, mas então ouvi o som das pesadas cortinas serem arreganhadas e... Luz do sol me cegando.
- Anda, preguiçoso, papai tem uma surpresa para você hoje. - eu joguei meu travesseiro naquele pamonha e esfreguei os olhos.
- Ultimamente, as surpresas do papai não tem sido muito boas para mim. - eu nunca, NUNCA vou me esquecer da "roupa de príncipe" que ele me comprou há duas semanas. Definitivamente, uma capa roxa com brilho serve melhor de tapete de banheiro.
- Dessa você vai gostar. Agora anda, o café já tá pronto. - e Harris saiu, com um sorriso enorme demais no rosto, o que achei que seria um aviso. A surpresa, definitivamente, não ia me agradar.

Eu rolei para fora da cama, a julgar pelo céu, não deviam ser nem sete horas da manhã ainda. E eu achando que por ser um príncipe de férias poderia dormir até mais tarde. Sonhar nunca matou ninguém, não é mesmo?

Demorei o máximo possível no banho, quanto mais tempo eu adiasse a tal "surpresa", melhor seria. Enrolei para escolher a roupa e no final peguei qualquer uma mesmo, das minhas roupas antigas. Quanto mais roupas reais meus pais compravam para mim, menos eu as usava, e acho que ainda assim eles não entendiam que eu não iria usar aquilo.

Desci alguns andares sonolentamente até a sala de jantar, e para minha surpresa, meus pais ainda estavam à mesa junto com meu irmão, me esperando para comer. Certo, a surpresa iria me traumatizar de verdade, pelo visto.

- Bom dia, família. - eu sorri amarelo e me sentei ao lado de Harris, e tenho certeza que o olhar feio que recebi é porque ele estava com fome.
- James querido, sabe que um príncipe não deve se atrasar quando é chamado. - "Bom dia filho, dormiu bem? Quer um pêssego?" alguém consegue imaginar o quanto eu sinto falta de ouvir isso da minha mãe?
- Mas... É sábado, eu queria dormir um pouco mais. - eu retruquei enquanto observava meu pai acenar para os criados nos servirem.
- Espero que minha surpresa lhe ensine a ser pontual, filho. - só faltava ele me dar um relógio real. Que os deuses me escutem e não seja isso, que seja algo bom, por favor.

O café da manhã correu normalmente, tirando as recomendações sobre etiqueta de minha mãe, as refeições eram um dos poucos momentos onde eu não me sentia parte de uma família real, me sentia como se ainda fôssemos aquela família pobre, mas unida. Eu sentia falta de nossa casa de dois quartos pequenos, uma sala pequena, uma cozinha pequena e um banheiro pequeno. Era ótimo assim, parecíamos que éramos mais... Nós mesmos.

Ao terminarmos de comer, as tias da cozinha vieram recolher a louça suja. A única parte boa de ser príncipe é que agora não lavo mais a louça. O conselheiro do meu pai surgiu na sala e cochichou algo com meu velho. Ele me olhou com um sorriso e acenou com a cabeça, dizendo que Rosseau podia ir embora.

- Bem na hora. Pronto para sua surpresa, filho? - eu me espreguicei e esfreguei a mão nos cabelos, bagunçando-os um tanto. Mamãe fez cara feia.
- Certo, vamos ver o que tem dessa vez. - eu murmurei enquanto me levantava para seguir meu pai.



Papai me guiou até os jardins do castelo. Eu ia chutando pedrinhas e olhando a paisagem, imaginei como seria legal fazer uma festa com meus amigos de Hogwarts ali nos jardins de Vaduz. Porém, ninguém sabia que eu morava ali, por um lado, eu queria que continuasse assim, por outro, eu perdia algumas chances, como convidar meus amigos para uma visita. E se eu disse-se que era uma cortesia do Rei, porque ele gostava muito de minha família? Ainda assim, acho que não iria colar.

Quando paramos de andar, eu voltei a prestar atenção onde estávamos. Haviam um velho careca com uma barba branca enorme sentado no chão, como se estivesse meditando. O rosto redondo, as mãos finas, os olhos puxados. Estava sentado no meio de uma roda feita com cestas cheias de frutas misturadas com o que pareciam bolas de meias.

- Ahm... Espero que eu tenha ganhado as cestas de frutas e não o velho. - eu comentei e meu pai deu um leve sorriso, como se tentasse não rir.
- De um mestre você precisa, é o que vejo eu. - o velho respondeu, sem mover nenhum músculo. O sotaque japonês, chinês, coreano, sei lá eu era bem forte, mas era possível compreendê-lo mesmo assim.
- James, este é Zhu Sensei, seu novo professor. - eu arqueei uma sobrancelha. Velho asiático, cestas com frutas... Ótimo, meu novo professor de matemática, estou até vendo.
- Professor? Qual é a matéria agora? - eu resmunguei, cruzando os braços.
- Ele vai te treinar com espadas, filho. - meu queixo caiu e eu olhei incrédulo para meu pai.
- Mas... O senhor é meu professor desde que eu era pequeno. Não pode mudar isso agora. - meu pai virou-se para mim, eu podia ver o pesar em seus olhos.
- Eu sei, filho. Já te ensinei tudo o que eu sabia, mas você precisa de mais. - eu neguei com a cabeça, sabia que era mentira.
- É porque você é rei agora, não é? Não tem mais tempo pra treinar com o filho. - no segundo seguinte, me arrependi de ter dito isso. Realmente, era essa a verdade, meu pai não gostava disso, eu conseguia ver o quanto ele não queria deixar de me treinar, mas sabia que ele queria ser um excelente rei para o povo, e isso precisava de tempo.
- James... - ele segurou meus ombros, e eu neguei com a cabeça de novo.
- Esqueça. Vá cuidar do reino, eu preciso treinar. - eu me soltei dele e caminhei para o velho.

Eu sei, estava sendo rude, eu sei disso. Mas eu odiava toda essa mudança que havia acontecido em minha vida. Ser príncipe era algo que eu NUNCA havia desejado, e de repente, eu fui jogado para essa vida. Havia sobrado bem pouco de minha antiga vida, da vida que eu gostava, e o pouco que havia sobrado estava se desfazendo. Começava com meu pai deixando de me treinar, de ter o nosso momento juntos, eu não queria nem imaginar o que viria a seguir.

Notei minha coleção de espadas colocadas cuidadosamente sobre uma toalha vermelha no gramado, junto com um montinho de tecidos negros. Talvez fossem toalhas. E em nenhum momento, o velho pronunciou-se.

- Caham... - eu tentei chamar sua atenção, e o velho apenas abriu um dos olhos - Então... O senhor é meu novo professor. Podemos começar logo? - o velho fechou os olhos novamente e voltou a fazer "MMMMMMM", eu arqueei uma sobrancelha - Por favor? - nenhuma resposta além de "MMMMMMM" - Por favor, Mestre? - e mais um monte de "MMMM" - Por favor, Sensei? - o velho abriu um pequeno sorrisinho, e cara, dava pra contar nos dedos quantos dentes ele tinha.
- Agora bem melhor está. - ele olhou para onde estavam minhas espadas e o monte de tecidos - Trocar-se você precisa antes. Não servem estas roupas. - ele apontou para o monte preto e voltou a fechar os olhos e fazer "MMMM". Ele engoliu um boi ou o que?
- Me... Trocar? Você não quer dizer aqui, não é? - acredito que esse "MMMMMM" dele deve significar sim.

Eu olhei ao redor, não havia ninguém no jardim além do velho e eu. Peguei o montinho de roupas e procurei algum arbusto para me trocar. Mas quando abri o monte de tecidos... Surpresa.

- O que é isso? - eu saí de trás do arbusto e o velho abriu um dos olhos de novo.
- Kimono, é como se chama. - kimono? Aham, tá.
- Desculpe, Sensei, mas na minha terra, isso se chama vestido. - o velho voltou a fechar os olhos e fazer "MMMM", eu encarei o kimono/vestido - Não vou usar isso, é pior que as vestes reais da mamãe. - e então uma laranja me acertou a cabeça. Porém, o velho continuava parado em seu lugar. É, eu entendi o recado, "MMMMM" pode dizer muita coisa quando você recebe uma laranjada na cachola.

Eu voltei para o arbusto e troquei minhas roupas por aquele vestido tenso com um dragão nas costas. Não me sentia muito confortável com o vento entrando por baixo, vou confessar, mas era melhor do que tomar laranja na cabeça. Coloquei minhas roupas sobre a toalha e fiquei olhando o velho.

- A espada escolher, agora o gafanhoto deve. - ... gafanhoto? Sério mesmo? De texugo para gafanhoto de vestido, estou decaindo muito, vou matar meu pai!

Escolhi minha primeira espada, a que ganhei quando tinha nove anos. Sim, ela ainda existia e estava inteira, e para mim, era a minha melhor espada. Assim que empunhei minha espada, o velho levantou-se, apoiando-se em um cajado torto de madeira. Outra surpresa: ele tinha menos da metade de minha altura e parecia prestes a desmontar. Dava até dó de pensar em lutar com tal criatura.

- Afasta-se e pronto para lutar esteja, gafanhoto. - eu arqueei uma sobrancelha e neguei com a cabeça.
- Só pode ser brincadeira, eu não vou lutar com você. Vou te machuc - dessa vez, uma maçã voou contra minha cabeça. Sim, literalmente, ela VOOU, e naquele momento, eu me toquei que o velho era um bruxo também.
- Afaste-se. - eu bufei e contei uns trinta passos para longe dele, e então parei em sua direção, segurando a espada baixa - Sua espada erga. - eu revirei os olhos e no segundo seguinte eu vi uma banana voar em minha direção. E, como que por reflexo, eu usei a espada para me defender dela, cortando a banana ao meio - Muito bom, jovem gafanhoto.
- Espera, eu vou lutar contra frutas? - eu vi uma maçã e outra laranja voarem contra mim. Eu cortei a laranja, mas a maçã me acertou na testa - Mas que...
- Falar menos e treinar mais deve você. Prepare-se, gafanhoto. - outras duas frutas voaram para mim, só que mais uma vez, eu cortei uma e a outra me acertou.

Depois de tomar laranja, maçã, banana, mamão, pêra e um pêssego no nariz, você começa a ficar esperto. Você começa a entender como deve se mover, e então ZHUMP, você corta duas frutas de uma vez. E mais uma vez. E mais uma vez. Eu estava me saindo bem, a cada cinco lançadas, uma fruta me acertava só, se eu tivesse sorte e concentração, eu cortava todas.

- Excelente. Agora, desafio novo você terá. - duas frutas e uma bola de meia voaram até mim, eu me preparei e cortei as duas frutas, acertando a bola de meia logo em seguida.

O que talvez tenha sido um erro. Uma nuvem de farinha espalhou-se e eu, todo sujo de suco de frutas, fiquei com a farinha toda grudada em mim. Eu tossi e espirrei, enquanto tomava uma salada de frutas na cabeça, já que não estava enxergando nada.

- Mas.. Hey, auch... CALMA! - eu cortei três frutas e o velho deu uma risada. Ok, não gosto dele rindo.
- Apenas as frutas deve cortar, gafanhoto. Concentração e atenção deve ter agora. Prepare-se. - ainda tinha um pouco de farinha no ar quando ele lançou outras três frutas e a bola de meia. Mais uma vez, eu errei e outra nuvem de farinha surgiu. Eu estava quase sufocando com tanta farinha me cercando, e aposto que eu estava mais branco que o Pirraça e o Frei Gorducho juntos. Kimono preto não existia mais - Concentração, pequeno gafanhoto. Prepare-se. - duas frutas me acertaram na cabeça. É, como disse meu pai, aquele velho ia me ensinar muita coisa, como por exemplo, a pegar raiva de frutas.



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