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 Grécia - RP Fechada - 21.08.1805 - Ariel e Eros

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Ariel Teach de Castilla
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MensagemAssunto: Grécia - RP Fechada - 21.08.1805 - Ariel e Eros   Sab Set 08, 2012 1:56 am

RP FECHADA

Vinte e um de Agosto de 1805
Sábado, tarde, aproximadamente 18:50
Tempo muito quente, escurecendo, brisa quente.

PARTICIPANTES:
Ariel Teach de Castilla
Eros de Mileto

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Ariel Teach de Castilla
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MensagemAssunto: Re: Grécia - RP Fechada - 21.08.1805 - Ariel e Eros   Dom Set 09, 2012 4:07 am




the greek paradise

I wanna fly, I wanna drive, I wanna go I wanna be apart of something I don't know And if you try to hold me back I might explode Baby by now you should know I can't be tamed I can't be tamed I can't be blamed---post 001



Depois de quase morrer cozinhada naquela praia esquisita com a Bella, estávamos na Grécia. Papai havia atracado e o navio estava com seu disfarce, assim como todos da tripulação. Tivemos que desembarcar para procurar por pistas, porque apesar do mapa nos indicar o lugar, não indicava com exatidão onde deveríamos começar. Barba Negra era mais esperto do que esperávamos, ou seja, poderíamos rodar a Grécia inteira até encontrar alguma pequena pista dele, e nós nem sabíamos o que poderia ser.

Certamente já ouviram aquele ditado "Se está na chuva, dance", não é? Enfim, já que eu estava na Grécia e (vou me castigar por dizer isso), sentia saudades de um certo Mileto, imaginei que não haveria problemas em ir visitá-lo. Provavelmente não seria difícil encontrá-lo, se eles tem tanta fama quanto tem em Hogwarts, seria fácil, fácil. E então, mais uma vez, eu pedi cobertura para Sora e comecei minha própria busca.

Iria procurar pelo Apolo.

Tudo o que eu sabia, é que Apolo morava em um vilarejo chamado Antia. Foi o suficiente para que eu aparatasse atrás de uma casa velha. Parecia estar acontecendo algum tipo de feira na praça do vilarejo, ou seja, muitos informantes. Eu reuni toda a educação que eu tinha e comecei a perguntar para as pessoas se elas conheciam alguém de sobrenome Mileto. Porém, havia um problema: na Grécia se fala grego, e eu só sei falar em inglês, italiano e espanhol. Claro que todas elas me olhavam como se eu fosse de outro planeta, talvez pelas roupas ou por não estarem entendendo o que eu falava mesmo. Alguém ali tinha que falar alguma língua conhecida, não era possível!

Acabei encontrando com duas garotas, mais ou menos da minha idade. Puff, é claro, eu estava perguntando para as pessoas erradas. Parei as duas meninas e perguntei beeem lentamente "Por favor, conhecem Apolo de Mileto?", elas fizeram uma careta, mas quando ouviram "de Mileto", foi como se falássemos a mesma língua. No final das contas, não é tão difícil falar com garotas assim, é a mesma coisa como foi com os índios, é só saber usar as palavras certas.
Depois de uma delas fazer uma cara de idiota apaixonada enquanto a outra parecia estar praguejando loucamente contra todas as gerações dos Mileto (e batia na amiga, acho que para acordá-la do transe), consegui fazer com que elas entendessem meu pedido e apontassem uma rua. Deixei as duas se estapeando e segui a direção, deixando a loucura da feira grega para trás.

Era um vilarejo bonito até, só que parecia calmo demais para ser o lugar onde os Mileto moravam. Juro que eu imaginava o lugar sendo um completo caos, com garotas peladas correndo para todos os lados, poemas sem rima escritos no chão e vizinhos reclamando infinitamente do som desafinado de um violão. Mas, para o lar dos Mileto, parecia um lugar normal.

E então eu vi a casa. Quase ao final da rua, havia uma casa de pedras um tanto escuras, janelas brancas e um muro baixo de pedras cercando o jardim. Apolo havia me mostrado uma foto de sua casa uma vez, e eu só esperava que estivesse me lembrando direito da foto, ou teria que buscar na Grécia inteira.

Ao me aproximar da casa, vi uma mulher mexendo em uma roseira. Usava um chapéu grande para se proteger do sol, um vestido branco leve, os cabelos caindo ao lado de seu rosto. Eram escuros e cacheados como o dos meninos, e ela tinha o mesmo nariz que os três. Ao seu lado, estava um homem alto, olhos tão azuis e vidrados que por um momento eu tive medo, os cabelos grisalhos espetados para todas as direções, um sorriso enlouquecido no rosto, e me lembrava muito o sorriso do Apolo. Eu me aproximei do muro de pedra, e então o homem me notou, acenando alegremente. A mulher virou o rosto para mim também, um meio sorriso no canto de seus lábios.

- Com licença... - eles franziram um pouco a testa e se entreolharam. Ótimo, eu acho a casa, acho os pais, e não consigo me comunicar, mares. Eu cocei a nuca, enquanto pensava em como faria para que eles me entendessem.
- Oh, você falar inglês. Que rara coisa. - o homem disse, com um sotaque grego muito forte que eu quase não consegui entender o que ele havia dito. Deduzi que, talvez, os meninos estivessem tentando ensinar inglês aos pais.
- Sim. Eu estudo com seus filhos, em Hogwarts. - falei lentamente de novo, fazendo um gesto rápido com a mão para indicar uma varinha. O homem sorriu de novo, a mulher franziu a testa - Meu nome é Ariel. Apolo está? - e então a cara da mãe fechou-se mais ainda, enquanto o pai dava uma risada, como se achasse divertido a esposa estar mal humorada.
- Apolo não estar. - ela me respondeu, e eu entendi que, para ela, havia sido o suficiente e assunto encerrado. Okaaay, então a mãe dos trigêmeos mais queridos de Hogwarts é ciumenta? Que engraçado isso.
- Ele vai demorar pra voltar? - a mulher fechou mais ainda a cara, o homem passou um braço pela cintura dela, sorrindo de um jeito meio louco para mim.
- Talvez. Meninos ir para a praia. Dia quente, né? - ele me piscou um olho e a mulher revirou os olhos, eu só concordei com a cabeça, meio desconfortável pela forma como a mãe Mileto me encarava - A praia ficar pra lá, não ser longe. Vai achar meninos lá. - ele indicou outra direção e voltou a sorrir, eu concordei com a cabeça para eles.
- Certo, obrigado, senhores. - estou espantada com minha educação, acho que Sora pingou alguma coisa em meu rum hoje de manhã.

Eu acenei para o casal novamente e me afastei da casa, e só quando virei a esquina foi que senti que a mãe dos Mileto não me lançava mais nenhum olhar mortal.


"Não fica longe", ele disse. Mas eu andei por horas, debaixo daquele sol escaldante até ouvir o som do mar. A praia ficava bem afastada do vilarejo, e a julgar pela movimentação nula que fazia por ali, não era muito visitada. E quando eu finalmente cheguei à praia, vi que não havia ninguém. Velho louco mentiroso, me faz andar por horas para nada!

Mas eu estava tão cansada que me sentei debaixo do primeiro coqueiro que encontrei. Não adiantou muita coisa, o coqueiro não fazia quase sombra alguma, mas, pelo menos, a areia abaixo dele não estava tão quente. Eu dei um nó em meu cabelo e fiquei olhando o mar. Se eu havia achado a praia da América bonita, agora não achava mais. Aquela praia grega era, definitivamente, o paraíso na terra, contanto que não aparecesse nenhum índio maluco para me infernizar.

E enquanto eu olhava o mar, suas ondas quebrando, eis que sou presenteada com uma visão. E. Uma. Santa. Visão.

Saindo da água havia um garoto, usando uma bermuda vermelha com uns riscos, passando a mão freneticamente pelos cabelos para tirar a água. Eu sabia exatamente quem era, mesmo estando longe e mesmo sabendo que poderia ser qualquer um dos três, mas eu sabia que aquele era o Eros. Como eu tinha tanta certeza? Fácil, Eros tinha duas pintas no peito que seus irmãos não tinham. Eu já vi Apolo sem camisa e bem de perto, e ele não tem. Hades pode até ter, mas aquele jeito de andar, definitivamente, não pertencia ao grego azedo. E claro, devemos somar também o fator "Sorte desgramada da Ariel", porque eu tinha que encontrar JUSTAMENTE o Eros na praia e nessas condições.

Mas não vou negar que gostava do que via.

Eu me levantei e corri até ele, lançando meus braços ao redor de seu pescoço enquanto tomava um impulso. No segundo seguinte, eu estava com as pernas ao redor da cintura dele, e Eros me ajudava a ficar suspensa daquela forma. Eu beijava todo o seu ombro, orelha, pescoço, queixo, até morder seu lábio e começar a beijá-lo. Minhas unhas raspavam em seus ombros e subiam até seus cabelos molhados, eu podia sentir o gosto salgado pela água do mar em seus lábios, eu queria só provar se Eros era, realmente, tudo aquilo que as garotas tanto idolatravam, e eu julgava que aquele era um ótimo lugar parar testar isso.

E então eu pisquei os olhos e acordei de meu transe. Eu não havia me movido nem um só centímetro, e continuava a encarar Eros e todo o seu corpo totalmente sedutor, e ainda com aquela cara de idiota. Eu senti meu estômago gelar quando ele finalmente olhou na direção em que eu estava e franziu a testa. Para mim, ele parecia bem surpreso por eu estar ali, mas isso não o impediu de abrir um de seus melhores sorrisos safados. Ele sacudiu a cabeça pra tirar a água, e de duas uma: ou ele estava planejando cada movimento para me deixar louca, ou (e eu espero que esta não seja a opção correta) ele conseguia isso sem muito esforço. O garoto caminhou em minha direção, gotinhas de água escorriam pelo seu peito, a brisa quente fazia seus cabelos molhados sacudirem e ficarem mais bagunçados, e, pelos mares, aquele sorriso com aquela covinha... Os olhos meio fechadinhos pelo sol... Os músculos de seus braços pareciam se enrijecerem e relaxarem enquanto ele caminhava... E eu sentia minha razão se esvaindo, mas acho melhor você parar com isso, Ariel!

E então ele parou na minha frente, eu apenas levantei um pouco a cabeça para enxergá-lo melhor, e de perto Eros parecia mais... Sexy e sedutor do que nunca, acho que o lugar, esse "clima grego" só o favorecia, maldição. E então ele cruzou os braços, aposto que fez de propósito, porque eles ficaram tão grandes que eu tive que me esforçar muito para não focar meus olhos nos braços cruzados sobre o peito dele. Olhos nos olhos, Ariel.

- Não pensei que a sua saudade fosse te trazer tão longe. - MALDITO. SORRISO. DE. EROS. Eu fiquei presa ao sorriso safado dele por alguns segundos, até processar corretamente o que ele havia dito. Eu empinei um pouco meu nariz e me ajeitei melhor em meu lugar, desviando os olhos para o mar, talvez se eu não ficasse olhando TANTO para ele, a droga do ego do grego iria diminuir. Talvez.
- Você sabe que eu adoro fazer o que sinto vontade. - eu dei de ombros, olhando rapidamente para ele antes de olhar o mar de novo - Senti saudades, saudades imensas e então aproveitei que passaríamos por perto e cá estou. Não aguentava mais de saudades... - eu o olhei de novo, abrindo um sorriso bem falsamente doce para ele - Do Apolo. - eu disse lentamente, no final das contas, não era tanta mentira assim, já que eu vim mesmo com o objetivo de ver ô Das Rimas Ruins.

Só que, claro, aquele idiota começou a rir, como ele sempre fazia. Ele se aproximou mais, mordendo o lábio, e eu tentei, com todas as forças que tinha, não ficar encarando ele, dar moral para o Eros é uma coisa que tem um preço alto demais depois, e eu não queria que ele ficasse o resto dos meus dias me atormentando por isso. Ele fez uma cara pensativa e então fodeu tudo, porque olhou diretamente em meus olhos e eu não consegui desviar. Mal-di-to!

- E você acha que eu acredito que você está com saudade de algumas rimas ruins? Quando pode está com saudade de coisas melhores como por exemplo. - pausas dramáticas, como eu detesto isso. Ele se aproximou mais, abaixando-se para ficar da minha altura, aqueles malditos olhos verdes... - O bom humor do Hades! - ele riu novamente e eu pisquei algumas vezes para tentar me focar em outra coisa, mas antes que conseguisse, eu senti meus lábios tomarem um choque e ficarem com um leve gosto de sal, porque o maldito Eros havia me dado um selinho. - Mas sinto te informar que ele não está aqui. - ele? Quem diabos é el-AH TÁ. Eu dei de ombros, e cruzei os dedos atrás de minha nuca, me esforçando para olhar o verde do mar e não dos olhos de Eros.
- Eu posso esperar ele aparecer, enquanto isso, eu curto a paisagem. A Grécia até que tem coisas boas. - eu olhei para ele e pisquei um olho. Eu inclinei um pouco meu corpo para frente, até ficar bem cara a cara com ele - O Grego Azedo tem razão em gostar tanto daqui. Mas eu nunca disse isso. - eu dizia enquanto me inclinava mais para ele, até apoiar minhas mãos em seu tórax e tocar levemente o ombro dele com meus lábios, deslizando-os até seu pescoço, onde dei leves mordidinhas até chegar em sua orelha, que beijei bem abaixo do lóbulo demoradamente - E nunca fiz isso. - eu sorri maliciosamente enquanto me afastava, raspando minhas unhas no peito do garoto. Voltei a me acomodar em meu lugar, focando meus olhos no mar e empinando meu nariz - Agora, cão, me deixe apreciar a boa paisagem da Grécia. - eu sei, eu tinha que me fazer de durona, eu precisava fingir que tinha controle, não me pergunte o motivo, mas eu sabia que precisava manter o foco no mar. Só que eu não queria, de forma alguma, manter o foco e muito menos o controle. E que todos os deuses dos mares me protejam agora.






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tagged: Perséfone de Mileto, Cronos de Mileto, Eros de Mileto wearing: click here notes: e como sempre, eu continuo não gostando dos meus primeiros posts em ações e.e qualquer coisa eu edito amora *-*

by accio boy @ ops! i did it again!


Última edição por Ariel Teach de Castilla em Dom Dez 16, 2012 12:34 am, editado 1 vez(es)
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Eros de Mileto
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MensagemAssunto: Re: Grécia - RP Fechada - 21.08.1805 - Ariel e Eros   Sab Set 22, 2012 2:11 am





I know you want me...

I made it obvious that I want you too, so put it on me let's remove the space between me and you. Now rock your body, damn I like the way that you move! So give it to me, cause I already know what you wanna do.




- Não me olhe com essa cara Athena, eu sempre deixo claro todas as minhas intenções. O que posso fazer se aquela maluca se apaixonou? – Resmunguei pra coruja que me encarava com a pior das expressões, ela não gostava muito das garotas com quem eu ficava a doida teve uma crise e deu pra ficar me bicando, só por que reclamei de uma garota psicopata que andou me seguindo. Tanto faz, não to mais nem aí pra Athena, essa era a minha vingança por ela ter se envolvido com o corujão safado da Pandora e ter me deixado de lado, ninguém me deixa de lado.

Joguei a camisa nas costas e desci as escadas, não tinha ninguém em casa? É isso? Esses desgraçados saem em nem me avisam? Minha mãe perfeita e maravilhosa deve está no jardim, ela não sairia sem me dizer. Peguei uma maçã do cesto e mordi, enquanto caminhava pra fora de casa. Lá estava ela, exatamente onde pensei que estaria.
- Bom dia querido! Seus irmãos já foram pra praia, falei pra eles não tem acordarem já que você parecia cansado. Ficou lendo até tarde de novo? – Ela ergueu a cabeça e me lançou aquele sorriso doce. Como alguém podia ser tão perfeita? Só minha mãe. Sabe por que nunca vou me casar? Por que nunca vai existir no mundo outra que chegue aos pés dela.
- Você sabe mãe, eu sou viciado em leitura. – Soltei uma risada inocente e dei de ombros.
- Na praia né? Eu vou lá. Até mais. – Já estava saindo quando meu pai apareceu, com os cabelos despenteados e sem camisa, mas o fato é que geralmente ele esquecia de se vestir, pelo menos hoje ele está de calças. Joguei a maçã pra ele, que pegou no ar e acenou.

- Volte pro almoço, Eros de Mileto. – Isso foi uma intimação, como se já soubesse que eu tinha a intenção de visitar uma “amiga” depois que saísse da praia, novamente sorri da forma que derretia o coração dela.
- Não se preocupe mãe, eu vou almoçar. – Pisquei pro meu pai, que colocava uma expressão sabichona no rosto. Eu sei, sei que ele ainda está ali de qualquer forma, mas apenas se expressando de um jeito diferente, ainda era meu pai e entendia a minha linguagem.
O clima estava perfeito pra uma praia, seria ainda melhor se estivesse acompanhado de uma garota, mas eu teria que me conformar e esperar até mais tarde. No meio do caminho acenei pra alguns conhecidos, vila pequena todo mundo se conhece... Ou melhor, todo mundo NOS conhece, as garotas me conhecem talvez por suas mães dizerem: “É dele que você tem que ficar longe.” Mas nunca funciona, quando mais perigoso, mais divertido.

Ao chegar na praia, avistei Apolo sentado na sombra rabiscando naquele caderno velho dele, provavelmente alguma baboseira que mais parecia uma piada do que um poema, as meninas ficavam com ele por que ele ficava engraçadinho quando contava e por que... É o meu irmão gêmeo, claro.

Ao me aproximar acertei um chute no pé dele, que cambaleou e errou o que escrevia, xingando um milhão de pragas depois de me acertar areia. Do seu lado, a baleia encalhada – mais conhecida como Hades – estava deitada com a cabeça sobre os braços.
- Nem me chamam, seu infelizes. – Reclamei, só por reclamar. Tirei a camisa e joguei na areia, antes de me sentar ao lado de Apolo e encarar o mar. Céu azul, mar calmo, sol quente... Dia perfeito.
- Te chamar pra que? Pra você acordar de mau humor e estragar o dia? – Apolo voltou a rabiscar as suas baboseiras, mas me respondeu de qualquer forma.
- Esqueceu que o mal humorado aqui é o senhor “baleia, ah eu encalhei”? - Ri e pude escutar Hades praguejando de lá, só pra variar um pouco. Sabe-se lá o motivo, mas ele anda cada veeeeeeez mais chato.

- O que escreveu aí? – Perguntei esticando a cabeça pra ver, mas Sunshine tapou com as mãos e levantou, enfiando as coisas no bolso.
- Vamos embora Hades, to com fome. – Ele chutou a perna do lobo gordo, que sem questionar se levantou.
- Ué, mas eu acabei de chegar. Tsctsc, que tipo de irmãos são vocês? – Fiz careta e acertei areia neles.
- A gente já está aqui tem mil anos, você que passou à noite na gandaia e acabou hibernando, bem feito. – Hades como sempre muito agradável, quando eu digo que ele se daria bem se entrasse parao clube das velhas solteiras da vila, ele ainda acha ruim.
- Certo, Ô rabugento. Eu vou ficar mais um pouco e à tarde a gente faz alguma coisa. – Dei de ombros e levantei também, pronto pra correr para os braços das ondas.
- Não dá, eu vou sair com a Agatha. – Ele deu as costas e foi andando, com as mãos no bolso, cabeça baixa e a mente lá na casa do caralho! Viu? Por isso sou contra namoros, Hades tá mais chato – se é que isso pode ser possível – do que quando ela solteiro.
- Vai lá, troca os irmãos mesmo. – Revirei os olhos e acertei um murro em Apolo, que disse que eu parecia uma garota com ciumes.
- Va se foder. De qualquer forma, até mais tarde. – Ele acenou e correu atrás de Hades, acertando o gordo com um tapa, o som do vaco ecoou mais alto que as ondas.

Os idiotas foram embora e me deixaram a sós com o mar, cá pra nós era bem melhor ficar sozinho do que na companhia daqueles dois, precisava pensar em algumas coisas não tão relevantes assim. A água gelada contra o meu corpo quente foi a melhor sensação desde que acordei, era estupidamente relaxante. Sempre fui o que mais mofava na água, se chegássemos à praia pela manhã e fossemos embora à noite, eu sairia da água rapidamente provavelmente pra comer e continuaria ali até o ultimo minuto, nadando e lavando minha alma, como se pudesse descarregar ali toda a energia negativa. Talvez por isso ficasse tanto tempo na água, o tempo dentro dela passava de forma diferente.

Dessa vez não foi diferente, e ficaria mais se pudesse só que havia muita coisa a ser feita. Com relutância fui saindo da água, sacudindo os cabelos enquanto com as mãos descolava a bermuda da minha perna e depois a puxava, com o peso da água ela relutava em cair. Depois da bermuda arrumada, comecei a esfregar as mãos pelos cabelos na tentativa de desgruda-los da minha cara e enquanto caminhava pela areia percebi que o sol já não maltratava minha pele como antes, quanto tempo passou?
Depois de esfregar a mão pelos olhos percebi que na areia havia alguma coisa que não estava ali antes, ou melhor, alguém... Na verdade muito melhor, uma garota. Mesmo que não fosse a garota dos meus sonhos... Espera, Ariel? Eu fiquei estranhamente empolgado ao perceber de quem se tratava, afinal quem mais carregaria uma espada como aquela? Mas a questão maior era: o que ela fazia ali? No fundo não importava, só iria mesmo aproveitar que ela estava.

Abri um sorriso no canto dos lábios e segui andando na direção da garota, parei assim que a minha sombra a cobriu a e cruzei os braços, mantendo um sorriso maroto estampado no rosto.
- Não pensei que a sua saudade fosse te trazer tão longe. – Sorri, aquele sorriso torto que minha mãe odiava, por que dizia que me deixava com cara de sabichão, na verdade esse era o meu sorriso normal.

Enquanto esperava uma resposta tentei deixar o mais claro possível, na minha expressão, o quanto eu estava me divertindo em vê-la ali, na verdade, nós dois em uma praia deserta me dava ideias... Ah, dava sim. Não deu pra levar Ariel a sério desde que ela começou a frase. Digamos que: “senti” e “saudades” eram duas palavras que jurava não está no vocabulário dela, provavelmente ela aprendeu apenas pra usar assim... Sendo debochada, e esse jeito debochado dela sempre me faz ri, por isso ri bem alto. Ainda achando graça, resolvi entrar na brincadeira. Na verdade eu adoro brincar com o humor da pirata, quanto mais irritada ela fica mais eu gosto de irrita-la, é um ciclo vicioso sabe?

Mordi meu lábio e dei u passo a frente me curvando um pouco a procura dos olhos dela e quando eles finalmente estavam de encontro com os meus, sorri novamente.
- E você acha que eu acredito que você está com saudade de algumas rimas ruins? Quando pode está com saudade de coisas melhores como por exemplo... – Fiz uma pequena pausa e me abaixei, me equilibrando sobre os meus pés e logo depois sobre os meus joelhos, quando meu corpo caiu sobre os joelhos à distância entre nós diminuiu quase que o suficiente. Agora eu via melhor que os olhos dela ficavam ainda mais atrativos iluminados pelo sol, mas retomei o meu foco.
- O bom humor do Hades! – Após falar, sem hesitar aproximei os meus lábios dos dela e os toquei de forma rápida, como eu disse antes: gosto da cara que ela faz quando está irritada, ou fora de órbita.
- Mas sinto te informar que ele não está aqui. - Completei a minha afirmação, enquanto ainda a encarava com uma das sobrancelhas arqueada e um sorriso safado no rosto, só faltou dizer: “Aproveite que eu estou”, mas não seria tão fácil assim.
Ainda mais depois do que ela fez.

Foi como se algo estalasse dentro da minha cabeça me questionando, quanto tempo ela aguentaria até me agarrar? Esse era o meu jeito de medir o quanto uma garota me queria, e por que faria diferente com Ariel? Tenho certeza que com ela ia ser ainda mais divertido e por isso entraria no seu jogo.

Fiquei apenas observando seus lábios se moverem, enquanto ela formulava as palavras. A pirata sabia como sorrir, como se mexer e principalmente: como tocar. Por que o toque dela ME tirou de órbita por alguns minutos, só conseguia pensar na espessura daqueles lábios contra a minha pele, do cheiro de água salgada que ela tinha nos cabelos, misturado com outro cheiro que era estranhamente suave, se destoando de todo o resto. Estava quase fechando os olhos pra viajar mais, quando ela parou. “É essa a sensação?” me perguntei, por que algo estava muito errado aqui: sou eu quem provoca, não quem é provocado e talvez devesse ser a hora de jogar do meu jeito e por isso tentei voltar a raciocinar direito e não demonstrar nenhuma reação aos toques dela, o que garanto que foi muito difícil.

- Sinto muito, mas a prioridade é minha e VOCÊ está me atrapalhando a ver o que quero ver. Que tal, você me ajudar? – Fiz uma pequena pausa e ri da cara de interrogação que ela fez, em seguida revirou os olhos e voltou a encarar o mar.
- Não vai sair? – A ouvi resmungar e me mandar sair da frente novamente, deslizei as mãos pelo meu cabelo e sorri novamente.
- Tudo bem! Adoro fazer como sinto vontade. – Ainda apoiado nos joelhos, aumentei a distância do meu corpo para o de Ariel e segurei nos seus tornozelos com força, puxando-a com a mesma força e com velocidade, fazendo assim ela se desiquilibrar e cair deitada sobre a areia. Facilmente me encaixei entre as pernas da garota, que pareceu ter saído de órbita novamente melhorando a minha oportunidade.

- Bem melhor assim. – Comentei baixo e fui me inclinando sobre o corpo dela, ainda estava molhado e pude sentir as gotas escorrerem pelas minhas costas, mudando de rumo. Com a mão direita, prendi bem firme a coxa da garota na altura da minha cintura e mordi seu queixo dando uma leve sugada no mesmo e subindo, arrastando meus lábios pela sua pele. Assim que alcancei o lábio inferior dela, o prendi entre os meus lábios e repeti o que havia feio com o queixo - o suguei e soltei - me arrepiando só de ouvir a respiração dela tomar um ritmo diferente e também ao perceber o sorriso cheio de malicia que ela abria, como um sinal verde pra que eu fizesse o que no fundo, realmente queria fazer, e iria... Em breve.

- Pronto, já vi exatamente o que eu queria. Uma raridade. – Indiquei com a cabeça, a flor que estava presa ao coqueiro e ri com a reação dela.
- Ué, eu disse que tinha algo pra ver. Sua cabeça estava na frente. – Completei ignorando os socos que ela acertava contra o meu peito – a garota não tem a mão leve, diga-se de passagem - mas não é como se ela quisesse realmente que eu saísse.

- Eu estou te molhando? Quando foi que a pirata ficou tão fresca? – Brinquei de forma debochada quando ela deu a desculpa mais esfarrapada do mundo, pra me fazer sair de cima dela. Será que não percebia que era inútil? Sairia quando eu bem quisesse, e admito que estava realmente, REALMENTE tentador demais ficar assim, apertei mais a coxa dela quando ela voltou a tentar se livrar de mim.
- Não se preocupe Ariel, vou te secar e limpar. – Dito isso, soltei a perna da garota e me abaixei. Quando a puxei pelas pernas a sua blusa enrolou-se e subiu, deixando sua barriga exposta e tornando tudo mais divertido. Havia diversas gostas escorrendo pela barriga dela e como não sou o tipo de pessoa que perde oportunidades, apenas firmei a cintura da garota com as mãos e lambi o rastro que a gota salgada fez do meio da barriga dela até seu umbigo, onde parei e mordi. A mão no meu cabelo parecia a prova de que ela não estava recusando os meus toques, a forma que ela puxava o puxava não indicava que ela queria que eu me afastasse... Pelo contrario. Subi mais as mãos pela lateral do corpo dela e tive outro choque estranho quando minhas mãos tocaram sua pele, era... Macia.

Pressionei os dedos contra a pele que havia me surpreendido e continuei a dar mordidas e chupões na mesma região, deslizando a língua mais uma vez pra cima e parando tão perigosamente perto - quanto consegui controlar - dos seios dela. Antes que pudesse perder o controle da minha “brincadeira”, parei e ergui a cabeça a encarando com o sorriso mais safado que consegui encontrar.

- Pronto, acho que não há mais problemas. – Dito isso eu impulsionei o meu corpo e me joguei do lado dela, sentando com e dobrando os joelhos junto ao meu peito. Apoiei os braços sobre as pernas e ri baixo. Essa minha mania de “jogar” me deixaria, COM TODA CERTEZA, maluco. Mas não importava, o jogo deixava tudo mais gostoso, se bem que ela facilmente conseguiria saber que eu não estava mais aguentando de vontade de... Bem, perder totalmente o controle.. Acho que a água fria, cairia muito bem agora... Concentração Eros, concentração.


Informações Extras!

Tag: Apolo, Hades e Perséfone de Mileto
Post: 001
Notas: Demorei, mas postei. Amém irmãos HAHAHAHA. Se precisar editar, sóoooo falar \o\ Acho que o Eros voltou pra mim. ♥

Desculpa, revisei muito mal. Depois eu arrumo AUHAUHAUUHA
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Ariel Teach de Castilla
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MensagemAssunto: Re: Grécia - RP Fechada - 21.08.1805 - Ariel e Eros   Sab Set 29, 2012 2:13 am




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Acho que o feitiço de Barba Negra não servia apenas para me marcar com um mapa. Provavelmente, ele me dava uma má sorte dos infernos! Com todos os gregos que existem nesse lugar, entre todos os TRÊS Mileto que eu podia encontrar ali, eu encontro justamente com o Eros. Definitivamente, o feitiço de Barba Negra era pra ferrar com a minha vida.

Não que eu esteja reclamando totalmente disso, mas entendam: Eros é um garoto sexy e que (eu NUNCA disse isso, savvy?) me seduz. Porééém, não era o suficiente para eu suportá-lo. Quem aquele cão imundo achava que era? Eros era tão ruim quanto eu, adorava fazer o que queria, quando queria e como queria. Eu gosto disso também, e nunca o que queremos, quando queremos e como queremos está em sincronia. Sendo assim, ele me irrita de uma forma incrível, porque eu sou uma Capitã, eu tenho que estar no comando, ser obedecida, eu tenho que decidir quando ele me toca, me beija ou faz qualquer outra coisa, mas Eros não seguia as minhas regras. O verme achava que podia me usar hoje, rejeitar amanhã e daqui dois dias pegar de novo, eu, justamente EU ele achava que poderia fazer isso. Eros devia estar acostumado com as garotas idiotas da vila dele ou de Hogwarts, mas eu não era como elas.

Mas ainda era humana.

Eu o provoquei, e no segundo seguinte sabia que havia cometido um erro. Não sou uma garota que costuma fazer as coisas certas, e isso era um defeito, porque naquele momento, eu estava indo contra mim mesma. Confuso, eu sei, mas consegui me dar conta disso enquanto o provocava, e então eu me afastei dele. Porém, eu devia ter ido embora, uma parte muito grande de mim gritava "Levante-se e aparate agora!", mas uma parte menor dizia "Fique sentada e veja o que acontece", e com todos os demônios, a menor parte estava vencendo.

- Sinto muito, mas a prioridade é minha e VOCÊ está me atrapalhando a ver o que quero ver. Que tal, você me ajudar? - eu não entendia, porque Eros não parecia demonstrar nenhuma reação diferente ao fato de eu tê-lo provocado segundos atrás. Eu tentei ignorar isso e revirei os olhos, me ajeitando melhor na areia enquanto observava o mar - Não vai sair? - ele continuava lá, parado, e eu me esforçava para não puxar a espada ao meu lado e cortar as pernas dele.
- Para o inferno sua prioridade, agora saia da minha frente. - eu retruquei, irritada, enquanto lançava meu melhor olhar raivoso para ele. E o que ele fez? Apenas passou as mãos pelos cabelos.
- Tudo bem! Adoro fazer como sinto vontade. - eu resmunguei uma praga em espanhol enquanto o garoto se afastava um pouco.

E no momento seguinte, as coisas começaram a sair dos meus planos.

Eros me agarrou pelo tornozelo e me puxou, eu não estava preparada para isso e então me desequilibrei, caindo deitada sobre a areia, minha camisa enrolando-se toda para cima. Fiquei perdida por um momento, sem reação, enquanto Eros acomodava-se entre minhas pernas. Eu via o céu azul caindo para um tom laranja, e no segundo seguinte, vi os olhos de Eros me encarando, duas bolinhas verdes vibrando de malícia. E, maldição, ainda assim eles eram muito atraentes.

- Bem melhor assim. - ele murmurou, inclinando-se para mim. Eu ainda não havia voltado a funcionar, e acho que mesmo que tivesse, não saberia direito qual parte minha ouvir. A parte que insistia em gritar "CHUTE-O E FUJA!" ou a que balançava bandeirinhas cantando "Veja até onde vaaaai".

Senti as gotas de água do corpo de Eros caírem sobre o meu, causando um leve choque térmico por estarem quase frias e meu corpo estar muito quente. Eros prendeu minha coxa em sua cintura e eu a mantive ali, porque o maldito time das bandeirinhas estava vencendo e agora havia resolvido ir fazer uma festa glacial em meu estômago. O garoto mordeu meu queixo, sugando-o, e enquanto ele deslizava os lábios pela minha pele, eu senti um arrepio percorrer desde os meus dedos do pé até minha nuca. Senti ele prender meu lábio entre os seus e sugá-lo também, e foi então que minha respiração começou a descompassar e o pouco que restava daquela voz que dizia "Fuja" gritou "Foda-se". E, claro, depois disso, foi bem difícil eu não sorrir maliciosa, porque nada de puro e limpo se passava pela minha cabeça naquele momento. Se é que passa.

- Pronto, já vi exatamente o que eu queria. Uma raridade. – ele parou, ainda em cima de mim, e indicou o coqueiro com a cabeça. Eu tombei um tanto a cabeça para trás e vi o que ele me mostrava: uma flor estúpida.
- O... Você... Só pode ser brincadeira. - eu tentei engolir toda a minha frustração, Eros só podia estar brincando, eu não aceitaria outra explicação.
- Ué, eu disse que tinha algo pra ver. Sua cabeça estava na frente. - eu xinguei em espanhol e comecei a socar o peito dele, numa tentativa falha de afastá-lo de mim.
- Verme, saia de cima de mim! - e ele não se moveu, eu muito menos, acho que, infelizmente, na realidade eu não queria que ele saísse... Não, Ariel, agora você quer que ele se afaste! - Anda, cão, você está me molhando! - eu quase dei risada depois dessa desculpa. Você já foi bem mais convincente, Ariel.
- Eu estou te molhando? Quando foi que a pirata ficou tão fresca? - eu sabia que nunca ia convencer alguém com aquela desculpa, mas mesmo assim, fiz uma cara feia para ele e voltei a tentar empurrá-lo.
- Fresca vai ser a minha espada no seu pescoço se não se afastar agora. - eu tentei parecer mais ameaçadora dessa forma, mas pelo inferno, eu podia sentir que não estava sendo. Então eu tentei me livrar dele, porque finalmente meu corpo decidiu funcionar, mas aquele patife apertou minha coxa de novo, desligando meu corpo novamente.
- Não se preocupe Ariel, vou te secar e limpar. – ele me soltou, e eu vi ali a oportunidade perfeita para rolar para o lado e ir embora, deixar o garoto se divertir sozinho, mas Eros foi mais rápido, me segurou pela cintura e começou a inclinar-se.
- Cão, é o últ – e então eu me calei.

Com as mãos firmes em minha cintura, eu senti a língua de Eros tocar minha pele, lambendo o caminho percorrido pelas gotas de água, lentamente. Eu podia sentir os fios molhados de seu cabelo me fazendo cócegas levemente, enquanto ele deslizava a língua até meu umbigo, onde senti uma mordida que, maldição, me fez morder meu próprio lábio. Eu levei minha mão ao cabelo dele, dando leves puxadas. No começo, a intenção era realmente que eu o machucasse e ele se afastasse, mas conforme eu sentia os lábios quentes de Eros me tocar, diabos, tudo mudou e eu não estava mais tentando machucá-lo. Não, a droga dos puxões no cabelo dele era um... “Carinho” desengonçado.

Senti os dedos de Eros se pressionarem mais contra minha pele, e a cada mordida, cada chupão que ele dava em minha barriga, eu sentia um arrepio novo, mais forte. A sensação esquisita em meu estômago parecia que nunca mais me deixaria em paz, e não ajudava em nada ele subir as provocações (porque eu não conseguia chamar aquilo de outra forma) pelo meu tronco. Ele já estava perto, muito perto dos meus seios quando achei que não conseguiria ficar mais arrepiada.

E então ele parou. Ergueu a cabeça, a droga do sorriso safado brilhando ali como sempre, mais forte desta vez, e eu não sabia o que fazer. E eu simplesmente detesto não saber o que fazer.

- Pronto, acho que não há mais problemas. – e então o grego jogou-se sentado ao meu lado, os joelhos junto ao peito, os braços apoiados neles, os olhos no mar, aquela risada dos infernos... Mares, ele era simplesmente a coisa mais linda daquele lugar. A coisa que mais me atraía, que estava me fazendo delirar...

E eu odiava a maneira como ele fazia isso.

E, justamente por isso, eu faria daquela forma também. Se estamos na Grécia, salve Zeus!

- Ainda há um problema. – eu disse baixo, enquanto sutilmente me inclinava em direção a ele – Você ainda está molhado. O vento traz suas gotas de água até mim. – eu dizia enquanto, lentamente, eu afastava os joelhos do peito dele, abrindo espaço em seu colo – Vamos resolver isso. – passei uma de minhas pernas entre as pernas de Eros, abrindo um vão entre elas, e me firmei em meus joelhos, ficando quase de frente para ele.

Quando se passa muito tempo em Tortuga, você aprende alguns truques. Então, sem esforço algum, eu soltei as alças de meu sutiã e o abri, tirando o mesmo livremente pelo decote da minha camisa. Rapidamente, eu o passei pelo pescoço de Eros, usando-o como uma corda para puxá-lo para mais perto de mim. Colei meu corpo no dele, e nossos lábios se tocaram levemente. Eu os mordisquei, antes de passar lentamente a pontinha de minha língua nos lábios do garoto. Eu raspei lentamente minhas unhas pelas costas de Eros ao levar minha mão até a nuca dele, onde enrolei meus dedos em algumas mechas de seu cabelo úmido, e quando ele tentou me beijar, eu os puxei levemente, mas de modo que o forçasse a erguer um tanto a cabeça.

Deslizei meus lábios pelo queixo até o pescoço dele, enquanto soltava o cabelo dele, onde mordiscava e dava chupões que (eu esperava) deixariam marcas. Continuei descendo meus lábios pelo corpo dele, e com as mãos, eu o empurrava para trás, forçando-o a se deitar na areia. E, ainda assim, eu me esforçava para não tirar meus olhos do rosto dele, ou para não deixar o leve sorriso sacana que eu tinha no canto dos lábios morresse. Minhas provocações já estavam ultrapassando o umbigo dele, e mesmo assim eu continuava descendo meus lábios. Já havia chego ao elástico da bermuda do Eros, quando parei rapidamente, ergui levemente a cabeça e pisquei um olho para o garoto, antes de deslizar meus dedos sutilmente para dentro do elástico, e então fiquei brincando com ele, como se estivesse indecisa entre tirar a bermuda ou não. Nessa brincadeira de estar indecisa, minhas unhas raspavam na pele dele, sempre que eu fazia de conta que iria tirá-la. E, durante tudo isso, eu voltei a beijar logo abaixo do umbigo dele, ainda descendo, até que cheguei aonde queria, e por cima da bermuda mesmo, eu distribui alguns poucos beijos mais demorados no “pequeno orgulho” do Eros. Minhas mãos deslizaram para a bunda do garoto, e mesmo que eu não conseguisse pegá-la completamente, eu a belisquei.

E então eu ergui meu corpo, ficando sobre os joelhos novamente e sorrindo, joguei meu cabelo todo para o mesmo lado e foi o tempo suficiente para Eros agarrar minha cintura e rolar para cima de mim. Senti minhas costas tocarem a areia outra vez e meu sorriso aumentou, mesmo que eu não tivesse muito tempo para sorrir, porque os lábios de Eros voaram de encontro aos meus.







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by accio boy @ ops! i did it again!
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MensagemAssunto: Re: Grécia - RP Fechada - 21.08.1805 - Ariel e Eros   

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Grécia - RP Fechada - 21.08.1805 - Ariel e Eros
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