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 RP FECHADA - 20 de Setembro - Brandon & Helena

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Helena Manderley
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MensagemAssunto: RP FECHADA - 20 de Setembro - Brandon & Helena   Dom Set 23, 2012 12:21 pm

- RP FECHADA -





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Brandon Leobald & Helena Manderley

20 de Setembro de 1805, 18h15
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Helena Manderley
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MensagemAssunto: Re: RP FECHADA - 20 de Setembro - Brandon & Helena   Dom Set 23, 2012 7:22 pm







Soltava risadas enquanto corria pelo corredor sendo seguida por Brandon. Finalmente tínhamos conseguido fugir dos milhares de fãs que ele tinha, por estar a participar do torneio, assim como nossos amigos que não nos davam um minuto de descanso. Sei lá, acho que todos combinaram de não nos deixar namorar este mês. Sim, porque era quase impossível passar mais de alguns minutos com Bran, sem que alguém nos interrompesse e se juntasse a nós. E vamos ser sinceros, nós precisamos de estar sozinhos, mesmo que seja só conversando.

Já estávamos há algumas semanas em Hogwarts. Sentia-me livre de novo e acho que Bran notava isso no meu sorriso. Andava despreocupada, sentia-me protegida, como não me sentira nas férias. – Acho que conseguimos – ofeguei parando aos poucos e me encostei contra a parede, tentando pegar o fôlego de volta. – Viste a cara deles quando saímos a correr no final da aula? – soltei uma gargalhada e logo Bran estava colado com o corpo no meu e eu me deixei levar, me colocando na ponta dos pés e retribui o beijo. - A minha risada não é gostosa, é estranha – reclamei quando ele disse que gostava.

Levei a mão até aos cabelos loiros dele e comecei a brincar com algumas mechas, colocando para trás da orelha. – Achas que o meu cabelo está muito grande? – comentei do nada, sentindo o olhar inquisidor de Brandon sobre mim. – Cathe disse que eu estou cabeluda – fiz uma careta e ele riu, e eu não consegui evitar de sorrir boba. Realmente sentia falta de estar assim com Bran.

Olhei em volta e vi que se queríamos estar sozinhos tínhamos que sair do corredor, era muito exposto. – Vem, vamos procurar algum lugar. – sorri e peguei na mão dele, entrelaçando os dedos e comecei a andar pelo corredor à procura de uma sala vazia onde pudéssemos ficar. – Então, como foi a tua última semana? – encostei-me mais nele, sentindo a sua mão deixar a minha e envolver a minha cintura. É claro que falávamos todos os dias, mas nem sempre tínhamos tempo de contar e falar tudo o que queríamos, ainda mais se tinha enxeridos ouvindo. Okay, eu adoro nossos amigos. Mas não custava nada nos dar uns minutos só para nós.

Foi difícil encontrar um lugar para ficar. Algumas das salas estavam ocupadas por grupos de estudo e até casais como nós. E o me mais me chocou foi o armário das vassouras. Aquilo estava realmente a aquecer ali dentro oo’. Então, nós simplesmente continuamos a andar até irmos para uma área mais deserta. Encostamos na parede, com a tapeçaria nos cobrindo, e eu espero que ela não caia sobre nós. – Vais-me contar porque andas uma semana a fugir da Cassy e depois foste com ela a Hogsmeade? – sentiram um ligeiro ciúme na minha voz? Né, porque eu não tenho uma boa lembrança do meu último encontro com a Corvina. Ela molhou a minha roupa com suco! Mas apesar disso, eu estava curiosa para saber o que os dois andavam a aprontando.

Encostei-me mais na parede, abrindo um pouco as pernas, e assim dando espaço para Bran se colar mais em mim. Coloquei as minhas mãos na nuca dele e comecei a acariciar devagar. – Surpresa? Ah não, agora eu quero saber – fiz uma careta, e logo fui calada com um novo beijo. Mas um beijo diferente, mais intenso, mais fervoroso. Senti a língua dele roçar na minha, e o puxei mais para mim, colocando uma mão no seu queixo, e movendo a minha boca contra ele. Nossos corpos estava grudados, até demais e eu começava a sentir muito calor. Dei uma mordidinha no lábio dele e ouvi-o gemer baixinho. – Isso é castigo por não me contares a surpresa. – tentei fazer cara de brava, mas logo gemi baixinho quando senti os lábios de Brandon roçarem no meu pescoço, beijando e sugando lentamente a pele. – Vai ficar marca… - ofeguei, e senti ele marcar mais, como se essa fosse a intenção. Nunca tínhamos estado assim. Acho que a saudade era muita de ambas as partes.

O meu corpo estava a tremer, e senti uma mão dele apertar a minha cintura e se existia um espaço, mesmo mínimo que seja, entre nós isso deixara de existir. Conseguia sentir cada curva do corpo de Bran, o seu coração a bater e a respiração sobre mim. Gemi baixinho com todo aquele contacto e com todo o calor que estava a sentir. E nesse momento dei conta de como a minha respiração estava acelerada. Desci uma mão pelas costas dele até atingir a borda da blusa e coloquei dentro, com minha pele fazendo contacto com a dele. E cravei as unhas, pelos arrepios que ele estava a fazer-me sentir. – Bran, eu te amo tanto – sussurrei e vi ele levantar o rosto e sorrir bobo.

Logo nossos lábios estavam juntos de novo. O mundo tinha parado à nossa volta. Eu sentia que meu coração ia explodir de tanto amor, tanta ternura e felicidade. E era assim que eu queria ficar para sempre. Soltei nossos lábios, buscando ar para respirar e vi os lábios vermelhos e pulsantes do garoto. - És a pessoa mais importante da minha vida - sorri, e Bran sorriu de volta, colando a minha testa na dele e senti uma de suas mãos descendo mais, até a minha coxa, num gesto ousado demais. E eu me ajeitei, subindo um pouco a perna, quase enlaçando a cintura dele. Cravei mais as minhas unhas nele, ouvindo-o gemer e voltei a sentir nossos lábios colados, em mais um beijo de paixão e desejo. Me sentia quente demais, mas era algo bom que queria prolongar enquanto pudesse.


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Brandon Leobald
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MensagemAssunto: Re: RP FECHADA - 20 de Setembro - Brandon & Helena   Qui Set 27, 2012 10:34 am



Nos últimos dias Brandon vivia ocupado tentando desvendar o mistério daquela dica para a próxima prova do torneio de Hogwarts, e mesmo assim Jeffrey dizia que era algo sobre lobisomens, ou criaturas noturnas. Brandon não tirava a razão do colega, mas sabia que tinha algo muito mais distinto, se tudo aquilo fosse apenas uma pegadinha aquela maldita gárgula iria sofrer as suas consequências.

Durante a aula de Transfiguração, Helena lhe mandou um tsuru que voo sobre a cabeça de todos e chegou a mesa que o Brandon dividia com Mile, e a garota sugeria para os dois fugirem do jantar para ficarem um pouco juntos. Brandon deu um sorriso malicioso para o pergaminho que se queimou em suas mãos. Virou para o amigo que o olhava curioso. – Não posso contar... – sorriu. Mas o sorriso lhe entregava, e todos sabiam disso. Ainda mais sendo o único pergaminho voador, era só juntar os pontinhos para saber o que iria acontecer.

Assim que o professor encerrou a aula no meio de toda aquela confusão, de alunos saindo e alunos parando para conversar com o professor, Brandon apanhou Helena pelo braço primeiramente e a puxou para o outro lado do corredor. Na verdade, o lado certo era todos descerem para o Salão Principal e jantarem, mas eles foram sentido o resto do andar. A sala de Transfiguração ficava na beira da escada que descia, então tinham todo o andar para correr e andar. Mesmo assim não estariam sozinhos, fantasmas e quadros. E sim, também alunos, pois muitos iam para seus quartos ou até a biblioteca, ou até mesmo fazer o mesmo que eles.

Brandon parou junto com a sua prometida e riu dela. Tinha o rosto branco e as maças coradas, era tão linda de qualquer jeito. Ela encostou-se a parede para recuperar o ar, e Brandon aproveitou para colar seu corpo ao dela e roça os lábios nos dela. – Não olhei pra trás, amor... – confessou e tentou recuperar um pouco do ar antes de a beijar de verdade, sentindo a mão dela fazer seu corpo se arrepiar enquanto lhe acariciava nos cabelos. E ela riu, não sabia se foi bobinha, ou se foi mais assanhadinha. E Brandon riu junto. – Sua risada é tão gostosa! – comentou e se afastou um pouco dela descendo os olhos para seus lábios, e ouvindo-a rebater. – Oh, mas eu gosto. E é isso que importa. – riu junto com ela e acariciou seu queixo com o polegar, e deixando os outros dedos caminhando um pouco pelo seu pescoço.

- Não acho... – comentou sem pensar e então passou a mão pelos cabelos dela acompanhando com até o seu final que parava bem em cima d comissão de frente dela. E Brandon sorriu um pouco bobo passando a mão se querer e corou olhando para sua prometida. Queria até pedir desculpas, mas as palavras ficaram presas em sua boca e ela apenas o puxou pelo colarinho da camisa e o beijo com um pouco mais de intensidade. E no final os dois começaram a rir bobo.

O casal não ficou muito tempo parado, e por mais que os alunos seguiam para outros destinos o corredor do primeiro andar era muito perigoso para quem queria ficar sozinho. Por isso o casal saiu dali. Brandon era guiado por Helena, mas agora não precisava de muito para lhe chamar atenção ou para poder ficar com o rapaz, ele adorava ela, e mais que isso, ela era uma grande amiga, e sua companhia sempre lhe fazia bem. – Minha semana foi normal, ainda estamos tentando chegar a uma saída para a pista que conseguimos da primeira tarefa, mas não chegamos a lugar nenhum, e a Rikke anda ocupada com as tarefas de monitora e então não temos muito tempo juntos. Acho que vamos sair perdendo nesta... Mas espero recuperar no recorrer da prova. – respondeu sorrindo, Brandon sabia que poderiam se sair bem na prova novamente, e o grupo estava mais concentrado. – E você, Lena... Como correu a sua semana? – indagou a garota e se soltou de sua mão e a puxou pela cintura para ficarem um pouco grudados, e naquela posição podia sentir o doce perfume que saia de seus cabelos, e descendo um pouco o que vinha do pescoço.

Andara um pouco mais do que queriam, ou que haviam previsto. Entraram em algumas salas vazias, que não estavam assim vazias. Algumas os alunos estudavam e outras namoravam. E até no armário das vassouras um casal estava ultrapassando um pouco o semáforo. E Brandon riu da cena, apesar de ter corado pensando neles naquela situação também. Mas o local deles não era assim tão secreto, eles acabaram encostando na parede, se beijaram, se enroscaram e quando perceberam uma tapeçaria cobria o casal. E Brandon riu com a pergunta que veio da noiva. – Bem, será que eu devo? – sorriu brincando com ela. Ali atrás da tapeçaria não se enxergava direito, mas podia perceber a pontinha de ciúmes vindo da morena. – Calma, eu não posso contar, porque é segredo... Mas você vai gostar, e vai saber também quando acontecer. – mostrou a língua para ela e ela mordeu a ponta.

Sabia como era o gênio da sua noiva, e não deu chance de discussão. Brandon colocou seus lábios nos dela e lhe roubou um beijo intenso e caloroso, e ela poderia não retribuir, mas retribuiu, isso demonstrou que não estava chateada, e que provavelmente iria esperar a surpresa calada, provavelmente. – Aii... – gemeu baixinho ao sentir que o beijo dela se transformou em uma mordida, não doeu de verdade, mas o susto o fez gemer só para ela. Quer brincar... Pensou fechando os olhos e descendo os lábios roçando no pescoço dela, e a beijando lentamente, e então sugou a pele. E quando a ouviu gemer e reclamar não parou igual ela. Continuou um pouco. E no final passou de leve a ponta da língua por onde havia marcado.

Sentiu um pouco o calor lhe consumir, e a sua respiração ficar acelerada. E os carinhos dela foram descendo até tirar a sua blusa de dentro da calça e a mão dela entrar em contanto com a sua pele. Grudou mais nela, sentindo o seu corpo retribui o carinho e se arrepiar, sentindo os pelos do corpo em excitação. A abraçou mais apertado pela cintura. – Eu te amo mais, HELENA... – sussurrou no ouvido dela, deixando ela sentir sua respiração ofegante.

Os olhos quase sempre permaneciam fechados, numa escuridão, e apenas o que se trabalha eram os lábios e as mãos, os poucos gemidos que poderiam ouvir, entre os beijos e caricias. Fazia tanto tempo que não ficavam assim que sua mão acabou descendo e acariciando a coxa dela por cima da saia e então sua mão escorregou um pouco mais, e assim que ela levantou uma das pernas ele desceu a outra mão e apertou a sua coxa, e a puxou pra cima, segurando pelas pernas num gesto mais ousado - que o normal - para o casal e os beijos voltaram mais caloroso e quentes, seu corpo respondia a ela. Seu corpo estava quente, sentiu ela lhe puxar um pouco pela gravata e descer a mão pelo peito, e arranhar por cima da blusa.

- Eu... – sussurrou – Só quero... – e ela o interrompia com beijos em seu pescoço, e sugando sua pele. – Você... – conseguiu terminar, mas naquele momento não queria terminar nada apenas a beijar, apenas saber que seu mundo estava em volta do dela, e que tudo que fazia era só para ela. Sua mão subiu e sentiu a perna dela descer e roçar entre suas pernas e a saia ficar um pouco presa e Brandon sentiu um forte arrepio.

Brandon... – e então ele parou tudo. – Ouviu isso? – indagou em meios aos beijos da garota que lhe arrepiavam mais e mais e que lhe faziam não prestar atenção, ela tinha poder sobre ele. – Ouviu uma voz? – perguntou de novo, mas a garota negava. Brandon curioso apenas colocou a cabeça para fora da tapeçaria e o corredor continuava negro, num breu e parecia que só eles estavam presentes no local. E antes de poder fazer alguma coisa sentiu-se puxado pela gravata e agora a noiva quem estava a frente dele, e suas costas estavam contra a parede. E ele esqueceu a voz, e voltou a beija-la. E sua mão escorregou pelas costas dela e apertou em baixo por cima da saia.
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Helena Manderley
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MensagemAssunto: Re: RP FECHADA - 20 de Setembro - Brandon & Helena   Sab Out 13, 2012 4:27 pm







Meu corpo estava quente de mais. Tenho que começar a usar vestidos mais leves nos meus encontros com Bran, ou vou acabar sufocada de calor! É sério, acaba por ser desconfortável. Mas esse desconforto era facilmente esquecido se eu só pensasse em todos os arrepios e o roçar nos lábios do garoto em mim. Ele me fazia delirar, literalmente. E nós nunca tínhamos passado tanto o limite social.

Gemi com os carinhos e depositei cada vez mais beijos nele, alternando entre fogosos e delicados, para conseguir respirar um pouco. Meus pelinhos estavam arrepiados, e eu só queria grudar mais em Bran, o que era fisicamente impossível. Todas aquelas roupas entre nós estavam me deixando meia desespera. Queria sentir de novo o toque da pele dele na minha, como tinha sentido na noite em que dormira em sua casa. Claro que nada, além de beijos e carinhos, tinha acontecido. Apesar que agora eu pensava em algo mais ousado. E foi assim que eu senti a mão dele acariciar a minha coxa e depois apertá-la, para que eu subisse e o entrelaçasse com ambas as pernas. – Bran... – gemi, meio que ofegando e abri os olhos, sentindo o corpo dele contra o meu.

Colei meus lábios nos dele, sentindo um desejo que nunca sentira antes. Não queria sair dali, queria prolongar o momento e continuar a sentir todas aquelas coisas estranhas mas prazerosas. O nosso beijo era quente, ousado, cheio de mordidinhas e gemidos e eu ia cravando as minhas unhas nas costas dele, conforme sentia os arrepios percorrerem o meu corpo. E o calor, meu Merlin, estava com vontade de tirar aquele vestido infernal, mas um pouco da minha razão dizia que aquele não era o lugar próprio para tal coisa.

Fechei os olhos, com o meu coração palpitando mais rápido com o normal e logo desci meus lábios para o pescoço de Bran, dando beijinhos e mordidinhas, marcando o local. – Eu sou só tua – gemi baixinho sentindo ele apertar a minha coxa e desci a perna, roçando nas pernas dele e sentindo ele tremer um pouco e gemer contra o meu ouvido. Não demorou muito para ele atacar meus lábios e me prender mais contra a parede.

Então, Brandon parou de repente e eu o olhei meia atordoada. Não só porque estava sentindo tanto prazer, como não entendi porque ele tinha parado assim. – Não ouvi nada – sussurrei e o puxei pela gravata quando ele olhou para fora da tapeçaria, o puxando de volta para mim e virando, deixando-o encostado na parede e eu entre as pernas dele. Logo os lábios dele estavam sobre os meus e aqueles segundos estranhos tinham passado e eu só sentia a mão dele escorregar pelo meu corpo.

Suguei de leve a língua dele e gemi alto quando ele apertou a minha bunda. Era um gesto audaz, algo que nunca tinha acontecido, estranho mas bom. Olhei para ele, com o rosto corado demais e puxei de leve o lábio inferior dele, ouvindo-o sussurrar para mim. Mas me perdi em pensamentos quando os lábios de Bran atacaram o meu pescoço e colei mais os nossos corpos, me encaixando perfeitamente nele.

Ofeguei e resmunguei baixinho, sentindo meu pescoço arder um pouco, pelas marquinhas e mordidas que ele me dava, com o corpo arrepiado e então ouvi um barulho do lado de fora e abri os olhos, ainda sentindo os beijos de Bran no meu pescoço. – Helena… - era a voz da minha mãe, fraca, mas era. – Bran, você ouviu? – perguntei e afastei um pouco meu corpo do garoto, vendo o olhar de desejo dele. – Você ouviu a voz da minha mãe? – ele abanou a cabeça e tentou me puxar de volta. – Não, espera… - sussurrei e me afastei de novo, saindo da tapeçaria e Bran foi atrás, tentando se recompor. Vi os lábios vermelhos e inchados dele e passei a mão pelos meus cabelos, pensando que eu deveria estar do mesmo jeito. – Só preciso saber o que está acontecendo… quem está nos chamando. – Bran respondeu, dizendo que também ouvira uma voz chamar por ele. Pelo menos eu não estou ficando doida.

Começamos a andar pelo corredor escuro, apenas iluminado por tochas de parede em algumas partes. Bran me abraçava e eu deixei-me reconfortar pelo calor do corpo dele. Algo estava muito errado. – Helena, me ajude… - ouvi a voz de minha mãe de novo. – Mãe!? – corri até uma porta e a abri, ouvindo Bran vir atrás de mim. – Onde você está? - indaguei e olhei em volta. A sala estava escura, apenas iluminada pela luz da lua, que vinha da janela. Pisquei os olhos tentando acostumar a essa luz mínima e nesse momento ouvi a porta se fechar atrás de nós, com força.

Bran foi até a porta e mexeu na maçaneta, mas ela não abria. – Isso não é bom sinal… - respirei fundo, tentando me acalmar e coloquei a mão no bolso há procura da varinha, com meus olhos percorrendo a sala e vi um corpo no chão, algo que eu não tinha notado antes. – MÃE! – senti lágrimas encherem os meus olhos e simplesmente corri para o meio da sala. Cai de joelhos no lado dela e começei a abanar o seu corpo. - Mamãe acorda, acorda. - exclamei desesperada, com o rosto molhado, vendo os olhos abertos dela, vermelhos e o corpo cheio de sangue. E o corpo morto da minha mãe desapareceu, aparecendo meu pai. Meu pior pesadelo.

Soltei um grito de horror, vendo meu pai se aproximar de mim com um chicote na mão. E aquele chicote não me dava boas memórias. Coloquei a mão nos ouvidos e me balançei no chão, lembrando do barulho daquele pedaço de pano fazia ao entrar em contacto com a pele, e a dor que sentia após isso. Senti a mão dele machucar meu braço, enquanto me colocava de pé e gritei para me soltar e senti um feitiço passando por mim indo em direcção do meu pai. Ele se desiquilibrou, mas continuou no lugar.

Não podia ser, Hogwarts era segura. Ninguém nos pode machucar dentro desse castelo. Me rastejei para trás, até sentir os braços de Bran em minha volta e depois ele se colocou na minha frente me protegendo, e meu pai desapareceu, aparecendo outra sombra. Algo conhecido para Bran.

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Brandon Leobald
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MensagemAssunto: Re: RP FECHADA - 20 de Setembro - Brandon & Helena   Seg Nov 19, 2012 12:22 pm


Era tão bom estar com quem gosta. E Brandon se sentia completo estando ao lado de sua amada. Helena sempre lhe fazia rir e corar, e ainda tinha forma divertida de ver o mundo, de ser. E nos últimos meses ela não tinha estado bem, ainda mais pelas ameaças do pai, mas naquele momento todos os problemas estavam sendo esquecidos, tudo e todos. Era só Helena e Brandon, e uma velha tapeçaria escondendo os dois da verdadeira realidade que era o castelo onde estudavam.

Os beijos haviam ficado mais calorosos e mais ousados. As mãos de Brandon queria cada vez mais descobrir a pele dela, sente o arrepio e o gelado de seu corpo contra o dela, mas ainda tinha algo em sua consciência que o segurava. Não podia ir mais além, e sabia disso, por mais que queria, por mais que deveria. Mas não podia ser assim. E com a ousadia vinha também o receio, e aquele leve arrepio que desceu a sua espinha, que por hora era culpa da noiva, e por outra pela voz do irmão. Mas nada disso, o fez parar ou desistir dos beijos e amasso com a prometida. Seu corpo estava mais quente.

Minha imaginação está a flor da pele... Pensou quando a garota não confirmou a voz. Talvez seja o medo de ser pego pelo irmão fazendo algo que não deveria, e de certa forma aquilo não deveria estar acontecendo, mas quem iria contra os hormônios adolescentes? E a beijou mais uma vez, no pescoço, no queixo, nos lábios.

Seu corpo logo em seguida se arrepiou dos pés a cabeça com o gemido alto que ela lançou, poderia ter certeza que a partir de agora todos sabiam que havia um casal em pleno romance atrás de uma tapeçaria. E se ele tivesse mesmo ouvido a voz do irmão o mesmo voltaria para lhe atormentar. Tentou desviar o foco do irmão e voltar para a noiva, e isso foi mais fácil do que o pensado, seus beijos encontraram os lábios dela e não pararam por aí, desceu vagarosamente e ficou no pescoço, sentindo a pele arrepiada, movia os lábios como se estivesse ainda na boca, mas era outra pele que encontrava, e aquela pele era mais divertida, lhe dava mais calor, porque Helena não parava, se mexia e arrepiava, lhe arranhava as costas e até ofegava.

Desceu uma mão pelas costas dela e quando pouso uma mão onde havia apertado Helena se arrepiou mais e parecia que não havia gostado, talvez quisesse que ele apertasse, mas não chegou a apertar de novo. Ela escapou antes. Brandon não estava raciocinando direito por isso demorou a apertar, quanto isso saio da tapeçaria logo atrás dela. – Eu também ouvi alguém me chama... – comentou se arrumando e arrumando um pouco a saia da namorada, olhou pelo corredor a procura de alguém que pudesse ter visto os dois. Fechou os botões da camisa e arrumou a gravata, a manga ainda estava enrolada acima do antebraço. Limpou um pouco os lábios dela onde o batom havia sido borrado e a seguiu corredor a fora.

Brandon abraçou a noiva, mas novamente ela fugiu dele. Correu gritando pela mãe. Será que ela não me quer mais, ou fui com muita sede ao pote? Se perguntou e correu atrás dela. – Lena! – gritou em sussurros para que ninguém percebesse a movimentação no primeiro andar. Entretanto o mesmo que ele fazia sua noiva não fazia, Helena, por sua vez, corria desesperada e gritava pela mãe. Naquele momento os quadros já deviam ter ido avisar alguém de que alunos estavam bagunçando no corredor.

Entraram numa sala escura onde a luz era mínima, a porta se fechou as costas deles como um estrondo. – Já vi essa cena... – resmungou em voz baixa se lembrando de quando ficou preso com Isabella em uma outra sala com uma acromântula... Sentiu seu corpo arrepiar com o medo, tentou abrir a porta, mas ela não dava o mesmo sinal de vida que deu ao se fechar. A frente um corpo estava todo ensanguentado, e reconhecia aquele corpo sem vida, era sua sogra. Helena se desabou em desespero e por mais que Brandon poderia ajuda-la não tinha forças, encostou as costas na porta e morde o próprio lábio não tinha como aquilo acontecer em Hogwarts.

A sogra mudou de corpo e se transformou no sogro, aquela imagem não era tão assustado quanto parecia, mas Helena gritava e berrava e sabia o que tinha acontecido a ela. Não é uma miragem, é um... Se desencostou da porta e andou para perto da noiva, retirou a varinha do bolso e quando o sogro se preparou pra acertar uma chicotada nela. Verdimillious! – um raio verde passou por Helena e acertou a figura paterna, que de pai não tinha nada.

A morena rastejou para perto dele e deu um suave beijo em sua testa, a puxando para trás colocando encostada na parede. – Ria, amor... – conseguiu falar e se virou para o pai dela que ficou parado a sua frente e começou a se transformar. O homem ficou mais alto e mais velho, e o medo apareceu em seus olhos. Seu pai. Empunhava uma varinha e disse coisas que o atingiam profundamente. Que ele não prestava que era inútil, que tinha vergonha dele e que precisava ser consertado. Ele envergonhou a família. Mas tudo era mentira, sabia que seu pai não era o melhor dos homens, mas não se sentiria assim, por mais que sempre desejou nunca desaponta-lo. – NÃO! – berrou ele, e o bicho-papão se transformou novamente.

Cabelos cumpridos, um sorriso doce e olhar apaixonado. Helena lhe esticou o braço, e um de seus olhos lagrimejaram, ela foi se afastando dele. Brandon esticou o braço para pegar a mão dela, mas não conseguia, nunca conseguia alcançar. A verdadeira Helena gritou algo que o fez voltar. Brandon parou e esticou a varinha. E murmurou alguma coisa que nem ele conseguiu identificar. Riddikulus! – e o bicho-papão que era a Helena transformou-se numa Helena em palhaço, com um grande nariz vermelho rosto pintado de branco e lábios vermelhos monstruosos. Ainda continuava linda, mas agora fazia palhaçadas. Brandon riu e viu a noiva atrás de si rir junto.

O bicho-papão em forma de Helena deu alguns passos para trás e entrou em um armário se trancando lá dentro. Brando respirou fundo e foi para perto da noiva. – Está bem? – agachou perto dela, e a morena simplesmente lhe deu um beijo doce e o abraçou forte. – Eu prometi que a protegeria, e sempre farei isso. – acariciou o rosto dela e guardou a varinha, e a única coisa que se ouvi naquele local era o bicho-papão lutando para sair do armário.
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