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 Fortaleza do Norte - 2ª Tarefa do Torneio

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MensagemAssunto: Fortaleza do Norte - 2ª Tarefa do Torneio   Sab Set 29, 2012 9:59 pm


Na fortaleza norte joias estavam dentro do cofre. Um tesouro escondido entre os itens da tarefa. Homens mariposa ambiciosos eram e atrás de riqueza corriam, nem que para isso humanos estivessem em seu caminho. Mas a quimera, guardiã do tesouro é que assustava. Três cabeças terríveis e ferozes a consenso chegavam. Os grifinórios podiam com isso lidar? Seu padrinho do tesouro podia cuidar? Fogo e ácido podem a bravura derrubar...



Atenção pras datas

Abertura – 29/09/2012
Encerramento – 20/10/2012

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Brandon Leobald
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MensagemAssunto: Re: Fortaleza do Norte - 2ª Tarefa do Torneio   Qui Out 04, 2012 7:28 am

Brandon Leobald efetuou 1 lançamento(s) de dados (Pontos de Duelo.) :
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Brandon Leobald
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MensagemAssunto: Re: Fortaleza do Norte - 2ª Tarefa do Torneio   Ter Out 09, 2012 8:32 am


Abriu e fechou quando o trio já estava a beira do abismo, o céu podia ter sido azul a algum tempo atrás, mas hoje, naquele momento o negro tomava conta. Brandon sorriu de canto e tentou não se esquecer de que o norte lhes pertenciam. Tinham a obrigação de defender um castelo que alguma criatura monstruosa iria querer invadir e mais poderosa que as da tarefa passada. Olhou para o lado e viu os companheiros, mais nervosos do que ele, talvez? Feitiços de ataque... Tentou se lembrar de algum, antes de saírem do chão, mas uma trombeta ao seu lado o assustou. E ele deixou o chão ao mesmo instante, quase ao mesmo tempo que Jeffrey também saiu e logo em seguida Rikke, tentou ver as outras casas nos seus, mas as asas que eles tinham pareciam ser mais rápida em questão de voo do que as dos demais, e instantaneamente elas batiam e faziam ao trio chegar rápido ao castelo norte.

- Estão preparados? – indagou assim que chegou ao castelo e pousou, mas só Rikke pousou com ele, ela parecia não se dar bem com altura. – Se não estiver bem cuide da nossa retaguarda... Eu e o Jeffrey seguraremos a fera e você cuida para que se algo der errado... – sorriu e deu um abraço na amiga e levantou voo. Não olhe para baixo... Pensou, mas a preocupação com a amiga e o medo dela o fez olhar para o breu e o abismo. Levantou a cabeça e viu Jeff rir dele. E se aproximou um pouco mais para espreitar assim que ele lhe avisou que os portões haviam sido abertos. Desviou seu foco para longe e viu alguém sendo perseguido por outros animais menores. Mas... E quando voltou a prestar atenção a frente o grito vindo de trás o salvou.

Brandon sentiu seu corpo todo se arrepiar e inconsciente apenas conseguiu desviar de um ataque vindo de um animal alado que o atacou num súbito mergulho de cabeça e passou por ele como raio azul ou negro. Olhou para o lado e Jeffrey já tinha dificuldade com outros da mesma espécie. Abriram a porta do Magizoologico Apanhou a varinha e voo para perto de seu companheiro. – Fiquei sabendo que precisa de uma ajudinha... – brincou assim que um de seus feitiços atingiu um alado que estava atrás do loiro. Ouviu seu nome novamente e assim que virou confiante o animal de olhos pequenos e boca gigante estava a menos de um metro de si. ESTUPEFAÇA! – e um raio vermelho deixou sua varinha e atingiu o alado em cheio levando consigo mais dois. Virou para observar a amiga ali parado perto da fortaleza, ela também tinha o seu trabalho. Espero que fique bem, loira... Dando meia volta e voltando para guerra das fortaleza.

Ouviram distante um rugido. – Não foi meu estomago, eu jantei antes de vir! – resmungou para Jeffrey. Mas o rugido se aproximou deles, enquanto os alados continuavam a atacar, e a dupla se defendia como podia. – O que acha que é? – indagou ao companheiro e ele resolveu fazer uma aposta, mas a aposta nem chegou a ser feita quando o grito do professor na fortaleza que protegiam avisou que eles tinham que se manter focados na tarefa. Quem escolheu ele mesmo como padrinho? E olhou para Rikke. Darius, havia sido escolhido porque a loira gostava dele, não tinha o que reclamar, Brandon ia bem nas aulas de poções, mas se soubesse que a tarefa seria assim teria escolhido outro professor, só esperava que o homem fosse o mesmo nas batalhas o que era nas aulas, pelo menos dentro de uma sala de aula e com um caldeirão o homem era seu ídolo.

Uma quimera apareceu. A sua cabeça de leão se abriu e ao invés do rugido o fogo saiu. E Brandon mergulhou para o lado, como havia feito anteriormente o alado para lhe atacar. Uma bola de fogo atingiu onde estava a loira protegida. – RIKKE! – gritou, mas quem foi ajudar foi Jeffrey que ainda atacava os alados menores. – Eu também preciso de ajuda! – avisou o amigo e pareceu que Merlin estava ao seu lado, ou o professor, um raio vermelho atingiu a face de leão que estava preparada para um novo golpe.

- Agora é comigo... – murmurou encarando a fera que estava a frente dele o vasculhando, e por mais que já tivesse se acostumado com aquelas asas aladas pensou se não poderia acontecer nada pior, bem... Aconteceu. Como o animal tinha três cabeças as três resolveram atacar ao mesmo tempo. Ou seja, uma bola imensa de fogo em sua direção. Brandon respirou fundo e pensou no que poderia usar para defender. Não sabia como, mas quando seu raciocínio voltou o feitiço já havia sido efetuado, e as três cabeças estavam brigando entre si, e o fogo que outrora sairia juntos ficou entre elas, a cabeça de leão foi a que mais sofreu.

O feitiço da confusão foi bem executado e a discórdia entre as cabeças deu tempo para o loiro olhar para os amigos e os ver seguindo em sua direção. Agora o trio estava novamente completo, e Rikke que havia ficado para trás estava bem disposta. Brandon olhou para o professor de poções na fortaleza norte - qual tinha que proteger - e o homem piscou com um dos olhos para ele. Brandon sorriu e voltou a encarar a fera, ela e seus filhotes que mais pareciam alguma coisa misturada entre morcego e um inseto qualquer.


Citação :
Ataque Quimera: 8 + 6 = 14
Brandon Defesa: 5 + 3 x 2 (efeito da mochila alada) + 6 = 17
Brandon Pontos de Vida: 10 – (14 - 17) = 10

Ataque Brandon: 5 + 2 + 6 = 13
Defesa Quimera: 6 + 6 = 12
Quimera Pontos de Vida: 10 – (13 - 12) = 9
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Rikke Nørgaard
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MensagemAssunto: Re: Fortaleza do Norte - 2ª Tarefa do Torneio   Ter Out 16, 2012 5:27 pm

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Rikke Nørgaard
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MensagemAssunto: Re: Fortaleza do Norte - 2ª Tarefa do Torneio   Ter Out 16, 2012 6:49 pm




don't be afraid to let them show your true colors






Certo, vamos fazer uma pausa aqui. A mochila voadora que a Grifinória ganhou é coisa mais estilosa e linda que alguma vez eu vi! E convenhamos que é muito mais útil que os objectos que as outras casas receberam! Estou seriamente pensando em ficar com ela no final desta tarefa. Afinal, uma mochila a mais, uma mochila a menos, ninguém repara, certo?

Então, voltando ao momento. Okay, eu até estaria me divertindo muito com aquele torneio, se cada criatura que aparecesse não tentasse me afogar, esfolar, matar ou comer, literalmente. Eu não entendo que pensamentos sanguinários tem esse novo director, porque convenhamos, ele deve ter algum fetiche com criaturas rasgando ele e bebendo o jorro de sangue. E isso, é algo que eu definitivamente não gosto. Quer dizer, eu adoro uma boa aprontagem, duelar pelos corredores, encontrar passagens secretas e tudo o mais, mas isso de virar comida já passou muito os limites! Acho que até os animais da floresta proibida são mais simpáticos.

A única parte que sinceramente posso dizer que estou gostando neste torneio é a parte do voo. Sendo uma esportiva e fã de Quadribol, voar é uma das coisas que mais gosto no mundo. Eu até poderia comparar esta tarefa a um jogo de Quadribol, sendo as bludgers as Colméias de Homens-Mariposa que tentavam incansavelmente me pegar! E juro, eles são feios como… Boca limpaaaaa! Não posso dizer palavrão ou tenho que lavar a boca com sabão! Rimou, é.

Como eu estava dizendo, a coisa complicou quando aqueles monstros alados surgiram do nada e começaram a nos perseguir e tentar chegar castelo que nós supostamente deveríamos proteger. Então, começou um vai e vem, dando piruetas e cambalhotas no ar ao mesmo tempo que tentava lançar todos os feitiços que conseguia lembrar. Jeff e Brandon estavam mais na frente, tentando apanhar as ‘Mariposas’ que passaram primeiro e segurar a fera que protegia o nosso tesoura. É, quem disse que ser Grifinória era só coragem e bravura? Nós temos sentimentos também! - Estupefaça! – gritei para um dos alados que apareceu do nada atrás de mim. – Sério, esse pega pega cansou! AQUA REDUCTO! – um jacto de água saiu da minha varinha e eu direccionei-a a minha volta, como se fizesse um circulo ou uma barreira, afastando para bem longe aquelas Mariposas de meia tigela. É, vocês sabem… asas molhadas não voam muito bem. Eu acho.

Voei em direcção aos garotos, já cansada de estar para trás e ouvi Darius dizer que tínhamos que nos concentrar na tarefa. E qual era ela mesmo? Proteger a muralha certo? – MAS EXISTEM TANTOS! – reclamei e logo me desviei de um alado que tentou mordeu meu braço. – HEY! BOMBARDA! – atirei e ele voou longe, levando outros com ele e acabando por explodir no ar. - ESSA PULSEIRA ERA DA MINHA BISAVÓ! Não é pra cravar seus dentes imunos nela! – terminei a frase soltando um resmungo e logo voltei a minha atenção para os outros alados que nos atacavam. – Ah Jeff nem se mete comigo hoje! – reclamei quando o garoto riu do meu humor.

A voz de Bran gritou o meu nome e me virei bem na hora que uma bola de fogo ia me atingir e só senti Jeff me empurrando para o lado. – DE ONDE VEIO ISSO?! – exclamei, sentindo o meu corpo quente, por ter sido por pouco. – Quimera? – arregalei os olhos com a resposta e segui meu olhar vendo Bran lutar com ela. –Jeff, já pode me largar – soltei uma risadinha, sentindo as mãos do garoto no meu corpo. – Tá com medo, tá? – logo ele estufou o peito e se afastou atacando uns cinco Mariposas, mostrando que não tinha medo de nada. – Só perguntei! – retorqui e senti Bran do meu lado. – Bom feitiço, leão, mas temos muito trabalho ainda! – disse meia empolgada e fui soltando mais uns feitiços.

Nós formávamos até um bom trio, sabia? Dificilmente alguém passava por nós e aaaaaaah! – GLACIUS! – e dois dos alados voaram por cima de nós, tentando ir em direcção ao tesouso e acabaram congelados e caíram sem parar. E eu não fiquei para olhar. Ouvi um rugido atrás de mim e arregalei os olhos. Parece que a quimera tinha recuperado do ataque anterior. Olhei para os lados, mas os garotos estavam ocupados demais. – Certo, é vocês e eu! – juro que é uma das coisas mais assustadoras que já tinha visto! Eu não sei para que cabeça olhar ou dar atenção! Não bastava ser só um? Não, nem duas! Tinha que ser três!

Começou a voar na minha direcção mostrando os dentes para mim, e aquelas garras horríveis e sem manicure e eu só tive tempo de desviar para o lado. Eu tenho algum letreiro na testa a dizer ‘Carne apetitosa’? Porque né… Pior é que isso tira a concentração de qualquer um!! Certo, se você quer bifes, vai ter bifes! Eu já comentei que estou sanguinária demais hoje? CULPA DO DIRECTOR E DOS FETICHES DELE! – DEFFODIO! – e vários entalhes profundos apareceram pelo corpo da quimera e nas suas asas. - AHA ponto para mim! Viu como não é agradável ser mordido ou cortado? - agora nem voar direito ele consegue. É para aprender. E bem, eu nem tempo tenho de comemorar, porque logo aparece uma Mariposa carente de sangue ou meu ouro para me atacar.

Citação :
Ataque Quimera: 8 + 6 = 14
Rikke Defesa: 3 + 3 x 2 (efeito da mochila alada) + 7 = 16
Rikke Pontos de Vida: 10 – (14 - 16) = 12

Ataque Rikke: 3 + 4 + 7 = 14
Defesa Quimera: 6 + 6 = 12
Quimera Pontos de Vida: 9 – (14 - 12) = 7



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Darius Mortymer
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MensagemAssunto: Re: Fortaleza do Norte - 2ª Tarefa do Torneio   Qui Out 18, 2012 10:18 pm

Equipe convocou o padrinho

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Darius Mortymer
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MensagemAssunto: Re: Fortaleza do Norte - 2ª Tarefa do Torneio   Qui Out 18, 2012 11:41 pm

Higher
Are you nervous?
Spending your days away in space
Thicker than air, than air

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Quando você é escolhido como padrinho de uma equipe para um torneio suicida sabe qual o primeiro pensamento que vem a sua cabeça? Ferrou. Pois é. Que fique registrado que estou neste exato momento pedindo um aumento de salário para os fundadores! u.u Desculpa sociedade, mas no contrato de emprego não tinha nenhuma cláusula sobre encarar criaturas demoníacas e sanguinárias pelos seus alunos em um torneio suicida! Aguardem o processo judicial quando eu sair dessa escola...

Eu sabia que o diretor Brier era um idiota descerebrado, mas aquilo era o ápice do absurdo! Um desafio em que alunos deviam domar e tratar criaturas que nem bruxos treinados pela Sessão Avançada de Contenção de Criaturas Mágicas do Ministério conseguiam fazer sem problemas? Para mim isso era uma loucura sem limites!

Eu estava na torre mais alta da Fortaleza Norte. Relanceei o olhar quando as trombetas das meninas da Corvinal ressoaram, e vi meus parceiros padrinhos em suas outras fortalezas. Bridget parecia mais poderosa do que nunca, Damian meneava a cabeça confuso e Drake parecia tão agitado quanto os próprios alunos. Apertei o casaco de couro de dragão mais forte quando vi os grifinórios voando, com as mochilas aladas, em minha direção. Os vidrinhos de poções ressoaram dentro dos bolsos “Precaução nunca é demais...”. Eu não iria voar. Ficaria apenas na retaguarda.

- ATRÁS DE VOCÊS! – gritei o mais rápido que pude.

Os portões da fortaleza central se abriram e um enxame de criaturas negras voava contra os três garotos loiros. Feitiços começaram a voar por todos os lados, os alunos gritavam nos balões torcendo pelas equipes de suas casas. Eu conseguia escutar a multidão grifinória ao nosso redor. E pensei rápido quando um grupo de homens mariposas debandou e investiu contra a fortaleza flutuante em que eu estava.

- Verdimillous! – bradei repetidamente, lançando o feitiço de combate contra as criaturas que eu conseguia. Elas eram ágeis, a maioria eu conseguia atingir, e estas caíam em queda livre. Mas muitas conseguiam ainda escapar e investiam contra mim. – Verdimillous! PROTEGO! – conjurei rápido, quando uma das criaturas investiu direto contra mim.

O vulto esbarrou no feitiço escudo no último instante, mas me desequilibrou e quase cai de costas da muralha. “O que esses meninos estão fazendo?” Olhei de relance desesperado e vi Brandon conversando em pleno ar com Jeffrey, sob o olhar da única menina da equipe, Rikke.

- MANTENHAM O FOCO MENINOS! – cara, eu tô aqui ajudando e eles batendo papo em pleno ar? Pelo amor de Merlin! ¬¬

Jeffrey voou em minha direção e veio dar suporte a retaguarda, lançando feitiços contra os homens mariposa ao meu lado. “Ele até que tem talento.” Reconheço. Após derrubar mais três das criaturas, um vulto voou rápido e aterrador sobre a muralha. Ouvi um rugido e só então me dei conta do real desafio. “Pelas barbas de Paracelso! O.O”... Sim, aquilo era uma quimera. Nível de risco e segurança máxima segundo a classificação do Ministério da Magia.

- CUIDADO COM AS CABEÇAS! – gritei para Brandon e Rikke, que voavam tentando se virar como podiam. Uma cuspia fogo, outra ácido e a terceira era venenosa. As asas membranáceas ocultavam ocasionalmente o sol. – AS TRÊS CABEÇAS! CONCENTREM-SE NELAS!

Jeffrey debandara, fora agarrar e se aproveitar da colega de equipe em pleno ar. “Malditos hormônios!” Bufei de raiva e me voltei novamente para outro enxame de homens mariposas. Perdi a paciência com feitiços e apanhei um dos frascos dentro do casaco. O primeiro que veio a mão, olhei de relance e vi o nome “Fogos Instantâneos”, joguei para o ar e brandi a varinha. O frasco explodiu em fogos de artifício entre o enxame, distraindo as criaturas. Rapidamente corri para o ponto mais alto da torre e vociferei.

- Cofringo! – o feitiço explodiu em meio ao enxame, e dessa vez não teve criatura para fugir. Todas caíam fumegantes em direção ao solo. De relance vi que haviam lançado um feitiço de confusão na quimera, que se autoatacava. – Ótimo, Brandon!

O movimento seguinte foi de Rikke, que usou um feitiço para danificar as asas da quimera. Mas dessa vez o que veio a minha mente foi a expressão “Má ideia! MÁ IDEIA!”, uma criatura confusa podia ser uma boa saída, agora feri-la com certeza a deixaria mais revoltada... E foi o que aconteceu. Rikke escapou a tempo, mas a criatura, embora manca voou de encontro ao segundo garoto da equipe que a atacara: Jeffrey. Antes que ele pudesse se afastar a criatura o atacou, praticamente depenando sua mochila e o garoto caiu, em queda livre, atravessou uma das ameias da fortaleza e capotou desacordado.

- JAMAIS ATAQUE MEUS ALUNOS! – o sangue subiu a minha face e uma fúria que eu jamais sentira cresceu dentro de mim. Eu podia tolerar qualquer coisa, mas nunca um aluno meu iria se ferir na minha frente. Corri novamente para a amurada da fortaleza. – Rikke, Brandon! JUNTOS! ATRÁS DE MIM! – os dois grifinórios voaram até a torre e ficaram voando as minhas costas. A quimera voava capengando a nossa frente. – Não se movam! – me concentrei e pensei em um feitiço forte o suficiente para derrubar uma quimera. – Incendio!!! – girei a varinha em um movimento amplo sobre a minha cabeça, concentrado todas as minhas forças no encantamento, de modo a torná-lo contínuo.

Um círculo de fogo se formava ao redor da fortaleza. A quimera rosnava e rugia do lado de fora, cuspindo fogo, ácido e veneno, em seu voo débil. Mas o mar de chamas amparava os ataques. Ela voou por cima do círculo, sobre a fortaleza, a cabeça draconiana cuspiu algo verde ácido direto contra nós. “É a hora!”

- Partis temporus! – bradei rápido.

O círculo de fogo concentrou-se e subiu como um jato direto contra a quimera. Varrendo o veneno antes de nos atingir. O golpe fora certeiro. A revoada de chamas emergiu como uma erupção sob o ventre da criatura. As cabeças rugiam enquanto o fogo atingia seu corpo com um barulho ensurdecedor. Quando o fogo se dissipou, a quimera caiu desacordada sob a base da fortaleza flutuante, com os pelos em chama.

Corri, com o rosto fechado, em direção ao menino caído. A mochila alada dele estava em frangalhos, e um talho as costas de Jeffrey, atravessando tecido, mochila e pele, derrubava sangue pelo chão de pedra. Sua pele estava fria e palidamente esverdeada. Ele estava desmaiado “Ou envenenado...” Virei o menino de costas, sob o olhar assustado dos colegas, e retirei os frascos de dentro do meu casaco. Derrubei o primeiro antídoto a base de bezoar infundido que encontrei sobre o ferimento, para em seguida, despejar todo um frasco de ditamno e aliquente para fechar o ferimento. O garoto finalmente arqueou o tórax, inspirando entrecortado e murmurando qualquer piada boba e sem sentido.

- Vocês foram excelentes garotos. Bruxos experientes raramente conseguem sobreviver a um primeiro contato com uma quimera. Vocês foram ótimos. – acrescentei, me levantando, para os outros dois que pareciam assustados ainda. – Ele vai ficar bem. – eu esperava. Mas por via das dúvidas conjurei as centelhas vermelhas novamente. Tínhamos uma segunda vítima do torneio.


Citação :
Ataque da Quimera: 8 + 6 = 14
Defesa do Darius: 7 + 5 + 4 = 16
Pontos de Vida do Darius: 10 – (14 - 16) = 12 (10 na verdade! O fato é que não perdi pontos de vida.)

Ataque do Darius: 7 + 8 + 4 = 19
Defesa da Quimera: 6 + 6 = 12
Pontos de Vida da Quimera: 7 - (12 - 19) = 0 (Abatida!)

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NOTES Até que fluiu... Pra justificar o Darius entrar no fight, joguei uma razão que foi a queda do Jeffrey. Rah, Sandy e Lippe qlqr coisa me grita pra editar! ;)

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MensagemAssunto: Re: Fortaleza do Norte - 2ª Tarefa do Torneio   Dom Out 21, 2012 4:59 pm

- Inimigo Derrotado -

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MensagemAssunto: Re: Fortaleza do Norte - 2ª Tarefa do Torneio   Seg Out 22, 2012 11:47 am



Uma aventura as cidadelas aéreas de Liliput, aos corações indômitos conclamava. Mas a equipe dos grifinórios não imaginava o terror que os aguardava. Os três garotos loiros, com suas asas, aos céus subiam. O tinido de metal e rugido de dentro da fortaleza central emanaram. As bases da fortaleza flutuante do norte tremeram, quando em sua direção um enxame de homens mariposas voaram. Mas era uma temível quimera, que eles realmente enfrentariam seu terror.

A equipe teria que lidar com o maior desafio dentre todas as equipes sorteadas. O padrinho Darius gritava pedindo foco e atenção. Como fazer isso em meio a tanta confusão? Foi Brandon, o herói da torre quem primeiro se lançou em combate, estuporando os homens mariposa para seus amigos salvar. Mas sua grande cartada foi um feitiço de confusão, três cabeças e três modos de pensar? Estava aí a solução!

A sagaz monitora Rikke combatia destemida, usando água para os insetos humanóides repelir. Mas a quimera confusa, dela não havia se esquecido, e contra ela sem temores investiu. Uma mordida da cabeça dragão, um jorro de flamas do leão ou um escarro da cabeça demoníaca, daria a ela um fim. Danificar seu voo e entalhar suas asas foi o que com sucesso a garota vermelha fez.

Um pequeno problema, pois o voo prejudicado, fez com que a quimera contra o companheiro medroso se atirasse. Uma garra, um arranhão, as asas despedaçadas e um grifinório caído desacordado no chão da muralha. O padrinho entrou em combate e um círculo de fogos conjurou para os pupilos defender. E quando a quimera em fúria contra eles se lançou, o mestre das poções o fogo manipulou e uma erupção contra a fera conjurou.

Eles haviam terminado em terceiro, mas uma baixa haviam tido. Jeffrey, envenenado pela quimera, não havia ao desafio suportado. Darius o curou com os primeiros socorros, ele viveria e ficaria bem, uma cicatriz levaria pelo resto da vida para provar que o medo é maior perigo em combate, mas pelas regras do torneio, o garoto tinha sido desclassificado.

A plateia estava em silêncio, pois sabiam que algo acontecera. Por mais que estivessem orgulhosos de sua equipe em respeito ao colega desacordado. Godric Gryffindor, preocupado, em seu balão pela ajuda e socorro gritava.

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Fortaleza do Norte - 2ª Tarefa do Torneio
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