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 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"

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MensagemAssunto: 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"   Dom Dez 02, 2012 11:36 pm


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MensagemAssunto: Re: 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"   Seg Dez 03, 2012 9:51 pm


Aquela manhã no castelo parecia mais tensa. O vento parara lá fora, o Sol iluminava um céu azul celeste com nuvens macias; era calor que aquele dia prometia. Mas não era a luz alegre que iriam encontrar. O silêncio durante o café da manhã se fazia em cada uma das quatro mesas...

A bravura de toda a casa dos leões talvez não fosse suficiente para acalmar Brandon e Rikke, que apesar de corajosos temiam como qualquer outro o desconhecido.

Os sonserinos, mesmo mais frios, não conseguiam disfarçar o temor por Seth e Alice, os persuasivos e ágeis competidores de suas masmorras.

Do outro lado do salão a mesa dos lufanos tremia e ansiava, mas acreditavam na força de trabalho, leais aos seus três representantes, Alexandra, Anniken e Mile eram a chance de vitória.

A ansiedade não era menor na mesa dos sábios corvinos, Sarah, o esplendor da torre oeste, transmitia confiança em seu sorriso, embora em seu íntimo a sabedoria desse lugar ao receio e ao temor. A outra campeã, Aislin, fora afastada por um acidente, e neste momento encontrava-se cuspindo rãs na Ala Hospitalar.

Nos últimos meses os campeões haviam sido vistos em treinamento por todo o castelo entre suas tarefas e aulas aprendiam novos feitiços, estudavam novas criaturas, estratégias de combate, maneiras de vencer... E buscavam itens adicionais para uma chance de vitória almejar.

Haviam recebido logo após a segunda tarefa o mapa e a informação do que iria se passar. Se pela água e pelo ar já haviam combatido, era o fogo e terra que os aguardava ao fim da jornada:

Em uma cidade bruxa da antiguidade abandonada eles deveriam buscar a taça da vitória que o campeão iria levantar. A Necrópole do Dragão era o lugar escolhido. Uma cidade bruxa amaldiçoada e abandonada pelo tempo, esquecida pelo conhecimento e emersa nas trevas do destino; subterrânea e obscura, desabada em alguns pontos, interligadas por inúmeras cavernas, a cidade morta era o desafio dos destemidos. Fora dos terrenos de Hogwarts, na encosta de um vulcão em uma ilha distante e não habitada da costa inglesa em que a tarefa seria travada.

Após o café da manhã, os campeões foram levados por seus fundadores para fora do castelo, para a cidade abandonada seriam levados. No Salão Principal uma tela branca, lisa e reta, como uma cortina de papel havia sido estendida ao fundo da mesa dos professores para a vista de todos. Seria naquela tela que iriam assistir a última tarefa do torneio.

Os nove campeões estavam paramentados e com seus itens extras preparados. Uma surpresa eles iriam ter: na escuridão iriam combater... Mas apenas um deles iria vencer.



“Você já correu seus dedos pela parede e sentiu a pele de sua nuca arrepiar, quando está procurando pela luz?
Algumas vezes quando você está com medo de olhar no canto da sala você sente que alguma coisa está lhe observando.”
Fear of the Dark – Iron Maiden

“Lutando bravamente, lutando pelo aço, através das terras mais inabitadas as almas dispersas sentirão o inferno.”
Through the fire and flames - Dragonforce

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Sir Lancelot Brier
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MensagemAssunto: Re: 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"   Seg Dez 03, 2012 10:14 pm


Um banho de espuma com duas caixas de morcegos de chocolate me esperavam no 5 º Andar, logo eu precisava me apressar. Torneio de Hogwarts! Puff... Graças ao bom Merlin estava acabando. Só eu sei o quanto sofri pra organizar isso. E ainda mais com aquele Ministro da Magia novo. Por que? Oras, aparentemente ele não acha saudável e nem academicamente correto submeter alunos a provas de sobrevivência e criaturas mágicas que nem eles dão conta. Digo o contrário, precisamos testá-los sim! Da vida de estudante-adolescente-pupilo-do-capeta eles só vão levar boas recordações das experiências marcantes, como braços perdidos e um olho a menos.

Lide com isso sociedade bruxa, o mundo sempre foi assim.

- RÁPIDO! Não temos o dia todo demoniozinhos! – gritei nervoso, arrumando a minha cartola. Aqueles pestinhas me davam nos nervos. – Venham logo, precisamos chegar o mais rápido possível e eu ainda tenho que explicar como as coisas vão funcionar! – chamei com a bengala, no meio dos jardins da escola.

Olhei ao meu redor e os 8 itens estavam preparados. Meias velhas, botas rasgadas, cabos de vassouras quebradas e um balde amassado espalhados pelo chão em um semicírculo. Aquelas eram as passagens e estávamos com hora marcada. Um pontinho de luz dançava ao meu redor serelepe e agitado.

- Ok, ok! Todos aqui? – olhei ao redor e contei cada um dos alunos, apontando com o meu dedinho. Salazar e Godric estavam com os peitos inchados de orgulho pelos seus campeões, Helga e Rowena pareciam nervosas, tremiam com lágrimas nos olhos pelos seus alunos preciosos. – Certo, acho que podemos começar as explicações... – me virei para a luz que dançava ao meu redor e olhei fixamente para ela. – Oi, estão me vendo? Me ouvindo? Sim, vocêzinhos aí no Salão Principal! – sorri de orelha a orelha para a bolinha de luz e uma janela estourou ao longe, com um feitiço de fogos de artifício. – Sim, vocês estão. Então... – me virei novamente para os campeões. – Isto é um Feitiço de Vigilância. Conseguimos canalizar ele e projetar uma ligação no Salão Principal. A função dessa bolinha de luz é, como o próprio nome já diz, vigiar.

Dei um tchauzinho para a luzinha e pisquei sexy, com meus trejeitos da realeza e escutei o barulho de outra janela estourando no castelo. Aqueles cramunhãozinhos do submundo davam prejuízos terríveis para os cofres da escola! Ah, mas eles iriam ver na próxima mensalidade e nos materiais escolares do próximo ano... Ah se iriam!

- Cada um desses itens é uma chave de portal para cada um de vocês. – apontei para os itens no chão. – Elas levarão vocês diretamente para cada um dos pontos marcados por estrelas no mapa. Levem as chaves de portal com vocês. Cada um estará em um ponto diferente da Necrópole do Dragão. Ah sim, não sei se vocês pesquisaram ou se os neurônios de vocês foi capaz disso, mas essa cidade além de abandonada, conta com alguns... Hã... Novos habitantes. – detalhes, eles iriam descobrir isso mesmo. Quem se importava se estávamos tendo uma infestação de górgonas por lá? E se foi justamente pela chegada de tantas criaturas que aquele lugar ficara abandonado? – Vocês deverão procurar pela Taça na necrópole e quem encontrar ela primeiro, ganha o torneio. Fácil né? – só que não. – Ah sim, outra novidade nessa tarefa. Embora vocês tenham chegado aqui em equipe, mostrando a força do trabalho e blá blá blá... Apenas um de vocês irá ganhar o torneio. Toda a fama, glória eterna e vocês sabem o resto...


- Assim que vocês chegarem a necrópole, feitiços de vigia irão segui-los de perto pelas cavernas para sabermos o que está acontecendo com vocês. E caso ocorra algum acidente... – nem tão acidental assim... Mas ó que é a vida sem emoções? – As chaves de portal serão reativadas e vocês serão trazidos de volta imediatamente para o Salão Principal, e é claro, caem fora da tarefa. O último a resistir e encontrar a taça, é o vencedor. Quanto a duração, a tarefa persiste até que alguém vença. Alguma dúvida?

Todas as mãos subiram ao mesmo tempo – inclusive as dos fundadores.

- Que pena, não temos tempo para isso. – menei a mão e dei uma risadinha. Me virei novamente para os itens velhos caídos pelo chá. – Elas já vão ser ativadas, segurem suas chaves de portal. – os alunos correram e seguraram a primeira coisa que viram. Tirei o relógio de bolso do meu paletó e observei. – Vocês devem ir em... Quatro... Três... Dois... – e os alunos despareceram. – Droga de relógio! Sempre atrasado! hihi – me virei para os fundadores novamente. – Acho que podemos voltar para assistir. Alguém aceita uma dose de whisky de fogo...?

Os fundadores voltaram apressados na minha frente, ignorando o convite. Dei um saltinho e me pus a caminhar novamente em direção ao castelo. E sorri de esguelha. Aquela altura os pestinhas estavam perdidos nas cavernas da necrópole. Seria interessante acompanhar aquela tarefa... E as consequências dela.


OFF – Regras:

    - Última tarefa! Vamos lá. Esta tarefa funcionará por um sistema diferente, o uso de “Cartas” e “Pontos de Vida”.

    - Cada campeão possui 10 pontos de vida, a serem administrados durante o avanço da tarefa. Caso o person perca todos os pontos de vida está eliminado.

    - A seguir vocês podem encontrar um jogo de cartas distribuído como uma tabela. Cada player escolherá uma única carta e enviará ao Narrador os dados de localização da carta (exemplo: Carta 4D indica a carta da quarta linha da coluna D.); o Narrador postará então todas as cartas escolhidas pelos campeões da rodada.



    - Não serão permitidas cartas repetidas, a cada rodada o jogo de cartas será atualizado.

    - As cartas podem levar a uma eliminação direta (caso tire uma górgona) ou ao enfrentamento de algum outro obstáculo; a seguir o lançamento das cartas, cada jogador deve postar a interação, mesmo os que forem eliminados.

    - O jogo persiste até que reste apenas um player. Possivelmente alguns campeões postarão mais de uma vez. É, portanto, uma tarefa de resistência.

    - Todo os posts devem ser feitos neste tópico.

    - Lembrem-se, sejam descritivos e coerentes, sintam o ambiente e valorizem os pensamentos e impressões! Prezem pela qualidade de seus posts, o objetivo da tarefa é a aventura e a ação, não discutir relação e a morte do hipogrifo.

    - O intervalo para postagem será de 1 semana a partir do lançamento das cartas. Quem não postar dentro deste período será compulsoriamente eliminado na próxima rodada.

    - Esta tarefa tem duração do dia 03/12/2012 até o dia 24/12/2012. Se tivermos gente resistindo até o último dia, será aberta SOMENTE NESSA SITUAÇÃO uma exceção e todos os competidores que chegarem a essa data sem serem eliminados serão vencedores do Torneio.

    - Ainda serão atribuídos pontos por equipe para o Torneio das Casas. A avaliação desta etapa será chefiada pela Adm Nany, e pelas players Wendy e Marcela. Teremos portanto, uma casa vencedora da Copa das Casas (soma de pontos) e um vencedor do Torneio de Hogwarts.

    - Para mostrar a idoneidade desta tarefa e garantir que todos tenham as mesmas chances de ganhar o Torneio de Hogwarts, o player Eyma (que formulou este desafio) se abstém de escolher as próprias cartas, de maneira que será pedido a outros players de outras equipes que escolham por ele.

    - Ao final da tarefa todas as cartas serão reveladas. E como garantia de que não ocorram fraudes ou mudança na localização das cartas, uma conta aberta foi criada: Secret Enchanted, cuja senha será revelada ao final do torneio. Para tal conta foi enviada uma MP pelo Narrador no dia 03/12/2012, contendo a distribuição inicial das cartas que todos possam acessar após o torneio.

    - Boa sorte e que vença o melhor!


Itens Permitidos escreveu:

Mile Davies - Estojo de Poções de Combate Preparadas
Anniken Norgaard - Vassoura
Alexandra Hanson - Vassoura
Rikke Norgaard - Arco e Flechas Encantadas
Brandon Leobald - Kit Básico Portátil de Poções
Seth Morrison - Venenos e Bezoares
Alice McHugh - Estojo de Poções de Cura
Sarah Dellatorre - Conjunto de Adagas de Arremesso
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MensagemAssunto: Re: 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"   Qui Dez 06, 2012 6:20 pm



Carta para Mile Davies
Spoiler:
 

Carta para Alice McHugh
Spoiler:
 

Carta para Seth Morrison
Spoiler:
 

Carta para Anniken Norgaard
Spoiler:
 

Carta para Alexandra Hanson
Spoiler:
 

Carta para Brandon Leobald
Spoiler:
 

Carta para Rikke Norgaard
Spoiler:
 

Carta para Sarah Dellatorre
Spoiler:
 

Posts liberados!

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MensagemAssunto: Re: 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"   Qui Dez 06, 2012 9:10 pm


Os dias foram quentes, mas nada em relação ao clima. Seus encontros noturnos com a leoa prometida estavam lhe deixando cada vez mais quente, cada minuto mais caloroso. Mas naquela noite não se encontrariam. Aquele exclusiva noite passariam separados. Brandon se encontrou com outra colega de casa, Rikke. Que era sua companheira no Torneio Bruxo de Hogwarts. Um torneio que já demonstrou seus medos e tormentos, mas nada estava comparado a próxima tarefa, a última. Alunos maldosos comentavam que aquela seria a última tarefa de alguns, mas Brandon confiava em sua parceira de duelo, e mais que isso, ele queria provar que os leões poderiam dominar todos os animais, eles são os reis da selva, a selva de pedra conhecida como Hogwarts.

Deu a mão para sua companheira e a apertou não tão forte, apenas para chamar a sua atenção e sorriu. - Está preparada? - indagou e deu-lhe um beijo carinhoso na testa. - Prometi ao Thony que a protegeria, e cumprirei a minha promessa... - comentou e ela disse que também tinha feito o mesmo tipo de promessa a sua prometida. E aquilo o fez ficar rubro e todos os outros campeões olharam para a dupla.

Estavam do lado de fora e de frente a uma parede de pedra, onde pelo que consta seria uma gruda sem entrada... Brandon olhou para Rikke e depois para o fundador de sua casa, Godric. O homem estava contente que os dois haviam sido sobrevividos e não podia confessar, mas ele lhe deu dicas de como sobreviver na próxima tarefa, por isso trazia consigo a maleta de kit básico de poções.

Não demorou muito para que o diretor aparecesse, como sempre com todo aquele seu ar de gentil, mas que por trás da gentileza existia o sarcasmo. Sorriu de canto e observou a explicação do diretor. O fundador havia adiantado algumas coisas, mas não podia dizer o detalhe e a Rikke ficou encarregada de trazer armas, enquanto ele foi encarregado da proteção e cura. Mas não sabiam que seria separados logo no começo da tarefa. Engoliu a seco.

No final da explicação não teve muito tempo para pensar e correu para apanhar um objeto velho que era a chave do portal, como entrada para a caverna onde aconteceria a última prova. Conseguiu observar Rikke apanhando o seu, mas não se olharam, logo foram transportados, ouviu gritos, mas no final o silencio e a escuridão tomou conta do local.

Esfregou os braços e bateu com a mão na parede, estava também frio e úmido, parecia que aquela parte da caverna ficava abaixo do Lago Negro, e se ele usasse algum feitiço o local inteiro ficaria alagado, abaixou a cabeça e observou o breu. Avistou aquela luz azul que servia como guia para quem estava no Salão Principal torcendo pelos campeões, sorriu para luz, como se o sorriso fosse visto pela sua amada, e apanhou a varinha atravessando a luz e não ficando novamente no breu por causa do feitiço Lumus.

Pelo menos naquela situação o breu não o atrapalhava mais, e torcia no seu intimo para que a Rikke pudesse ter caído em algo melhor, numa situação mais favorável ao seus olhos. E de preferência pudesse encontrar a taça dos campeões primeiro que todos, Brandon só queria que um deles ganhassem, pelo menos o título individual. Caminhou com segurança, pondo um pé à frente do outro lentamente, deixando o braço com a varinha na mão esticado a frente, e o kit de poções na outra, sabia que usaria eles, mas esperava usar com a companheira de casa e não sozinho, eles tinham uma estratégia de início, que foi jogada fora logo no primeiro minuto de tarefa.

Andou de dez a quinze minutos, ou talvez até mais, já não tinha certeza de quanto tempo estava ali dentro da gruta, não podia ver o sol e se localizar no tempo. Olhou para o lado e viu nas paredes caveiras grudadas, pareciam outros bruxos que foram mortos e seus esqueletos permaneceram ali sem saída. - Esse não teve muita sorte... - comentou para si apontando a varinha com a ponta em luz branca na cabeça da caveira. A posição de segurança que outrora usou para andar já havia sido deixada de lado, ele já estava mais calmo naquele momento, mas ainda desconfiava de que o diretor não deixaria as coisas tão fáceis, e de que o breu seria o menor de seus problemas.

Mais a frente contemplou outra caveira, agora era um guerreiro medieval, que havia ficado morto ali ao chão, observou uma costela a menos e outras tantas trincadas, alguma delas poderia ter perfurado o coração quando ele ainda tinha carne, mas naquele momento não saberia responder só o esqueleto permanecia no local. - Alguém comeu a carne, e é nesse alguém que eu preciso me preocupar... - pensou alto, quando tentou começar a andar, tentou, mas algo o prendeu pelo calcanhar, e um riso irônico acompanhou ao agarro. Brandon deu um solavanco com o pé, um chute ao nada e sentiu algo se romper. E quando apontou para a varinha para suas costas viu os esqueletos que antes permaneciam mortos agora com vida. - Acho que eles tem a sorte ao seu lado... - comentou sorrindo com desdém para eles. - Verdimillious! - gritou e a luz branca se apagou da varinha e no lugar um raio de luz verde jorrou contra os dois esqueletos os jogando para longe, e novamente o breu reinou.

Com o escuro de novo nos olhos sentiu o beijo de um aço lhe cortas no baço e ele derrubou o kit com poções no chão para colocar a mão no corte, deu um gritou e sentiu os dedos úmidos de sangue, seu próprio sangue. Algo em seu consciente lhe indicou que não eram só dois o seu problema. O barulho também parecia de um exército. - Lumus Maxima! - apontou a varinha novamente para o breu de onde ele havia começo na gruta e a luz iluminou todo o corredor revelando ter mais dez ou vinte caveiras esqueletos, e um deles estava perto dele, aquele provavelmente foi o autor do corte em seu corpo, esticou a perna e deu um chute na canela da caveira, a desmontando por inteira, parecia ser fácil acabar com eles, o problema era as espadas e os escudos. - Então pessoal... - deu alguns passos para trás e sentiu algo de novo no calcanhar, mas agora sabia que era o kit de poções. - Sabe... É... Eu tenho uma taça para encontrar, e pelo visto vocês não vão me ajudar, não é... - e quando as caveiras da dianteira ameaçaram pular sobre ele, a sua varinha apontou para o teto. Tomara que não seja o Lago Negro acima de nós - Bombarda Maxima! - e o teto sobre a cabeça das caveiras caiu sobre elas, deixando o jovem leão sem saída a não ser continuar a diante.

Andou mais um pouco até chegar onde o caminho se dividia, naquele instante a luz dos archotes na divisão iluminava o caminho, mas Brandon ficou parado pensando em seguir em frente ou dobrar a esquerda. Mais que isso, ouvia passos vindo da esquerda para cima dele. Apertou mais a varinha a espera do que podia ser o próximo desafio.

Citação :

Brandon Leobald: LP = 10 - 1 (carta esqueleto) = 9
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Seth Morrison
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MensagemAssunto: Re: 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"   Sex Dez 07, 2012 10:23 pm



 


Everybody's watching see the fall out



O torneio estava acabando e eu confesso que estava de certa forma aliviado, a ultima tarefa tinha sido perigosa demais e duvido que o grau de perigo iria diminuir, não que eu tivesse medo por mim, eu sabia me virar, mas me preocupava por Alice, ela era um pouco desastrada e não queria ter entrado nesse torneio, eu tinha medo de ela vir a se machucar, por isso eu iria continuar protegendo-a como tentei fazer nas outras tarefas, combinamos juntos o que iriamos levar para a ultima tarefa, pensando em todas as coisas que poderiam ser uteis para a gente.

Fomos para os jardins de Hogwarts onde o diretor maluco estava nos esperando e um monte de lixo estava no chão, ele começou a explicar a tarefa, teria uma bolinha que iria vigiar a gente, algo assim, esperava que essa fosse util, o diretor explicou que aquelas coisas que pareciam lixo eram chaves de portal que levariam a gente para os pontos marcados por estrelas no mapa que tinhamos ganho, foi então que eu contei o numero de estrelas e percebi que era o mesmo numero de competidores, quando o diretor falou sobre cada um estará em um ponto, eu percebi que eu e Alice iriamos nos separar, droga. Apesar de prestar atenção no que o diretor falava a minha cabeça começou a pensar em como eu faria para encontra-la, foi quando uma ideia surgiu e eu a puxei falando baixo para ela.

- Presta atenção, quando você chegar não tente sair procurando a taça, temos que nos encontrar, seremos mais forte juntos. - Falava baixo para ninguém escutar. - Procure um lugar para se esconder e então solte fogos pela varinha e eu vou atrás de você, não saia do esconderijo até eu chegar ok? - Ela disse algo sobre me preocupar com os desafios e antes que ela continuasse eu a cortei. - Eu disse que iria te proteger no torneio não disse? Não vou mais quebrar minhas promessas com você, eu vou atrás de você antes de qualquer coisa, se você ficar parada no local será mais fácil.

Não tinhamos mais tempo para discutir, pois chegara o momento que tinhamos que pegar uma das chaves de portal e eu só tive tempo de murmurar para Alice "eu te encontrarei" antes de simplesmente tudo ao meu redor desaparecer.

Quando meus pés pisaram no chão, pude descobrir o que era uma necópole e torci para que Alice não fizesse o que eu tinha falado, sobre soltar fogos pela varinha, porque isso não seria nada bom onde estavamos, mas de verdade eu torcia para que ela tivesse seguindo a minha orientação de se esconder.

Peguei o mapa tentando me localizar, olhei o local ao redor e vi algumas das estrelas que poderiam ser onde eu estava, só tinha ali um caminho a seguir e eu o segui até encontrar o fim da minha trilha que chegava em uma outra, onde eu poderia ir para a esquerda ou para a direita resolvi ir para a esquerda, de forma aleatória, antes de continuar eu usei um feitiço de Marcação na parede para que eu não andasse em circulos.

Mas isso não foi algo realmente inteligente de se fazer, no momento que fiz o feitiço, escutei um barulho, vendo o que parecia ser uma grande pedra se mover na minha direção, reconheci, aquilo era um Troll, ótimo, eu ia morrer.

Sabia que não tinha feitiços que detinham um troll, por isso apenas corri, ele estava quase me alcançando, quando tentei despista-lo, em escondendo em uma abertura pequena, eu sabia que não poderia ser mais rápido do que ele, mas o troll me viu e se eu não tivesse sido rápido o suficiente, teria virado panqueca de troll que desceu o porrete na minha direção, chegou a atingir o meu braço direito.

O troll ficou com o porrete preso no chão, o que me deu um tempo para correr, não muito, mas o suficiente para conseguir entrar por um caminho à minha esquerda e me esconder novamente dessa vez o troll passou direto, fiquei à salvo, por um tempo pelo menos, acho que de todas as tarefas até agora, aquela era realmente a mais perigosa, o que me fez me preocupar ainda mais com a Alice, esperava que ela não estivesse no caminho daquele troll.

Mais uma marcação na parede e segui o caminho que eu entrei, com a varinha em puros e agora mais desesperado em encontrar Alice.





INFORMAÇÕES SOBRE O POST
FALOU COM: ALICE
CITOU: ALICE
OBSERVAÇÕES: MÚSICA DE POST: Eyes Open
LP INICIAL = 10
CARTA TROLL = -2
LP NO FINAL DA RODADA = 8



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Mile Davies
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MensagemAssunto: Re: 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"   Sab Dez 08, 2012 1:11 pm

Highway to Hell

The Eye of Gorgon


Sabe aquele estranho momento em que você se sente caminhando mecanicamente empurrado na marra pela Alex pelos jardins da escola para a guilhotina após afanar os doces da Melanie, esfaquear os ursinhos da Gwen para a pesquisa de Necromancia e tomar a 3ª detenção sequencial em Runas Antigas por incendiar as pedras futhark? Pois é. Multiplique isso por mil, mantenham a parte da Alex te empurrando contra a sua vontade e vocês vão entender o que eu tô sentindo neste exato momento. Man, eu vou morrer!!! Eu sou um texugo jovem e inocente demais pra isso!!! Estou me xingando mentalmente há três semanas desde que descobri o que ia acontecer nesta terceira tarefa. Tudo o que eu queria era me estrangular quando lembrava da vozinha da consciência dizendo “Se inscreva no torneio!”, “Você precisa honrar a sua família tostada!”, “Porque você é um caçado de tesouros!”. Vai lá então Indiana Jones! ¬¬

Tudo o que eu queria neste exato momento era brincar de escalar a torre de Astronomia e praticar queda livre de texugo sem paraquedas com aterrissagem de crânio no chão. E só o que me impediu foram os outros lufanos, que me arrastaram pra masmorra e me fizeram preparar um estojo de poções de combate. Aparentemente eu tenho aptidão pra poções explosivas, incendiárias ou que causem desastres onde forem arremessadas segundo eles. Agora vocês me perguntam porque esse desejo de morrer antes de competir? Ué, nós estávamos SIMPLESMENTE indo pra uma NECRÓPOLE!!! CIDADE DE DEFUNTOS!!!!! Alguém ai se deu conta do que tem lá? GENTE MORTA A CADA ESQUINA!!! ZUMBIS DANÇANDO LOUCAMENTE AO SOM DE TRHILLER!!!! Existe coisa mais tenebrosa do que isso? ME DIGA SOCIEDADE!!! EXISTE? x.x

- Oh Gosh, porque eu??? – clamei ao Senhor Merlin uma última vez, agarrando a bota velha no jardim, que Anniken jogou no meu braço. Escutei sem prestar atenção as recomendações da tarefa, o beijo da tia Helga na minha testa, tremendo dos pés a cabeça. – “Feitiços de Vigilância, novos habitantes, encontrar a taça. Não ser eliminado. Fim.” – repassei mentalmente.

E quando tudo estava pronto, aparatamos.

(...)

Ok, quem foi que apagou todas as luzes dessa joça? Não, eu não estou tremendo dos pés a cabeça. E não, esse não sou eu de costas na parede da caverna assustado porque um ser voador tirou um fino da minha cabeça. Ué? Vocês acham que só porque sou um texugo gosto de viver socado em cavernas subterrâneas que parecem o covil de alguma criatura do mal? Revejam seus conceitos, sociedade! u.u Me abaixei e apanhei a bota-chave-de-portal e a pendurei no cinto da calça. Uma orbe de luz girava ao meu redor. Era o tal feitiço de vigilância. Decidi não dar atenção pra ele.

- Lumus! – agitei a varinha e um feixe de luz surgiu na minha frente, iluminando um caminho reto. – Certo Mile, não é tão difícil. Você só precisa encontrar a taça e acabou. Simples assim. – respirei fundo e dei o primeiro passo.

Tia Técia sempre dizia que depois do primeiro passo o segundo é mais fácil. E a cada um a gente fica um pouquinho mais distante do que já estivemos. O problema é que o ditado daquela megera velha não mencionava nada sobre cavernas úmidas, escuras e com música de terror tocando ao fundo. Continuei andando; os frascos de poções que eu preparara tilintavam no estojo preso a minha cintura. Escutei um barulho em uma gruta a minha esquerda e rapidamente me virei, o feixe de luz iluminou uma arcada quebrada, com letras desgastadas cravadas na pedra. E só pra variar meu coração quase deu um salto olímpico para fora do meu corpo pela boca quando vi um vulto do tamanho de cachorro se afastar correndo em meio as sombras.

- Se eu soubesse ler isso pelo menos... – mirei com atenção as letras no arco de pedra meio quebrado. – Parece tebano... “A cidade que temes entrar guarda o tesouro que desejas.” – li com cuidado – HA! CHUPA ESSA, PROFESSOR BLAKE! Cadê a marmota amarela sem massa cinzenta agora? Tradução simultânea like a boss. Yeah! – só então a bolinha de luz ficou visível e percebi que a alguns anos luz dali, um certo professor de Runas Antigas estaria provavelmente “encontrando mais erros” no meu boletim.

Girei a varinha e olhei ao redor, percebi que não tinha opção, tinha que seguir em frente. Entrei através do arco e segui a pé. O vulto que correra de mim podia estar espreitando em qualquer esquina... E agora eu sabia onde eu estava: na entrada da necrópole. Eu só esperava que Anniken e Alex estivessem bem e não gritando de dor, com ossinhos quebrados e tripas vazando das barrigas delas, entre dentes de alguma criatura sanguinolenta do submundo.

- Certo, uma entrada sem guardas... Isso não está certo. – ponderei andando lentamente. Aquilo não me dava nenhum conforto. Parecia que eu estava sendo observado por todos os lados, mas não via quem me olhava.

A caverna deu lugar a um amplo salão com abóbada de estalactites. E prédios e construções começaram a surgir, de pedra cinza e vermelha entalhada. Algumas com passagens encravadas na própria terra. Como se a natureza tivesse levado anos para transformar aquelas rochas. Não haviam ventos nem movimentação de ar. Parecia que tudo ali estava parado naquela mesma vibe de antigo Egito subterrâneo desde sempre.

- AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHH!!!! – sim, esse foi um grito nada digno de um texugo. – Droga! Você quase me matou de susto colega. – coloquei a mão no peito após o segundo quase-ataque-cardíaco. Dei um tapinha no ombro da estátua com armadura e cara de medo com a qual eu me assustara. – Sabe como é, tô só fazendo um tour por aqui, respirando um ar parado e pestilento das profundezas do sétimo inferno, e você? – tá certo, eu oficialmente estou pirando pra bater papo com estátuas de pedra. O.o

Me afastei e continuei andando. Eu precisava começar a procurar a taça! Ela podia estar em qualquer canto. Entrei em três prédios de pedra, e só encontrei aranhas, lacraias, escorpiões e alguns morcegos. A sensação de que eu estava sendo observado continuava me seguindo por todos os lados... Haviam também algumas árvores mortas petrificadas. Mas se eu imaginava que só teria a companhia de artrópodes subterrâneos e mamíferos voadores hematófagos de 1 metro de asa “Ahool da 2ª tarefa! Oh nóis aqui! Encontrei seus parentes! =D”, eu estava enganado. Haviam muita estátuas de pedra por ali. Todas humanas. Geralmente a maioria era de guerreiros, com espadas e escudos. Mas juro que vi um de arco e flecha, outra com uma clava, se eu não estava enganado o que estava caído perto do segundo prédio era um selvagem saxão com uma lança de dente de urso, e sem dúvida aquele mais indecente e duvidoso, usando uma saia de pregas e um elmo com penas era um gladiador romano... Todos com cara de medo, reparei também com medo.

- Ótimo! De todos os lugares para me mandarem, vim logo parar no jardim de estátuas de pedra da necrópole! Droga! – bufei de raiva quando cheguei a fonte sem água. Só então notei uma coisa brilhando ao longe. Em cima do que devia ser um antigo campanário. – A taça!!! – pensei rápido e sai correndo em direção a ela.

Na porta do campanário, contudo parei de chofre. Ouvi algo se mexer e vi um vulto escuro se movimentando lá dentro. Estava escuro demais, silencioso demais e arriscado demais. E a menos que eu desejasse uma morte lenta, sangrante e com meu corpo altamente desfigurado voltando a Hogwarts, eu faria bem em não botar nem o dedinho lá dentro. Ratos saíram correndo guinchando lá de dentro, me assustei e agi sem pensar.

- VOLTA PRA DENTRO SATANÁS!!! – e arremessei sequencialmente cada um dos frascos do meu estojo de poções dentro do campanário. Poção Explosiva, Gás Garroteante, Poção de Nevoeiro, Solução Incendiária, Essência de Pântano, Mistura de Caranguejo de Fogo e Erumpente, Secreção Congelante Antártica, Infusão de Furacão, Poção Wiggenweld “Droga! Minha poção de cura!” e tudo mais.

Preciso dizer que quando terminou e o barulho de demolição parou, só haviam pedras e um sino quebrado? Pois é, a minha “taça brilhante” era na verdade o sino de prata do campanário. Quando terminei eu estava em pânico e assustado, arfando nervoso. O que quer que estivesse lá dentro devia ter morrido. Mas o que eu fizera com certeza atrairia sabe-se lá o que estivesse na caverna. Olhei para trás e vi o vulto do tamanho de cachorro novamente se aproximando, saindo de uma caverna obscura lateral, silvando perigosamente. Eu não queria saber o que era, nem me arriscaria a enfrentar. Precisava me afastar. Corri o mais rápido que pude, com a varinha balançando perigosamente a minha frente, iluminando o caminho com uma luz oscilante. Caverna a direita, gruta macabra a esquerda, girar e pular por cima da estátua do carinha de cimitarra de pedra, capotar nos ossos pelo chão, rolar por um abismo de pedra, se esfolar acidentalmente numa estalagmite e...

- Pronto, acho que despistei... – arquejei apoiado na parede de um entroncamento que desembocava em um átrio maior, no qual desembocavam outras saídas, eu não escutei mais o silvar. – Agora é seguir em frente. – andei cambaleando, com um joelho sangrando, três fraturas expostas e sabe-se lá quantos traumatismos nas costelas.

Mas aí a coisa ferrou. Meus olhos estancaram. A criatura silenciosamente se deslocara por uma caverna lateral e agora estava na minha frente. Senti minhas pernas enrijecerem e meu corpo sair do meu controle. Estático e sem movimentos. Minha cara se deformou em um esgar de medo... Como os colegas de pedra. As serpentes silvaram a minha face e um olho gigantesco brilhou na minha frente. Um olho brilhante e assustador.

- As estátuas de pedra... – pensei por último. –... Eram do jardim da górgona...

O torneio tinha acabado para mim. Eu era a mais nova estátua de pedra de texugo no meio da Necrópole.

Spoiler:
 




… Finish!

Mile Davies3ª Tarefa Necrópole do Dragão



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Última edição por Mile Davies em Sab Dez 08, 2012 1:49 pm, editado 2 vez(es)
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Rikke Nørgaard
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MensagemAssunto: Re: 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"   Sab Dez 08, 2012 1:22 pm




don't be afraid to let them show your true colors





Certo, no que eu me fui meter? Este torneio não estava sendo tão divertido como eu pensava que seria! Parece que todo o mundo quer nos ver mortos, é sério. Eu estou ficando cada vez mais preocupada. Tudo bem que eu não iria desistir, meu orgulho leonino falava mais alto e além disso eu sou monitora! Tenho que dar o exemplo para o resto dos grifinórios. Nunca desistir mesmo que a situação parecesse impossível. E agora, a última tarefa tinha chegado e eu não sabia o que esperar. Brandon estava do meu lado e me deu a mão me transmitindo força, o que eu sorri. Tínhamos tornado grandes amigos com tudo aquilo e estávamos sempre juntos, treinado e até aprontando um pouco. Eu sentia falta de Jeff no nosso trio, e estava muito chateada por ele ter sido desqualificado. Mas eu iria por ele, tinha prometido que não desistiria. – Você sabe que se eu não te trouxer inteiro para o Salão Comunal a Lena me mata, né? – retorqui para Bran, quando ele mencionou o Thony e ri, com as promessas que tínhamos feito.

Levei a minha mão até as minhas costas para ver se estava tudo certo. O arco e as flechas que eu passei uma semana encantando com feitiços continuavam no lugar e isso me fez soltar um suspiro de alívio. Brandon levava poções para nos ajudar nessa tarefa e eu as armas. Esperávamos que assim conseguíssemos chegar ao final. Mas tinha um grande problema… nenhum de nós alguma vez pensou que seriamos separados no início da tarefa. Arregalei os olhos e me virei para Bran com a boca um pouco aberta de surpresa. Eu estava encrencada. – Okay, vai tudo dar certo, só fique longe do perigo e tente achar a taça. – falei bem rápido enquanto o director ainda dava as explicações e logo comecei a correr para pegar a chave de portal. Senti meu corpo ser comprimido e aquele enjoo típico, antes de meus pés tocarem no chão de novo e tentei me equilibrar para não cair.

Certo, respirar fundo, essa é a técnica. A caverna era mal iluminada mas dava para ver onde se andava e isso me fez suspirar de alívio. Eu iria precisar de ter as mãos livres para o quer que aparecesse. ‘Novos habitantes’, me lembrei das palavas do director e senti um arrepio percorrer o meu corpo. Aquele filho de um orangotango do monte iria se haver comigo um dia desses, por ter fascínio por criaturas sanguinárias. Resmunguei baixinho e olhei para a frente e para trás e depois para o mapa, antes de o guardar preso na minha cintura. – Certo, vamos lá. – comecei a andar para a frente, tentando fazer o mínimo barulho possível e até andando rápido. Se era para encontrar alguma coisa, queria encontrar logo e não ficar na agonia a espera. Peguei no arco que estava nas minhas costas e depois em uma flecha, a posicionando e estendendo um pouco a corda. Eu rezava para que não precisasse do kit de poções que tinha ficado com o Bran.

Havia ossos no chão e isso me fez arquear a sobrancelha. Ossos GRANDES. Okay, o que a escuridão estava escondendo? Andei mais um pouco pelo corredor, sentindo um cheiro metálico no ar e foi quando eu pisei numa poça de água. Pelo menos foi o que eu pensei até me abaixar e tocar no liquido… vermelho. Senti um enjoo subir pela minha boca e rapidamente levantei e olhei a minha volta, levantando o arco e a flecha e posicionando para disparar ao mínimo ruido. Oh Merlin, onde me fui meter? A gruta estava fria, fria demais e podia ver o ar que saia da minha boca. Encostei na parede rugosa e caminhei de lado, seguindo o corredor e dando atenção ao que me rodeava.

Então foi quando algo captou o meu olhar. Um brilho vermelho na escuridão. Passos e uma chupa cabra apareceu, rastejando, mostrando as suas presas para mim, cheias de sangue. Um grito ficou preso na minha garganta e soltei a flecha que cravou na criatura e incendiou parte da sua pele. O cheiro a queimado predominava na caverna e logo me virei e comecei a correr o mais rápido que conseguia. Ouvia a criatura atrás de mim, gemendo de uma forma horripilante e ganhando terreno e tentei me focar na tarefa. Olhei para o arco que estava na minha mão. À minha frente havia uma câmara iluminada e isso me fez ganhar coragem. Okay, isto era uma tarefa e eu tinha que ultrapassa-la. Haveria outros perigos e se eu corresse com uma menininha em cada um deles iria me envergonhar. Mesmo que escapasse da chupa cabra, Brandon poderia encontra-la e era eu que tinha as armas.

Estaquei de repente, já dentro da câmara, sendo iluminada pelos archotes e me virei pegando na minha varinha. – Você não vai passar! – exclamei e a criatura rosnou para mim. – CONFRINGO! – lancei o feitiço para mandar a criatura para sete palmos abaixo da terra mas ela se desviou e se lançou para cima de mim. E eu tropecei e cai no chão e gritei alto sentindo algo estalar, como se tivesse quebrado uma costela e vi o arco e flecha a alguns metros de mim. Ofeguei, tentando buscar o ar e vi a criatura olhar para mim como se eu fosse seu almoço. – Oh não, nem pense nisso! – gemi e me arrastei pelo chão, com a varinha bem segura na minha mão. – DEFFODIO! – apareceram cortes da pele do monstro e parece que o irritei mais porque logo saltou de novo, espetando aquelas unhas horrendas e sem manicure no meu braço e gritei de novo. Senti o sangue começar a jorrar e fiquei um pouco tonta. Olhei para a criatura com os olhos semi-abertos e vi ela cheirando o ar e aproximar o focinho do meu braço. – Tire os seus dentes nojentos de longe de mim! – consegui gritar e tentei chutar a besta de cima. E então lembrei da varinha e mesmo eu estando tonta consegui pensar em um mero feitiço. – DEPULSO! – ofeguei com o ar que ainda tinha em mim e mandei a Chupa cabra contra a parede, ouvindo o gemer dela. Bem feito. Mas agora eu tinha que agir rápido. – AQUA ERUCTO - criei uma barreira de água entre mim e a criatura e rastejei para pegar no arco e flecha. Foi tudo muito rápido.

No momento em que posicionava a flecha no arco, a besta apareceu totalmente molhada e saltou de novo na minha direcção. E eu soltei a flecha ouvindo o barulho dela contra o ar e acertando no olho vermelho do monstro. E não era uma flecha de fogo como a que tinha atirado anteriormente. Esta tinha uma função diferente. No momento em que tocou na besta, ela congelou e quando caiu no chão se desfez em pedacinhos. Gemi baixinho – Espero que o senhor nãoo gostasse muito do seu animal de estimação director. – ofeguei antes de me deixar cair no chão da caverna. Meu corpo doía e estava sangrando. Eu não sei se aguentaria um combate assim de novo. Me arrastei e encostei na parede e peguei na minha varinha – Episkey – sussurrei tentando fechar o corte e deu um pouco de resultado. Pelo menos agora só sentia dor. E acho que tenho uma costela quebrada.

Levantei-me, tentando respirar calmamente e peguei em tudo, colocando o arco e flecha no meu ombro e a varinha na mão. Certo, eu não podia ficar ali quieta. Andei a volta da câmara vendo os seis corredores possíveis. Suspirei e virei para o corredor que ficava mais a direita de onde eu tinha saído. Tinha que achar Bran, ou pelo menos a taça. Só rezava para que os próximos desafios fossem mais simples =x


LP = 10 - 4 (carta Chupa Cabra) = 6



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Alice McHugh
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MensagemAssunto: Re: 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"   Sab Dez 08, 2012 11:06 pm

Eu nunca quis Glória, eu nunca quis Troféu algum, eu somente quis ver minha amiga Arya feliz. E onde isso me levou? Aquele momento trágico ao qual eu caminhava lentamente, sabe-se lá Deus pra onde. Com uma mochila segura nos ombros, com poções dentro desta, rezando qualquer oração que eu me lembre, e tentando entender porque a Arya me enfiou um bolinho no bolso do meu casaco, ela achava o que? Que eu ia alimentar os monstros que iam me devorar? Ou quem sabe ela já tava adiantando a sobremesa deles, para depois deles me comerem.

O que mais me atormentava além disso? Era toda a preocupação que Seth parecia dirigir a minha pessoa. Tudo bem eu não sou lá excelente em duelos, mas logicamente se minha vida depender de um feitiço, na hora eu vou conseguir, nem que eu de uma de maluca, como alguns seres desse castelo e parta pra agressão física. Algo eu farei é claro. Eu não estava gostando daquilo, eu não era indefesa, muito pelo contrario e apesar de eu estar já entrando em pânico, que nem mesmo o chá contrabandeado da Ariel deu jeito. Mas ainda assim eu tentava não demonstrar, caminhando de cabeça erguida em direção aos jardins. Olhando a cara de psicopata alucinado por mandrágoras do diretor Gerald aquele castelo e a dos fundadores. E não pude deixar de rir ao ver os Lufanos, e um dos meninos que parecia realmente ser empurrada a essa ultima tarefa.

-Nos carregue no colo, se quer que andemos mais rápido, energúmeno. -Murmurei entre os dentes ao ouvir o diretor berrar. Eu não estava muito paciente naquele dia, e eu tinha quase certeza que isso tinha a ver com os bombons que me deram pra comer. Na sonserina tudo é possível, e tenho certeza que os meus estavam batizados, com o que eu anda não sabia, só esperava que eu não arrancasse minhas roupas e dançasse sensualmente pra um trasgo que quer me esmagar.

-Eu vou te matar Arya!!!!!!-Berrei olhando pra tal luz lá que o diretor falou. Eu iria matar minha amiga lentamente. Lá ia eu pra um lugar que eu nem sabia direito o que iria encontrar. E ainda por cima me pediram pra trazer uns ovos de dragão. Lógico vou enfiar eles dentro de minha roupa e os transportar... Foi quando ouvi a explicação, e que sim iríamos todos nos separar, dentro dessa metrópole. Isso me deu um calafrio na espinha, pois mesmo que eu estivesse irritada com Seth, tentando me proteger de tudo e todos. Eu não queria ele longe de mim, pois eu tinha medo dele se machucar. Mas ele pareceu captar isso também, pois logo veio pra perto de mim, me segurando e falando rápido.

-Não seja tolo, você vai procurar o troféu...-Mas quem disse que ele sequer me entendeu? Ou me ouviu? Ele logo me cortou. E quando eu ia falar o que achava daquilo, fui empurrada não sei por quem, pra pegar uma das chaves, e mal a peguei e me virei pra Seth, pra lhe responder, PLOF, eu havia sumido. Na verdade meus olhos tiveram que se acostumar a nova claridade do local que eu caira. E eu fiquei parada olhando aquele lugar por alguns instantes. Era um pouco abafado, um cheiro estranho, pedras que pareciam escorregadias, e ao mesmo tempo ásperas demais. Ali não era um bom lugar sequer pra um cochilo. Me recordei de Seth a falar sobre eu sinalizar. E sacudi a cabeça.

-Se eu sinalizar, tudo irá me encontrar, menos você Seth...-Murmurei baixo a mim mesma. Começando a andar. Olhando meu mapa e torcendo pra eu estar no caminho certo e os demais campeões não terem fome de vitoria e tentarem me matar. Por alguns instantes pensei em berrar o nome de Seth, mas novamente avaliei minha situação atual, que não era das melhores, e percebi que o melhor era tentar achar ele de outra forma. E com toda certeza não me esconder em canto algum.

De certa forma tenho que admitir. Eu estava gostando daquela aventura. Era como voltar a infancia e descobrir um novo mundo, perigos. Mas eu sabia que eu não teria realmente quem me salvasse ali. De repente eu percebi que talvez eu gostasse de perigo, gostasse do imprevisto. Vendo uma aranha estranha passar por mim e apenas a olhei, a pegando na mão e a colocando em outra pedra. Ali começava a se formar algo em minha mente, um caminho pra depois de formada. E um sorriso ocupava meu rosto, tirando um pouco da preocupação.

Mas sabe quando você anda e sente algo diferente no ar? Como se algo sob seus pés não fosse tão seguro assim? E principalmente quando você ouve um som estranho, como se estivesse atrás de você? Bem eu me virei rapidamente, e quando vi era uma pedra enorme, deslizando em minha direção. E lá fui eu começar a correr, tentando chegar ao final daquela pequena “trilha’ por entre outras pedras, pra escapar da maior. Mas eu não sou tão boa assim em correr, segurar a varinha. E cai com tudo no chão.

-Droga!-Falei rapidamente me virando e apontando a varinha pra pedra. -BOMBARDA MAXIMA!-Falei, pro inferno a parte de não fazer barulho e de evitar feitiços. Eu não iria ser esmagada por uma pedra. Não era uma maneira muito honrosa de morrer. E logo esta explodiu em vários pedaços. E eu me encolhi e mesmo assim senti alguns destes cortarem meu braço e suspirei, me erguendo e indo pra cima de uma pedra abrindo minha mochila e passando rapidamente uma poção de cura no meu machucado, e também nos joelhos. Nada de cheiro de sangue naquele lugar, eu não sabia o que poderia realmente atrair.

-Bem Seth, você queria um sinal, uma explosão deve servir...-Murmurei sorrindo a mim mesma. E fechei a mochila, pegando o mapa, olhando a localização que este dava. E comecei a caminhar, esperando que estivesse indo pelo caminho certo, e o encontrar a tempo.



LP = 10 - 1PT(CARTA DA ARMADILHA) = 09 =)
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Alexandra Hanson
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MensagemAssunto: Re: 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"   Sex Dez 14, 2012 11:21 am




go, hufflepuff, go!
Come on and show out your teeth And what you've got underneath 'Cause everyone's got troubles That's the way the story goes You don't need to get in trouble baby To see whats underneath your nose Oh 'cause if your feeling happy That's the place to let it show So just remember to, smile, smile, smile --- post 001
Aposto que todos vocês já devem estar cansados de ouvir frases do tipo "Alex é um garoto de saias", ou então "Alex não pode ser uma menina" ou qualquer frase colocando minha sexualidade em dúvida. Eu vou esclarecer rapidinho.

Primeiro: SIM, EU SOU UMA MENINA!
Segundo: NÃO, EU NÃO AJO COMO UMA MENINA!

Por favor, acho que se juntasse todos os moleques daquela toca, eu conseguiria ser mais macho que todos eles mesmo assim. Afinal, vamos combinar, mesmo estando tremendo de medo dessa história da última tarefa ser fora de Hogwarts (o que tá na cara que vai dar merda, porque, pensa, se DENTRO de Hogwarts já tava como tava, imaginem fora!), eu tava peitando tudo e dando a cara ao tapa! Claro que possivelmente eu estava assinando meu atestado de óbito (o que me lembra que nem testamento eu fiz, mas okay), mas ainda assim, estava indo de peito inflado, cabeça erguida, passos decididos e... Arrastando o Mile pelos jardins. Agora, apenas imaginem a cena. Entendem o que quero dizer com "sou mais macho que todos eles"? Poisé, isso mesmo.

Enquanto que com uma das mãos eu usava pra arrastar o Mile, na outra eu segurava minha vassoura. Não era lá a melhor vassoura do mundo, mas nunca havia me deixado na mão, e eu esperava com todas as minhas forças que ela não decidisse justamente hoje dar pau. Desde quando ficamos sabendo que poderíamos levar algum item, eu escolhi a vassoura. É um meio rápido e fácil de fugir de qualquer coisa, e também serve como uma boa arma de defesa, uma vassourada certeira na cabeça derruba qualquer um, vai por mim, eu testei isso no Hades (o que, aliás, fez o garoto me sugerir um taco de baseball de aço, mas acabei descartando o que não signifique que não queira um, está em minha lista de Natal!).

Depois de atravessar todo o jardim e ouvir toda aquela lorota do Brier (que, aposto, praticava aquele discurso todo apenas para nos deixar com medo só não o avisem que está funcionando!), dizer que seria cada um por si, nos dar o objetivo da noite e tudo o mais, eu tratei de pegar logo uma chave de portal, achei um espelho velho perto da tia Helga (que quase me sufocou de tanto abraço e beijos!) e me posicionei, apenas esperando a coisa funcionar.

- Mile, Anniken, boa sor - e então fui sugada para dentro do além, rodando no meio do nada enquanto a Chave de Portal me teletransportava.


[...]


- MAS PRA QUE TANTA ARANHA NESSE INFERNO?! - eu gritei e só ouvi o eco de "inferno, inferno, inferno" na escuridão.

Ok, vamos voltar um pouco. Eu fui jogada pelo espelho infeliz em um lugar escuro com uma coisa grudenta e pegajosa. Vale lembrar que já tive uma experiência parecida com essa, então eu sei reconhecer teia de aranha quando estou caída em uma. E, como era de se esperar, assim que acendi minha varinha, tinha uma dúzia daquelas malditas pernudas tentando me cercar na teia. Mas como eu sou um ser abençoado por Deus, consegui me lembrar do feitiço para repeli-las e então fugi, o problema é que uma havia sobrevivido e eu tentava escapar dela, enquanto dava de cara com paredes, tropeçava em degraus, chutava pedras, até que caí dentro de um buraco cheio de lama, por onde escorreguei pelo que julguei ser um túnel lamacento. Pensem em um tobogã subterrâneo, a coisa era quase essa, a diferença é que ao invés de uma piscina de água limpinha e gostosa, eu fui com a fuça num lago nojento com coisas que boiavam de um modo suspeito e que pretendo nunca, JAMAIS em minha vida imaginar o que poderia ser aquilo.

- Sorte de texugo, realmente, nunca nos abandona. - eu resmunguei, enquanto tentava me arrastar para fora daquela piscina nojenta, arrastando a vassoura comigo.

É, eu sou um gênio, eu sei, ao invés de montar na vassoura e sair voando pra longe das aranhas, não, eu realmente a usei como um bastão de Quadribol contra uma delas e só então eu fugi correndo. Por sorte, ela ainda estava inteira, apesar de toda lamacenta. Aquela luzinha irritante azul reapareceu, ou ela sempre esteve ali e eu não havia dado atenção, afinal, tinha algumas dezenas de patas e pinças perigosas de aranhas para me preocupar. Mas, okay, Hogwarts inteira estava vendo uma Alex suja de lama e dejetos desconhecidos... Eu espero MESMO que eu encontre essa taça, caso contrário, vou ficar muito irritada.

Para bancar a inteligente depois de nadar na lama, eu limpei magicamente as cerdas da vassoura e então eu a montei, voando baixo no escuro, usando a ponta da minha varinha como uma espécie de farol. O objetivo agora era encontrar a taça, custasse o que custasse.

Acredito que horas se passaram e eu não havia encontrado nada, nem um sinal da taça. Nadinha, fora mais insetos e animais asquerosos, estátuas realistas demais para meu gosto e esqueletos de todo tipo, degolados, destroçados, inteiros, e... Vivos. É, isso mesmo, vivos, juro que enquanto passava por um lugar, vi um monte de esqueletos com pedaços de pele pendurada fazendo uma dança super esquisita. É claro que venci minha curiosidade e forcei a vassoura a voar mais rápido para longe dali, mas Taça, que é bom, nada de encontrar.

- Quem foi o animal que resolveu esconder a merda da Taça no c... - e então eu lembrei da porcaria da luzinha azul, me mostrando toda maravilhosa no Salão Principal, e eu quase havia falado coisa que não devia, afinal, vai saber quem havia escondido a Taça mesmo.

Acabei chegando a um lugar mais amplo, sem casas ou qualquer coisa velha desmoronando, não havia árvores secas, plantas mortas, nada, apenas o chão poeirento e rachado. A poeira fazia uma espécie de "neblina", o que dificultava mais ainda pra enxergar, como se já não bastasse estar escuro, e a temperatura pareceu elevar-se de repente. O que era ótimo mesmo, eu, toda suja de lama, passando aquele calor infernal, até podia sentir a lama rachando em minha pele e roupas, e, claro, podia sentir toda aquela poeira me deixando mais suja ainda, misturando-se com meu suor. Aposto que aquelas meninas nojentinhas em Hogwarts estariam vomitando ao me ver assim.

- Mas que cofcofcof diabos, nã-cofcofcof não dá pra ver nada! - resmunguei, tentando afastar a poeira da minha frente.

E conforme eu avançava poeira a dentro, avistei uma linha no horizonte, uma linha vermelha que parecia tremular. Eu senti o ar ficar mais quente, e um forte cheiro de fumaça atingiu meu nariz. Tive a sensação de que a linha vermelha se movimentava, como se ela corre-se em minha direção. E enquanto o ar ficava mais quente ainda, quase me sufocando, eu comecei a juntar algumas peças. Linha vermelha brilhante que dança e avança, cheiro de fumaça, ar quente...

- Puta que pariu! - eu freei a vassoura tão repentinamente que ela me derrubou no chão de terra, que estava quente, claro. Tudo naquele lugar estava quente, e eu estava começando a derreter de verdade.

Eu rolei para o lado segundos antes de um gêiser explodir bem ao meu lado, senti meu braço arder pelo calor enquanto tentava achar onde diabos havia ido parar minha vassoura, mas com toda aquela poeira, era impossível. Outro gêiser explodiu perto de mim, e eu rolei de novo, desta vez indo parar atrás de uma grande rocha quente. Bem legal o fato de que, com a queda, eu havia me separado da minha varinha e da minha vassoura, lindo isso.

- Maldição, como se tudo já não estivesse bastante fod... - e a maldita luzinha apareceu novamente, sério, acho que devem ter colocado algum feitiço anti-palavrões nela, porque olha... - Fedido, eu ia dizer fedido. - revirei meus olhos e espreitei pela rocha.

Só que assim que fiz isso, aquela coisa rolou para o lado, criando braços, pernas, e olhos flamejantes, como se estivesse apenas dormindo. A coisa deu uma espreguiçada e acabou vendo a paspalha aqui, e no mesmo instante, seu corpo encheu de rachaduras vermelhas, como... Como lava escorrendo por um vulcão.

- Oh-oh. - a criatura deu um urro e curvou-se, cuspindo uma bolota de fogo em mim. Por milagre de Merlin, eu consegui desviar, mesmo que tivesse chamuscado as pontinhas do meu cabelo - HEY! SUA MÃE NÃO TE ENSINOU QUE É FEIO CUSPIR? - ele cuspiu de novo, desta vez ele mesmo errou, talvez ele fosse meio vesgo - Okay, não. - ele deu outro grunhido e bateu os pés no chão, abrindo vários gêiseres no campo.

Tratei de correr o mais rápido que eu conseguia, tentando desviar das bolas de fogo cuspidas pelo animal, até que tropecei em alguma coisa. Por sorte, era minha vassoura, eu montei nela e dei um impulso, voando baixo para tentar achar minha varinha. Voando eu era bem mais rápida e ágil, claro, o que deixou o bicho totalmente doido. Depois de dar umas duas voltas, a cega aqui conseguiu achar a varinha, o que não deu muita diferença, porque eu não sabia o que fazer.

Senti um impacto na vassoura, e quando olhei para trás, as cerdas estavam chamuscando. Pela segunda vez, eu capotei, mas pelo menos, eu mantive a varinha na mão. Conjurei água para apagar o chamuscado da vassoura, e então me senti muito burra por não ter pensado naquilo antes.

Me virei para o lavamento (?) e apontei a varinha para ele, a criatura deu uma risada esquisita, mas me mantive firme.

- AGUAMENTI! - um jato de água voou bem na cara do monstrengo, claro que ela evaporou assim que o acertou, mas pela cara que ele fez, ser acertado bem na fuça por jatos de água não era algo que ele gostasse. Ele se preparou para cuspir novamente - Aqua Erectu! - uma barreira de água surgiu na minha frente, impedindo que as bolas de fogo me atingissem, só que, assim como o jato, ela evaporou rapidamente, então uma das bolas conseguiu atravessá-la, acertando de raspão meu ombro.

Eu não gritei. Eu praticamente BERREI de dor, porque, sério, ter sua pele queimada assim não é lá muito confortável.

- Filho duma... AAAAARGHT, BOMBARDA MAXIMA! - eu apontei para os pés dele, parte dele explodiu junto com o chão, o que o fez desequilibrar-se e tombar para o lado - Glacius! Glacius! Glacius! - grossas camadas de gelo começaram a surgir por cima da crosta de lava do monstro, o que o fez esfriar-se aos poucos e ser congelado.

Claro que ele não ficaria paralisado por muito tempo, não com aquela coluna de fogo por ali, então eu aproveitei para sair voando, mesmo que minha vassoura estivesse praticamente chorando e clamando por aposentadoria, era o meio mais rápido de eu sair viva e encontrar um lugar seguro para curar meu ombro queimado.



Pontos de vida:
LP inicial: 10 LP
Carta Golem de Lava: -2 LP
LP Final: 8 LP




TAGGED: Mile Davies, Anniken Norgaard NOTES: meh, levei dias pra fazer e fica ruim assim, desculpa gente, mesmo. E não sabia como derrotar um golem de fogo, então... Mesmo que congelar lava seja estúpido, eu não sabia se ele podia ser explodido, whatever x.x qualquer coisa me gritem e eu edito (: WEARING: click here CREDITS: SHINJI @ OPS!



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Anniken H. Nørgaard
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MensagemAssunto: Re: 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"   Sab Dez 15, 2012 5:02 am



we're beautiful like estátuas perdedoras - - -


Tiramos duas conclusões da etapa anterior: Primeiro, Drake, Alex e Mile dariam Ó-T-I-M-A-S manicures porque o ocorrido na fortaleza se espalhou por Hogwarts como água; Segundo, não tem mais pra onde descer na escala de reputação depois de servir de privada pra macaco voador. De certa forma isso me "animou" porque se não tem mais pra onde descer, dá pra fazer qualquer merda na terceira tarefa que ninguém vai lembrar tanto quanto isso... acho. Mas a parte da reputação incrivelmente não estava importando tanto, pela primeira vez no ano eu estava com um pouco de medo, e eu não costumo ter medo de nada, só que se 2 alunos na enfermaria não foram suficientes pra satisfazer a sede de sangue daquele diretor maluco, sabe-se lá o que ele preparou agora pra nos matar. Porque sabe né, tudo isso é o início do plano dele pra exterminar os alunos pouco a pouco.
Liesel usou aquela tática ótima pra fazer alguém comer quando não quer, sabe aquela lá onde a comida é empurrada goela abaixo contra a vontade, mas tudo bem, isso se repetiu por duas vezes e então vieram nos chamar. Tia Helga foi o caminho todo nos dando tapinhas amigáveis e dizendo que o importante era termos chegado ali, que não precisávamos ganhar e blablabla, ou seja ela estava nos advertendo sobre uma possível derrota e pareceu seriamente que estávamos entrando lá para perder.
Lá era uma necrópole, algo que eu consegui descobrir depois de derrubar o Mile e fazer ele desembuchar o que tinha descoberto à la bitch slaps, porque eu não ia desvendar pergaminho nenhum, e além do mais as últimas aulas de runas pra mim tem sido movidas a quinze minutos de sono, xingamentos e então alguém fazendo meus deveres. Isso era pra ser uma coisa física e estratégica, não? Então.
Assim que nos posicionamos e disseram que seriamos separados Mile começou a entrar em pânico - O que você é? Um homem ou um aprendiz do Aaron?- joguei o que estava perto de mim nele e me virei para o Sr. Brier que começou a vomitar informações e usando meu filtro de "captura o útil" entendi o que precisava e ainda deu tempo pra reparar em como a cabeça daquele homem era desproporcional. A chave mais perto de mim era uma meia aparentemente fedida e cheia de bactérias e coisas que eu prefiro não saber – Elas já vão ser ativadas, segurem suas chaves de portal. "Nojo, nojo, nojo."- me estiquei e peguei a meia, quando fiz isso tudo começou a girar e as torradas começaram a querer voltar.
~.~.
Não havia nada para amortecer a queda e eu estava dando graças por isso, cair em cima de um cão do inferno logo de cara não seria nada proveitoso. O cheiro de poeira era tão forte que me deixou tonta e só de pensar naquela meia no meu bolso voltava a vontade de por tudo pra fora, péssima combinação. Regra 1: nunca coma antes de uma missão, obrigado Liesel. Minha vassoura estava pendurada no ombro esquerdo por uma alça, não ia usá-la tão cedo, se viesse alguém e eu fosse lenta o suficiente pra não lembrar nenhum feitiço era só dar na cabeça do desgraçado com aquilo. "Vassouras, garantindo sua locomoção pelo ar e sua segurança pela terra" bom slogan.
O único caminho para seguir era um corredor íngreme então eu devia estar na parte mais baixa da necrópole, as paredes pareciam tão velhas a ponto de encostar que elas cairiam, mas o que mais me assustou foi que nada, absolutamente nada havia surgido e tentado me matar, não que eu quisesse mas é muito suspeito contando com o fato de eu estar no lugar que estava.
O problema foi que eu me acostumei com o silêncio e segurança, continuava iluminando cada canto mas não estava prestando atenção, e então meu coração disparou porque do nada um vulto passou correndo e quase levou meu braço junto - MASQUEPORRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH- dei um pulo pra trás momentos antes de um não sei o que passar balançando um porrete correndo atrás do outro sei lá o que, graças a Deus ele não resolveu parar pra dizer olá. Engoli em seco e segui o caminho de onde os dois vieram, se houvessem mais coisas por ali certamente teria ido atrás também.. certo? - Certo.- balancei a cabeça e segui em frente. (FRASE DE TUMBLR DETECTED Q)
- Uudelleen turvassa, olet turvassa, kaikki rohkeus- cantarolei baixinho enquanto caminhava, a luz não atingia muito longe então parecia que ainda demoraria para chegar a outro lugar. - Mitä tarvitset on sisälläsi, pelko, älkää pelätkö- quando percebi havia um tipo de eco dos meus passos, mas não da voz. Dei mais dois passos, ecoou -[i]Tänään laulan, pieni tähti..- silêncio. Tinha algo atrás de mim. Rapidamente peguei uma pedra do chão e deslizei a alça da vassoura do ombro, subindo nela e ficando próxima ao teto. - Nox - Atirei a pedra longe e ela caiu fazendo um barulho alto o suficiente para atrair o meu seguidor. Não ousei acender a varinha de novo e continuei o caminho voando o mais rápido que pude e tentando escutar o bicho abaixo de mim.
Tava tudo bem até eu bater a cabeça numa estalactite e cair no chão de uma forma nada silenciosa, quase um sinal pra "COMIDA GRÁTIS". Puxei a varinha guardada no bolso rapidamente e puxei a vassoura pra perto de mim - Lumos- girei lentamente e não havia nada a mais de 1 metro de mim, talvez fosse um erro fazer isso agora mas me encostei na parede e abri o mapa. Haviam duas trilhas por onde eu poderia ter começado, e como não foi tão longo, era provavelmente a do canto e mais distante. "Eu perco tempo tentando entender um mapa e eu nunca aprendi a fazer isso. Boa Anniken."- guardei o papel novamente no bolso e continuei, dessa vez apenas planando porque o teto estava todo irregular formando uma armadilha maligna.
As pessoas que viviam aqui deviam ser magérrimas e musculosas porque esse lugar é gigante, o que me leva a pensar que se não estivesse infestada de monstros seria um bom lugar para tonificar as pernas, aguentar insetos e aracnídeos não seria um preo tão alto a pagar. Três figuras chegaram ao alcance da luz e eu pulei pra trás, mas ao invés de atacar elas ficaram imóveis. - Estátuas.- desci da vassoura e me aproximei cuidadosamente. Bem, as pessoas eram magérrimas com o esperado mas eram feias, ou pelo menos estavam feias no momento e uma delas usava uma puta saia de cigana e.. amuletos? Ninguém que use amuletos entra em algum lugar sem esperar que algo ruim esteja lá. Mais a frente pude ver outra linha de estátuas, corri até elas e as expressões eram as mesmas, mas dessa uma delas carregava algo com um sinal.. um olho e... serpentes - Ah não... isso não.- houve um barulho atrás de mim e quando olhei as estátuas estavam em uma formação diferente, elas trancaram a passagem de volta. Meu coração acelerou e automaticamente corri pra longe, corri até meus pulmões arderem.
O que pude perceber foi que o teto e as paredes diminuiam a medida que eu andava, como um funil. "Ninguém trancaria um lado se o outro estivesse livre.. o teto é muito baixo não dá pra voar.."- logo a frente avistei o caminho bloqueado. Era uma armadilha.
E eu havia caído direitinho.
A pior coisa que existe é saber o que vai acontecer em seguida, e se essa coisa é ruim, é mais difícil ainda ter que encarar o inevitável. Apertei os olhos uma vez e respirei fundo, então me virei e ela estava lá. Não consegui mover nada, não consegui não olhar para o grande olho brilhante em minha frente.
Anniken Halle Nørgaard havia sido vencida pela vadia-ciclope-do cabelo ruim.
Anniken Halle Nørgaard vai praticar hardcore bullying com o primeiro sonserino que aparecesse na frente.

LP: 10 || Carta da Górgona = eliminada
POST: 001 │ TAGGED: Liesel, Helga, Mile, Seth, Lancelot │ WEARING: HERE │ NOTES: Ficou bem tosco e nada Anni mas foi o que consegui escrever, primeiro post depois de um tempãaao x.x se precisar editar me avisem, porque é madrugada e não ta nem revisado. Não tenho ideia do que posso ter escrito e.e
CREDITS: BABY DOLL @ OPS


Última edição por Anniken H. Nørgaard em Seg Dez 17, 2012 3:05 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"   Sab Dez 15, 2012 9:54 pm



Carta para Alice McHugh
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Carta para Seth Morrison
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Carta para Alexandra Hanson
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Carta para Brandon Leobald
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Carta para Rikke Norgaard
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MensagemAssunto: Re: 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"   Seg Dez 17, 2012 3:00 am

Era hoje... O grande dia! A Terceira Tarefa do Torneio. O dia em que saberíamos quem seria o grande vencedor! E eu estava apavorada! Sim, porque agora eu estava sozinha nessa joça! A Aislin se acidentou e não pôde vir. Ou seja, sobrou pra Sarinha aqui! Legal, né? Só que não... Eu apertava uma mão na outra, estalava os dedos e sacudia as pernas para tentar me manter em movimento, espantando o nervosismo, mas não estava dando muito certo.

Foi então que o Diretor maluco apareceu e eu olhei para Rowena apreensiva. Ela me deu um sorrisinho nervoso, ao passo que eu retribuí. Acho que ela estava quase com tanto medo quanto eu. O que iria acontecer eu não tinha a mínima ideia... Só sei que eu treinei pra caramba novos feitiços durante o período entre o fim da segunda tarefa e o dia de hoje. Ah, sim, e eu consegui um conjunto de adagas de arremesso, bem da horinha. Só não me perguntem como, ok? É impressionante o que você pode achar por esse Castelo, nos lugares mais escondidos!

Brier nos explicou tudo o que teríamos que fazer, e eu prestei atenção. Enrolava o cabelo por entre meus dedos o tempo todo em que o cara estranho falava: um sinal de que estava nervosa, e muito! Apertei minha varinha e verifiquei se minhas adagas estavam no local correto. Sim. Agora era só juntar coragem o suficiente para enfrentar o que vinha a seguir. Somente um de nós iria ganhar, e eu não sabia se queria isso ou não. Por mim tudo bem... Eu cheguei até aqui, está ótimo! Mas então o rosto do tio Damian apareceu em minha mente, me encarando daquele jeito assustador. Era justamente por isso que eu estava aqui: para fazê-lo ver que eu era mais do que pensava. Que tinha força o suficiente para enfrentar seres extraordinários e ainda sair viva de lá. Esse pensamento me revigorou, e fiquei mais ereta. Era necessário ter coragem agora. Era a última chance que tinha para provar quem eu era naquele torneio.

Ok, ok. O último que resistir fica com a Taça e tal. Beleza. E se acontecer alguma coisa a chave de portal é reativada... Mas e se sem querer a gente deixa ela cair e acontece alguma coisa? O.O Todos levantaram as mãos quando Brier perguntou, mas ele não iria responder nada. COMO ASSIM COLEGUINHA?? E SE EU TENHO UM ATAQUE DE PÂNICO E SOU QUEIMADA POR UM DRAGÃO?? E se... e se... Ai meu Merlin, agora tenho que correr, porque a gente já vai embarcar nessa viajem louca! Peguei a primeira coisa que me apareceu na frente e me agarrei à ela como se fosse a minha vida (de fato era, mas vou deixar esse pensamento de lado por enquanto). Olhei para Brier apreensiva enquanto ele contava os segundos que faltavam para sairmos dali. Não deu tempo de falar o “um”. Senti meu umbigo sendo puxado em direção à bota em minha mão, e comecei a girar e girar e girar...

TUM!!!

Caí com um baque surdo no chão. Minha perna bateu em alguma coisa dura, e senti alguma coisa escorrendo por meu joelho. ”Por favor que seja sangue, por favor que seja sangue” – pensei desesperada.

Me levantei com cuidado, olhando em volta: um local escuro, um vento frio fazendo meu corpo tremer, e a sensação de que estava frita. É, eu havia chegado à necrópole. Olhei para baixo, e meu joelho sangrava. Menos mal. Poderia ser um animal estranho e assustador, e... ORA, PARE COM ISSO, SARAH! CORAGEM, GAROTA!

Apertei a varinha em uma mão e peguei uma das adagas com a outra. Andei poucos passos, com medo do que poderia encontrar por ali e rezando internamente para que ficasse bem. Percebi um movimento à minha direita e me virei, com a varinha em punho. E infelizmente esse foi o pior movimento que fiz em toda a minha vida: o que eu vi era uma maldita górgona! No segundo que fixei meu olhar no da criatura, percebi que tudo estava perdido. Senti meu corpo petrificando de fora para dentro e fiquei com raiva. Raiva do tio Damian, raiva de mim por ter entrado no Torneio por causa dele, e raiva do medo que sempre tive dele.

Mas não adiantava nada agora. Estava acabado. Não conseguiria provar que poderia ser melhor do que gostaria. Acabou-se. E eu teria que me conformar com isso.

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Brandon Leobald
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MensagemAssunto: Re: 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"   Dom Dez 23, 2012 9:00 am


Sentiu uma pontada de dor, e pousou uma das mãos na parede, a outra deixou escorregar o kit de poções e foi seguir o instinto, o sangue escorria e lambuzava suas veste esqueletos... pensou e os amaldiçoou em seguida. Agachou como consegui e abriu o kit retirando um pequeno frasco de poção na cor azul, ela seria sua salvação, procurou um lugar mais iluminado e acabou de rasgar a camisa branca abrindo espaço e vendo o corte. Abriu o frasco e despejou o liquido, não todo, mas uma boa quantidade, pois o corte era feio e pouco profundo. Ardeu, como se ele tivesse ficado com a cara na lareira do comunal e a fumaça ao invés de subir pela chaminé saiu na sua direção e toda para seus olhos claros. E tão rápido quando ardeu se fechou, mas ainda doía. Era apenas para o sangue não escorrer, mas a dor ainda sentia, sentia a espada vir e beijar seu quadril.

Por um momento até havia se esquecido do que estava acontecendo ao seu redor. Tinha um torneio para ganhar, um torneio para conquistar a Grifinória conquistar a glória. E o mais importante encontrar Rikke. Apanhou o kit e arrumou-o, o fechando em seguida. Se corpo se arrepiou ao ouvir um barulho perto dele, buscou a varinha no bolso e então viu alguém passar por ele.

Era uma coisa alta e com cabelos loiros, que passou sem que ele percebesse. Empestearam esse lugar, pensou seguindo na mesma direção que a coisa, não quis contar com a sorte e ir contra o caminho dela, talvez andando perto não apareceria mais nenhum outro ser para aterrorizar sua vida.

Usou o escuro para se afastar da vista do que poderia ser aquilo. Apenas identificava com cabelos loiros, mas em uma certa ocasião seu pé pisou em um pedaço de osso e o quebrou chamando a atenção de quem estava naquele corredor. Ele abaixou a cabeça e quando levantou sentiu algo no seu peito o jogando para longe, uma voz feminina ao fundo. Seus olhos se fecharam por um momento, e quando se abriram estava vendo uma garota loira que dava tapa na sua cara, sua cabeça doía um pouco.

- N-Não estava seguindo n-ninguém! – mentiu e tossiu no final virando o rosto para não ir nela. Era uma das campeãs, Alice, mas não conseguia identificar se era da Sonserina ou Lufa-Lufa. – N-Não a segui! – continuou respondendo até ela colocar a varinha em seu machucado e ele sentir novamente o beijo daquela espada cortar sua pele, mas dessa vez o sangue não escorreu. Fechou os olhos mais uma vez.

Quando acordou estava sozinho no corredor a garota parecia ter desistido dele, e nem os organizadores do evento o resgataram, queria que ele sofresse mais. Imaginou se Rikke estaria sofrendo desse jeito. Ajeitou-se contra a parede e ficou sentado pensando em quem poderia ter lhe acertado, aquilo deve ter custado um bom tempo, e alguém já poderia ter pegado a taça. Não, se não eu já estaria fora. Abriu mais uma vez o kit de poções, e pegou um frasco com liquido incolor, passou a mão nele e o abriu rapidamente. Indolor, sua boca estava seca, e ele o ingeriu. Arrastou-se por um tempo até chegar a um lago, aquela água do frasco não ajudaria em nada, deveria ter desconfiado que ali encontrasse algo que o assustasse, mas estava muito perturbado pela loira do banheiro que o atingiu.

Assim que chegou a borda soltou o kit e se agachou para beber um pouco daquela água, pegando um punhado com a mão e a bebendo em seguida. O gosto não era dos melhores, mas com certeza matava a sua sede. Abaixou para pegar mais um pouco e quando ameaçou de beber a água abaixo de si se movimentou. E braços e mãos o agarraram. Gritou, berrou, mas nada adiantaria. Usou sua própria força para tentar se soltar, mas aqueles membros o arrastaram, e não consegui alcançar o bolso para apanhar a varinha. Seu corpo lutava contra eles, mas deixou se levar quando a dor no quadril foi maior. Enfraqueceu e caiu dentro do lago.

Seu corpo ficou submerso e sendo levado pra o fundo, conseguia respirar, mas sabia que o ar era pouco, se debateu, mas de nada adiantava. Apenas moveu a mão o quanto conseguia. Concentrou as suas forças no braço que dava ao bolso do objeto que o salvaria. Quando estava próximo ao bolso, seu corpo inteiro foi preso como se uma cobra o havia apertado, mas eram mais daquelas mãos, agora era o corpo inteiro. Não sabia o que era, mas já suspeitava de que ser estava por trás. Tentou se soltar mais uma vez, mas apenas conseguiu fazer o Inferi que estava o abraçando apertar mais. Não vou morrer afogado, e não aqui com vocês. Pensou os amaldiçoando e enfiando a mão no bolso. Morram! Lumus Solen! – gritou com a boca enchendo de água.

O lago inteiro clareou e os inferius que estavam por perto derreteram, se desintegraram, e o corpo do garoto ficou mole, e ele sentiu o breu lhe pegar. Seus olhos fecharam e mais uma vez ele se apagou, mas desta vez o corpo estava inteiro, apenas o cansaço físico de muita força e a respiração. Seu corpo foi guiado até a borda do lago, como se o lago estivesse enfeitiçado. Parou na borda onde tudo começou estava com a varinha na mão, os olhos fechados e o corpo ao lado do kit de poções.


Citação :

Brandon Leobald: LP = 9 - 1 (carta inferi) = 8

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Alexandra Hanson
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MensagemAssunto: Re: 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"   Dom Dez 23, 2012 6:29 pm




go, hufflepuff, go!
Come on and show out your teeth And what you've got underneath 'Cause everyone's got troubles That's the way the story goes You don't need to get in trouble baby To see whats underneath your nose Oh 'cause if your feeling happy That's the place to let it show So just remember to, smile, smile, smile --- post 002
Eu não estava bem.

Meu ombro estava me matando de dor de dentro para fora, como eu havia sido muito inteligente e trazido uma vassoura para o torneio, ao invés de um bom kit de poções de cura, então eu tive que apenas conjurar algumas faixas para proteger a queimadura. Eu só sabia um feitiço de cura, e ele não servia para esse caso, então eu tive que prosseguir com o ombro queimado, vertendo em dor, mas dane-se, eu conseguiria e agora era mais do que questão de honra conseguir a Taça para a Lufa-Lufa.

Havia perdido meu mapa, então eu não fazia ideia de para onde seguir. Ainda estava escuro naquele fim de mundo, mas eu já estava acostumada apenas com a luz da varinha. Conforme avançava pelo que me parecia mais um labirinto, acabei chegando a um lugar que poderia dizer ser Hogwarts. As mesmas paredes de pedras úmidas, pegajosas e cheias de limo, o corredor frio. O cheiro de masmorra.

E eu nem quero saber o quanto eu havia voado para ir parar em uma masmorra.

Seguindo pelo corredor fedorento, acabei chegando a uma sala muito ampla e circular. As paredes de pedra estavam sujas com algo vermelho (e eu esperava do fundo da minha alma que aquilo não fosse o que eu achava que era), havia uma bonita decoração de ossos despejados pelo chão mofado do lugar. Bem no centro, havia uma cratera enorme, que parecia não ter fim de tão escura e o detalhe mais legal: aquela era a única saída. Devia ser algum tipo de túnel ou qualquer coisa assim, mas vamos combinar, não era muito convidativo.

- Certo, então... Meh, não, não vou mergulhar nesse breu. - eu dei meia volta com a vassoura e segui por onde eu havia vindo.

Foi quando ouvi um barulho.

Okay, eu sei, eu sei, eu devia ter aprendido que quando se escuta um barulho em um lugar escuro numa prova de Hogwarts, você deve sair correndo/voando/aparatando para salvar sua vida. Eu sei disso, eu sei! Mas nããão, eu tive que parar e olhar para trás, tentar ver o que havia feito o barulho.

E, Merlin, eu nunca devia ter feito tamanha idiotice!

Digamos que assim que olhei para trás, uma coisa ENORME E GIGANTE E NOJENTA simplesmente brotou daquela cratera da sala. Pelo jeito da coisa, primeiro pensei que era um basilisco, mas quando ela abriu a boca, constatei que devia ser um primo distante, tipo uma minhoca mortal.

- AAAAAAAAAAAH CARAMBA! - por que SEMPRE eu tenho que ficar com essas coisas horríveis? Nunca tive nojo de minhocas, mas essa aí...

A coisa projetou-se completamente para fora do buraco e eu fiz a coisa que achei mais sensata no momento: voar na velocidade da luz pelo túnel das masmorras para fugir.

Só que é óbvio que aquela coisa tinha que me seguir. Como o túnel era menor do que ela, a minhoca gigante ia se contorcendo, batendo contra a parede e fazendo todo o túnel tremer, e eu sabia que a qualquer momento aquele lugar inteiro iria desabar.

Eu devo ter errado o caminho pelo corredor, porque acabei chegando a outra sala sem saída, me deixando encurralada com uma minhoca com mais de três metros e dentes afiados.

- Immobilus! - eu gritei quando a coisa atacou, mas acabei errando o feitiço. Não consegui desviar o suficiente e aquela coisa grudou os tentáculos em minha perna, apertando-a e me puxando com força para baixo. Senti meus olhos lacrimejarem de dor enquanto mirava na cabeça daquela coisa de novo - Expulso! - desta vez eu conseguia certar, a minhoca supercrescida soltou um guincho e largou minha perna, havia um buraco sangrando no que eu achei ser sua cabeça. Porém, ela ainda estava viva, e muito, MUITO irritada. Ela atacou de novo, aquela boca enorme e cheia de dentes apontada diretamente para mim - INCENDIO!

Mais uma vez, eu consegui ser certeira. A boca da criatura começou a queimar-se por dentro, enquanto ela se contorcia de dor, enrolando-se em uma espécie de ninho. Lancei o feitiço em cima dela novamente, e a minhoca mutante começou a incendiar-se, agonizando.

Antes que o lugar todo pegasse fogo, eu voei por cima dela, alcançando o outro lado da sala e voltando para o corredor da masmorra. Assim que cheguei ao corredor, minha vassoura me derrubou. Definitivamente, ela não conseguiria voar por muito tempo, não depois de quase ser partida ao meio por uma minhoca enorme. Eu vi uma luz azul no fim do corredor, talvez fosse um bom sinal, algum dos outros competidores e sua luz-filmadora-mágica, não me importava, eu apenas me levantei, mancando e com a perna sangrando, e tentei andar o mais rápido possível para longe dali, ainda levando a vassoura, porque como eu disse, ela ainda podia servir como taco de baseball.



Pontos de vida:
LP inicial: 8 LP
Carta Verme Masmorra: -3 LP
LP Final: 5 LP




TAGGED: --- NOTES: saiu fácil gente, por isso ficou assim, ruim '-' se mais uma carta medonha sair pra Alex, ela morre no torneio, gente e.e edito qualquer coisa, ok? WEARING: click here CREDITS: SHINJI @ OPS!



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MensagemAssunto: Re: 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"   Dom Jan 06, 2013 11:13 pm

Ser corajosa era algo que eu sempre fui, principalmente se fosse pra defender quem eu amava, mas eu ali vi que eu poderia ser tudo, quando era pra salvar alguém. Mas quando era pra salvar a minha própria pele nem tanto. Talvez me faltasse uma boa dose de amor próprio ou até bom senso no final das contas. Era uma corrida contra o tempo, ao menos era assim que eu me sentia em meio aquele desconhecido. Eu não via ninguém que eu conhecesse, eu não ouvia realmente a voz de ninguém, eu não havia seguido o combinado. Muito ao contrario eu apenas resolvi seguir, ficar parada no mesmo lugar não me pareceu seguro, correto ou algo que combinasse com um torneio ao qual uma surpresa, poderia lhe aguardar na próxima esquina, pedra ou precipícios.

-Certo, mantenha o foco alice, você consegue.-Conversei comigo mesma, de repente entendendo como era tão fácil e simples para Arya o que ela fazia, e a certeza e tranquilidade que aquilo dava em momentos de insegurança, talvez eu realmente devesse ouvir mias minha melhor amiga. Desci por entre as pedras, entrando por corredores de rochas estranhas, ouvindo sons ainda mais tenebrosos. Eu não sabia o que me esperava ali, e eu comecei realmente a ter medo quando ouvi um grito, de algum canto. E eu só consegui pensar em uma única coisa: que não seja o Seth. Sendo na verdade apenas egoísta ao extremo. Mas de certa forma eu me senti bem assim.

Andei mais um pouco olhando pro mapa que pra mim nada servia, apenas me confundia. Mais e mais. Mas foi em meio ao silencio que ouviu algo que pareciam ser passos, e estes vinham ao que parecia do caminho que eu já percorri. O que me fez ficar ainda mais atenta, andando mais rapidamente e me escondi mais em uma parte. Pra poder ver o que era. Mas ver antes de atingir alguém era algo difícil e logo que vi o vulto se aproximar o joguei longe com um feitiço. Eu não poderia ali perguntar antes de agir, cordialidade morreu no momento em que eu entrei em um local onde eu não sabia sequer como encontrar a saída do mesmo.

Assim que vi quem era, um aluno, eu já tinha visto ele antes em Hogwarts. Eu não sabia ao certo de qual casa ele era, mas eu tinha quase certeza que ele era da grifinoria. Brandon me encarava e eu logo resolvi por em pratos limpos aquela situação.

-Você está me seguindo? Porque? Abaixa a varinha.-Falei rapidamente com a varinha apontada pra ele me aproximando de forma cautelosa. Eu não sabia em quem confiar ali, tirando Seth, eu não sabia o que poderiam fazer comigo, pra vencer aquela porcaria de torneio. E me aproximei mais dele notando um ferimento estranho, ouvindo ele falar que não havia me seguido e encostei neste. E olhei ele cair no chão. Eu poderia ajudar, ele, levar ele a algum canto quem sabe. E ao mesmo tempo eu não sabia bem o que fazer. Foi quando vi uma aranha enorme surgindo. E fiz a única coisa que poderia o escondi mais entre as pedras, o enfiando ali com um empurrão, literalmente o rolando pra lá.

-Nada de panico... é só uma aranha, do tamanho da torre...-Murmurei a mim mesma, andando pra trás conforme as pernas peludas e nada agraváveis vinham em minha direção, e fiz a única coisa que eu poderia: me defender, quando dei por mim eu apontava a varinha pra ela, e a incendiava o Maximo que eu podia, antes de a jogar longe como se fosse uma bola de fogo, um meteoro peludo voando pelos ares. E respirei aliviada, olhando pro garoto ainda apagado, e sai dali. Correndo, seguindo pelo outro lado, escorregando pelo caminho de terra. Eu precisava sair daquele local, eu precisava achar meu melhor amigo.





OFF
ME DESCULPEM A DEMORA, eu prometi postar na sexta, mas meu noivo me fez surpresa, e comprou ingresso pro O QUEBRA NOZES *.* o balé mais fofo do mundo, e só retornei hoje. e com o final de ano muitas coisas ocorreram, desculpe mesmo =/

LP INICIAL: 9 PONTOS
CARTA DA ARANHA FEIOSA GIGANTE: - 2 PONTOS
TOTAL FINAL: 7 PONTOS
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MensagemAssunto: Re: 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"   Seg Jan 07, 2013 9:13 pm



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MensagemAssunto: Re: 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"   Sex Fev 01, 2013 10:54 pm

Não há definição melhor do que: vou morrer, pra definir o momento em que eu vivia. Vamos recapitular. Eu não quis vir pra esse torneio, eu vim pra este sem nem saber que vinha. Complicado mas tudo se resume em apenas uma palavra: ARYA;. Depois disso enfrentei tantos bichos, que me lembraram de longe as aulas de TCM e DCAT. Sério eu não estava preparada psicologicamente pra ficar em um local escuro, estranho, e sem ninguém que eu conhecia. Era doentio esse torneio. Após muito caminhar por entre pedras, coisas eu sequer sabia se estavam vivas ou não, e diante disso eu apenas segui a diante.

-Isso não vai terminar bem.-Murmurei a mim mesma, voltando a andar ouvindo um grito estranho e me encolhi, eu nem queria saber o que outro competidor havia enfim encontrado era melhor assim. Mas quando me abaixei pra comer uma barrinha que havia enfiado na minha mochila, sendo mais especifica, que a Arya tinha enfiado. Foi que ouvi algo estranho, olhei pros lados e nada vi realmente. Depois ouvi novamente um som estranho, e desci da pedra olhando pra trás desta, foi quando eu senti uma respiração quente em minha nuca.

Entendam bem, isso em outro momento se eu tivesse um namorado, já que to mais encalhada que uma baleia velha em uma praia de nudismo. Seria interessante, bom causaria arrepios. Mas naquele momento eu só apenas gelei, e me arrepiei de MEDO, e me virei lentamente, esperando o que eu ia encontrar e senti uma lambida no rosto. Okay para tudo o que era aquilo, e abri os olhos e me deparei com a face de um cachorro. E dei um sorriso aliviado, era só um cachorro meio gigante, eu sempre quis ter um ou um gatinho. Quem sabe um dia eu adotasse um....

-Hey totó, também perdido por aqui? -Perguntei me afastando um pouco dele, foi quando ouvi um rosnado e me virei. E olheo pro animal, era impressão minha ou a cabeça dele mudou de lugar? A barra que eu comi, tava batizada com algo? Foi então que eu vi mais uma cabeça surgir e depois mais uma. Certo já não era mais efeito de qualquer droga. Ou era?

-Bem…. Oi totoós…-Murmurei oferecendo a barra que eu comia, mas uma das cabeças rosnou, a outra lambeu e a terceira deu uma dentada que quase comeu minha mão, foi o tempo suficiente de eu pegar a mochila e sair correndo dali, eu que não ia ficar perto daquele animal, mas o que ele fez? Saiu correndo atrás de mim, e eu correndo desesperada até que vi uma pedra com abertura, e me enfiei nela, me escondendo ali e o animal tentando pegar meu pé. Fiquei ali e ele do lado de fora a rosnar, e com certeza seria um longo momento...

-Eu vou apodrecer aqui... Totó porque você não procura outra vitima, eu sou gorda mas nem tanto assim, minha carne não deve ser boa... -Murmurei vendo o animal meter a pata na entrada pra tentar me pegar. E suspirei. Vendo que ele havia parado, estava em pé e me aproximei da entrada, vendo que ele olhaa pra outro ponto, foi a deixa, sai correndo por baixo dele, escorregando, rolando terra abaixo, e quando cheguei ao final disso, conjurei cordas o amarrando como pude, já que el também caira na descida. E sai correndo, outro que desse cabo dele,e eu era contra machucar cachorrinhos fofos, mesmo que eles tenham mais de uam cabeça...





LP INICIAL:7 PONTOS
CARTA DDO CACHORRO DE 3 CABEÇAS Q ME LAMBEU - 3 PONTOS
TOTAL FINAL: 4 pontos

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Alexandra Hanson
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Ficha do personagem
Agilidade: 3
Ataque: 3
Defesa: 4

MensagemAssunto: Re: 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"   Qua Fev 06, 2013 1:50 am




go, hufflepuff, go!
Come on and show out your teeth And what you've got underneath 'Cause everyone's got troubles That's the way the story goes You don't need to get in trouble baby To see whats underneath your nose Oh 'cause if your feeling happy That's the place to let it show So just remember to, smile, smile, smile --- post 003
Se o objetivo deste torneio era acabar matando algum aluno, acreditem, eles estavam quase conseguindo!

Eu já não estava mais nem conseguindo andar direito. Havia feito outro curativo improvisado em minha perna, mas ela doía demais. A vassoura (ou o que havia sobrado dela) agora me servia de bengala, e eu não fazia ideia de para onde devia seguir. Achei que tinha visto uma luz azul, mas era só a minha própria luz que havia ficado para trás. E, pra falar a verdade, aquela porcaria já tava me dando nos nervos. EU não precisava que toda Hogwarts me visse quase morrendo, não precisava mesmo.

E aquele lugar era mil vezes maior do que eu imaginava. Acabei chegando a um lugar com pedras enormes e, pra variar, muito escuro. Acho que mais algumas horas e eu podia passar para o level up de coruja, porque já estava até acostumada com aquela escuridão toda.

E barulhos, porque, é claro, onde há escuro, há barulho.

Sabem aquela sensação sinistra de que tem alguém te seguindo, e dai você olha pra trás e não vê nada e não ouve mais barulho algum? Então, era exatamente assim que eu estava desde quando entrei naquele... Vale de pedras? Vou chamar assim.

E aquele som de que havia alguém me seguindo continuava, desta vez mais perto. Como sou o ser mais inteligente da face da Terra, eu tive que parar de andar e ficar encostada em uma grande rocha, olhando ao redor naquele breu. O som continuava e eu não gostava nada daquilo, até que fui agarrada pelas pernas e derrubada, arrastada.

Eu gritei de desespero, e quando você está desesperado, faz coisas desesperadas, como por exemplo, usar o cabo de sua vassoura quebrada como um taco de baseball e tentar, a todo custo, acertar o que quer que estivesse te arrastando pelas pedras. Por sorte, eu consegui acertar em cheio logo de primeira, ouvi o som da madeira chocando-se contra algo e então grunhidos de dor. Apesar de estar toda ralada e completamente zonza, eu me levantei aos tropeços, apontando a varinha em todas as direções possíveis, porque a coisa havia sumido novamente.

- Para o inferno tudo isso, quero que acabe ago- e então fui atacada novamente, desta vez a coisa pulou em minhas costas e eu derrubei a varinha com o susto.

Senti as garras da criatura fincarem-se em meus ombros, e eu gritei de dor novamente. Nessas horas, você tem que fazer o melhor com o que tem, no meu caso, rochas. Bati as costas contra uma rocha, esmagando o infeliz deste jeito. Ele soltou-se de mim e eu lhe acertei de novo com o cabo da vassoura. Antes que o Wendigo (e não me perguntem como diabos eu consegui lembrar o nome de tal coisa naquele momento) conseguisse colocar-se de pé novamente, eu já havia recuperado minha varinha e a apontava para o monte de pedras empilhadas logo atrás dele.

- Dessendo! - as pedras começaram a desmoronar sobre o Wendigo, que agonizava abaixo delas.

Eu mal conseguia me manter de pé, me sentia um lixo triturado por dentro, só que, mais uma vez naquele bendito desafio idiota, eu precisava me afastar rapidinho antes que virasse refeição de algo repugnante. Começo a acreditar de verdade na má sorte que os lufanos tem, todos querem texugo cru para o jantar.


Pontos de vida:
LP inicial: 5 LP
Carta Wendigo: -2 LP
LP Final: 3 LP




TAGGED: --- NOTES: uma demora milenar e fica essa porcaria, bleh, ódio mortal de mim, não sei mais escrever. WEARING: click here CREDITS: SHINJI @ OPS!



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MensagemAssunto: Re: 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"   Qui Fev 07, 2013 9:00 pm



Carta para Alice McHugh
Spoiler:
 

Carta para Alexandra Hanson
Spoiler:
 

Torneio Terminando

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MensagemAssunto: Re: 30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"   

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30.05.1806 - 3ª Tarefa "A Necrópole do Dragão"
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