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 3 de Novembro 1805 - Noite

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Pandora Madley
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MensagemAssunto: 3 de Novembro 1805 - Noite    Ter Dez 04, 2012 4:11 pm

RP



Dia 3 de novembro
NOITE
Chuvosa

Sebastian
Pandora
Misaki Kurousagi

em:

CORRA PRAS COLINAS DE NEON!



Caso alguem queira se jogar, manda MP a euzinha ou a NANY =) bjs


Última edição por Pandora Madley em Qua Dez 12, 2012 9:54 pm, editado 1 vez(es)
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Pandora Madley
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MensagemAssunto: Re: 3 de Novembro 1805 - Noite    Ter Dez 04, 2012 5:19 pm

É muito dificil ser mãe nos dias de hoje, vejam bem eu ganhei um lindo cachorrinho, meigo, fofo do Brandon. Até ai tudo bem, e nem a Helena quis me matar. Porém Snow demonstra não ter puxado a mim, na verdade ele parece um lufano, por alguns dias até pensei em doa-lo ao Mile, mas ao ver a carinha doce dele dormindo agarrado ao meu sutiã eu desisti, ele ainda poderia ter um Q de tarado, logo poderia ser um bom totó pra uma sonserina e também ele é fofo, e gosta de morder o Angus meu amigo de infância, logo ele tem pontos comigo.

Porém eu não estava preparada psicologicamente pra PERDER ELE dentro da floresta, exatamente. Snow que somente estava a passear pelos jardins, cavando, provavelmente começando a treinar pra me ajudar a esconder corpos, mordendo fadas, correndo atrás de casais atrás da moita, o que? Meu cachorro era defensor da moral e dos bons costumes. E numa dessas por algum motivo que ainda não descobri ele saiu correndo pra floresta. E eu? Dei um berro, pulei o casal e ainda tive uma camisa grudada nos meus pés e sai correndo atrás do meu cachorrinho.

-SNOWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWW..-Berrei pela enésima vez, e nada, nenhum latido. Eu ia parir um ouriço ali a qualquer momento. Eu só queria meu filhote peludinho de volta, era pedir muito? Era?! Mas logicamente a coisa começou a complicar ainda mais. E piorou se é que é possível aquilo, mas se tratando de minha pessoa, sempre é possível. E começou a chover, ao menos não chovia forte.

- Obrigada bom Merlin, valeu mesmo. -Murmurei irritada olhando pra cima. Foi quando ouvi algo estranho, parecia ser uma musica, mas eu nunca tinha ouvido aquela musica antes. E fui seguindo o som, parando de onde ele deveria vir, mas não havia ninguém ali. -Mas que pegadinha....-Murmurei, foi quando ouvi um suspiro, e alguém falar: finalmente um Anjo... E olhei assustada pros lados, nada vendo, até eu tropeçar e cair no chão. Maravilha, eu até sentia falta de comer uma graminha, respirar uma terra molhada. Nada como a vida selvagem pra nos proporcionar isso. Quando rolei, logicamente primeiro se rola, depois se levanta. Eu vi um ser, pendurado acima de mim.

–AHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!-Berrei jogando um pouco de terra pra cima, afinal vai que é uma ilusão, pancadas na cabeça podem realmente causar danos. Mas o ser lá apenas continuou a falar todo gentil. O que me fez arregalar os olhos, como ele havia ido parar ali. -Certo… Pare de me chamar de anjo… Okay como você foi parar ai? São os novos métodos de disciplina desse diretor geral maluco? -Questionei sentada no chão, apoiada com minhas mãos olhando pra cima. Afinal primeiro eu tinha que avaliar aquela situação. Vai que ele é um ser de alta periculosidade e... Perai, eu também sou *=*

-Caramba.. Bem, logicamente eu te tiro dai. Mas primeiro vamos aos negócios... Não quero dinheiro... Seu corpo? Não obrigada, porque todo menino de Hogwarts oferece o corpo?! Enfim quero que você me ajude a achar meu cachorrinho, ele se perdeu aqui dentro... Sim eu te ajudo e você me ajuda. -Falei sorrindo e levitei ele até o chão. Ajudando ele a achar a própria varinha.

–Sou Pandora.-Murmurei estendendo a mão para o cumprimentar.

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Sebastian B. Draculae
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MensagemAssunto: Re: 3 de Novembro 1805 - Noite    Qua Dez 05, 2012 1:29 am

We can be Heroes.
"I, I will be king and you, you will be queen. Though nothing will
drive them away we can beat them, just for one day.We can be Heroes just for one day and you, you can be mean, and I, I'll drink all the time 'Cause we're lovers and that is a fact. Yes we're lovers and that is that.
Though nothing will keep us together we could steal time, just for one day. We can be Heroes for ever and ever. What d'you say?"

Era uma linda manhã de sol, quando tive a grande ideia de sair para dar uma voltinha com a vassoura. Como eu consegui quebrar a minha na ultima partira de quadribol com os Miletos, resolvi surrupiar uma do armário de vassouras. Espero sinceramente, do fundo do meu coração pulsante e puro, que aquela mulher estranha que se denomina zeladora não apareça por aqui e a quebre na minha cabeça. Fui para a parte externa do castelo, montei na vassoura e dei impulso, começando a sobrevoar sobre o lado e depois decidi me aventurar a conhecer a floresta proibida de cima... Mas do nada, simplesmente do nada, a maldita vassoura começou a dar uns trancos estranhos e a falhar.

- Ah vamos lá vassourinha... Não faz isso. – Segurava firme naquele pedaço de madeira e nada dela responder.
- Seu pedaço de madeira velha maldita, apenas voe! – Resmunguei, mas acho que ela era temperamental demais e não gostou do meu comentário. A vassoura simplesmente parou de vez e eu comecei a cair, cair e a cair.
- Desculpeeeee! – Mas ainda sim ela continuou a cair. Eu gritaria, se aquela sensação não fosse tão legal... Legal não seria quando eu chegasse no chão. E nem fiz um testamento...

Caí por entre as árvores, os galhos secos grudaram na minha capa, calça, camisa, cabelo e bateram contra o lindo rostinho que mamãe passou talco, não pera... De qualquer forma doeu pra cacete quando cai de barriga contra um galho, depois em outro e depois em mais um, até minha camisa, capa, ou seja lá que pedaço de pano ficar agarrada em um dos galhos. Fiquei zonzo por um tempo, talvez pelas pancadas acho que apaguei um pouco, pelo menos eu ainda estava inteiro quando “despertei”.

- Alooo? Alguém aí? – Minha voz ecoou tristemente por entre as árvores, nem um sinal de vida. Com um pouco de dificuldade, pela pressão que o tecido fazia agarrado no galho, eu tentei procurar a minha varinha, mas nem precisei procurar muito, já que ela estava lá no chão, linda e esbelta.
- Accio varinha! – Ordenei, com a mão estendida.
- Isso deveria funcionar, sabia? – Bufei e bateu um vento frio me fazendo balançar na árvore, estava literalmente me sentindo um enfeite de natal. E que enfeite, heim? Eu provavelmente roubaria toda a atenção dos outros enfeites, afinal sou um cara muito divertido. Só quem não me acha divertido é a dona Gertrudes, mas aquela vizinha é muito mal encarada! Me lembra muito a nova general, escolhida pelo carequinha, para governar os corredores sombrios de Hogwarts. Por falar em carequinha, ele me lembra uma girafa com dor de barriga.. Será que girafas tem dor de barriga? Animais tem dor de barriga? Animais me lembram uma música.

- Comer tatu é bom que pena que dá dor nas coxtaxxx, porque o bicho é baixinho e é por isso que eu prefiro as cabritaaasssss, ax cabrita tem seios que alimentam os seus descendentes!! – Cantava bem alto, pra aliviar a solidão. Já era a quarta vez que cantava a mesma música, quando ouvi passos vindo de não muito longe... Só espero que não seja um dragão, ainda sou muito novo pra morrer.

No entanto não era um dragão, mas era ruiva, ruivas tem alguma relação com dragão? Talvez o fogo... O que rima com fogo? Ruivas tem fogo? Enfim, deixa pra lá...
- Finalmente um anjo... Aqui anjo! – Chamei, mas a garota parecia perdida, provavelmente pensando que eu era algum tipo de assombração. Será que assombração tem sentimentos? Se eu fosse uma não estaria preso aqui, de qualquer forma.
- OWWW TERRA NÃO, TERRA NÃO. – Sorte que o punhado de terra que ela jogou não chegou na minha cara, por que eu estava com a boca aberta e essa não era a minha refeição idealizada para o dia.
- Obrigado anjo... Ata desculpa anjo... TA, do que te chamo? Capetinha? – Perguntei rindo e ela revirou os olhos.

- A sim, digamos que uma vassoura me enganou, acho que isso foi trabalho daquela zeladora, que não sei se é “ela” ou “ele” até hoje. Acho que ela enfeitiçou a vassoura pra não voar por muito tempo, se é que me entende... Será que pode me tirar daqui? – Fiz um olhar pidão, já estava começando a ficar com dor nas costas.
- Negócios? – Tinha me esquecido que sonserinos não fazem nada de graça.
- O que vai querer? Dinheiro? Meu corpo nu? – Além de tudo, as garotas são bem ousadinhas... Já tive duas apertando minha bunda. Eu estava bem no corredor e do nada sinto mãos indecentes me atacando.
- As meninas são taradas, não sabia que o corpo pode ser uma moeda de troca? – Até parece que ela não sabe, ela é sonserina!!
- Ahn só isso? – Um cachorrinho? Ela não me parece tão ruim assim.
- Fechado, agora me da a honra? – Ela o fez, me tirou daquela maldita árvore. Quando meus pés tocaram o chão senti até uma fraqueza nas pernas... Vou precisar de uma massagem na poupança também.

- A minha varinha estava por aqui... – Falei olhando para o chão, a garota ruiva fez o mesmo e logo a encontrou, estendendo pra mim.
- Muito obrigado senhorita Pandora! Sou Sebastian, mas me chame de Seb, já que agora estamos unidos por uma causa e você é minha salvadora. – Fiz uma reverência e arrumei a capa, estufando o peito.
- Vamos... Me diga como é... Como assim o que? A sua... O que era mesmo que eu prometi te ajudar a encontrar? – Cocei a nuca, minha memória anda mais falhada do que nunca.
- Ahh sim, um cachorro, branco, peludo... Hum hum... Não será fácil. Mas eu tenho uma ideia... – Ela me olhou e arqueou a sobrancelha.
- Elementar minha cara Pandora, vamos atrair a bola de pelos com alguma coisa... Tem algum brinquedo? Comida? Por falar em comida... Estou faminto. Tanto que poderia comer um cachorro... RARÃ – Suspirei e comecei a caminhar lentamente por entre as árvores, parando por um momento.
- Você não vem? Não, não vou comer seu cachorro... Fique tranquila. – Dei de ombros e com a varinha na mão continuei a me embrenhar pela mata.
- Já reparou quantas aranhas tem por aqui? Uma arainha, duas arainhas... Cinquenta arainhas... Por que não entra na contagem? Ajuda a relaxar. – Ela parecia tensa, qual problema?


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Tag: Pandora
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Notes: Como é mongol meu menino! Foi tão facil fazer esse post OPKAKOAPAOK Qualquer coisa me grita e eu edito :*
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MensagemAssunto: Re: 3 de Novembro 1805 - Noite    

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