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 25.03.1806 - Taken - RP Fechada

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Mile Davies
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MensagemAssunto: 25.03.1806 - Taken - RP Fechada   Seg Jan 21, 2013 3:43 pm

Taken

Walking in the light




Dia: 25 de Março de 1806
Hora: 9 horas da noite
Clima: Noite amena, sem nuvens e de lua crescente

Participantes
Mile Davies
Catherine D'Angelo





- RP Fechada -

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Mile Davies
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MensagemAssunto: Re: 25.03.1806 - Taken - RP Fechada   Seg Jan 21, 2013 4:58 pm

4th Degree Contacts

Damn! I can't remember!


Certo, eu cheguei a conclusão de que pagar o James pra fazer meus deveres de casa não compensa. Simples assim! A gente pede inocentemente pra o menino fazer um mapa das luas de Júpiter por bons 5 galeões, e o cara me aparece com um desenho de uma criança da pré-escola dizendo que elas não existem, porque um cometa errante colidiu contra todas e elas atualmente compõem o cinturão de anéis intergalático de proteção contra invasão alienígena. É claro que eu frequentei minimamente as aulas de Astronomia pra saber que Io, Europa, Calisto e... E... Como é o nome das outras mesmo? Enfim, o fato é que elas estão todas inteirinhas lá e eu aqui, me matando com esse telescópio pra fazer o dever.

- Nota mental: nunca mais tentar ajudar a tirar o meu colega da vida perdida do ramo do agenciamento de corpos. – balbuciei enquanto tentava localizar o planeta.

Bom, pode parecer estranho um texugo legal e divertido (e com uma vida muito muito agitada), que poderia muito bem estar tomando um copo de chocolate no comunal ou capotando em alguma poltrona na vida, estar por aqui. No meio da torre de Astronomia em plena noite de quarta feira, se matando pra ver luas de um lugar que jamais vai visitar. Mas acreditem em mim, isso é essencial pra uma vida de futuro caçador de tesouros! Estava lendo umas cartas antigas de papai para tia Mila, e nelas vi que papai descobriu uma tumba asteca no México e ganhou caminhões de galeões apenas porque soube organizar a ordem de todas as 61 luas saturnianas... E isso basicamente resume toda a importância da coisa.

Agora deixa eu explicar uma parada: a professora Athena pediu esse trabalho há dois meses, e devo entregar na próxima semana. Percebem então a razão de eu estar me matando tanto? Pois é. O negócio é que eu tenho que tentar fazer o melhor que eu puder, porque progenitora rainha da praga Norgaard basicamente tá com uma visão bem errada da minha pobre pessoa, só porque escutou na outra aula eu pedir pra Gael deixar eu ver o Urano dela... É, foi constrangedor. Mas pelo menos ganhei uma piscada dela.

- Agora vem a bolota roxa... – rabisquei no papel com o lápis de cor. – E essa é... Ganímedes? – consultei o livro. – Nomes antigos... Por Merlin, esses gregos não poupavam os filhos da vergonha. Alguém tem que responder por isso! – cocei a cabeça curioso pra saber quem fora o desalmado que nomeara aquele astro.

De repente escutei passos nas escadarias. “Droga, outro casal vindo se agarrar...” Dei de ombros e me preparei psicologicamente já pra repetir (pela sexta vez!) que estava usando o lugar naquela noite. De verdade, alguém precisa me explicar qual o fetiche desse povo por altura, simplesmente não faz sentido! Qual é a parada? Dá adrenalina beijar alguém enquanto corre-se o risco de cair, ter um traumatismo craniano e tetraplegia? Sério, me diz: Qual a lógica de trocar germes e contrair infecções venéreas enquanto bate o vento de sudoeste do lago? O.O

Mas não apareceu um casal. Apareceu uma figura solitária. Uma menina. Loira e do meu tamanho, apertei os olhos e consegui divisar a figura de capa vermelha (Em outros lugares, isso tem outra conotação... -q). Uma garota da grifinória... E justamente. Não! Catherine D’Angelo. Justamente uma das garotas que eu cantei descaradamente no ano passado. “Eh... Momento constrangedor em 3... 2 ... 1...”

- Eh... Boa noite pra você também... – tá certo, não posso me culpar por quase todas as garotas da escola olharem assustadas pra mim. Depois que saiu a maldita edição do jornal revelando o acidente das poções do ano passado, as coisas tem sido muito estranhas. – Eu? Só estou fazendo o meu dever de Astronomia. Se você estiver esperando alguém, acho que você devia descer pra Torre do Relógio. A zeladora já passou umas 5 vezes por aqui pra se certificar que eu não cometi suicídio e que não tem ninguém planejando um atentado terrorista com vassouras por aqui... Se chegar alguém te procurando, eu aviso, pode deixar... – dei de ombros pra garota e voltei ao telescópio. Mas a garota não tinha ido se agarrar com ninguém. Olhei de canto para ela e franzi a sobrancelha. – E o que você tá fazendo aqui então?

Estrelas? Alô, é da ala hospitalar? Temos uma usuária de drogras na brisa por aqui. A garota se sentou na amurada da ameia e ficou observando o céu e jogando conversa fora. Ok, melhor não ter contato, nem tentar aproximação. Se ela se jogar, eu não tenho nada a ver com isso! Tá ouvindo produção? ò.Ó

- Bem... Não é porque sou lufano que tenho que viver socado nas masmorras não é? – argumentei veemente. – Vocês tem uma impressão muito errada de nós texugos. Sabia? - respondi a garota. – Não, não somos todos gordinhos tagarelas, nem vivemos como bobos alegres, sorrindo e saltitando como um bando de hienas que tomaram Prozac. – e é exatamente por isso que tenho uma luta profunda pra mostrar que sou um texugo diferente. Vamos abrir os olhos sociedade! Deixem de preconceito. u.u – Mas pra ser sincero, realmente não gosto muito de lugares altos mesmo. – pontuei a 4ª lua e tomei o cuidado de desenhar o ogro saltando amarelinha dentro da bola, como parecia na imagem. – Oi? Que luz? Não vi nada... – o que eu falei? Sinal do uso de pó de flu. Ergui a cabeça do pergaminho. – Deve ser um asteróide... Daqui a gente vê melhor que lá de baixo. – abri a mochila no meu pé e tirei um pacote de dentro. – Aceita um sapo de chocolate? – ofereci. A menina olhou desconfiada pra mim. – Claro, estou tentando te dopar e te envenenar posteriormente, não percebeu ainda? – arranquei a cabeça do anfíbio ao leite numa dentada e mastiguei. – Prefere que eu enfie o sapo na sua goela a força? Oh não, calma, estou tendo uma convulsão bem agora. Vou me deitar no chão e começar a tremer. Só um minuto que estou entrando em colapso tóxico, depois que eu estiver no além eu te sirvo, ok? – revirei os olhos e a garota riu. Quando olhei pra fora do torre, logo na janela ao lado da escada, contudo, vi a coisa de luz que a menina dissera e uma silhueta humanoide em negro. Arregalei os olhos. – SANTO MERLIN, O QUE É ISSO? – apontei em choque.

Os sapos de chocolate caíram no chão. Meu pergaminho e minha mochila continuaram ao pé do telescópio. Um som meio eletrônico, como se fosse de uma máquina, tocou ao fundo. E eu não lembrei de mais nada depois disso.



... Continues!

Mile DaviesTorre de Astronomia Hogwarts



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Catherine N. D'Angelo
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MensagemAssunto: Re: 25.03.1806 - Taken - RP Fechada   Ter Jan 22, 2013 9:10 pm

Sabe aquele momento em que você só quer verdadeiramente pensar? Relaxar um pouco. Esquecer do tempo, e também dar um tempo? Bem eu estava nessa fase, e o motivo era meu namoro, na verdade eu estava mais na fase: VERGONHA. Sim simplesmente, eu estava fugindo do Chris, como o diabo da cruz. Não que algo realmente houvesse ocorrido, na verdade quase. E agora com que cara eu olharia pra ele? Tirando isso, ainda tinha que fugir de duas lufanas doidas que estavam me perseguindo, porque eu falei com o Mile. E pra piorar, eu com sono demais pra pensar havia confundido o colo alheio, e me joguei no colo de um dos Mileto’s ao invés de no colo do Chris. Deu uma confusão danada...

Logo minha vida não estava nada mole. Pelo contrario. Tava bem difícil de ficar realmente, verdadeiramente organizada. Logo eu fui para o único local que eu poderia ir: a cozinha. Na verdade eu ia pra lá. Se no meio do caminho eu não tivesse encontrado as lufanas sanguinárias e loucas. Que ficaram me chamando pra ter uma conversa e cair dentro da toca do texugo. Eu não sei bem o que era isso, se algum código dos seres amarelos fofinhos, mas eu preferia nem descobrir,e logicamente reunindo toda minha coragem grifinória, corri, pois um verdadeiro Sensei, sabe a hora de fugir.

Eu ouvia elas gritando pra eu não fugir, e tomar coragem e enfrentar as consequências. Mas que diabos de consequências? Sério eu não era lá a pessoa mais conhecida daquela escola. Virei uma curva, e pela primeira vez, ao ouvir uma delas falar que o Chris era delas... OPA. Ai é mexer muito com quem ta quieto. E eu pensando que era tudo culpa do mile. Quando dei por mim, eu empurrava a armadura no corredor vendo elas caírem lindamente em meio aos braços desta e saírem rolando as escadas. E fiquei olhando pra aquela mistura de corpos, roupas, armadura. Sentindo-me uma verdadeira serpente que daria orgulho ao Sr. Salazar. E dei um sorriso vitorioso, okay eu não deveria me sentir bem com aquilo, mas era preciso.

-Só existe uma leoa pra aquele leão, e sou eu.-Falei de forma feliz. Bem feliz até. Até ver a menina mais alta se erguer e apontar a varinha pra mim, e simplesmente tentar me explodir: ELA ME MANDOU UMA BOMBARDA. Sério, eu acho que o chapéu seletor, bebeu muito em algumas seleções, pois não era possível.e logo sai foi correndo. Definitivamente já se foi o tempo, em que lufanos eram gordinhos, simpáticos e inofensivos. Depois de uma boa corrida, agora eu entendia como algumas pessoas em Hogwarts não engordavam, era só ter inimigos e ter d fugir deles.

Em meio a esse caminho turbulento, decidi realmente pensar e por tudo em ordem em minha mente, pra ai sim ir falar com o Chris. Não que fossemos falar, na verdade eu não queria falar, eu queria mais colo apertado. Okay foco.

-Mas que é bom é... É tão fofinho…. -Murmurei subindo as escadas da torre lentamente, tropeçando algumas vezes, pela minha terrível falta de atenção. –Talvez eu possa pedir pra ele por uma almofada no colo dele... Isso almofadas sempre resolvem tudo... Se bem que ele não deveria guardar ali a varinha dele.... Ainda via se machucar, porque meninos nunca me ouvem?-Continuei meu monologo, afinal depois do meu ultimo namoro com o Chris, onde a varinha dele me cutucou eu fiquei com medo, vai que do anda sai um feitiço da ponta dela e me atinge? Sentar no colo dele pra namorar abraçadinha no fofinho e morninho tava difícil agora. Mas ele dizia que não podia tirar ela de lá, onde já se viu, acho que o Chris tava era ficando muito sistemático com a varinha dele isso sim.

-Ou então.. eu podia pegar a varinha dele e tirar de lá! -Falei com um sorriso vitorioso, afinal aquilo resolveria os problemas de vez, sem mais varinha ali pra me cutucar!!!!! Foi quando entrei na torre de vez, que vi que tinha alguém ali, okay eu conhecia ele,e dei um sorriso. -Boa noite, Mile. Fazendo o que de bom?-Falei sorrindo. Ouvindo o que ele dizia e dei uma risada baixa e sacudi a cabeça algumas vezes. Sério acho que ele tinha alguns traumas na vida dele. Será que eu deveria perguntar a ele o que eram? Bem de acordo com o Eros, quando eu quisesse que alguém desabafasse comigo deveria oferecer meu colo e aninhar a pessoa entre meus montinhos. Mas eu não entendi bem essa parte.

-Ahh eu já fiz o meu. -Falei orgulhosa, e fui até o parapeito me acomodando nele. -Vim ver as estrelas…. E pensar. -Falei dando os ombros, então me lembrando de algo, seria feio perguntar a ele? Bem o Prof. Darius sempre disse que quando temos duvida, é melhor por pra fora. -Mile, onde você guarda a sua varinha? .. Sim sua varinha menino, eu guardo a minha presa a minha perna por baixo da saia. -Falei com um sorriso tranquilo, ué porque ele tava vermelho? Será que ele também guardava a dele na perna? E tava pensando que era coisa de menina? –Você também usa liga na perna? Isso aqui oh...-Mostrei pra ele levantando um pouquinho a saia pra ele ver a varinha na lateral da minha perna presa. –Eu tenho uma branca, vermelha, rosa.. Você tem alguma azul? Podíamos trocar…. -murmurei pensativa voltando a ver as estrelas.

-É estranho ver um lufano por aqui.... Ahn? Eu não acho vocês fofinhos, eu acabei de quase ser morta por duas lufanas malucas... e uma delas tacou BOMBARDA em mim! -okay vamos omitir a parte que eu as taquei da escada, por ficar com ciúmes. Ninguém precisava saber disso. Talvez um dia eu tivesse que me confessar, ao padre onde eu e Chris nos casaríamos, era estranho pensar em casar numa igreja trouxa, onde um padre poderia querer nos queimar na fogueira se descobrisse que éramos bruxos, mas eu não queria encrenca com os pais de Chris, principalmente com aquele pai dele, de olhar estranho que me dava um frio na espinha e não era bom.

–Eu adoro locais altos, dá pra ver tudo. -Falei olhando mais atentamente pro céu e vendo algo estranho. Teoricamente não deveria ter uma luz se movendo no céu noturno. E não deveria se mover em zingue e zague. Muito menos parecer que tá rebolando sensualmente acima da lua. Certo, havia algo estranho ali? -Mile, que luz é aquela ali? -Questionei, afinal ele veria melhor, mas quem disse que ele me deu bola? Okay eu podia ser tida como distraída, sonhadora, mas havia uma luz dançando no céu. E não era uma dança que eu conhecia bem. ( LUZ POSSUIDA PELO RITMO RAGATANDA)

-Sapo de chocolate? -Questionei o encarando. Desde que eu fui parar quase na ala hospitalar, por causa de uma maldita bebida que a Ariel me deu, eu nunca mais quis arriscar nada nessa vida. -Descobri que em Hogwarts, aceitar coisas, pode ser perigoso.-Falei vendo ele morder o sapo, e fingir que tava morrendo. O que me fez rir. Sacudindo a cabeça. Ele era um boboca, mas de certa forma eu gostava quando esbarra no Mile por ai. Quero dizer, desde que ele não estivesse de menina, em pensar que eu emprestei remédio pra cólica, pra ele quando ele era uma menina não me fazia ter boas lembranças... Oh deus eu também emprestei um sutiã a ele... O.O

-Sabe eu tava pensando..... AHHHHHHHHHHHHHHHHHH É UM DEMONIO. -Berrei jogando o telescópio na direção da coisa estranha que vinha em nossa direção. Sentindo minha cabeça estranha, um com mais ainda ao fundo, e quando dei pro mim só havia conseguido segurar nas calças do Mile antes de cair, e só pensar que talvez fosse assim, que se morria virgem, sem nunca conhecer o verdadeiro upa....




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Mile Davies
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MensagemAssunto: Re: 25.03.1806 - Taken - RP Fechada   Dom Jan 27, 2013 9:07 pm

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