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 08/09/1803 - Procura-se um rato! - RP Fechada

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Anny Blackmoon
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MensagemAssunto: 08/09/1803 - Procura-se um rato! - RP Fechada   Sex Set 11, 2015 5:42 pm

DOMINGO - 08 DE SETEMBRO DE 1803
16H:30MIN - CÉU NUBLADO E VENTINHOS *O*

PARTICIPANTES:
ANNY BLACKMOON
LUKE FARRIS
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Anny Blackmoon
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MensagemAssunto: Re: 08/09/1803 - Procura-se um rato! - RP Fechada   Sex Set 11, 2015 6:36 pm



Aaaah! O domingo! O dia preferido de Anny em Hogwarts, porque era o mais preguiçoso de todos e ela adorava passear o dia todo pelos arredores do castelo. Era o único dia em que ela podia aproveitar aquela maravilha imensa e mágica sem ter que correr para as aulas! Conversar com os amigos sem pressa, ou ficar lendo um livro incrível no Salão Comunal ou comer gostosuras sem ter hora pra parar ou ainda brincar muito com seu ratinho que geralmente ficava muito tempo sozinho durante a semana. Aos sábados também dava para fazer isso, mas não tinha o mesmo clima aconchegante do domingo.

Ela havia acabado de tomar um banho relaxante e trocado de roupa, outro ponto positivo dos domingos era que não precisavam usar uniforme, não que ela não amasse aquelas roupas maravilhosas e poderosas com clima bruxesco de Hogwarts, mas é que a capa a atrapalhava de ficar jogada em qualquer canto vivendo a preguiça, então mais um ponto para os domingos! Anny usava agora uma roupa quentinha e aconchegante, o dia estava friozinho e nublado e não havia nada melhor que um casaco lindo para esquentar! Estava se olhando no espelho enquanto penteava os cabelos.

- Sabe, Furúnculo... Acho que tô bem mais velha do que no ano passado... – ela puxava o rosto em todas as direções para analisar as “rugas”. – Não que isso seja ruim, estou mais alta, mais magra, o cabelo está finalmente crescendo e o sutiã subiu dois números... – ela riu toda tímida antes de analisar aqueles peitos com expressão criteriosa. – Mas isso indica que estou cada dia mais perto de ir embora daqui, tudo bem que ainda faltam quatro anos, mas isso é assustador e eu nem sei o que quero fazer da vida e... Furúnculo, você dormiu de novo? – ela se virou olhando para a cestinha prateada sob o criado mudo.

Seu ratinho sempre dava um jeito de se comunicar com ela nas conversas, fosse por chiados ou expressões e quando ficava quieto assim era porque estava cochilando ou roendo alguma coisa imprópria, mas dessa vez Anny não o viu ali. – Furúnculo? – seu coração já acelerou, ele era seu bebê e era responsabilidade dela cuidar muitíssimo bem daquela bolinha cinzenta, sua família iria julgá-la para toda a eternidade se ela fizesse a proeza de perder um rato. – FÚRUNCULO! – se jogou na cama procurando embaixo do travesseiro e da cortina, embaixo da cama, do colchão, atrás da cesta, dentro das gavetinhas, embaixo do tapete, dentro das pantufas e do malão, procurou até dentro da embalagem de sapo de chocolate jogada ali no cantinho, aquele rato obeso vivia se empanturrando de doces. Mas... Nada! Absolutamente nada de Furúnculo por ali. – OH MEU MERLIN DE SUNGA BRANCA! CADÊ MEU RATO? – gritou desesperada e aproveitou que não havia mais ninguém ali no dormitório para procurar em todo canto, até nas gavetas das amigas, ficou super tentada a dar uma espiadinha no diário da Sarah que estava embaixo do colchão, mas se segurou e não entendeu muito bem o que aquela calcinha vermelha fazia atrás do travesseiro da Agatha, mas era melhor fingir que não viu nada e voltou a sua busca pelo rato desaparecido.

- Por favor, cadê você? Isso não tem nenhuma graça, Furúnculo! – calçou as botas e saiu do dormitório procurando em cada cantinho, cada greta e cada buraquinho. Desceu as escadas e vasculhou todo o Salão Comunal. Ela já havia o encontrado uma vez dentro do pote de jujubas em cima da lareira, mas ninguém precisava saber disso. – Alguém viu meu rato? – perguntou de braços abertos parada bem no centro do salão. Os colegas responderam negativamente e alguns primeiranistas a olharam assustados. – Por favor, se o virem me avisem! E NÃO SENTEM EM CIMA DELE! – ela gritou fazendo todos saltarem para conferir se não haviam esmagado o rato da loirinha, a maioria ali já conhecia o Furúnculo, porque ele vivia livre no dormitório e no salão, mas jamais saía daquele espaço sozinho.

Anny então atravessou a porta de entrada e continuou a procurar pelos corredores, perguntava, gritava, se arrastava pelo chão e se esgueirava nas profundezas obscuras entre as armaduras, ela não queria pensar o pior, mas aquilo estava muito estranho e ela já sentia vontade de chorar. Se com 13 anos não conseguoa cuidar de um simples ratinho, o que ela queria da vida? Já estava até enxergando seu futuro, largada pelos becos de Hogsmeade mendigando por um pedaço de torta de abóbora, largada na sarjeta, abandonada, talvez até se tornasse uma bruxa das trevas solitária que fumava cachimbo e seria presa em Azkaban por toda a eternidade até morrer beijada por um dementador e ficar para sempre no limbo! Triste fim de uma jovem promissora.

- FURÚNCULOOOOOO! – Anny agora saltava as escadas e procurava em cada andar. Aquele castelo era ABSURDAMENTE enorme, seria impossível acha-lo assim, ele nunca havia sumido e sempre aparecia quando ela o chamava, ele só podia estar morto! MORTO! ALGUM ASSASSINO SANGUINÁRIO HAVIA DEVORADO SEU RATO! E ELA IRIA MATÁ-LO! – Você viu meu Furúnculo? – era o que dizia a cada andar descido, algumas pessoas respondiam com simpatia, outras com pressa e as desconhecidas a encaravam com cara de “Não e nem pretendo ver seu furúnculo, minha filha”, ingênuos.

Após percorrer todo canto daquele castelo que conseguiu alcançar, Anny estava agora no exterior dele e até soltou um suspiro de desilusão ao voltar a ver os terrenos GIGANTESCOS E SEM FIM de Hogwarts, como ela iria encontrar um ratinho naquele espaço todo? Atravessou o corredor externo e se viu no Pátio da Torre do Relógio! O seu pátio favorito, porque era alto e dali dava para ter uma visão fantástica dos arredores e porque era o mais antigo o que dava um clima misterioso ao lugar. Ela iria adorar ficar um tempinho ali imaginando cavaleiros duelando, mas tinha um rato para encontrar! Foi quando viu um rabo peludo conhecido sobre uma das ruínas e arqueou a sobrancelha.

- AHÁ! – gritou apontando para a gata que agora saltava preguiçosa pelas pedras do pátio e então viu uma cabeça encaracolada conhecida, suas bochechas ficaram instantaneamente rosadas e ela arrumou o cabelo instintivamente. Mas não, a beleza fofa e incrivelmente seduzente daquele garoto não iria distraí-la de sua missão salvadora. Fez uma cara séria e caminhou pisando firme até o sonserino Luke Farris que estava sentado observando os terrenos lá debaixo. – FARRIS! Você tem um gato não é mesmo? E por sinal é bem aquele ali... – ela apontou para a gatinha preguiçosa. – E por sinal ela está bem preguiçosinha! E por sinal gatos ficam preguiçosos após comer! E por sinal estou notando uma certa protuberância na barriguinha dela, e por sinal O MEU RATO DEVE ESTAR SENDO DIGERIDO POR ELA NESSE EXATO MOMENTO! – levou as mãos na cintura e bateu os pés, enfurecida. – Conte-me mais sobre isso!

Elementar, meu caro Watson! Anny havia juntado todas as peças daquele quebra-cabeça misterioso. Afinal fazia muito sentido culpar o primeiro gato que viu após o sumiço do seu rato que nunca sumia. Estava decidido, ela seria uma detetive do Ministério da Magia depois daquela missão!
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Luke Farris
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MensagemAssunto: Re: 08/09/1803 - Procura-se um rato! - RP Fechada   Sex Set 11, 2015 11:35 pm

Minha gata nãomata! !
{A Nylah não come ratos. Não que eu saiba.}


Era domingo. Finalmente domingo! Eu nem acredito que sobrevivi a uma semana de aula... E pior, esse ano parecia mais caótico que tudo. Começando pela aula de DCAT que foi uma loucura, a aula de poções que ainda parecia impossível e, é claro pelo meu cabelo. Acho que foi um dos piores momentos da minha vida. Na verdade toda a combinação de ter um cabelo liso, passar esperma de unicórnio no meu precioso cabelo, receber um xingo do Salazar e ainda ganhar detenção do Darius. Depois de tudo isso, eu resolvi passar o dia mais calmo. Eu peguei Nylah, que estava bastante irritada comigo, já que eu não dei atenção nenhuma para ela essa semana, e resolvi levar ela para passear.

- Vem... - Falei estalando os dedos vendo a gatinha andar atrás de mim. Quando eu digo gatinha, é o animal. Gato mesmo. Por que fica meio ambíguo, já que meninas gatinhas também ficam atrás de mim. Nylah miou e andou, passando na minha frente. - Tá bom, você que manda.

Eu segui a gata até chegar no pátio da torre do relógio, onde ela resolveu parar e sentar em cima de um banco. Eu me sentei do lado dela e acariciei sua cabeça.

- Deixa de ser fresca, Nylah. - Reclamei quando a gata mostrou os dentes pra mim. Temperamental. Mas ela sempre foi assim, desde que ganhei ela  dos meus tios quando entrei em Hogwarts. E pior ainda. Eu queria que ela cruzasse com um gatão que mora na casa do lado. Um garanhão, tipo eu. Quase que minha versão felina... Mas ela ficava se fazendo de difícil. Nunca queria dividir a comida com ele e sempre expulsava ele da cama dela.

O animal se levantou preguiçoso do banco e começou a andar pelo pátio, da forma mais lenta possível. Eu a observei por um tempo, mas quando ela sumiu da minha vista eu comecei a olhar os terrenos de Hogwarts, quando escutei uma voz fina gritando meu nome.

- Fala, gata! - Falei me levantando, encarando Anny. Ah... Anny. A loirinha gata da Corvinal. - Uma gata. - Corrigi quando ela perguntou se eu tinha um gato. Peraí, o que ela está insinuando com essa história da Nylah estar preguiçosa e ter comido um rato? UM RATO? - Peraí, peraí. Você acha mesmo que a Nylah ia comer um rato? Eu sei que gatos comem ratos... Mas ela só come peixe. A dieta dela é bem saúdavel. - Dei os ombros olhando Anny irritada. Ela até que ficava fofa batendo o pé desse jeito. -  O que? Eu não insinuei que seu rato não é saúdavel! - Mas rato não é muito saudável... É? - E por que de todas as pessoas que tem gato nessa escola você acha que foi a minha Nylah? - Perguntei.- Ela é tão fofinha, olha... - Eu peguei o animal e segurei ele no ar, na direção da Anny. Nylah chiou alto e começou a se mexer, soltando da minha mão. - Ela não é louca!!! Ela só está irritada porque não dei atenção para ela... Anny. Eu tenho certeza que minha gata não comeu o seu rato. Como eu posso ter certeza? Por que eu conheço ela e sei que ela nunca ia comer, do nada, um rato que passasse na frente dela.  

Anny levou as mãos no rosto e eu aproveitei para passar o braço por cima dela.

- Olha só. Eu te ajudo a achar seu ratinho, ok? Eu prometo que vamos achar ele. Aí depois a gente pode sentar, tomar um suco de abóbora e rir de tudo isso. - Eu falei no ouvido dela e dei meu melhor sorriso. Eu ia achar o ratinho e ganhar uma corvina! Aí sim. - Onde e quando você viu ele pela última vez? - Só espero que não tenha sido nas masmorras, por que aí não posso me responsabilizar por nada.

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Anny Blackmoon
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MensagemAssunto: Re: 08/09/1803 - Procura-se um rato! - RP Fechada   Sab Set 12, 2015 12:27 am



Se o Luke SONHAVA que com todo aquele charme e sorrisinhos ele iria fazer Anny acreditar que aquela gata louca, e cá entre nós, tem uma pancinha suspeita bem ali, não havia comido Furúnculo ele estava REDONDAMENTE enganado. Porque Anny não era assim tão fácil de ser convencida. Ele estava agora com o braço em volta do pescoço dela e falando em seu ouvido, ok Anny foco! Você é uma mulher/bruxa/adolescente/corvina independente e pode dominar o mundo! WHO RUN THE WORLD? ANNY \O/

- Faremos assim... - ela também abriu um sorrisinho de canto e retirou com leveza o braço dele do seu ombro. – Você encontra meu rato, provando assim que não foi sua onça em miniatura visivelmente sanguinária que o comeu, e eu PENSO se te dou o prazer de tomar um suco de abóbora comigo, fechado! – ela riu apertando a mão dele. – Vi ele antes de ir tomar banho há umas duas horas atrás, ele estava lá lindo e felpudo em sua cestinha e... e agora... – seus olhos se encheram de lágrimas, mas ela respirou fundo, por favor Anny não seja rídicula, jamais ficaria chorando feito um bebê estranho perto de um garoto. – E agora ele está oficialmente desaparecido! Ele nunca saiu por aí sozinho, Luke! NUNCA! – seus cabelos ficaram laranja instantaneamente e voltaram ao normal no segundo seguinte. Ela precisava aprender a controlar aquilo. – O quê? Não, impressão sua, meu cabelo fica assim mesmo meio... alaranjado com a luz do sol... – ela fez uma cara estranha antes de começar a andar pelo pátio ao lado dele, ignorando o fato que o céu estava extremamente nublado no momento.

- Fiquei sabendo que você e o McNaughton levaram uma linda detenção do Professor Mortymer... – ela riu baixinho enquanto eles caminhavam pelo pátio alcançando o gramado, dali já era possível avistar o topo da casinha do Guarda-Caças e toda a plantação de abóboras, Anny adorava aquela paisagem. – Ué, as notícias correm, meu filho! As paredes têm ouvidos, literalmente! Esses quadros ouvem tudo e os fantasmas não são os mais discretos do mundo!! – soltou outra risada, parando um minutinho para checar algumas moitinhas de flores pelo caminho, Furúnculo gostava daquelas florezinhas avermelhadas, mas não estava ali. – Isso é estranho, eu vivo explodindo os caldeirões nas aulas e nunca levei detenção! Hahahaha... – Luke era engraçado, se achava muito assim como Tristan e Rich, mas eles eram mesmo fofos.

Eles desceram as escadinhas de pedra pelos terrenos e Anny olhou fascinada para o Salgueiro Lutador lá embaixo. Era a planta mais legal de todos os tempos do universo! Anny precisava procurar seu rato, mas queria tanto vê-la de perto, nesses dois anos ainda não havia chegado perto dela. A corvina então olhou sorridente com aquele olhar esperto para Luke, desejando com todas as suas forças que ele topasse ir até lá. Até porque, seria mais um lugar para procurar o Furúnculo né?

- Luke... – ela ainda exibia um sorrisinho eufórico.  – Você já viu o Salgueiro de perto? Vamos lá? – empolgadíssima, Anny já segurou a mão do menino e desceu desvairada puxando ele enquanto avistava aqueles galhos enormes e malemolentes ficando cada vez mais próximos, mas ainda a uma distância segura. – É tudo por uma boa causa! Furúnculo pode estar por aqui sabe! – e seria muito interessante ver aquele tronco se mover loucamente ao vivo.


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08/09/1803 - Procura-se um rato! - RP Fechada
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