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 Residência dos Morrison - Irlanda

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Seth Morrison
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MensagemAssunto: Residência dos Morrison - Irlanda   Qua Dez 22, 2010 8:01 pm

Apesar de toda a familia ser bruxa, a familia Morrison tem mais facilidade de comprar moveis em lugares trouxas, até mesmo para revender o que plantam, a atual casa dos Morisson é uma casa simples e pequena e com um grande quintal de fundo que é usado para plantação.
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MensagemAssunto: Re: Residência dos Morrison - Irlanda   Sex Jan 21, 2011 1:02 am

Data: 30 de setembro
Periodo: Noite
Observação: Inicio da noite presentes na casa - Beatricce, Victoria e Lucian Morrison

Seth era meu grande parceiro em casa, desde que seu pai morreu, sentia falta do meu garotinho, mas sabia que ele estava protegido e seguro em Hogwarts, lá era um bom lugar para ele ficar, não precisaria ter tantas preocupações e teria bastante estudo, porém eu não era a unica que sentia falta dele, Victoria e Lucian também sentiam saudades do irmão, eram diversos desenhos diarios que eles faziam para Seth, como não sabiam escrever eles contavam sobre o dia deles atraves de desenhos e eu ficava de enviar para Seth os desenhos no final do dia junto com uma carta que eu pedia para contar-lhe sobre o seu dia.

Lucian as vezes tentava bancar o homem da casa, como Seth havia dito, mas ele acabava esquecendo disso e voltando a ser criança normal, o que era bom para ele. Victoria era sempre a garotinha que queria que eu cantasse para ela todos os dias para ter festa em casa, os meus dois pequenos me animavam de verdade, eu não sei se teria forças para continuar sem Andrew se não fosse por eles.

Naquela noite não tivemos nada de especial, fora uma noite normal, coloquei os desenhos das crianças e uma carta em um envelope e então demos para a coruja levar para Seth receber de manhã e então fomos para o quarto, dormiamos todos no mesmo quarto, pois as crianças não gostavam de ficar sozinhas, geralmente era Seth que dormia com elas, mas desde que Seth fora para Hogwarts, eu passei a dormir com eles.

Victoria escreveu:
- Mamãe, conta uma historia?

Victoria sempre gostava de que contasse historias para ela, eu tinha acabado de colocar o pijama neles e dei um beijinho no alto da cabeça deles e então disse.

- Ok, vão escovar os dentes e eu conto.

Os dois sairam e eu aproveitei para arrumar a minha cama, uma grande cama de casal que ficava encostada na parede e as crianças dormiam comigo, ela ficava encostada para as crianças não rolarem e cairem, afinal de um lado ficava a parede e do outro eu ficava, eu tinha acabado de arrumar a cama quando os dois chegaram correndo e pularam na cama, eu os cobri e me deitei com eles e comecei a contar uma historia para eles, não demorou nada para que eles adormecessem e então eu acabei dormindo também, tinha que acordar cedo no dia seguinte para as tarefas matinais.


Última edição por Beatrice Morrison em Seg Jan 24, 2011 9:34 pm, editado 1 vez(es)
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Nina Gilbert

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MensagemAssunto: Re: Residência dos Morrison - Irlanda   Sab Jan 22, 2011 7:32 pm

Assim que a reunião terminou, Nina aparatou perto dos terrenos de Hogwarts. Transformou-se em gata e passou pelos portões. Estava próxima da Floresta Proibida quando viu um vulto passando por ali. Resolveu segui-lo. Sua visão felina a ajudava nos locais escuros e rapidamente ela reconheceu Jareth.

O rapaz estava espalhando o corpo do garoto morto pelo chão. Uma ideia veio à mente da jovem: ela ficou humana de novo e se encostou a uma árvore. Aproveitou que ele estava distraído e comentou ocasionalmente:

- Você não deveria estar por aqui sozinho.

Jareth deu um pulo e se virou como um raio, puxando a varinha. Quando ele reconheceu a mulher à sua frente, deu um sorriso e falou:

- E você não devia assustar os outros assim...

Nina se limitou a rir enquanto o jovem terminava seu trabalho.

- Gata, tenho que ir... Vou passar em casa antes de... Você sabe...

A moça acenou com a cabeça e sorriu para ele. Se despediram e Gilbert ficou ali, avaliando a tarefa dele. Tinha que admitir que o velho amigo era ótimo em esconder rastros. Sorriu mais uma vez antes de ouvir um som vindo acima de sua cabeça.

Virou-se para olhar e viu uma coruja com um pergaminho preso à pata. Ela o tirou de lá e leu a mensagem. Era de Edward. Havia conseguido as informações. O plano estava de pé.

Ela se transformou em gata e correu para o Castelo, indo direto para o sétimo andar.

Durante as semanas que passara ali, a moça andou por todos os cantos da escola (afinal, não havia nada mais para se fazer) e descobriu uma sala encantada que possuía tudo o que a pessoa desejasse. Foi por acaso que a encontrou: na ocasião, estava faminta e necessitava urgente de comida de gente.

Hoje, a gata precisava de um lugar para se lavar e se trocar. E foi o que ela pensou com todas as suas forças. Uma porta se materializou à sua frente e Nina entrou. Assim que passou pela porta se transformou novamente em humana e se apressou em trancar a passagem.

Virou-se para a sala, que agora virara um grande banheiro. Toalhas brancas e macias estavam cuidadosamente dobradas em uma cadeira ao lado de uma banheira da mesma cor. Próximo à porta, havia um espelho de quarto antigo com moldura dourada. Do lado esquerdo havia vários tipos de roupas. Nina sorriu.

Assim que acabou o banho, escolheu uma roupa simples, mas que satisfazia tanto seu estilo, quanto a ocasião: um vestido preto, sapatos e por cima de tudo, uma capa longa também preta, com um capuz que cobria metade de seu rosto. Quando ficou pronta, a mulher voltou à forma animaga e saiu da sala.

Passou pelos corredores e foi novamente para a área externa. Ao sair dos terrenos da escola, aparatou chegando ao local da missão em segundos. Edward já se encontrava lá. Não demorou muito e Tiffany também chegou.

Repassaram o plano e agora, era só colocá-lo na prática.
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MensagemAssunto: Re: Residência dos Morrison - Irlanda   Sab Jan 22, 2011 11:44 pm

post.1
Poor Morrison

    Como eu havia prometido às mulheres que me acompanhariam na missão de matar os Morrison, algumas horas foram o suficiente para obter informações sobre a família em questão. Um pouco de pesquisa ali, alguma extorsão aqui, já sabia o suficiente para planejar o ataque. Enviei as informações via carta para as duas, Nina e Tiffany e tratei de me arrumar. Pouco tempo depois, estava pronto para brincar.

    Aparatei no local da missão, em frente à residência dos Morrison. Já sabia que os fundos da casa eram o melhor lugar para começar o trabalho, então fui pra lá, pulando facilmente a cerca de madeira. Não era muito alta e cercava toda a propriedade, mas crianças teriam dificuldade em ultrapassar a mesma.

    A propriedade daquela família não era enorme, mas era grande o bastante para conter uma casa pequena, uma plantação e um celeiro. Como não havia sinal das mulheres e eu não poderia começar a missão sem elas, decidi matar o tempo de forma mais interessante do que esperar.

    Dentro do celeiro, uma vaca e algumas galinhas dormiam. Com um simples Abaffiato lançado e um Locomotor Mortis para impedir o animal maior de atrapalhar, comecei a testar minha mira com alguns feitiços contra as galinhas, as quais eu havia acordado com uma pequena explosão. Não era muito difícil acertá-las, então em pouco tempo, alguns galinhas haviam explodido, outras dilaceradas e outras até assadas. Foi engraçado, mas provavelmente minhas companheiras chegariam a qualquer momento. Finalizei matando a vaca com um simples Avada Kedavra e sai do celeiro, parando perto a uma cerca para esperar.

    Nem 2 minutos depois, Nina chegou, eu a cumprimentei com um sorriso e um aceno, estava animado. Ela respondeu o gesto e logo em seguida, Tiffany apareceu também. A cumprimentei da mesma forma e desencostei da cerca para andar até elas. Repassamos o plano rapidamente. Eu ficaria vigiando o lugar, para evitar qualquer imprevisto.

    - Que comece a diversão, certo? – Eu falei, soltando uma risada baixa. Mal podia esperar para ver como aquilo se desenrolaria. Tirei a máscara que Lady Rosedeath nos deu do bolso e coloquei no rosto. Afinal, aquilo era uma missão, temos que parecer profissionais. As mulheres então entraram a casa, onde os pobres coitados nem sabiam o que os aguardava.
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MensagemAssunto: Re: Residência dos Morrison - Irlanda   Seg Jan 24, 2011 9:17 pm

- Preferia que ele tivesse vindo até minha casa do que mandar as informações pelo correio coruja. – Tiffany suspirou enquanto relia a carta antes de pegar sua capa com o elfo doméstico e verificar que a máscara dada por Lady Rosedeath estava consigo.

- Pimenta! Destrua essa carta, sem ler, - Entregou o pergaminho dobrado à criatura e, por mais que a fala fosse séria, ela ainda conseguia doar dócil e amável. – Se você ler, se castigue com uma marca que eu possa ver, para eu descobrir o que falo depois... E espero mesmo que não precise fazer isso, sabe que eu gosto de você. – O sorriso lhe encolheu os olhos e foi completamente por Pimenta como uma ameaça séria. Tiffany preferia que isso ao prosseguisse daquela maneira, posteriormente daria um jeito de confiar no elfo completamente, mas por hora, as ameaças bastavam.

Ela saiu no quintal de casa e suspirou, recontando o número de vítimas. Uma mãe e dois filhos pequenos, parecia tão fácil que ela sentiu toda a decepção de receber a missão sem graça novamente. Colocou a máscara mágica e no instante em que sentiu ela se aderir perfeitamente aos contornos de sua face, ela usou de aparatação para chegar ao local do crime.

Lá, buscou seus companheiros enquanto tentava verificar se seria a primeira a chegar, mas descobriu-se como a última e deu um sorriso sem jeito, erguendo um poucos os ombros e, frustração antes de cumprimentar os dois com um aceno até animado, quase como se quisesse injetar alguma emoção em seus companheiros.

- Espero que não tenham esperado muito...

- Já matei meu tempo eliminando possíveis chamarizes.

Assim que ouviu o rapaz, ela esboçou um sorriso mais animado, desacreditando que não havia pensado naquilo.
- Obrigado, vai ser bem melhor assim. Melhor repassarmos o plano uma última vez. Edward, cuida das possíveis testemunhas e fugitivos. Nina e eu entramos... Lá dentro nos dividiremos. Nina, vá atrás da mãe dos Morrison. Digamos que eu levo mais jeito para crianças... – “Mais jeito” significava que ela queria ver se teria a chance de produzir um Inferi com a mesma destreza da mandante daquele pequeno massacre. Claro que isso se as crianças não resistissem muito. Não soube nem porquê ao final da fala soltara um pequeno riso. – São todos esses, segundo as informações. Acredito que não teremos problemas.

- Que comece a diversão, certo?

- Cert-... AH! Espera. Se fizermos isso, deveríamos deixar uma marca, não? Algo que prove uma causa, não um mero massacre vão.

- Se for para mostrarmo-nos fiéis a Lady Rosedeath... – Começou Nina que pela primeira abrira a boca ali. – Poderíamos deixar uma rosa negra sobre os corpos. Acredito que seja um bom meio de representar não só nossa senhora como os Death Knights.

Uma rosa negra? Sutil, elegante. A mais jovem assentiu com a cabeça e adentrou a casa silenciosamente com a outra bruxa mascarada ao seus pés. Perguntou se deveriam chamar a atenção alheia, mas a princípio parou no corredor, mas decidindo que seria melhor não.

Puxou a outra bruxa morena quase que infantilmente pela capa e fez sinal para que elas se dirigissem aos locais iluminados da casa, em busca dos Morrison. O sorriso escondido pela máscara somente aumentava a cada passo que davam atrás das vítimas. A idéia de predação empregada no que estava fazendo era excitante, animadora e empolgante. Melhor do que havia imaginado que seria. Ao terminarem de sondar o local, Tiffany parou discretamente e olhou para Nina e posteriormente a um cômodo da onde partiam reflexos luminosos bruxuleante, provavelmente velas. O que indicava que talvez houvesse alguém no aposento.
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MensagemAssunto: Re: Residência dos Morrison - Irlanda   Seg Jan 24, 2011 10:10 pm

Eu tinha me esquecido de beber agua antes de dormir, eu sempre bebia agua antes de dormir para não ficar com sede de noite, como eu não tinha bebido agua, acabei acordando de noite com sede, mas a casa estava muito escura, eu tinha medo de ir sozinho para a cozinha e ter um bicho papão lá e nem adianta falar que bicho papão não existe porque eu sei que existe, uma vez a mamãe tirou um do armario da cozinha, foi então que nunca mais voltei a ir na cozinha sozinho, principalmente de noite.

Eu tentei voltar a dormir, porque a mamãe já estava dormindo e eu não queria acorda-la, mas eu não consegui voltar a dormir e comecei a ficar com medo por estar acordado sozinho, eu então acordei a mamãe.

- Mamãe... To com sede...

A mamãe demorou um pouco para acordar, mas acabou acordando e se levantando, eu fui junto com ela para a direção da cozinha.


~~~~~~****~~~~~~

Eu tinha dormido a pouco tempo quando Lucian me acorda falando que estava com sede, eu sabia o medo dele de andar sozinho pela casa, por isso com muito esforço e lutando muito contra a cama, eu acabei me levando, sem abrir os olhos totalmente e meio sonolenta eu me levantei da cama, sentindo Lucian se levantar comigo, deixei uma vela no quarto, para caso Victoria acordasse e peguei a varinha, soltando um feitiço para iluminar a ponta dela e fomos para a cozinha.

Ao chegarmos na cozinha Lucian entrou rapidamente pegando o copo e já indo pegar a agua, eu fiquei perto da porta, escorada com a varinha iluminando ele, esperando ele beber a agua, pelo visto Lucian estava com bastante cedo, pois bebeu rapidamente um copo já enchendo outro.

- Vai com calma... Se não vai acabar fazendo chover na cama.

Disse dando um sorriso, chover na cama era a forma que a gente falava quando um deles fazia xixi na cama, ele riu, para que não precisassemos levantar de novo durante a noite eu fui até ele e peguei um pouco de agua colocando no copo, quando virei de frente, uma bruxa estava parada na minha frente com a varinha apontada para mim, eu não fazia ideia de quem ela era, mas com certeza alguem entrando na casa de outra pessoa com a varinha em mão, não era alguem do bem, minha varinha que já estava na minha mão foi apontada para ela, Lucian estava atras de mim, e fiz a unica coisa que consegui pensar para que nada acontecesse com ele, eu simplesmente falei para ele rapidamente sem olha-lo, com a varinha ainda apontada para a bruxa.

- Pegue a Victoria e fuja Lucian.

Disse isso rapidamente iria tentar distrair a bruxa o mais tempo que eu pudesse para que Lucian conseguisse fugir, senti Lucian correr, esperava que ele continuasse a seguir o que eu mandei.


~~~~~~****~~~~~~

Eu estava bebendo agua quando escuto minha mãe falar para eu pegar Victoria e fugir, eu não sabia o que estava acontecendo, só sabia que quando a mamãe falava algo era para obdecer, mas antes de sair vi que tinha uma bruxa com ela, eu na hora quis gritar para minha mãe, mas mamãe era mais velha e sabia o que fazer, eu tinha que fazer o que ela mandou, ainda mais que Victoria estava sozinha no quarto.

Corri o mais rápido que pude para o quarto, sem ver nada ao meu redor, eu então pulei na cama e comecei a balançar Victoria com força para acorda-la, ela sempre demorava para acordar.

- Vic, acorda... Acorda Vic... A gente tem que sair daqui...

Ela acordou meio sonolenta, mas eu comecei a puxa-la para ela se levantar, quando ela se levantou eu a puxei para fora da cama, indo com ela na direção da janela do quarto.


~~~~~~****~~~~~~

Eu estava dormindo, sonhando que eu estava num lugar mágico, cheio de unicornios e com muitos arco-iris, nesse lugar tinha um montão de músicas e eu era uma princesa, uma linda princesa e podia fazer o que eu quiser, eu então montava em um unicornio e esse unicornio me levava na direção do arco-iris, mas então meu irmão começa a me chamar, eu falava para o Lucian que queria ir no arco iris para poder escorregar nele, mas ele continuava a me chamar e então eu tava de novo no meu quarto.

Lucian falava que a gente tinha que sair, sair da onde? Eu queria voltar a dormir e ir para o arco-iris em cima do unicornio, mas ele começou a me puxar, e eu acabei levantando.

- Lucian, o que está acontecendo? Eu quero brincar com os unicornios...

Lucian escreveu:
- A gente tem que sair de casa Vic, vamos...

Eu não entendi o que ele disse, mas ele estava desesperado, então vi que era sério, teria que ir na direção do arco-iris depois, Lucian empurrou uma cadeira para perto da janela e eu subi nela.

- Porque a gente não sai pela porta Lucian? A janela é alta...

Lucian escreveu:
- Não dá tempo, mamãe disse que era para a gente ir logo.

Eu então percebi que era sério e comecei a subir na cadeira, passando pela janela, pulando e caindo no chão de joelhos, eu então olhei pela janela esperando que meu irmão viesse logo.

- Vem Lucian!!! Cadê a mamãe? Ela vem também?

Eu não entendia o que estava acontecendo, porque a gente tinha que no meio da noite correr pela janela? Onde a mamãe estava? Aqui fora estava escuro, eu estava com medo, eu não gostava do escuro.
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Nina Gilbert

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MensagemAssunto: Re: Residência dos Morrison - Irlanda   Seg Jan 24, 2011 10:39 pm

E finalmente Tiffany chegara. Cumprimentou os outros dois e então eles repassaram o plano.

- Que comece a diversão, certo? – disse Edward com uma risada.

- Cert-... AH! Espera. Se fizermos isso, deveríamos deixar uma marca, não? Algo que prove uma causa, não um mero massacre vão.

- Se for para mostrarmo-nos fiéis a Lady Rosedeath... Poderíamos deixar uma rosa negra sobre os corpos. Acredito que seja um bom meio de representar não só nossa senhora como os Death Knights.

Os dois concordaram com sua ideia e então deram continuidade à missão. Era necessário ser rápido e sem alarde. Nina e Tiffany entraram na casa. Então Gilbert sentiu um puxão em sua capa.

Havia poucos lugares iluminados. Tiffany já se dirigia para o corredor onde provavelmente ficavam os quartos. Nina permaneceu na sala e foi para a cozinha. Pouco tempo depois ela ouviu uma movimentação vindo de trás dela.

Ela não pensou duas vezes: se escondeu atrás de um dos armários e esperou para saber quem era. Ouviu alguém falando em fazer chover na cama. A moça rolou os olhos em sinal de irritação. Não demorou muito e duas pessoas adentraram no recinto. Era uma mulher e uma criança. Como havia combinado com os outros Death, ficaria com a mulher, enquanto Tiffany, com o pequeno.

Enfim Nina decidiu que era hora de sair de seu esconderijo. Apontou a varinha para a mulher à sua frente, enquanto ela fazia o mesmo ao se deparar com Gilbert. Mandou o filho pegar alguém e fugir.

A morena soltou uma risada fria enquanto o menino corria.

- Acho que não precisamos perder tempo com apresentações, não é? – Nina sorriu, mas a mulher à sua frente não conseguiu ver. - INCARCEROUS!
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MensagemAssunto: Re: Residência dos Morrison - Irlanda   Ter Jan 25, 2011 8:26 pm

post.2
Poor Morrison

    Mais uma vez, eu tive que esperar. Realmente não gosto disso, talvez eu devesse ter me voluntariado para entrar na casa também, seria mais interessante do que ficar aqui fora esperando. Agora não tenho mais o que fazer, o tédio me consome. Se eu tivesse deixado algumas galinhas vivas, poderia soltá-las no quintal e me divertir mais. Infelizmente, não considerei que poderia ficar entediado e matei todos os bichos no celeiro. Se os Morrison pelo menos tivessem mais animais, isso seria mais interessante.

    Estava sentado na cerca de madeira, girando a varinha entre os dedos. Não era a melhor posição para vigiar, mas minha audição é bastante aguçada e meus reflexos são rápidos, não terei problemas.

    Pelo barulho vindo da casa, Tiffany e Nina já havia encontrado a família. Devem estar se divertindo e eu aqui, perdendo isso. Na próxima missão, eu não ficarei de vigia, não mesmo. Um som de janela abrindo chamou minha atenção. Alguém tentando escapar? Ah, pelo menos uma pessoa tem que vir até mim. Era uma garotinha, caída de joelhos perto da janela, gritando por seu irmão. Eu sabia disso pela pesquisa, claro, não sou adivinho. Victoria Morrison... Hun, tive uma ideia.

    Tirei a máscara e guardei no bolso interno do casaco, antes de pular para o chão. Tentei elaborar o melhor método de andar até a menina sem assustá-la, mas não funcionou muito bem. Isso porque a garota desatou a correr sem nem olhar onde ia e acabou trombando comigo, caindo no chão. Que burrinha. Se eu não tivesse tempo de sobra, aquele seria o fim e ela nem teria tempo de processar a informação. Assim que me vi, soltou um grito agudo, irritante, daqueles que só crianças conseguem. Pensei em um feitiço para calar a boca dela, mas isso estragaria meu plano. Então, me abaixei e falei:

    - Calma, garotinha, calma. Estou aqui para ajudar, onde estão seus pais? - Com a maior cara de bom samaritano que consegui, mas mesmo assim a menina me olhou assustada. Pareceu considerar o que faria por alguns segundos e aparentemente, decidiu confiar em mim. Ah, crianças, sempre tão tolas.

    - Mamãe tá lá dentro e alguém pegou o Lucian... Ele tava no quarto comigo... - A pequena Morrison falou e em seguida, começou a chorar. Já pegaram o menino? Odeio perder a ação, gostaria de ter visto isso. Enfim, abri os braços, convidando a criança, como se fosse reconfortá-la – Não se preocupe, tudo vai ficar bem. Nós vamos achar sua mãe e seu irmão e ajudá-los, ok? - Um deslize. Victoria não havia chamado Lucian de irmão, só espero que ela não esteja raciocinando corretamente pra perceber isso.

    Aquilo era muito fácil, muito fácil mesmo. A menina nem hesitou antes de me abraçar e concordar. Será que todas as crianças eram bobas assim? Peguei a garota no colo e comecei a caminhar em direção à casa, um pouco de tortura psicológica torna tudo mais divertido, não? Agora só precisava achar minhas companheiras e esperar que elas não tivessem matado os outros ainda.
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MensagemAssunto: Re: Residência dos Morrison - Irlanda   Qui Jan 27, 2011 2:32 pm

Tiffany separou-se de Nina esperando que ela fosse na frente, já julgando a existência da mãe na cozinha naquele horário da noite. Escondeu-se perto da saída da cozinha, atrás de um armário e aguçou a audição para perceber o que ocorria dentro do aposento. Sequer teve tempo de ouvir o feitiço da outra Death Knight quando um vulto anãozinho passou correndo por ela. Sinceramente, a bruxa não esperava que a mãe dos Morrison acreditasse tão veementemente na autonomia dos filhos e se dispôs a seguir o rapaz com passos altos e rápidos, na intenção de provocar certo terror.

Descobrira que foi um erro quando, ao entrar no quarto das crianças, percebeu um movimento excessivo do lado externo da janela e lançou um feitiço de corpo preso na criança, correndo para a abertura enquanto falava no mesmo tom falsamente dócil e amável que usava com todos.

- Espero para o seu bem que sua irmãzinha não vá muito longe.

Sabia quem havia fugido pelas informações recolhidas por Edward e quando já se preparava para pular a janela e ir procurar a outra criança, arqueou uma das sobrancelhas em confusão quando reconheceu as vestes do companheiro e percebeu que este conversava aparentemente tentando tranqüilizar a menina fugitiva. Não conseguia ouvir, mas observou que o rapaz retornava ia para dentro da casa, perguntando-se mentalmente o que diabos o loiro teria em mente.

Será que ele pretende se divertir um pouco às custas de drama familiar?

Era a opção mais aceitável na mente da jovem bruxa que mais fazia entido e ela logo apontou a varinha para a criança.

- Mobilicorpus.

E assim usou a magia para arrastar sua vítima de volta para a cozinha, o mais rápido possível e ouviu a porta da casa adentrar no instante em que recebeu um olhar fulminante de Nina para si.

- Acho que alguém estava se sentindo deixado de lado e teve uma idéia... – Mesmo por detrás da máscara, o sorriso surgiu e deixou o ar impregnado de um certo sadismo e alegria. Meramente olhou o corredor pela porta entreaberta, sequer dando importância para a mãe amarrada enquanto o garoto Lucian estava novamente no chão, ainda totalmente desprovido de qualquer mobilidade.

Viu vulto loiro aproximar-se e o sorriso tomou proporções maiores ainda oculto. Deixaria o bruxo guiar o que se sucederia ali, apenas porque a sensação que borboleteava no seu estômago era a ansiedade para que a missão fosse cumprida e que ao menos ela tivesse alguma recompensa pela missão menos interessante que a dos outros Death Knights.

Os segundos que se passaram com a presença do bruxo dentro da casa até o momento em que ele se reuniu com as companheiras de trabalho pareceram demasiadamente eternos, entretanto, quando ele finalmente adentrou a cozinha... Os olhares em todos os Morrison foram simplesmente impagáveis. Melhor ainda que a idéia principal de Tiffany era ver o desespero aflorando nos dois Morrison imóveis ao perceberem que a armadilha não tinsha escapatória.
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MensagemAssunto: Re: Residência dos Morrison - Irlanda   Qui Jan 27, 2011 6:36 pm

Tinha ido com Lucian até a cozinha pois ele acordou com sede, eu me virei para encher um copo de agua para deixar ao lado da cama e evitar que precisassemos levantar novamente, quando me virei para sair da cozinha e voltar para o quarto uma mulher estava na minha cozinha com a varinha apontada para mim, eu sabia que era uma mulher pelo formato do seu corpo, porque seu rosto estava tapado com uma máscara, eu não fazia ideia de quem ela era ou queria, apenas sabia que com certeza não era nada de bom, pois ninguem invadia a casa dos outros apontando uma varinha para a pessoa, minha varinha estava em mãos para iluminar o local, por isso foi mais fácil eu apontar a varinha para ela, eu estava entre a mulher e meu filho, eu então o mandei pegar Victoria e fugir, por sorte Lucian era obediente e logo o senti sair correndo. Pelo menos ele estaria seguro se seguisse o que eu mandei.

Nina Gilbert escreveu:
- Acho que não precisamos perder tempo com apresentações, não é? INCARCEROUS!

Antes que eu pudesse me mover ou fazer algo para escapar do feitiço, cordas se prenderam em mim, eu tentei me mover para soltar as cordas, precisava dar mais tempo para os meus filhos fugirem. Mas para saber como ganhar tempo eu precisava saber o porque eu estava sendo atacada.

- O que você quer? Porque está fazendo isso? Por favor, pegue o que quiser e deixe a mim e meus filhos...

Eu olhava para a mulher à minha frente, eu não fazia ideia do que ela queria, minha casa não tinha nada de valor para ela querer roubar. Esperava que Lucian e Victoria a essa altura ja tivessem saido e se protegessem.

~~~~~~****~~~~~~

Minha mãe tinha me dito para acordar Victoria e fugir com ela, o que estava acontecendo? Porque tinha aquela pessoa na nossa casa? Porque a gente tinha que fugir? Eu não fazia ideia, mas obedeci o que minha mãe mandou, eu acordei Victoria, era sempre dificil acorda-la, ela falou sobre poneis e arco iris, pelo visto ela ainda estava dormindo, mas rapidamente a ajudei a fugir pela janela, na hora que eu fiz ela sair, quando comecei a me arrumar, senti meu corpo ficar duro, algo assim, foi então que escutei uma voz perto de mim.

Tiffany Young escreveu:
- Espero para o seu bem que sua irmãzinha não vá muito longe.

A voz era de uma moça, eu não sabia o que ela tinha feito, mas pelo visto era uma bruxa, porque eu não conseguia me mover, eu não podia ficar ali eu tinha que fugir com a Victoria, mamãe tinha mandado isso e eu não gostava de não fazer o que a mamãe mandava, eu não queria que ela ficasse chateada comigo ou brigasse comigo por não ter obedecido a ela, eu tentei falar com a moça que eu não podia desobedecer a mamãe, mas não conseguia mexer a boca, eu então escutei a moça apontar a varinha para mim e eu fui sendo arrastado para a cozinha onde vi minha mãe, ela tava presa, eu queria correr até ela e abraça-la, pedir desculpas por não ter conseguido fugir, mas eu não conseguia me mexer, porque aquelas moças estavam fazendo isso com a gente? Esperava que Victoria tivesse conseguido fugir e pedir ajuda.


~~~~~~****~~~~~~

Eu tinha conseguido sair pela janela, mas Lucian não, eu fiquei com medo e comecei a correr, ia até a casa do Sr. Phillips pedir para ele ajudar a gente, ele morava um pouco longe, mas era o mais perto de nossa casa, mas quando eu estava correndo eu esbarrei em algo caindo no chão, ao ver no que eu tinha esbarrado, vi que foi em uma pessoa, eu dei um grito alto assustada.

Edward Holland escreveu:
- Calma, garotinha, calma. Estou aqui para ajudar, onde estão seus pais?

Eu não devia falar com estranhos, mamãe sempre disse isso, mas mamãe e Lucian estavam na casa e por algum motivo não conseguiam sair, talvez não desse tempo de chegar na casa do Sr. Phillips e resolvi falar com o homem

- Mamãe tá lá dentro e alguém pegou o Lucian... Ele tava no quarto comigo...

Eu tava com medo de que algo acontecesse com ele e comecei a chorar, o moço abriu os braços e eu o abracei, ele parecia alguem legal e disse que ele iria ajudar a mamãe e o Lucian, ele me pegou no colo e fomos para a casa, ao chegar lá, ele me levou até a cozinha onde a mamãe estava amarrada e o Lucian não conseguia se mexer.

- Mamãe!!!!!

Eu disse antes de sentir meu corpo ficar todo paralisado, o que estava acontecendo? Porque eu não conseguia mais me mexer, o moço não disse que ia ajudar? Porque ele não desamarrava a mamãe então?

~~~~~~****~~~~~~

Escutei um grito vindo do lado de fora da casa, era o grito de Victoria, eu tinha certeza, eu conhecia o grito da minha filha, o que será que tinha acontecido? Será que tinham mais deles? Será que tinham pego ela, olhei para a mulher a minha frente.

- Por favor... Não machuque os meus filhos...

Eu pedi para a mulher vendo logo em seguida uma das mulheres entrar com Lucian, ele estava paralisado, aquilo era um pesadelo, eu olhei para o meu filho eu com mais força tentei me soltar e me aproximar dele.

- Façam qualquer coisa comigo, mas deixem meu filho em paz, por favor....

Eu implorava para as duas e então vi que um homem chegar com Victoria, ela parecia assustada e me chamou antes de ficar paralisada, não, eles não podiam estar machucado os filhos dela, Andrew, por favor, onde você estiver protege nossos filhos, por favor...

- Por favor, levem tudo o que quiserem, mas deixe meus filhos em paz, eles são apenas crianças.
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Nina Gilbert

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MensagemAssunto: Re: Residência dos Morrison - Irlanda   Qui Jan 27, 2011 7:41 pm

E agora a mulher não podia se mexer e estava no chão. Exatamente como Nina queria! Ela sorriu para o nada, com a varinha apontada para a moça à sua frente.

- O que você quer? Porque está fazendo isso? Por favor, pegue o que quiser e deixe a mim e meus filhos...

Nina soltou uma risada fria.

- Digamos que você estava atrapalhando alguns planos de extrema importância! Ah, vamos pegar sim...a sua vida e a de seus filhos. – disse Gilbert frisando as últimas palavras – Pra você aprender a não se meter com quem não se deve.

Não demorou muito e Tiffany apareceu arrastando o garotinho pelo chão junto com o som da porta da frente se abrindo. Edward adentrara com a menina. Nina olhou chocada para ele. O que diabos ele tinha em mente? Mas logo captou a ideia do companheiro.

A mulher amarrada pedia desesperadamente para que não machucassem os filhos. Gilbert bufou enquanto rolava os olhos nas órbitas. Por que não a amordaçara?

- CALE A BOCA! Ninguém pediu para você falar! – ela deu um sorrisinho malicioso escondido pela máscara – O que eu quero mesmo é ouvir alguns gritos... CRUCIO!

Ela riu enquanto a mulher gritava. Mas não durou muito tempo. Logo ela parara de gritar e Nina deu alguns segundos para ela respirar.

- Olha como eu sou boazinha. Deixo você descansar pra próxima leva! – e apontando a varinha para o braço da mulher bradou – Diffindo!

Mais gritos de dor enquanto o feitiço cortava a pele daquela mulher. Gilbert se divertia cada vez mais. Enquanto a torturava, ouvia gritos mais agudos das crianças, mas não soube se o estavam fazendo por também estarem machucados, ou se era pela dor da mãe. Nina não se importava. Queria mais.
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MensagemAssunto: Re: Residência dos Morrison - Irlanda   Sex Jan 28, 2011 7:52 pm

post.3
Poor Morrison

    Entrei na casa cauteloso, ainda carregando a menina em meus braços. Assim que entrei na cozinha, encontrei todos reunidos, os Morrison já estavam sob controle, graças a Tiffany e Nina. Vê? Nem 5 minutos e já poderíamos ter acabado a missão, de tão patética. Mesmo assim, é melhor aproveitar o momento e terminar o serviço da melhor maneira possível. Se era pra fazer a traidora aprender a lição, nada melhor que torturar seus filhos, certo?

    Depois de ver o estado da mãe e do irmão, Victoria gritou com aquela vozinha chata e tentou se soltar, mas eu a paralisei com um simples feitiço. Soltei a menina, que caiu com um baque no chão, então a empurrei com o pé até o lado da mãe. Nina já estava torturando a mulher impiedosamente, mas eu queria ver a reação de Beatrice ao ver sua filha – Licença, você pode parar só por alguns segundos? - Falei pra Nina e quando ela o fez, mesmo que um pouco receosa, eu comecei meu trabalho. Nem dei atenção os gritos daquela família, já estavam me irritando. Crianças tem uma voz tão irritante. Porém, eu não iria usar o feitiço silenciador, não teria graça nenhuma.

    Um por um, fui cortando fora os dedos da mão esquerda da menina. Mutilação, sempre uma forma interessante de causar dor. Os gritos, os olhares de pavor, tudo indicava que eu estava indo bem. Continuei a fazer isso com a outra mão, depois os pés e então nocauteei a garotinha e acabei de cortar os membros. Joguei um pedaço do braço em cima do menino aterrorizado, só por diversão.

    - Pronto, acabei aqui. Acho que seria interessante uma de vocês usar o Imperius pra finalizar, mas é só uma sugestão – Conjurei a marca que havíamos combinado, a rosa negra, em cima dos restos do corpo e fui lavar as mãos – Agora é com vocês, vou pra casa tomar um drink. Bem, estão convidadas para se juntar a mim, se quiserem – Falei caminhando em direção a porta, mas antes de sair, virei pra me despedir – Até mais, foi um prazer trabalhar com vocês, senhoritas – Com isso, sai da casa e aparatei de volta ao meu castelo. Uma noite e tanto essa, não?


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MensagemAssunto: Re: Residência dos Morrison - Irlanda   Sab Jan 29, 2011 11:07 am

Aquilo era pior que um pesadelo pois era real, tudo bem que machucassem a mim, mas porque tinham que pegar Lucian e Victoria? Será que Seth estava seguro em Hogwarts ou corria perigo também? Ah essa hora ele estaria seguro no castelo, estaria dormindo e de manhã receberia a nossa carta, pelo menos ele ficaria bem, eu implorava pela vida dos meus filhos, pedi para que os deixasse em paz, qual que fosse o motivo deles, meus bebês não tinham feito nada de errado.

- Vai ficar tudo bem...

Eu dizia olhando para eles, eu não sabia como, mas tinha que faze-los acreditar nisso, mesmo que eu mesma não acreditasse, quando implorei para a mulher que soltassem as crianças, ela rispidamente me mandou calar a boca, antes mesmo que eu pudesse responde-la, a mulher me lançou um feitiço que me fez sentir uma dor que eu não me lembro de nunca ter sentido.

Eu tentei não gritar, eu precisava ser forte para não assustar ainda mais as crianças, mas era impossivel não emitir nenhum ruido, eu virei meu rosto para que meus filhos não pudessem ver a expressão de dor nele, mas não conseguir controlar os gritos, era uma dor intensa e monstruosa, pelo menos era em mim essa dor. Quando o feitiço que a mulher lançara cesou, eu sentia o meu corpo todo dolorido e por maior que fosse a vontade de cair no chão, pois me sentia cansada, eu apenas fiquei sentada olhando para os meus filhos que pareciam horrorizados.

- Lucian e Vic... Fechem os olhos... Vocês estarão em um lindo reino, cheio de cavalos e pôneis coloridos, não abram os olhos por nada...

Eu dizia para os dois, mesmo com medo eles fecharam os olhos antes da mulher me lançar outro feitiço. Que diferente do outro causou marcas, em meu braço, um grande corte se formava, rasgando minha pele, esse doia menos que o outro, ou meu corpo estava anestesiado pela dor a ponto de eu não sentir tanta dor, eu podia escutar a risada da mulher, enquanto ela se divertia apenas comigo, ficaria tudo bem...

Edward Holland escreveu:
- Licença, você pode parar só por alguns segundos?

Foi a voz masculina que disse aquilo, eu sentindo minha respiração ofegante olhei para o homem que se virou para Victoria.

- Não!!!!! Por favor, não toque nela... Faça comigo, por favor!!!!!

Eu pedia a ele tentando me aproximar dele, mas não adiantou, eu não tinha como me mover até minha filha e os seus dedinhos começaram a se cortar, ela começou a gritar de dor, aquilo era bem pior do que os feitiços que eu tinha recebido.

- Vic, Vic... Abre os olhos, olha para a mamãe...

Minha voz estava fraca, porque eles não poderiam continua a me causar dor? Victoria gritava de dor o que pude ver que deixava Lucian mais temeroso, ela olhou me pedindo para ajuda-la.

Victoria escreveu:
- Mamãe... Faça parar... Está doendo...

- Vai parar filha... Mamãe está aqui com você... Você precisa ser forte ok? Mamãe vai ficar aqui o tempo todo com você... Seja forte meu bebe...

Eu falava tentando me concentrar em fazer com que o que eu dissesse parecesse verdade, eu mal conseguia ver Victoria, pois minha vista estava embalada pelo choro. Andrew, onde você está que não protege seus filhos de sofrer? Você disse que onde quer que estivesse sempre estaria nos protegendo, porque não os protege agora?

Victoria escreveu:
- Mamãe, está doendo muito... Faça eles pararem....

- Vai parar querida... E quando eles pararem a gente vai fazer uma grande festa... Eu, você e Lucian.

Victoria escreveu:
- Seth vai estar junto?

Dei um sorriso para ela, provavelmente para onde iriamos Seth não estaria, esperava que ele não fosse tão cedo, mas encontrariamos Andrew e Liz... Mas disse para ela que estariamos todos juntos.

- Seth, papai e Liz

Eu tentava dar um sorriso para ela, para tentar acalma-la, eu então me controlei o máximo possível para controlar minha voz e cantar para ela, Victoria sempre se acalmava quando eu cantava para ela.

- "Somewhere over the rainbow
Way up high,
There's a land that I dreamed of
Once in a lullaby.
Somewhere over the rainbow
Skies are blue,
And the dreams that you dare to dream
Really do come true.

Someday I'll wish upon a star
And wake up where the clouds are far
Behind me.
Where troubles melt like lemon drops
High above the chimney tops
That's where you'll find me.
Somewhere over the rainbow

Bluebirds fly.
Birds fly over the rainbow.
Why then, oh why can't I?"


Se Deus realmente existia, ele era um sacana desgraçado, eu tinha errado? Tinha feito coisas erradas, então fizessem isso comigo, Victoria era apenas uma linda garotinha sonhadora, vi o corpinho inerte dela no chão, minha menininha agora estava morta, Andrew... Porque permitiu que isso acontecesse com ela? Nossa menininha... Eu olhei para o homem e gritei com raiva antes de ele sumir.

- SEU DESGRAÇADO!!!!! EU TE AMALDIÇOO A TER UMA VIDA LONGA E QUE TODOS OS DIAS VOCÊ SINTA NA SUA PELE TRÊS VEZES O SOFRIMENTO QUE CAUSOU A MINHA FILHA. SEU BASTARDO!!!! ELA ERA APENAS UMA CRIANÇA!!!! QUE MÓRRIGAN NÃO TENHA PENA DE VOCÊ E FAÇA JUSTIÇA.

~~~~~~****~~~~~~


Uma mulher jogou um feitiço na mamãe que fez ela gritar de dor, porque estavam fazendo isso com a mamãe? Porque o moço que disse que ia nos ajudar não estava fazendo nada para ajudar a mamãe? Depois do feitiço ser lançado, quando a mamãe parou de sentir dor ela pediu para que eu e o Lucian fechassemos os olhos, eu estava com medo, mas obedeci a mamãe e logo depois escutei ela gritar de novo, menos do que antes. Eu estava com medo e comecei a chorar, porque aquelas pessoas estavam machucando a mamãe? O homem pediu para que alguem parasse e então a mamãe gritou desesperada para não tocar em alguem, eu queria abrir os olhos para saber o que estava acontecendo, mas antes que eu fizesse isso, eu senti uma dor grande no meu dedo e gritei tentando ficar de olhos fechados.

Mamãe escreveu:
- Vic, Vic... Abre os olhos, olha para a mamãe...

Eu abri os meus olhos e olhei para a mamãe, aquilo tinha doido, porque estava doendo, eu vi que meu dedo estava fora da minha mão e dei um grito, eu olhei para a mamãe, estava doendo, eu queria que ela fizesse parar.

- Mamãe... Faça parar... Está doendo...

Mamãe escreveu:
- Vai parar filha... Mamãe está aqui com você... Você precisa ser forte ok? Mamãe vai ficar aqui o tempo todo com você... Seja forte meu bebe...

Eu balancei a cabeça para ela, eu tinha que ser forte como mamãe pediu, mas estava doendo muito, eu não era forte, Lucian e Seth que eram, eu era uma princesinha e princesas não precisavam ser fortes, ainda mais quando estavam me machucando.

- Mamãe, está doendo muito... Faça eles pararem....

Mamãe escreveu:
- Vai parar querida... E quando eles pararem a gente vai fazer uma grande festa... Eu, você e Lucian.

- Seth vai estar junto?

Mamãe escreveu:
- Seth, papai e Liz

Estariamos todos juntos de novo, mamãe me deu um sorriso, mas tudo estava doendo, eu não consegui sorrir de novo, estava doendo muito, Lucian ainda estava no chão, ele estava chorando de olhos fechados, escutei a voz da mamãe cantando, eu tentava imaginar a musica que a mamãe cantava, foi então que a dor acabou como a mamãe disse que aconteceria, eu não consegui escutar a musica até o final, antes do final da musica tudo ficou escuro, tudo acabou.


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MensagemAssunto: Re: Residência dos Morrison - Irlanda   Sab Jan 29, 2011 12:14 pm

Tiffany havia se agachado infantilmente esperando a chegada do outro Death Knight, até então completamente envolvida em assistir a tortura que Nina aplicava em Beatrice. Sua fascinação ia desde a expressão de dor intensa da mãe dos Morrison, tanto física quanto psicológica e migrava até a expressão maníaca de prazer sádico que se ostentava orgulhosamente no rosto da companheira.

Eventualmente virava para o garoto completamente congelado no chão até desistir de manter a posição e sentar-se sobre as coxas, admirando agora a tortura que era imposta por Edward à pequena criança. E ao mesmo tempo, acontecia um momento de introspecção na bruxa mais jovem, que pensava o quanto não sentia absolutamente nada assistindo tudo aquilo. Era fato que divertia-se às custas do sofrimento alheio, mas ainda não era algo que arrancava de si expressões tão satisfeitas quanto as dos outros dois.

Bem, fazer o quê?

Ao términno da parte de Edward que decididamente tornou as coisas mais legais naquela noite, a garota despediu-se dele singelamente, refletindo se aceitaria o convite ou deixaria para a próxima.

Ergueu os ombros, deixando de lado quaisquer pensamentos mais íntimos e aproximou-se de Lucian, olhando dele para a irmã agora morta e a mãe completamente desesperada pela vida dos filhos, amaldiçoando Edward e tudo mais. Os olhos estavam no garoto, olhando-o com desprezo, mas a voz soou alta o suficiente para dar a entender que a fala não era com ele concomitantemente ao ato de erguer-se novamente.

- Deve ser muito chato ser você agora, né? Ver sua filha morta, estar sentindo dor e desespero por saber que a morte está próxima... E por ver seu filho um tanto quanto estraçalhado.

Nem sequer esperou a expressão de desentendimento surgir no rosto de Beatrice e apontou a varinha para Lucian, com um sorrisinho que em outras condições seria até bem vindo.

- Sectumsempra!

As vestes da criança mancharam-se em vermelho a medida que os cortes apareciam por todo o tronco. Tiffany suspendeu o feitiço no primeiro grito que lhe ordenava parar por parte da mãe e levou a mão com a varinha até a própria cintura e ergueu a outra mão, até o rosto, retirando a máscara que agora já não lhe servia muito bem. Se alguém estivesse ouvindo ou mesmo estivesse pronto a socorrer os Morrison e prender os Death Knights, já teria vindo a muito tempo depois de tantos gritos.

- Você é uma estraga-prazeres, sabia? – Passou os dedos pelos fios lisos e retirou-os de perto do rosto, exibindo a expressão mais serena possível para a bruxa presa. Desfez o feitiço de imobilidade do garoto, mas logo conjurou as cordas semelhantes às que prendiam Beatrice e que apertavam o garoto tão firmemente nos cortes profundos e recém feitos que a Young simplesmente não precisava fazer muito para ouvir os gemidos de dor. – Que bom que é difícil tirar o meu ânimo, ou esse espetáculo acabaria cedo demais. Incendio.

Mais uma vez o alvo era Lucian, que agora ardia nas chamas ao ponto que boa parte de seu corpo ficasse em carne viva mesclada com tecido queimado e mesmo as cordas que o prendiam sumiram nas chamas e logo o feitiço foi suspenso.

A garota tampouco prestou-se a saber se o garoto ainda estava consciente e quaisquer coisas que saíam da boca da mãe eram ignoradas. Mais dois feitiços seriam disparados. O primeiro teve como alvo o pescoço do garoto. – Diffindo. – Agora estava morto, decapitado.

- Perdeu a graça muito fácil. Nina, acho que você ficou com a melhor parte. – Suspirou como se realmente lamentasse enquanto andava até o corpo pequeno e o segundo feitiço foi a conjuração das rosas negras, depositadas quase que ternamente sobre o corpo queimado e mutilado. Aproveitando que havia se abaixado, pegou a cabeça desprendida do corpo alheio pelos fios de cabelo e encarou o rosto quase intacto, quase imaculado – salvo por alguns respingos de sangue – do garoto e simplesmente largou aquele pedaço aos pés da mãe sem o mínimo cuidado. Até ouviu-se um baque seco quando o crânio impactou-se no chão e moveu-se um pouco para perto da mãe.

- Ah, antes que comece a me amaldiçoar com seus deuses, espera, eu ainda vou ficar aqui, se minha amiga aqui não se importar com espectadores.

- De modo algum.

- Pois então, Morrison, melhor guardar suas palavras e gastar as energias só no fim, você vai precisar.

Tiffany arrastou-se até a porta, encostou-se no batente e admirou o serviço ser completado com o nível de sadismo de Nina. Assim que a missão foi dada oficialmente como terminada e as despedidas foram feitas cordialmente entre as torturadoras, a mais jovem desaparatou.

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MensagemAssunto: Re: Residência dos Morrison - Irlanda   Sab Jan 29, 2011 1:52 pm

- Licença, você pode parar só por alguns segundos? – pediu Edward educadamente. Nina cessou o feitiço e se admirou ao ver o colega mutilando os dedos da menina. Beatrice implorava para que fizessem aquilo com ela, que não deixassem que a filha sofresse.

Gilbert se irritava cada vez mais com a mulher a seus pés. Mas não tanto quanto se divertia vendo-a sofrer.

- Agora você sabe como é se meter com quem não se deve, não é bonitinha? – disse a bruxa como se estivesse falando com uma criança.

E finalmente a garota estava morta. Menos um. Tiffany se adiantou para Lucian, mas não antes de falar para a mãe:

- Deve ser muito chato ser você agora, né? Ver sua filha morta, estar sentindo dor e desespero por saber que a morte está próxima... E por ver seu filho um tanto quanto estraçalhado. Sectumsempra!

Cortes profundos surgiram na camisa do menino que se manchava de sangue. Beatrice gritava cada vez mais. Nina riu friamente da cena. Então a mais nova retirou a máscara e seu semblante era calmo. Apontou a varinha novamente para a criança e o incendiou.

A moça olhou admirada para a bruxa. Quando ela terminou de matar o garoto – decepando-o -, disse que permaneceria por mais algum tempo, até que Nina acabasse com Beatrice. Ela sorriu para Tiffany e se virou para a mulher.

- Espero que esteja contente. Bah! E nem me venha com maldições! – falou enquanto a outra despejava pragas pela morte dos filhos]- Já estou cheia delas! E já estou cheia de você. – Nina apontou a varinha para a mulher que arregalou os olhos em sinal de terror, gritando – Diffindo.

Um corte profundo se fez no pescoço de Beatrice e o grito que ela dava saiu estrangulado e com um som estranho de ar saindo pelo local errado. O feitiço havia quebrado sua traquéia.

- Lição aprendida não? – disse a bruxa com a voz mais infantil que conseguiu pronunciar – Avada Kedavra!

Um lampejo de luz verde saiu da ponta da varinha de Gilbert e no segundo seguinte, Beatrice jazia morta a seus pés. A bruxa conjurou uma rosa negra sobre o corpo e se virou para Tiffany, despedindo-se. Logo em seguida aparatou.

A Missão estava cumprida.


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MensagemAssunto: Re: Residência dos Morrison - Irlanda   Sab Jan 29, 2011 3:56 pm

Eu amaldiçoei o homem a minha frente, se os Deuses realmente existissem iria aceitar a minha maldição e aquele homem se arrependeria para sempre do que fez a minha menininha, eu olhei novamente para seu corpo, ela era uma criança, tinha tanta coisa para viver ainda, seria uma linda e esperta garota, pelo menos agora ela não sentia mais dores, agora ela estaria junto a Andrew, estaria no céu, onde tudo seria festa, seus lindo sonhos lá poderiam ocorrer, era isso que eu esperava, Victoria tinha tantos sonhos, eles não podiam ir embora daquela forma.

Tiffany Young escreveu:
- Deve ser muito chato ser você agora, né? Ver sua filha morta, estar sentindo dor e desespero por saber que a morte está próxima... E por ver seu filho um tanto quanto estraçalhado.

Eu olhei para mulher e antes que eu pudesse falar algo um feitiço atingiu meu filho que fez com que as vestes dele se manchassem de vermelho, eu amaldiçoei todos que estavam ali, eu voltaria apenas para garantir que eles não conseguissem nunca mais sorrir, para que a vida deles fosse apenas dor de hoje em diante.

- Pare por favor!!!! Ele é só uma criança...

Eu falei olhando para o meu filho, ele me olhava e mesmo paralisado pude ver a dor em seus olhos, eu tinha que ser forte, pelo visto eu seria a ultima, isso era bom, porque eles veriam que não estavam sozinhos, eu poderia ficar com eles nesse ultimo minuto, eu pedia para que Seth estivesse seguro agora, porque eu não poderia estar lá com ele.

Tiffany Young escreveu:
- Você é uma estraga-prazeres, sabia?

Olhei para a mulher que agora estava sem mascara, eu iria decorar aquele rosto mesmo após a morte, para nunca me esquecer dela, ela apontou de novo a varinha para Lucian, eu o olhei e ele se mexeu, gritando de dor, mas ele nao teve tempo de fazer nada, cordas o prenderam também logo em seguida.

- Mamãe está aqui... Eu não vou te deixar sozinho nunca...

Eu falava para tentar acalma-lo, mesmo sabendo que era inutil, eu queria apenas amenizar o sofrimento dele nesse momento, eu nem prestei atenção no que a mulher disse, apenas vi o corpo do meu filho pegar fogo na minha frente.

- Nãoooo!!! Lucian!!!!

Eu gritei por ele, tentei soltar as cordas mas não conseguiam elas estavam bem presas, meu filho gritava de dor e eu não conseguia pensar em nada que pudesse vir a acalma-lo, como acalmar alguem que está pegando fogo?

- Mamãe está aqui meu amor... Isso vai acabar logo ok? E quando acabar nos vamos cavalgar, todos nós... Você poderá pegar o Thor... Isso vai acabar logo, eu te prometo meu querido.

Eu não sei se Lucian conseguia me escutar, mas era tudo o que eu podia fazer naquele momento, era isso e pedir para que acabassem logo com o sofrimento do meu garotinho, aqueles desgraçados, eles pagariam por tudo o que fizeram para mim e para a minha familia, por pior que fosse a visão que eu estava tendo, eu olhava para Lucian, eu estaria com ele ate o fim, os gritos do meu bebe sumiram, finalmente tinha acabado o sofrimento dele, do garotinho risonho e que era cheio de aventuras, que todos os dias me acordava com um beijo estalado na bochecha e que tentava ser o homenzinho da casa, aqueles desgraçados iriam pagar por isso.

Para finalizar a mulher com um feitiço cortou o pescoço do meu bebe decapitando-o, ela pegou a cabeça dele jogando perto de mim, eu pude ver a cara de horror e dor que ele mantinha, porque ele tinha que ter sofrido tanto? Agora toda a dor tinha acabado, eu fechei os olhos, pedindo para Manannan Mac Llyr, vir em seu belo barco e levar Victoria e Lucian para perto do pai, Andrew poderia cuidar deles por lá. A mulher comentou algo sobre eu lançar maldições nela, eu não pensava nisso agora, todas as maldições ja tinham sido pedidas, a justiça seria feita, tinha agora apenas que pedir para que do outro lado meus filhos pudessem realizar todos os seus sonhos e minha outra preocupação agora era Seth.

Seth estava vivo e estaria sozinho agora, ele estava seguro em Hogwarts, mas eu não teria nunca mais como vê-lo e acalenta-lo. Ele receberia a nossa carta de manhça, acharia que estava tudo bem, mas quando não recebesse mais as nossas cartas, como agiria? Como ele saberia o que aconteceu conosco? O que seria dele?

Um feitiço foi lançado contra mim, senti minha garganta cortar, não consegui reprimir um grito que ficou preso na garganta, eu finalmente tombei para o lado, logo estaria junto com Andrew e três dos nosso quatro filhos. Mas e Seth, como ficaria? Eu prometo meu amorzinho que estarei sempre do seu lado, eu te olharei para não ficar sozinho. Um lampejo verde então acabou com tudo de uma vez.

~~~~~~****~~~~~~


Eu estava de olhos fechados como a mamãe mandou, mas pude escutar Victoria gritando, eu continuei de olhos fechados como a mamãe mandou, eu a escutei cantando uma musica que falava sobre um lugar depois do arco iris, parecia ser bem melhor do que onde estavamos agora, qualquer lugar era melhor do que ouvir a Victoria chorando de dor, o Seth tinha dito para eu protege-la, mas eu não consegui, se Seth tivesse lá ele teria protegido eu e Victoria, foi então que eu senti algo sendo jogado em mim, mas eu continua de olhos fechados como a mamãe mandou e então eu senti uma dor muito forte, mamãe gritou e eu só pude olhar para ela, eu não conseguia me mexer.

Mamãe escreveu:
- Pare por favor!!!! Ele é só uma criança...

Eu pude voltar a me mexer e então eu gritei com a dor dos cortes que a mulher tinha feito, cordas me prenderam fortemente, aquilo estava me machucando, porque eles gostavam de machucar os outros? As mães dele nunca tinham dito que não pode machucar as pessoas?

Mamãe escreveu:
- Mamãe está aqui... Eu não vou te deixar sozinho nunca...

Eu balancei a cabeça de forma afirmativa, eu sabia que a mamãe estava ali, a mamãe tinha ido comigo até beber agua, eu só queria que aquilo parasse, mas não parou, eu senti algo me queimar e então vi fogo no meu corpo, aquilo doia muito eu so conseguia gritar de dor, muito longe eu escutava a mamãe falando que iria acabar logo, que iriamos cavalgar e eu ia no Thor que era o cavalo que eu gostava, mamãe prometeu que acabaria logo, mas porque doia tanto, porque isso estava acontecendo com a gente?

Mamãe escreveu:
- Mamãe está aqui meu amor... Isso vai acabar logo ok? E quando acabar nos vamos cavalgar, todos nós... Você poderá pegar o Thor... Isso vai acabar logo, eu te prometo meu querido.

Mamãe estava certa, não demorou muito para toda a dor acabar, será que iamos cavalgar agora? Tudo estava ficando escuro e distante, eu não sentia mais o meu corpo, o que estava acontecendo? Foi então que todos os pensamentos acabaram.



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Ethan de La Noue
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MensagemAssunto: Re: Residência dos Morrison - Irlanda   Ter Fev 08, 2011 9:55 pm

1º de Outubro
Horário: 17:00

Continuação dos posts no minitério.

Ethan / Jace

Após aparatar se deparara com um terreno, ao qual grande parte deste era uma plantação, e ao fundo uma casa simples, porém não tão pequena como imaginara. Ouviu a aparatação do outro auror atrás de si, e olhou para este acenando. O dia já alto e o cheiro que vinha da casa, já denunciava o tipo de visão que teria. Moveu a varinha fazendo com que os candelabros da residência acendessem e adentrou nesta.

-Depois falamos da inquisição... -Murmurara fitando os corpos ali estendidos, demorando mais nos menores, provavelmente as crianças. Tentando a todo custo manter longe de sua mente as imagens que retornavam, não mais, não agora...

-Relatório? Certo, vou.. dar uma olhada.-Avisou olhando de perto os corpos, notando a rosa negra próxima. Pensativo antes de andar pela casa, tentando descobrir um pouco da história daquela família, porque motivo, que motivo teriam... Parara do lado de fora olhando a plantação e respirando ar puro, antes de por a varinha em sua cabeça, e com a outra mão tirando do bolso um vidrinho pequeno, lentamente um feixe de luz saia de sua cabeça, de cor prateada e este a colocara dentro do vidrinho, o fechando. A memória do que vira realmente. Poderia usar futuramente esta. Guardando o vidro novamente no bolso e erguendo a varinha pro céu.

-Expecto Patronum! -Falara vendo uma luz prata sair e lentamente se transformar em um belo unicórnio que batia a pata dianteira impaciente. Lhe transmitindo a mensagem que desejava que fosse entregue, para que funcionários do ministério viessem recolher os corpos e também para que o enterro começasse a ser providenciado depois. Olhando e observando Jace que parecia chamar outro grupo do ministério e acenou se aproximando deste.

-Vamos fechar o perímetro ao redor da casa com feitiços, para que nenhum trouxa venha aqui. E vamos embora, eu vou ver se consigo informações com algum contato... Nos vemos no ministério?-Questionara, antes de seguir na direção contrária do auror, começando a colocar feitiços de proteção, afinal tudo que não precisavam eram trouxas entrando ali. Antes porém de ir embora, voltou a casa, conjurando um pergaminho, pena e tinteiro e escrevendo uma breve mensagem e a deixando sobre a mesa central do Hall, presa e fixada de forma visível a quem ali chegasse. No caso: Aos Aurores. E logo aparatara para longe dali, deixando para trás aquele cheio de morte que pensara já ter se acostumado...

Mensagem ao ministério:
 

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Jace Wayland
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MensagemAssunto: Re: Residência dos Morrison - Irlanda   Ter Fev 08, 2011 10:19 pm

Aparatara em frente a uma casa pequena com terreno espaçoso. Avistou Ethan a alguns passos de distância e acenou. Enquanto caminhavam em direção a casa, Jace observava ao redor: a plantação estava intacta, mas não se podia dizer o mesmo dos animais.

”Assim como a família, os animais também foram dizimados...Ótima notícia!” – pensou ele franzindo o cenho.

Os dois adentraram a casa e Wayland balançou a cabeça, como se espantasse uma mosca. Ethan resmungou alguma coisa ao passar pelos corpos menores.

- Vou fazer o relatório para o Ministério. Dá uma verificada nos corpos enquanto isso... – disse o rapaz. De La Noue concordou e se abaixou procurando mais detalhes.

Jace escreveu o relatório rapidamente. Se virou a tempo de ver um unicórnio prateado virando fumaça e sumindo. Acenou a varinha tentando se lembrar de alguma sensação feliz.

- Expecto Patronum! – uma pantera surgiu e esperou o recado. Assim que o fez, virou-se novamente para Ethan.

-Vamos fechar o perímetro ao redor da casa com feitiços, para que nenhum trouxa venha aqui. E vamos embora, eu vou ver se consigo informações com algum contato... Nos vemos no ministério?

O jovem confirmou com a cabeça e ajudou o outro com os feitiços de proteção. Quando terminaram, Jace apenas deu um sorriso sem nenhum humor e se despediu brevemente antes de aparatar.

Mensagem para o ministério:
 
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Bastian Slater
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MensagemAssunto: Re: Residência dos Morrison - Irlanda   Qua Fev 09, 2011 6:23 pm


    O homem e o menino apareceram subitamente detrás de uma cabana, no meio do vilarejo trouxa em que deveriam fazer a primeira parada. Bastian, aprumou suas vestes, que incrivelmente sempre ficavam rotas quando usava aparatação; Seth estava ao seu lado; deveria conhecer aquela maneira de transporte já, pois não fez como a maioria dos novatos, e aterrisou parado, sem cair ou se estatelar após aparatar.

    - Se tivessem permitido poderíamos ter vindo de vassoura, é muito mais confortável. – comentou como quem não quer nada; queria escutar um pouco a voz do menino, talvez pra se certificar inconscientemente que ele estava bem. – Então, acho que daqui você consegue se localizar... onde fica sua casa?

    O garoto murmurou algo e apontou para uma rua que saia daquela praça; crianças corriam pelas ruas, brincando, e os adultos passavam apressados em direção aos seus afazeres; pelo visto era um vilarejo de camponeses e pequenos agricultores, pois todos pareciam se concentrar nas pequenas plantações próximas as suas casas. Bastian desejava que não encontrassem vizinhos que reconhecessem Seth: naquelas circunstâncias, na qual o crime fora cometido, era essencial manter o sigilo da presença do menino para garantir sua segurança.

    Seguiram pela rua, o pequeno Morrison ia a frente, e mesmo o seguindo com os olhos, Bastian reparou que o garoto demonstrava nervosismo. Estava tão crente que encontraria a família que não contava com a possibilidade de não o encontrá-los ali... Mesmo sendo um auror de sangue frio e pouca sensibilidade, Slater não pode deixar de sentir uma leve pontada de piedade, infelizmente o futuro de Seth tinha sido radicalmente modificado por aquele crime.

    - Então é aqui? – o garoto confirmou balançando a cabeça, quando parou de frente para uma casa simples, de madeira. – Seth, você não precisa... – ia pedir que ele não entrasse, mas o garoto não escutou e saiu na frente em direção a casa. Bastian adiantou-se e o seguiu, entrou logo em seguida ao menino. O pequeno chamava seus familiares e correu em direção aos outros cômodos, o auror puxou a varinha.

    Homenum revelio. – murmurou, mas o feitiço de identificação de presença humana não indicou nada nem ninguém, exceto eles próprios.

    Jace e Ethan já deveriam ter feito as investigações; os corpos já haviam sido removidos pela equipe de obliviadores; mas a mancha de sangue no chão persistia. Um espaço na cozinha, entretanto, mantinha o piso queimado, o que não era comum... Afixado na cozinha havia um papel, deveria ser o relatório padrão dos aurores. O garoto voltou a cozinha já um pouco atribulado, queria saber onde estava sua família.

    - Eles não estão mais aqui Seth. – pela primeira vez o garoto demonstrou fraqueza na frente do auror. - Eu não sei onde eles estão... - odiava não ter as respostas para o menino. Bastian se recordou da mensagem afixada na parede e foi em direção a ela, mas o menino foi mais rápido, e a apanhou. – Não leia...

    Mas ali estava a descrição que os outros aurores haviam feito, aquela carta deveria ser para Bastian, ele deveria apanhá-la; ali estava a descrição do crime, todas as revelações que o garoto não deveria saber: o estado e a situação dos corpos, as possibilidades de como o crime fora executado e o endereço de onde seria o velório e o enterro. Slater não impediu o menino de ler, mas sentiu-se culpado por deixar o menino presenciar e conhecer aquelas informações, não deveria ter que sofrer mais...

    - Vá arrumar suas coisas Seth; apanhe o que for necessário e o que precisará. – disse se abaixando de frente para ele, apanhando a carta e colocando a mão no ombro do menino; que não conseguia conter suas próprias lágrimas. – Seja forte rapaz, toda tempestade um dia passa...

    Já presenciara outras ações criminosas e delitos, mas aparentemente a maior vítima daquele não fora a família Morrison, que pelo menos já jazia em paz; mas sim aquele que fora deixado para trás, agora sozinho: Seth. O pequeno disse algo, que desmontou totalmente o auror australiano... "Sozinho..." Só agora o jovem adulto entendia o que realmente significava aquilo tudo para a criança: solidão, sem os afetos da mãe e sem a lealdade e inocência dos irmãos. O menino saiu em direção aos quartos para apanhar o que necessitaria e que queria levar, o auror ficou esperando um bom tempo.

    Suspeitou que o menino estivesse chorando novamente, sozinho. Mas logo ele retornou com uma mala simples e sem enfeites na mão; Slater o levaria agora para o velório... o menino merecia uma chance de dar seu último adeus. Saíram da casa aproximadamente ao meio dia, já que o tempo que o garoto passara ali se prolongara, muito mais do que imaginaram.

    - Deixe que eu levo. – apanhou a mala do menino com a mão direita, e saíram da casa. – Agora vamos a outro lugar, segure meu pulso. – indicou a mão direita. Quando o garoto segurou, Bastian contou até três novamente e desaparataram.
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Seth Morrison
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MensagemAssunto: Re: Residência dos Morrison - Irlanda   Qui Fev 10, 2011 6:31 pm


Aparatamos de trás de uma cabana, no vilarejo que eu estava morando, não tinham errado a casa, bem, mas tudo poderia ser apenas um engano não é mesmo? Sim, seria tudo um engano e eu mostraria isso ao auror assim que chegassemos em minha casa e minha mãe estivesse lá

Bastian Slater escreveu:
- Se tivessem permitido poderíamos ter vindo de vassoura, é muito mais confortável.

- Onde eu moro e um vilarejo trouxa... Não precisamos de mais um motivo para sermos mandados a inquisição ou termos que nos mudar novamente... Aparatar é mais rápido também.

Comentei com ela olhando ao redor exatamente onde estavamos, ele me perguntou onde ficava a minha casa, eu olhei me localizando, tinhamos nos mudado para lá dois meses antes de eu ir para Hogwarts, por isso não conhecia tão bem o local assim, mas facilmente eu reconheci e por termos acertado o vilarejo, eu esperava que na verdade minha familia tivesse se mudado novamente.

- É por aqui.

Eu disse apontando para a rua que eu tinha feito já diversas vezes o caminho, eu fui na frente, tentando ir o mais rapido que eu podia, sem correr, eu precisava ver a minha familia, precisava ver que estavam todos bem, mas ao mesmo tempo eu tinha medo de que o que diziam ser verdade, por isso eu andava rapido, mas sem correr, Seth, você está sendo um idiota, não é verdade o que está no jornal, eles estão bem e você vai poder aproveitar para comer o pão quentinho de café da manhã. Apenas parei de andar quando chegamos em frente a minha casa, minha respiração ficou apressada, porque eles não estavam fazendo barulho? Porque estava tudo silencioso, talvez meus irmãos não tivessem acordado ainda, ou eles tinham saido... É isso, eles provavelmente tinham saido. Quando o auror perguntou aquele era o lugar eu apenas balancei a minha cabeça de forma afirmativa, mostrando que era realmente ali.

Bastian Slater escreveu:
- Então é aqui? Seth, você não precisa...

Eu não terminei de escuta-lo, eu precisava entrar e ver que estavam todos bem, senti o auror vindo atrás de mim, eu corri entrando na casa e fui direto para o quarto da minha mãe, como eu não estava mais em casa provavelmente meus irmãos estavam dormindo com ela, ao chegar no quarto ele estava vazio, a cama estava desarrumada como se eles tivessem saido muito rápido... Mas não, eles poderiam ter acabado de sair, talvez sairam as pressas, ou estivessem la ainda. Porém a casa estava silenciosa, se estivessem la teriam me escutado, mesmo assim eu os chamei, eles tinham que esta em casa, talvez minha mãe tinha ido até o quintal e Lucian e Victoria estavam brincando de se esconder, por favor, que seja isso.

- Victoria!!!! Lucian!!!! Não é hora de brincar de se esconder... Apareçam, por favor.

Eu corri para o que era o meu quarto, mas estava vazio, procurei nos lugares que eles costumavam se esconder, eles não estavam lá... Não, eles tinham que estar bem, eles estavam apenas escondidos, a cozinha, é isso... Eu corri para a cozinha encontrando o auror ali.

- Onde eles estão? Victoria e Lucian gostam de brincar de se esconder, eles estão em algum lugar aqui... Me ajude a encontra-los...

Eu falei quase implorando para o auror, naquele momento a possibilidade do jornal estar falando a verdade começava a se tornar mais proximo da realidade, o auror disse que eles não estavam ali.

- Onde eles estão então?

O auror respondeu que não sabia, como ele não sabia? Foi quando eu notei o chão da cozinha, estava com sangue, eu me aproximei dali, tinha uma parte queimada também... Não, eles não estavam mortos... Eu olhei para o auror balançando a cabeça de forma negativa.

- Não, eles não estão mortos, Lucian ou Victoria se machucaram e a mamãe levou eles para o hospital, foi apenas isso... Talvez os dois tenham se machucado, por isso tem tanto sangue...

Eu olhei ao redor procurando alguma coisa que confirmasse a minha teoria, o chão tinha muito sangue, mas poderia ter acontecido qualquer coisa, talvez tivessem atacado mesmo a minha familia, mas o sangue fosse das pessoas que atacaram e não da minha familia, eu vi o auror indo na direção de um pape que estava preso, ali talvez fosse um bilhete da mamãe falando que tinham saido, algo assim, eu corri para pegar o papel.

Bastian Slater escreveu:
- Não leia...

Eu não escutei o auror e comecei a ler, aquela não era a letra da minha mãe, no papel estava escrito que três corpos foram achados na casa, duas crianças de aproximadamente quatro anos, um garoto e uma garota, falava também da minha mãe... Era eles, no papel falou como eles foram encontrados, eu tive que limpar varias vezes os meus olhos que tinham ficado embaçados. Era verdade o que o jornal falou, todos eles estavam mortos. No papel dizia que o corpo do garoto estava queimado, olhei para a marca grande de queimado no chão.

- Lucian...

Eu li tudo o que estava escrito, ali dizia como eles provavelmente tinham morrido, eu esperava que a suposição estivesse errada, porque se fosse verdade, eles não tinham apenas matado a minha familia, tinham torturado... Tinham torturado os meus irmãos, eles só tinham 4 anos... Eu senti minhas pernas ficarem fracas e meus olhos muito embaçados. Era verdade o que estava no jornal, senti um vazio enorme e uma grande dor no peito. Eu não conseguia respirar. Eu devia estar em casa para ajudar a minha familia, eu poderia ter salvo os meus irmãos, porque tinham feito isso com a minha familia? Meus irmãos nunca fizeram nada a ninguém, porque tinham matado eles? Porque tinham feito eles sentirem dor? O que seria de mim agora? Estavam todos mortos, eu não tinha mais ninguem...

Bastian Slater escreveu:
- Vá arrumar suas coisas Seth; apanhe o que for necessário e o que precisará.Seja forte rapaz, toda tempestade um dia passa...

Senti uma mão no meu ombro, era a mão do auror que pegava a carta da minha mão, eu passei a olhar para as marcas no chão e o medo passou no meu corpo. Minha familia não tinha nada de importante, quem matou a minha familia fez por algum motivo, será que sabiam que ainda tinha um Morrison vivo? Será que me matariam também? Minha respiração ficou mais rapida. Eu sei que eu tinha que ser forte, mas eu não queria morrer, não antes de faze-los viver de novo. Eu olhei para o auror, eu estava com medo, eu não me lembrava de ter sentindo tanto medo antes, porque sempre tive a mamãe para me proteger, mas e agora?

- É isso que vai acontecer comigo? Quando acabar o ano em Hogwarts e eu voltar para casa... Eles estarão aqui para me matar também? Vão aproveitar que ninguem poderá me defender e vão me matar?

Não esperei a resposta do auror, eu simplesmente fui na direção do meu quarto pegar as minhas coisas, as coisas dos meus irmãos ainda estavam no meu quarto, o cavalinho que a mamãe e o papai tinham feito para Lucian, a boneca favorita da Victoria estava sobre a cama, ela adorava aquela boneca, levava para tudo que era lugar... Eu não tinha muita coisa minha em casa, pois a maioria tinha ido para Hogwarts, peguei algumas coisas da Victoria, do Lucian e da mamãe, como as cartas que o papai tinha escrito para ela, ela iria querer aquelas cartas, coloquei na caixinha de joias dela e pus tudo em uma mala e voltei para onde o auror estava.

Bastian Slater escreveu:
- Deixe que eu levo.

Normalmente eu falaria algo como "Não preciso de ajuda", mas eu não estava me importando com aquilo mais, não importava de verdade que ele levasse a mala, nada ma importava mais agora, eu me sentia totalmente vazio, nos então saimos da casa.

Bastian Slater escreveu:
- Agora vamos a outro lugar, segure meu pulso.

Eu apenas segurei no pulso dele e então sumimos dali, meu corpo na verdade sumiu dali naquele momento, porque eu de verdade sentia que tinha sumido no momento que li a carta dos aurores.
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