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 Residência de Jace Wayland - Escócia

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Jace Wayland
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MensagemAssunto: Residência de Jace Wayland - Escócia   Ter Jan 25, 2011 8:19 am




Na cidade de Edimburgo, na Escócia, localiza-se a residência de Jace Wayland. Esta é rodeada pela vegetação do bosque em que ela fora construída.

Apesar dos dois andares, é uma casa pequena. Possui uma sala, cozinha e escritório no primeiro andar. No segundo, existem duas pequenas suítes.

A casa é totalmente protegida contra intrusos.

Visitas são sempre bem vindas.
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Jace Wayland
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MensagemAssunto: Re: Residência de Jace Wayland - Escócia   Seg Maio 02, 2011 10:27 pm

RP Fechada

Data: 24/12/1800

Hora: 19:30

Clima: Nevando levemente, poucos ventos

Participantes: Jace e Megan


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Jace Wayland
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MensagemAssunto: Re: Residência de Jace Wayland - Escócia   Ter Maio 03, 2011 1:21 am

24 de dezembro. Véspera de Natal. Além disso, era aniversário de Jace. E para comemorar essa data, o rapaz convidara sua amiga Megan Bennett. Fazia eras que não se viam e ele sentia uma falta imensa dela.

Havia arrumado a casa da melhor forma possível. Não vivia em meio a tanto luxo quanto grande parte dos aurores por aí, mas se sentia confortável. Sorriu para a mesa na sala de jantar e ouviu algumas batidas na porta. Correu para atendê-la.

- Megan! Que bom que veio! – cumprimentou Jace com um sorriso radiante - Entre, entre! Antes que você pegue um resfriado! – a moça adentrou a casa e ele lhe deu um abraço.

- Sente-se, vou pegar algo para você beber. – Wayland foi até a cozinha e apanhou um dos vinhos que estava guardado. Ao retornar à sala, não pode deixar de sorrir para a amiga que pendurava o casaco em um dos ganchos da parede. Ela estava linda! - Você recebeu minha carta, não? Gostou do presente de Natal? – perguntou ele.

A moça sorriu e comentou algo sobre a carta e sobre o aniversário dele.

- Não há de quê. Ah, obrigado! É bom ter companhia nessas ocasiões – era verdade. Jace ainda se lembrava da última vez que comemorara o aniversário junto com sua família. Tudo bem que só Alec estava presente, mas era o que bastava para ele. Os últimos anos foram vazios e sem alegria. O auror balançou a cabeça para os lados, afugentando maus pensamentos e se sentou à frente de Megan.

Os dois passaram grande parte do tempo conversando sobre assuntos aleatórios: trabalho, família, férias, festas... Nada muito pesado, afinal, estavam se reencontrando e era véspera de Natal.

Era impressionante quão rápido o tempo passava quando Jace estava com Megan. Ao conferir o relógio, viu que eram quase meia-noite.

- Megan, eu gostaria de te mostrar uma coisa.- ele se levantou e estendeu a mão para Bennett - Me acompanha?

Subiram as escadas, passando do lado dos quartos. O loiro sentiu a amiga arfar suavemente, o que fez com que sorrisse de canto.

- O que eu quero te mostrar fica lá em cima, sua boba! – ele soltou a mão dela e retirou a varinha do cós da calça, apontando para uma porta quase invisível no teto. Ela se abriu, mostrando uma escada toda feita de mármore branco. Ele fez um sinal para Megan para que subisse. Foi logo atrás dela. Ao chegarem lá em cima, a moça estava boquiaberta. - Esse é meu esconderijo secreto!

O lugar em que se encontravam era uma estufa com todos os tipos de plantas imagináveis. Jace passava a maior parte do tempo ali, quando queria descansar. Era tranqüilizante e revitalizante. Não sabia bem o por que, mas se sentia muito bem ali. Os cheiros característicos de daturas, trombeteiras e maravilhas lhe traziam lembranças agradáveis. Havia também uma planta que trazia um botão amarelo em forma de estrela cujas pétalas eram cheias de pólen dourado.

Megan estava maravilhada e explorava o local com brilho nos olhos.

- Creio que gostou daqui.- comentou o rapaz com um sorriso, e seguindo a moça. Eles se sentaram em um dos bancos e em algum lugar ao longe, um sino soava – Meia noite... – ele esticou a mão para puxar Megan para o lado dele. - Agora observe.

O olhar dele estava fixo no arbusto verde ao lado do qual eles estavam sentados, com dúzias de botões fechados. Bennett fez menção de falar alguma coisa, mas Jace levantou a mão pra contê-la. Seus olhos estavam brilhando.

- Espere. – ele disse.

As folhas no arbusto continuavam imóveis. De repente, um dos botões começou a tremer. Inchou, atingindo o dobro do tamanho original e abriu. Era como assistir a um filme de uma flor brotando em alta velocidade: as folhas verdes abrindo para fora, libertando as pétalas internas. Estavam cheias de pólen dourado tão leve quanto talco.

Megan ficou encantada, e perguntou se as flores brotavam toda noite.

- Só à meia-noite – disse ele - Feliz Natal, Megan Bennett. – o rapaz sorriu - Tenho uma coisa para você. – Ele colocou a mão no bolso e retirou algo, que apertou contra a mão dela. Era uma pulseira prateada, com alguns detalhes florais.

Spoiler:
 

A moça agradeceu e colocou a pulseira.

- Já está ficando tarde...É melhor descermos.- comentou Jace após alguns minutos de silêncio. A morena confirmou com a cabeça, mas não se levantou. Abriu e fechou a boca umas duas vezes antes de falar:

- Você e Isabelle já...namoraram? – perguntou ela. Estava se referindo à uma colega de trabalho do outro.

Wayland olhou para ela.

- Isabelle? – retrucou, de forma evasiva.

- Eu pensei...Bom, de qualquer forma, deixe pra lá. Não tenho nada a ver com isso.

Ele sorriu.

- A resposta é não. Quero dizer, pode ser que já tenha havido alguma época em que um ou outro tenha considerado essa possibilidade, mas não...

- Quer dizer que você e Isabelle nunca...

- Nunca – disse Jace.

- Ela me odeia – observou Megan.

- Não, ela não te odeia – ele disse - Você só a deixa nervosa, porque ela está acostumada a ser o centro das atenções...

- Mas ela é tão linda!

- Você também!- disse o auror - E muito diferente dela. Não é à toa que prefiro a sua companhia à dela. – o rapaz não estava mentindo. Isabelle era somente uma colega de trabalho para ele. Nada mais do que isso. Não era como Megan, que era sua confidente e melhor amiga. Ele olhou fixamente para ela.

- Acho que deveríamos descer – disse ele mais uma vez. Sabia que a estava deixando desconfortável, olhando-a daquele jeito, mas não conseguia parar.

A moça concordou e se levantou, ficando de costas para Jace. A lua, exatamente acima deles agora, iluminava tudo com um brilho quase diurno. Megan olhou para baixo, e desviou de alguma coisa, indo subitamente para trás, e seu ombro bateu no de Wayland. Ele pôs a mão para ajudá-la a se equilibrar, bem na hora em que ela se virou. Em seguida, ela estava nos braços dele, e ele a estava beijando.

Inicialmente, Jace não soube muito bem o que fazer, mas decidiu colocar os dois braços em volta de Megan, e a puxou para perto, com uma das mãos em seu rosto. Ele podia sentir os batimentos rápido do coração dela. Ela pôs as mãos nos cabelos dele, e o beijo deixou de ser suave e se tornou feroz, tudo em um instante como uma chama se acendendo. As mãos de Jace saíram do cabelo dela e deslizaram pelas costas, e em seguida ele se afastou, soltando-se gentilmente, afastando as mãos dela do pescoço e segurando-as levemente nas suas.

- Agora você sabe porque eu não via mais ninguém- disse o auror sorrindo para Megan.

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MensagemAssunto: Re: Residência de Jace Wayland - Escócia   Dom Maio 22, 2011 5:50 pm

act 5 - scene 1 ;

the LITTLE things you do to me}}




Então, véspera de Natal e aniversário do Jace. Eu deveria ter comprado um presente maravilhoso, pra valer pelas duas datas e tals, maaas... Precisei enviar todo o meu salário do mês para minha família e o presente acabou sendo bem sem graça. A casa havia sido hipotecada e minha mãe corria risco de perder a moradia. Minha irmã até tentou arrumar um dinheiro, mas não deu muito certo. Ser pobre é triste, muito triste.

Estava me sentindo mal com a situação, né. Ainda por cima, Jace me convidou para visitá-lo. Vou pedir mil desculpas e entregar um presente melhor depois, é. E outra, minha presença já é um presente ótimo. Claro. Not.

Assim que aparatei em frente à casa do meu amigo, quase congelei de frio. Neve + ventos frios + Megan idiota que vestiu um casaco fino demais pra sair de casa nesse tempo = resfriado eminente. Droga.

Bati na porta com um certo desespero e rapidamente Jace apareceu. Ele deu um sorriso tao feliz que eu até esqueci do meu semi estado de congelamento. Porém, uma rajada de vento bateu em mim e eu imediatamente lembrei da temperatura horrível. Respondi um simples "Hello~" e entrei na casa depois que ele me convidou, claro. Sim, do jeito que eu estava, provavelmente pegaria mesmo um resfriado se ficasse mais alguns segundos lá fora. Então o rapaz me abraçou e pronto, frio passou, que nem mágica. Tão quentinho e. - Obrigada por ter me convidado! - O cumprimentei, bem mais alegre agora.

Enquanto Jace foi buscar uma bebida, aproveitei para pendurar meu casaco. Tem algum feitiço de aquecimento na casa? Porque a temperatura aqui esta perfeita. - Recebi sim, adorei o presente! Novamente, você tem um ótimo gosto. - Sorri, lembrando do presente. E lembrei da minha falha de presente. - Ahn, desculpe pelo presente ridículo que eu mandei, juro que compro algo melhor depois. Bem, feliz aniversário!

Após isso, ele me entregou uma taça de vinho e nós nos sentamos no sofá. Conversa vai, conversa vem, nem percebi o tempo passar. Vi Jace checando o relógio, será que já era Natal? Então o auror falou sobre querer me mostrar alguma coisa e estendeu a mão. - Uma surpresa? Interessante. - Deixei ele me guiar pela casa e assim que chegamos perto dos quartos, não pude evitar a surpresa. Mais hein, que isso. Sou uma dama pura e... Ah tá, não é o que eu pensei. Senti meu rosto ficar quente, com toda certeza estava super vermelha. Dei um tapa de leve no braço do rapaz e percebi ele fazendo um movimento com a varinha, apontando para o teto. Logo, uma escada de mármore surgiu. Wow. Gente rica e/ou bruxa é outra coisa, né.

Como indicado, subi primeiro, não sabendo o que esperar. Nada teria me preparado para aquilo, de qualquer forma. A escada levava até uma espécie de estufa, cheia de plantas das mais variadas formas e cores. Era tudo tão lindo, nunca teria imaginado que Jace escondia um lugar assim. Comecei a explorar o lugar, abismada com o tamanho. Como pode isso, a casa não era pequena? Ah, magia é tão linda. - Claro que eu gostei, esse lugar é perfeito! - Nos sentamos em um banquinho e tive a impressão de ouvir um sino soando ao longe, mas já não sabia se estava imaginando detalhes adicionais loucos.

Jace então me puxou pra perto dele e começou a encarando um arbusto, com vários botões fechados. Não entendi nada, fiz menção de perguntar o que tinha de tão especial ali, mas ele me pediu para esperar. Ok, né. De repente, um dos botões começou a tremer e desabrochou, as outras flores logo em seguida. O cheiro daquelas flores era algo magnífico, e se misturavam com o leve perfume do dele... aquele podia perfeitamente ser o meu cheiro preferido.

- Essas flores... Elas brotam todas as noites? - É quase um espetáculo, eu poderia passar a noite toda assistindo. Porém, elas aparentemente só faziam isso à meia-noite. Ah sim, Natal! Ri de leve quando Jace usou meu nome completo, então fiz o mesmo – Feliz Natal, Jace Wayland. - O rapaz retirou algo do bolso e pressionou contra minha mão. Assim que abri, encontrei uma pulseira belíssima, que fiz questão de por rapidamente. - Obrigada, Jace. De coração. - Depois, ficamos em silêncio por alguns minutos. Era aquele silêncio confortável, sabe? Quando você não precisa falar nada, quando o silêncio vale mais que palavras. Eu aproveitei esse tempo para refletir minha vida, minhas escolhas, etc etc, minha relação com o Jace, etc etc.

Já estava ficando tarde e era hora de descer, segundo ele. Apenas balancei a cabeça concordando, mas não fiz nem menção de levantar. Precisava tirar uma dúvida, antes de qualquer coisa. Respirei fundo e perguntei:

- Você e Isabelle já...namoraram? - Isabelle era uma colega de trabalho dele, eu já havia visto os dois 'juntos' mais vezes do que gostaria. É só que... Ah.

- Isabelle?

- Eu pensei...Bom, de qualquer forma, deixe pra lá. Não tenho nada a ver com isso. - Nesse ponto eu deixei de encará-lo e comecei a brincar com o presente em meu pulso, envergonhada com tudo aquilo.

- A resposta é não. Quero dizer, pode ser que já tenha havido alguma época em que um ou outro tenha considerado essa possibilidade, mas não...

- Quer dizer que você e Isabelle nunca...

- Nunca.

- Ela me odeia. – E isso era verdade! Nunca fiz nada de errado e ela tem alguma coisa contra mim, não consigo entender aquela mulher!

- Não, ela não te odeia. Você só a deixa nervosa, porque ela está acostumada a ser o centro das atenções...

- Mas ela é tão linda! - Tenho quase certeza que ela é meio-veela, só falando. Como ela pode ficar nervosa perto de mim, a pobre coitada aqui? Ah, gente que não faz sentido.

- Você também! E muito diferente dela. Não é à toa que prefiro a sua companhia à dela. – Não fala isso. Aumentar as esperanças de alguém, só pra nada acontecer, isso é maldade. O olhar de Jace sob mim era um tanto incomodo, mas suponho que a culpa seja minha por começar um assunto tão idiota. - Acho que deveríamos descer. – Concordei e levantei, sem encará-lo nos olhos. Virei de costas, para procurar a saída e quando dei o primeiro passo, percebi uma pedra que não estava ali a três segundos atrás, juro. Desviei da pedra, dando um passo pra trás e acabei trombando com Jace. Então, aconteceu rápido demais.

Tudo estava perfeito e não tinha nada que eu mudaria, tudo aquilo que eu tinha desejado estava acontecendo naquele momento. O seu toque na minha pele causava diversos arrepios em todo o meu corpo, cada toque por mais pequeno que fosse, me fazia ter sensações que jamais tinha tido em toda a minha vida - não que ela fosse muito grande. A luz da lua batia de um jeito totalmente perfeito o fazendo parecer um anjo caído do céu, era algo que não poderia ser real. Me desequilibrei e ele me segurou, os nossos corpos estavam a milímetros de distância e o meu coração parecia saltar do peito. Em meros segundos os seus lábios se uniram aos meus num beijo perfeito, inicialmente era um beijo lento, suave, como se fosse o primeiro beijo de uma criança, mas rapidamente isso iria mudar e o beijo se tornou feroz, urgente de paixão. Os meus lábios colados aos dele era como se fosse oxigênio para mim, sentia as mãos dele percorrendo as minhas costas e se afastou lentamente de mim. Respirava ofegantemente, estava feliz demais, não conseguia pensar em mais nada que não fosse a urgência de ter o ter perto de mim novamente. As palavras dele pareceram vindas diretamente do céu, chacolhei a cabeça tentando voltar a realidade

- Agora você sabe porque eu não via mais ninguém.

- Agora você me contou. Agora eu sei¹.

Tudo bem, o que acontece agora? Tô perdida.





{{are taking me over

; tagged Jace
; talked with Jace
; music the little things - colbie caillat
; notes argh, que demora. mil desculpas, rety, eu falho a vida pra postar DDD:
eu sou tão foda que tive que pedir ajuda pra escrever as partes mais melosas desse post, deu pra notar, né? |:
se alguém sacar essa referência, ganha todo o meu respeito eternamente pra vida e
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MensagemAssunto: Re: Residência de Jace Wayland - Escócia   Ter Jun 21, 2011 3:58 am

RP Fechada

Data: 20/06/1801

Hora: 21:30

Clima: Céu limpo, ventos leves

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MensagemAssunto: Re: Residência de Jace Wayland - Escócia   Ter Jun 21, 2011 4:07 am

”Tudo começou naquele primeiro dia de férias de Hogwarts, depois da confusão na escola. Os aurores ainda estavam trabalhando feito loucos naquele caso, tentando achar respostas para o atentado, mas não obtiveram resultados.

Jace tinha acabado de descer as escadas de sua casa e se encaminhava para a porta para ir ao trabalho, porém, assim que a abriu, deu de cara com alguém que não parava de falar:

- Oi Jace! Tudo bom? Tudo bem se eu passar as férias aqui com você? Não né? É. Que bom que você concorda, amor! – Enquanto Megan falava, ela entrou em casa e jogou a mala em cima do escocês e lhe deu um beijo na bochecha.

- Annn...oi Megan! Não, tudo bem sim. Sem problema algum. Fique... – disse ele se recobrando da surpresa de ter a namorada ali. A moça cruzou a sala e se esparramou no sofá, colocando os pés para cima -...à vontade. – Jace balançou a cabeça para os lados e apontou a varinha para a mala em seus braços, fazendo-a flutuar e subir até um dos quartos no andar de cima. Ele sorriu para Bennett e se aproximou dela, dando-lhe um selinho - Vou avisar o Ministério que não vou hoje. Depois eu faço hora extra...

Wayland se afastou e levantou a varinha pela segunda vez, dessa vez trazendo pergaminho e pena para perto. Escreveu um pequeno bilhete e o despachou.

- Humm... Então...o que nós podemos fazer? – perguntou ela observando o auror com uma expressão esperançosa. Jace sabia que Megan estava entediada, tão bem a conhecia. O rapaz sorriu de canto e perguntou:

- Está com fome?

- Bem, agora que você falou, tô com fome sim.

- Ótimo! Então me ajuda a preparar o almoço! – falou o loiro estendendo a mão para a jovem e a puxando gentilmente do sofá.

- Okay – concordou Bennett com uma risadinha.

Ao chegarem à cozinha, optaram por fazer macarrão (não que tivesse muita opção, mas...). Jace preparou a massa e Megan o molho. Conversaram e riram bastante enquanto preparavam a comida. Algo bem agradável para se fazer à dois.

Quando já estava tudo pronto, o auror ajudou a moça a colocar o molho em cima do macarrão. Aproveitou que ela se virara para pegar guardanapos, e pegou um pouco dele com o dedo. Quando Megan se voltou para Wayland novamente, ele passou o dedo com o molho no nariz dela, e deu um passo para trás ao mesmo tempo em que lambia o dedo, rindo.

Bennett ficou indignada com o ato do namorado. Tão indignada que se inclinou para o lado e fez a mesma coisa que ele, mas agora com azeite, passando-o na bochecha do rapaz. Jace sorriu de canto e levantou uma sobrancelha como se dissesse “Ah, safada”. Puxou Megan para si e esfregou a bochecha na dela antes de lhe dar um beijo.

A jovem retribuiu o beijo, deixando Wayland meio perdido no tempo e no espaço. Ela sorriu quando se afastaram e enfiou um punhado de pimenta-do-reino na boca do escocês que a soltou rapidamente e foi direto para a pia cuspir aquele pó preto. Após enxaguar a boca umas seis vezes, virou-se para a garota com uma sobrancelha levantada:

- Você é inacreditável, Megan! Sério! - disse ele incrédulo, porém com um ar de riso na voz.

- Eu sei...- Megan deu um sorriso doce – E você me ama por isso!

- Sim, eu amo! – falou o auror abrindo um sorriso e se aproximando da jovem para lhe dar outro beijo. Em seguida pegou um pano em cima do balcão e limpou os dois - Vem, vamos almoçar antes que a comida esfrie.”


Jace acordou do devaneio, vendo-se em sua mesa no Ministério da Magia. Estivera trabalhando o dia todo e sua atenção já estava sendo prejudicada. Precisava descansar. Suspirou e começou a juntar seus pertences.

Ao vestir o sobretudo, colocou asa mãos nos bolsos e retirou a caixinha aveludada de lá. Abriu-a e sorriu para o conteúdo dentro desta.

”Vai ser hoje. Já esperei demais!” – pensou Wayland fechando a caixa e colocando-a de volta no bolso, saindo do escritório.

Cinco minutos depois se encontrava à frente da porta de casa. Fechou os olhos e respirou fundo, tentando reestabelecer a calma.

- Boa noite Megan! Como vai, querida? Hum...o que você está fazendo? – perguntou ele ao se deparar com a moça espetando um boneco com uma agulha.

- Ahn... nada, eu só... nada não. – respondeu ela levando um susto e tentando esconder o boneco. Jace balançou a cabeça para os lados esquecendo-se de como o objeto era parecido com aquele professor louco de Hogwarts.

O auror soltou uma risada leve pelo nariz e retirou o sobretudo, pendurando-o no gancho da parede. Ficou parado ali por alguns segundos respirando fundo.

- Megan... eu... posso te fazer uma pergunta?

- Olha, se for sobre o boneco, eu tenho uma explicação perfeitamente racional e... tá, não é sobre isso, né? – Megan ficou vermelha - Ok, pode perguntar...

Jace foi até Bennett e se ajoelhou à sua frente. Retirou a caixinha do bolso e a abriu, revelando uma aliança de brilhantes.

- Quer casar comigo?



Spoiler:
 
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MensagemAssunto: Re: Residência de Jace Wayland - Escócia   Seg Jun 27, 2011 8:57 am

act 7 - scene 1 ;

all i KNOW is}}




Meu dia se resumiu a mofar pela casa do Jace. Eu nunca pensei que sentiria falta do meu emprego, mas ficar sem ter o que fazer durante o dia todo é bem deprimente. Se eu fosse uma pessoa útil, teria gastado todo esse meu tempo livre lendo um livro, limpando a casa, preparando uma surpresa pro Jace, qualquer coisa. Porém...

Enfim, eu estava entediada. Meu namorado (já faz tempo e eu ainda fico boba só de pensar nele assim) trabalha até tarde, né, então realmente não tinha nada pra eu fazer. O tédio era tanto que eu decidi tentar uma coisa nova. Tá, falando assim soa estranho. E é estranho mesmo, de qualquer modo.

Tempos atrás, eu li um livro sobre uma suposta 'magia negra' que alguns trouxas acreditam. Alguns capítulos muito interessantes sobre macumba e voodoo depois, lembro de ter prometido a mim mesma que testaria aquilo tudo. Oportunidade perfeita agora, tédio + tempo livre, certo? Certo. E não é nem como se fosse funcionar, trouxas são trouxas e pronto.

Meia hora depois de decidir testar aquilo de voodoo, já havia costurado um boneco todo feio e torto. Qualquer semelhança com um certo Aaron Rachmanioff é mera coincidência, sério. Tenho que admitir que a sensação de espetar agulhas no boneco foi muito boa, aquilo era tão divertido. Devo ter ficado com uma cara de maniaca agora, mas eu juro que não sou louca! Só estava fazendo uma experiência e...

- Boa noite Megan! Como vai, querida? Hum...o que você está fazendo? - Ai, meu Merlin, que susto! Nem vi o Jace chegar, que medo. Aurores e suas técnicas ninjas, tsc tsc.

- Ahn... nada, eu só... nada não. - Escondi o boneco feioso atrás de mim o mais rápido que consegui. Ah, como se eu fosse admitir que estava fazendo voodoo, ou pelo menos tentando. Depois tenho que conferir se funcionou, de alguma forma.

Enquanto eu tentava (sem sucesso) lançar o boneco para algum canto sem mover muito os braços, Jace pendurava o sobretudo no gancho da parede. - Megan... eu... posso te fazer uma pergunta? - Ele perguntou, depois de alguns segundos em silêncio. Pronto, ferrou-se, ele deve achar que eu sou louca.

- Olha, se for sobre o boneco, eu tenho uma explicação perfeitamente racional e... tá, não é sobre isso, né? - Pela cara que ele fez, deu pra notar que a pergunta não tinha nada haver. Duh, Megan. Senti meu rosto corar levemente. - Ok, pode perguntar...

Olha, o que ele fez logo em seguida me pegou desprevenida. Sério.

Jace veio até onde eu estava, ajoelhou e retirou uma caixinha do bolso. Como toda boa mulher desocupada que lê muitos livros de romance, eu quase morri ali mesmo. Quando ele abriu a caixinha, revelando a aliança, eu senti o ar faltar e tive que me controlar pra não desmaiar.

- Quer casar comigo?

Ai, Jesus.

Sim.

Sim.

Sim!

Eu quero, eu aceito, por que eu não consigo falar nada?! Ah tá, é a falta de ar combinada com as lágrimas de emoção. Respira, Megan, você consegue!

Falar não estava dando muito certo, então decidi demonstrar, praticamente me atirando em cima dele e o beijando como se minha vida dependesse disso. Sorte que Jace é forte, se não nós dois teríamos acabado rolando no chão. Algum tempo depois, me recompus o melhor que pude e larguei dele por um momento.

- Sim, Jace Wayland, eu quero casar com você.

Não vou nem descrever o que aconteceu depois, você pode muito bem imaginar o que recém-noivos (?) fazem sozinhos numa casa logo em seguida, então é isso. E a aliança ficou uma graça no meu dedo, muito linda. Megan Wayland soa bem, sabe?




{{i was enchanted to meet you.

; tagged Jace Wayland Aaron Rachmanioff
; talked with Jace Wayland
; music enchanted – taylor swift
; notes falhei, novidade ¬¬'
Megan macumbeira (y)
Ação finalizada.
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MensagemAssunto: Re: Residência de Jace Wayland - Escócia   Ter Nov 15, 2011 4:10 pm

RP Fechada

Data: 20/04/1802

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Clima: Sol forte, poucas nuvens

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MensagemAssunto: Re: Residência de Jace Wayland - Escócia   Sab Nov 26, 2011 8:13 pm

Ultimamente os tempos estavam bastante difíceis para Jace: fora designado por Bridget McNach a uma missão envolvendo um dos professores de Hogwarts, Damian Palacci . Por alguns meses passou a procurar informações sobre a filha desaparecida do professor, além de notícias sobre a esposa falecida. Foi um período cansativo, porém não teria conseguido sem o colega do Ministério Bastian Slater, que conseguiu juntar fatos da família Gilbert com a família Mortymer.

Após descobrir o paradeiro da filha de Palacci, Jace teve uma conversa com o jovem professor, indicando todas as informações que conseguiu recolher naqueles meses de intenso trabalho. Conforme fora combinado, o auror teria que ficar de olho na menina enquanto Damian estivesse trabalhando na escola.

Wayland acabara de descer as escadas de seu jardim no sótão e se direcionava para a cozinha, onde Megan se encontrava comendo um pedaço de bolo.

- Bom dia, querida! Como está? – comentou Jace com um sorriso ao se aproximar da esposa, lhe dando um beijo na bochecha.

- Oi Jace! Eu estou bem sim. Quer um pedaço? Esse bolo está muito bom mesmo! Aproveita que tá acabando!

- Imagino! Megan... você comeu tudo isso sozinha? – Wayland apontou para a travessa, onde só havia um pequeno triângulo. A morena olhou para o marido e fez que sim com a cabeça, sem vergonha alguma - Caramba! Mas você está bem? Não está passando mal de tanto comer? –perguntou o loiro olhando preocupado para Megan e se aproximando para colocar a mão direita na testa dela.

- Não. Eu estou muito bem. Na verdade, ainda continuo com fome... Não tem mais alguma coisa pra comer não? – disse ela se levantando e indo até um dos armários pegar mais comida.

- Megan! Assim você vai explodir! Já estou até vendo que você está ganhando uns quilinhos a mais! – Jace deu uma risadinha, e piscou para a esposa, que o encarava de cara fechada.

Megan virou-se de costas para ele e abriu a porta do armário. Ficou parada por algum tempo e então pôs a mão sobre a barriga. Jace logo percebeu que alguma coisa estava errada. Deu um passo em direção a ela e perguntou:

- Megan, o que aconteceu? Está tudo bem?

– Jace eu... preciso te contar uma coisa... – disse a moça voltando-se lentamente para o rapaz. O auror a olhou preocupado e se aproximou mais dela, acariciando-lhe os cabelos.

- O que foi, querida? – perguntou ele gentilmente.

Megan parecia receosa em falar. Torceu as mãos e mordeu o lábio inferior. Wayland a conhecia muito bem para saber que ela estava nervosa. Continuou ali em silêncio, esperando-a falar.

- Eu... eu estou grávida..

Jace paralisou no mesmo instante. Não sabia como reagir àquela notícia. Aos poucos seus sentidos foram sendo recobrados e uma onda de felicidade e alegria tomou conta de todo o seu corpo. Ele sorriu abertamente para Megan e a abraçou, girando-a no ar. Em seguida lhe deu um beijo de tirar o fôlego. Ao soltá-la, os dois estavam ofegantes.

- Ah, Megan! Sério mesmo? AH, nem acredito! Você não sabe como estou feliz em saber que você está grávida, meu amor! – O loiro sorriu para ela mais uma vez e se abaixou para dar um beijo na barriga de Megan.

- Hahaha! Pára Jace! Faz cócegas! – disse a moça brincando com os cabelos do marido. Ele então se levantou e a abraçou novamente.

Não havia palavras no mundo para descrever o que o jovem sentia naquele momento. Ele só sabia que sua vida estava dando uma bela de uma guinada. Nunca pensou que pudesse ser tão feliz. Agora, nada nesse mundo o impediria de continuar a viver essa felicidade.




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Anne L. Marillier
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MensagemAssunto: Re: Residência de Jace Wayland - Escócia   Seg Ago 13, 2012 11:45 am

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Jace Wayland
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MensagemAssunto: Re: Residência de Jace Wayland - Escócia   Dom Jan 20, 2013 4:24 pm

Hoje era um dia muito esperado por Jace e Megan. Era o aniversário de um ano de seus filhos, Adam e Bela. Os pais haviam planejado uma festa para eles, de modo a comemorar esse importante acontecimento na vida dos dois. O auror estava muito empolgado com todos os preparativos. Fazia muito tempo que não se sentia assim, e queria demonstrar a todos.

Megan terminava de dar banho em Bela, enquanto o marido pendurava a faixa de “Feliz Aniversário” acima da porta. Não demorou muito e toda a casa estava arrumada para a festa. O escocês deu um passo para trás e sorriu com o trabalho realizado. Pegou Adam no colo e lhe disse:

- Pronto, filho! Está vendo? Está tudo arrumado pra sua festa com a Bela! Gostou? – o garotinho deu uma risada e bateu palmas. Encostou a cabeça no ombro do pai e ficou pulando de tão animado. Jace sorriu, deu um beijo na testa o menino e lhe entregou um brinquedo para distraí-lo.

Megan então desceu com Bela nos braços. A menina usava um vestido amarelo, com pequenas rosas na frente e um lacinho na cabeça. Combinava perfeitamente com o casaquinho azul e dourado que o irmão vestia. Jace sorriu para a mulher e a filha e se aproximou delas.

- Nossa, mas que menina bonita essa!! Parece uma princesa! – acariciou os cabelos de Bela dando-lhe um beijo logo em seguida. Ela deu um sorriso e escondeu o rosto no colo da mãe. Megan se inclinou para dar um beijo em Wayland, que retribuiu com ternura.

- Como estão as coisas por aqui, amor?- perguntou Megan olhando em volta – precisa de ajuda com alguma coisa?

- Não, querida, está tudo em ordem. Está tudo pronto. Só faltam os convidados. – a moça pensara em fazer uma festa grandiosa, mas Jace achou melhor se conterem. Primeiro que a casa não era assim tão grande para caber tanta gente e segundo, havia muita coisa acontecendo agora... não queria que sua família corresse riscos.

Nem bem terminara de falar, já se ouviam batidas à porta. Agora sim a festa iria começar!


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Bastian Slater
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MensagemAssunto: Re: Residência de Jace Wayland - Escócia   Qua Jan 23, 2013 4:41 pm


:: Bad News ::

O barulho de ar se deslocando e movimento do vento precederam o instante que meus pés tocaram o chão. Aparatar decididamente era o meio de transporte que eu mais odiava, mas era a maneira mais segura e sigilosa que eu poderia utilizar. Com vassouras pelo menos eu não sentia que minhas tripa iriam pular para fora da barriga pelo umbigo. Aparatar só não era tão incômodo quanto pó de flu, porque além do enjoo, ainda tinha o lado terrível da fuligem.

Assei as minhas vestes e saí caminhando, a sacola pendia ao meu lado. A Escócia era um país bonito, tenho que admitir. Uma pena que as poucas vezes que passei por lá foram as que estava em missão. Nunca tinha tido a chance de visitá-la a passeio, e tampouco achava que teria agora. Na verdade, fora um milagre eu ter conseguido vir hoje...

Me aproximei da casa ao fim da rua, ela era cercada por um jardim bonito, o sol se punha no horizonte e dava ao lugar um clima estranhamente familiar. Bom, era o que se esperava de um casa de um auror que era pai de família. Mas me soava estranha, como fora de contexto... Por mais que eu tivesse sido um auror, nunca me estabeleci propriamente com uma família. O máximo que eu conhecia desse tipo de relação era pela experiência de ser tutor de Seth.

Cheguei de frente a porta da casa e bati na aldrava que estava ali. Escutei o movimento de passos lá dentro e aguardei. Quando a porta se abriu, estendi um meio sorriso seco. Era estranho ter sido convidado para uma cerimônia tão familiar assim. Festa de aniversário dos filhos de Wayland. Não que eu não gostasse dele, mas... Não era exatamente um tipo de relação amistosa que possuíamos. Acho que na verdade ele só me convidou porque sou o chefe dele. Bom, como Ministro, descobri que a gente as vezes tem que se permitir e se submeter a alguns protocolos sociais.

- Boa noite Wayland. – o auror abriu a porta me estendendo a mão e a apertando. – Sim, hoje consegui fugir um pouco mais cedo. O Departamento de Regulação e Controle do Mal uso dos Artefatos Trouxas estava um caos... Alguém tentou fazer uma brincadeira de mal gosto com um jogo de chá em uma reunião na abadia de Westminster. Três dedos amputados e um frade pegando fogo! Terrível!

Entrei na casa e coloquei meu casaco no cabide próximo ao átrio da porta. Por dentro, o ambiente parecia muito mais estranho ainda, acolhedor demais, arrumado demais, nada semelhante ao meu apartamento em Londres. E muito mais quente e iluminado do que a Casa Cinzenta (aquela maldita habitação oficial dos ministros).

- A Selly não pode vir, estava tentando liberar as permissões das criaturas mágicas do tal Torneio em Hogwarts. – santa dor de cabeça! Vão por mim, se alguém tentar organizar um evento desse tipo, deveria ter se planejado com muita antecedência. – Claro que a chamei, mas ela não queria adiar o retorno das harpias. – Jace deu uma risada de canto e percebi a intenção dele em perguntar pela presença de Selene. Na verdade o boato de que o ministro estava saindo com uma funcionária de outro departamento já correra por todos os lados. – Mais alguém já chegou...?

Para meu azar não. Jace me levou a família dele na sala e me apresentou sua esposa. Que era bem bonita até, mas confesso que não conseguia encará-la por muito tempo. Fiquei mais distraído com as crianças. Entreguei-lhes os presentes (uma boneca e uma vassoura de brinquedo) e fiquei algum tempo vendo-os se divertir com os itens. A boneca da garota falava em montar unicórnios quando apertavam sua barriga e o garoto já derrubara três vasos dentro de casa.

- Sim rapaz, você vai ser um grande astro de quadribol! – ri da expressão do garoto que planava a 30 centímetros do chão. – Wayland, posso falar com você por um instante?

A música tocava e a esposa do auror olhava os filhos e tentava conter a destruição em massa que eu levara para sua residência. Me afastei em direção a um cômodo vazio, no caso a cozinha, onde poderia conversar a sós com Jace. Entrei no ambiente estranhamente limpo e olhei pela janela. O quintal do lado de fora estava vazio. “Perfeito... Sem espiões.”

- Sei que não é a hora mais apropriada para falar de trabalho... Mas nas atuais circunstâncias, essa foi a chance de te achar sozinho e não temos muito tempo. – a expressão do auror se enrijeceu. – Eu sei que é sua folga. Mas achei que você devia saber... É sobre Alcott e Trevor. – os nomes rapidamente pareceram ecoar na cabeça do homem. – Infernos! Claro que não culpamos você e Anne pelo incidente na Alemanha, Wayland. Apenas... Temos outra chance agora. – olhei de canto para fora da cozinha, e percebi que a música estava alta. – Eles foram rastreados novamente. Parece que estão em alguma vila trouxa no interior da Inglaterra. Um dos nossos informantes os avistou... Estão escondidos em algum lugar que ainda não localizamos. – a parte mais difícil vinha agora... – E parece que eles estavam envolvidos com o que aconteceu ao seu irmão.

A reação foi justamente aquela que eu esperava. Wayland não demonstrava irritação abertamente, nem se descontrolava. Apenas balançou a cabeça, com a expressão séria e compenetrada. Era aniversário dos filhos dele, e embora o assunto fosse sério, se manteve equilibrado. Auto-controle, era isso que eu admirava naquele auror.

- Quero que chefie as investigações. Essa missão é exclusivamente sua. – finalmente falei. O homem anuiu. Alguém novamente batia a porta, o auror pediu licença e se afastou em direção a porta.

Eu definitivamente me sentia mal. Um corvo que portava más notícias. Levar aquele tipo de mensagem justamente em um dia tão especial para a família... Não, não era correto. Eu estava tirando o rapaz da calmaria e o jogando em plena tempestade. Mas era o correto. E nem sempre o correto parece justo.


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Notes: Já sabe Rety, qlqr coisa me grita. Fico no aguardo dos posts da Sandy e do Lippe pra desenvolver mais. ;)
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