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 Dia 2 de novembro - noite RP FECHADA

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Pandora Madley
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MensagemAssunto: Dia 2 de novembro - noite RP FECHADA   Sex Nov 02, 2012 6:42 pm

Dia 2 de novembro
Horário: Noite 22:30
Participantes: Tristan O corvo & Pandora a serpente.

O CHEFE CHICO VAI COZINHARRRRRR


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Pandora Madley
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MensagemAssunto: Re: Dia 2 de novembro - noite RP FECHADA   Sex Nov 02, 2012 7:41 pm

O som de uma faca ecoava no ambiente, enquanto eu continuava sentada em uma das mesas, apoiando meus pés nas costas de alguem. Rindo quando eu beliscava esta com meus dedinhos, o que? Sou muito talentosa e elástica, principalmente se for pra torturar alguém. E ouvi ele xingando que menino feio, e logo meti meu chicotinho na bunda dele.

-Que coisa feia, não me faça lavar sua boquinha de novo Tristan... -Falei rindo, me lembrando do dia anterior, onde fiz ele entrar no lago e peguei varias escovas e fiquei me divertindo escovando a boca dele. Com hortelã puro, acho que ele não gostou muito do gosto não. Mas não me importei, pois agora eu havia pedido algo simples: torta de legumes, pudim e logicamente cocada. Onde já se viu, qualquer um sabe fazer essas coisas. E pronto lá ele desperdiçando novamente outro pedaço de coco.

-Tristan, pra alguem com tantos talentos, você não sabe segurar uma faca não? Pensei se lá que você tá segurando alguma menina que você agarrou... Bem eu espero que você não fique animado com isso O.O poderia ser muito constrangedor você ter tara por uma faca e um coco.... -Completei diante do olhar dele e volteia me divertir tacando casca de legume na cabeça dele.

-Sim até meia noite você é meu escravo... Nem me olhe assim, não tenho medo de vingança de corvo. -Completei sorrindo angelicalmente e voltei a comer minha maçã. Lembrando do que fiz ele fazer nos dias anteriores, algo como me carregar no colo, pegar pudins pra euzinha, me ajudar a escolher roupa, roupar alguns itens do Sr. Darius. Atormentar algumas pessoas, tentar pegar frutas em arvores, abraçar um unicórnio, dar um beijo em um hipogrifo o que quase rendeu uma visita a ala hospitalar. Eu não pedi pra ele dar um beijo no BICO do bicho que isso fique claro.

Logicamente eu sei que sou uma pessoa estranha as vezes. Mas eu sou uma boa menina, eu poderia ter sido muito mais cruel, usado até feitiços que deixariam ele sem o precioso que carregava, não que eu tivesse visto, mas já ouvi comentário das meninas do castelo. Afinal todos sabem, se esses corredores e salas vazias falassem seria um tremendo desespero. Abri a caixinha que tinha perto de mim e comecei a comer minha ultima bundinha doce. Logicamente Tristan havia comido algumas, e o fiz fazer isso em pleno salão principal a cara dele era a melhor parte.

-Sabe estava pensando, esses dias foram divertidos não? -Murmurei rindo e pulando nas costas dele pra ver o que ele fazia. -Você não sabe quebrar ovo direito nao? -Questionei pela Terceira vez nesses três dias ajudando ele. Pegando o chapéu de mestre cuca e enfiando na cabeça dele. -Para isso tem que tá mais realista.. vem cá... vem aqui corvo... Não me faça arrastar você pelas calças! -Avisei o puxando e conjurando algumas coisas....

-Pronto… Não fique timido agora sim você parece um mestre cuca.-Comentei dando um tapa no bumbum dele. -Capriche nesse pudim... Alias é verdade que a Rowena toma banho de leite de cabra?-Questionei criando asinhas de fadas nele. *-* tava tão fofo ele agora. AVOA CORVO

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Tristan Morgan
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MensagemAssunto: Re: Dia 2 de novembro - noite RP FECHADA   Sab Nov 03, 2012 1:53 pm



Hell's Kitchen

Slayer is your $%*@!#! Ò.Ó

Pra o inferno o Halloween! Pra o inferno Gostosuras e Travessuras! E para o inferno as sonserinas gatinhas malignas que escravizam os pobres corvos da torre! x.x Não, eu não estou nada satisfeito com o resultado daquele papo de ir na festa secreta do dia das bruxas. Fui lá, na maior inocência pra me divertir, tentar distrair as ideias e não pensar no abuso que sofri, mas cá estou eu, sendo escravizado por Pandora Madley.

Eu até pensei no começo que ela iria fazer algo diferente. Tipo, me desafiar pra ser seu escravo se enquadrava mais em gostosuras do que em travessuras, se é que vocês me entendem... Bom, a questão é que era o terceiro dia e eu logo ganharia minha carta de alforria. Mas por enquanto, cá estava eu nas cozinhas, preparando um banquete pra escamosa ruiva.

Tipo, ela é gatinha, tem formas e tudo mais. Mas só uma dica: comer tanto ia fazer a serpente virar um dragão em pouco tempo. Não que ela já não estivesse levemente acima do peso, mas cá entre nós, é a gordurinha que dá gosto na carne. Agora exagerar, já era outra coisa! Aumenta o colesterol e os triglicérides de quem come (-q). Confesso que também não era tão ruim a tarefa de hoje, cozinhar era um dos meus dotes de perfeição masculina que as gatinhas curtiam “Me deem chantilly, morangos e chocolate e as mina pira! ;D”; mas nos outros dias, só por Merlin! Eu virei mula de carga, afanei roupas do professor Darius pra sabe-se lá qual mandinga de Pandora, tive que abraçar unicórnios, beijar um hipogrifo e quase fui parar na ala hospitalar afogado.

- Belisca a mãe... – ralhei com os dentes cerrados. Certo, aquilo era uma provação gigantesca. Eu só não dera uma de Zumbi dos Palmares ainda e tocara fogo na sinhazinha das masmorras, porque aquela maldita brincadeira era um trato mágico, e eu não queria ver minha cara perfeita cheia de espinhas. – Não precisa, você já escovou meus dentes por toda uma vida. Lembra? – sorri irônico pra ruiva.

Bem que o Angus, o Mile e o Brandon tinham razão. Aquela gatinha era um perigo para a bruxidade! Fingi não sentir a chicotada que ela me aplicava. Me concentrando em cortar os legumes da torta que ela pedira educadamente.

- Na realidade eu tenho bastante prática em segurar facas... – me virei pra ela, com um sorriso maníaco na cara. Acreditem: jamais provoque um corvo com uma faca na mão. – O tritão da aula de poções da semana passada que o diga... Precisávamos tirar o fígado dele, e eu segurei a faca tão gentilmente que ele mergulhou direto na ponta da minha faca... – sim, isso é o sorriso de um serial killer. – Mergulhou na minha faca dez vezes. – mostrei o número com os dedos e a menina me olhou meio espantada.

Ué, eu sou um corvo magia, ok? Mas não é por isso que não ofereço riscos. Por trás do meu rostinho bonito e perfeito há um brilhante estrategista com instintos assassino de sangue frio. Na verdade é por isso que ofereço tanto risco. Sou tão gato, mas tão gato, que quando acordei hoje pela manhã, fui bocejar e miei. ;)

- Eu, se fosse você, teria medo quando me soltasse. – falei, concentrado em fatiar os legumes; visualizando Pandora em cada rodela de cenoura. – Corvos podem ser muito... Vingativos sabe? – a menina começou a devanear olhando pra o nada.

Cá entre nós, sinto que ela tem alguma disfunção cerebral. Não é possível! O ser fica desligado grande parte do tempo, olhando pra o nada, com a boca babando, e quando retorna tá ligada no 220. Gatinhas assim são problemas, vão por mim! Rumores correm por aí de que ela faz uso de altas doses de poções ilícitas injetáveis e pó de flu. Gente assim acaba na reabilitação, cuidando de gatos e, na pior das hipóteses, pendendo pra o lado errado da vida.

- Divertidos? Só se foram pra você. – porque de verdade, só faltou ela me amarrar no tronco, chicotear e me chamar de Isaura. – Jura que são ovos? Eu pensei que fossem crânios sonserinos. – falei irônico quando a sonserina ralhou a maneira como eu quebrava os ovos e os colocava, com casca na massa da tal torta. – Hey, o que você está fazendo???

Protestei, quando a menina me puxou e começou a me transfigurar. Man, vocês já tão de zuação aí, né? ¬¬ Chapéu, avental, colher de pau e... Rabo de pavão? Arqueei a sobrancelha e fuzilei ela com o olhar. A garota se aproveitou de mim e deu um tapa na preciosidade que as gatinhas surtam quando me veem de costas. Segurei com todas as minhas forças a vontade de brincar de arremessador de facas contra certa sonserina.

- Não sei. A Sra. Ravenclaw ainda não me convidou pra passar a noite com ela pra que eu visse o que ela usa. – estou irritado? Imagina! – Francamente Pandora, que tipo de mente doentia você tem? Rabo de pavão? – olhei pra ela ainda descrente. – Tudo bem, eu entendo que você não seja a mais normal das gatinhas e tenha fetiches estranhos. Gosta de dominar os homens e tudo mais... Isso até dá um fetiche legal na coisa toda. Agora isso? – e apontei pra o rabo de pavão colorido que balançava as minhas costas. – Você faz isso porque quer ver o peru, né? – certo, ela me olhou estranho.

Me virei e voltei a cozinhar. Melhor voltar a tarefa antes que ela decida me molestar que nem a gatinha Gael. O.O A menina voltou a tagarelar, falava as coisas como se não houvesse amanhã, me chicoteava, me beliscava, ameaçava me jogar da torre pra ver o corvo voar, e por dois dedinhos eu me segurei pra não me transformar em suçuarana e fatiá-la com minhas garras fofinhas estraçalhadoras, meu andar rebolante e minhas presas seduzentes. Mas a desgraça baixou na terra quando ela, maníaca, tarada e obsessiva tentou me agarrar pelas costas, sob o pretexto de me ensinar a fatiar a cebola, escorregou em alguma coisa no chão, me arrastou e a mão boba dela veio tateando minhas calças. Empregado tudo bem, agora escravo sexual jamais! Ò.Ó Gatinhas tem que me conquistar, não sou um corvo objeto assim. u.u

- HEY! – me levantei rápido, roxo de vergonha. – Tá bom que eu sou cara mais gato dessa escola e você tem desejos incontroláveis pela minha pessoa perfeita e meu corpo liso e sensual, agora isso? – Morgan Júnior, controle-se! Ninguém te chamou na conversa! Ò.Ó – Uediuosi! – esbravejei, sacando a varinha e azarando os legumes a minha volta. A comida começou a girar velozmente ao meu redor. “Molestado novamente jamais! u.u” Apontei a varinha pra ela e os tomates voaram contra a filha de Satã Slytherin, os ovos “Se ela quer tanto...” voaram de encontro a cara dela. – Você quer torta, é? Então vamos fazer torta... De escamosa! Muahahahaha! – ri demoniacamente. Sim, até pra o forno ela ia. Corvos também sabem ser maus!


Spoiler:
 



… Continues!
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Pandora Madley
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MensagemAssunto: Re: Dia 2 de novembro - noite RP FECHADA   Qui Nov 15, 2012 5:34 pm


–Uma mente sem limites, é uma boa resposta pra você corvo?-Questionei rindo da cara dele. Não que eu acreditasse que ele era lá inofensivo, corvos já provaram ser totalmente pirados, eu acho que é influencia da fundadora deles, falam do meu amado mestre Salazar, mas ele não usa leite de cabra, muito menos tem poções secretas de beleza. Isso sim é ser um bom mestre, ele nos ensina o que é preciso pra sobreviver, como por exemplo, esconder bem os defuntos...

Se ele me achava estranha, eu o achava mais ainda. Sei lá do que ele falava realmente, fetiches? Rabo de pavão? Ver o peru? Olhei pra ele de forma estranha, será que eu havia sem querer batido com o chicote na cabeça dele? Deformando assim seu cérebro? Só me faltava essa agora, eu havia deixado o corvo deficiente de inteligência? Mas foi então que notei que ele realmente tinha um rabo, quero dizer, o que eu quis fazer pôr asas coloridas nele. Mas acho que algo saiu do controle, porque ele tinha um rabo. E abafei o riso mordendo minha mão e indo apertar o rabão O.O

-Eu não estava te molestando, eu tava vendo o rabo! -Falei dando os ombros. Já disse que alguns corvos, não entendem o real sentido da vida? Pois é, e lá veio ele girar legumes e me tacar. Sério ele realmente queria ver a cobra fumar ali? E ele seria o recheio do cigarro O.O e eu logicamente corri, pois um grande sensei sempre sabe a hora de fugir. E me joguei atrás do balcão vendo legumes voarem por todos os lados, tirando um pedaço de cenoura dos meus cabelos. E sorrindo ao ver um frigideira grande perto de mim, e quando ele se aproximou de mim meti a frigideira no pé dele com tudo. É guerra? Ele ia ter guerra!

-PULA CORVO, PULA! -Gritei rindo alucinadamente, acho que ele não tava cozinhando bem meu pudim e sim fazendo algo alucinógeno, no entanto me deixa aproveitar e engatinhei e meti a frigideira no outro pé dele. Tomando logicamente um tapa na cabeça dele. Era muita violência, ele nunca havia ouvido falar em violência domestica? Afinal estávamos em uma cozinha isso deveria se classificar como domestica correto?

Mas é claro que não sou boa, não nasci ontem e mesmo ele estando ao que parece, inofensivamente quicando pela cozinha, eu que não ia ficar ali dando mole pro bote do corvo.e tratei foi de sorrateiramente sair de perto. Lógico não tanto, pois cai em algo gosmento que acabei descobrindo depois ser a farinha que deveria estar na vasilha. E foi quando senti algo escorrer por meus cabelos, meus lindos cabelos ruivos, cheirosos, macios, deliciosos, que se eu passasse fome talvez os comesse.

–AGORA VOCÊ MORRE!-Berrei revoltadissima, e parti pra cima dele, lhe dando mordidas, puxando as sãs dele pena por pena. Agora a coisa ia ficar feia ali, e teríamos um corvo depenado pro jantar, eu ouvia uns gritos meio longe, e senti um jato de água me atingir e me fazer cair em cima de Tristan e só deu tempo de ver uma mãozinha bater com uma frigideira na cabeça dele, e quando eu ia comemorar senti uma dor feia na cabeça e pof apaguei...

–Que… Mãe me deixa mimir...-Murmurei sentindo um chute na perna e um beliscão e acordei olhando pros lados e vendo Tristan grudado em mim, mas que porcaria era aquela? -Não sei da onde você veio, mas na minha terra, ficar grudado assim gera bebes, e só depois de casar. -Avisei tentando me soltar, e perai: se eu estava presa e ele também.... QUEM NOS PRENDEU? EU SABIA, EU SABIA, É O DEMONIO DO MACHADINHO EU IA MORRER!

–NÓS VAMOS MORRER, VAMOS SIM, EU SEI E EU NEM FUI AO CLUBE DAS VARINHAS!-Berrei já meio desesperada, entendam é quase um ritual de passagem, eu precisava ir no clube das varinhas, eu tinha que conhecer mais materiais de varinhas não? Foi então que um elfo gordo com gorro na cabeça surgiu, e ele tinha uma FACA NA MÃO. Okay temos um elfo sanguinário solto em Hogwarts, porque essa escola já não assume de vez: queremos aluninhos para nossos planos diabólicos, enviem seus filhos e com sorte vocês não mais os terão em casa vivos. O bicho tava meio louco e atrás dele tinha vários elfinhos mais simpáticos, mas segurando COLHERES? O.O VÃO TIRAR MEUS ORGÃOS!

-Tristan… cala a boca... para de se justificar.. idiota eles não estão te ouvindo.... eles vão tirar nossos órgãos... lógico que vão pra que você acha que um deles segura a faca e os demais colheres?! -Berrei já ficando louca, mas quem disse que aquele corvo meliante me ouvia? Tive de partir pro plano B. -Tenta se levantar junto comigo.. anda... INFERNO FAZ O QUE TO FALANDO CAPETA. -Berrei e ele só viu a gravidade da coisa, quando um elfo tentou enfiar a colher dentro do olho dele. E eu dei uma cabeçada em outro que tentou arrancar meus cabelos lindos e maravilhosos. Era hora de correr... ou melhor voar dali!!!!



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Tristan Morgan
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MensagemAssunto: Re: Dia 2 de novembro - noite RP FECHADA   Qui Nov 22, 2012 1:39 pm



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- MORRE DIABO!!! MUAHAHAHA! – toda a fruteira girava ao meu redor, e as batatas, cenouras, beterrabas e toda seção de hortifrutigranjeiros parecia prestes a explodir contra a sonserina. – Agora você corre né desgraçada? VOLTA AQUI!

Pandora se jogou atrás de uma mesa, movi minha varinha e uma dúzia de nabos e cinco rabanetes tiraram um raspão no tampo de madeira. Ah, mas ela não ia fugir de mim! Se ela queria bancar a sinhazinha, então agora aguentasse a revolta de Zumbi-Corvo-dos-Palmares. Ò.Ó Com a mão livre segurei um pepino e me aproximei lentamente da bancada. Ela ia sentir a fúria dos vegetais até na goela.

Mas a menina era uma escamosa, e como seu chefe de casa, traiçoeira e maligna. E quando eu menos esperava, ela me atingiu com uma frigideirada nos pés. Tipo, você pode até me sujar, me botar rabo de pavão, mas por favor, não danifique meus pés! Eles são sedutores, e as gatinhas correm histéricas toda manhã pra massagear e beijar eles. Urrei de dor e saltei pra o lado, a sonserina se aproximou, dei um tapa no crânio dela, mas não adiantou.

- Aught! – cai no chão de dor quando ela atingiu meu outro pé. O feitiço que eu lançara se desfez e os vegetais que orbitavam ao meu redor caíram pelo chão. E esse foi o momento perfeito pra sonserina do capeta escapar da minha frente. Escutei um barulho de capote, e notei pelo canto do olho um amontoado de cabelos vermelhos perto da pia, eu não era o único que estava no chão. – Flipendo! – apontei a varinha para uma cesta de ovos, que caíram e se espatifaram no cabelo da menina. – Não era isso que você queria? Ovos? – dei de ombros e então vi a fúria assomar na sonserina, só faltava praticamente ela sibilar, mostrar a linguinha bifurcada e as presas solenóglifas “Ok, quando foi que eu provoquei Anaconda? O.O”.

Me arrastei de costas pelo chão, enquanto ela avançava ameaçadoramente sobre minha pobre corvidade. Mas então escutei gritinhos mais histéricos do outro lado da cozinha “Graças a Merlin! Meu exército de gatinhas ensandecidas veio me resgatar! x.x”, só que não. Um conjunto de orelhas pontudas, com asas de morcego e cara de poucos amigos irrompeu detrás do armário de panelas, segurando panelas de pressão, caçarolas e um em particular, com uma faca de trinchar na mão. Levantei o dedo assustado, apontando para trás, mas a sonserina não reparou. E num segundo fomos atingidos por um jato de água de uma torneira, Pandora caiu com uma pancada de panela de pressão de uma elfa mais gordinha. Quase comemorei, mas quando ergui a cabeça, vi um elfo de orelhas de abano com um martelo de bater bifes me olhando e poff...

(...)... Gatinhas dançando na minha frente dentro de um caldeirão... (...)


Abri os olhos ainda perdido. E então senti uma tontura gigantesca e uma dor ao redor da cintura e dos pés. E porque estava tudo de cabeça para baixo? Quem aí me drogou? EU SABIA! Tudo culpa daquela má influência sonserina! Balancei a cabeça, tentando focar melhor, e então me dei conta que estava amarrado pelas pernas, e o corpo amarrado comigo era o de ninguém menos do que Pandora, tinha um panelão embaixo da gente e uma multidão de elfos gritando vingança e apontando facas para nós.

- Acorda ruiva! – chutei a canela dela como consegui e a besliquei com as mãos presas. – Acorda lesada! – e não é que ela atende? – Acredite menina, você seria a última garota no mundo com quem eu iria querer ter bebês. – imaginem uma multidão de capetinhas ruivos assaltando uma loja de doces. Pois é. A hereditariedade dos Morgan merece muito mais que isso.

E além do mais todo mundo sabe que o futuro de Pandora seria na Travessa do Tranco, descabelada, com roupas desencontradas do Exército da Salvação, cabelos revoltz, verruga no nariz, um caldeirão amassado na cabeça, um filho na mão, uma garrafa de xerez barato na outra, mais um filho no colo e outro na barriga, sendo que nenhum dos pais identificado. É claro que ninguém fala disso, obviamente, para não causar revoltas, mas as bolas de cristal e as borras de chá na torre de Adivinhação dizem isso!

- Shiu! Fica quieta! – a mesma coisa que mandar um sapo parar de coaxar. – Você não reparou ainda que somos reféns? – um elfo cutucando os pneus dela com um atiçador de brasas, e outro com uma faca na mão falando em filés de alunos devia dizer muito. – Alguém aí precisa me dizer quando elfos canibais foram aceitos em Hogwarts... – ralhei, mas Pandora continuava xilicando. – HOU! Vocês podem me soltar??? Essa menina é louca! Ela quem destruiu a cozinha de vocês! Eu só fui forçado, sou vítima dela também! – os elfos começaram a rir, e os de talheres na mão a gritar por sangue. Um em particular tentou enfiar uma colher para arrancar meu globo ocular, me virei e desviei do maníaco.

Ok, isso tá estranho. E então a menina decidiu raciocinar e propôs uma fuga. Agora me digam, caros leitores, o que se passa na cabeça dessa criança perdida? Fugir correndo? Ela não reparou que estamos amarrados de ponta cabeça como frangos pra o abate? E essas cordas ainda por cima... ESSAS CORDAS! PLIM! Tristan, tu é um gênio! Pandora se remexia, como uma louca tentando usar sua escamosidade para escapar, mas não adiantaria. Me concentrei e fechei os olhos.

- Sim, estou rezando. Não percebeu? – me concentrei ainda mais e então senti meus músculos se transformarem, meu corpo ficando peludo, bigodes irromperem da minha bochecha, minhas orelhas ficando pontudas e minhas mãos em patas macias... Com garras.

A menina começou a gritar como uma louca. Não, ela não estava amarrada com um filho do demo; e não, eu não era um lobisomem; tampouco minha mãe era adepta de zoofilia, como ela propôs. Me revirei e me contorci, rugindo e mostrando minhas presas. Os elfos saíram correndo em pânico. Aproveitei a oportunidade e estraçalhei as cordas com as garras livres, cai sobre quatro patas, enquanto a sonserina se estatelou no chão. Me transformei novamente, deixando minha forma animaga suçuaranística para a (não menos felina e seduzente) forma humana.

- Claro que sou animago, você acha que eu vou na aula do Damian por quê? Transformar botões em insetos? Puff... – revirei os olhos e então vi que os elfos avançavam novamente. – Ok, melhor correr. – Pandora puxara a varinha e já lançava feitiços a torto e a direita. – Deixa eles! Você só vai irritar mais! – pra que simplificar as coisas? Não, vamos todos apontar a varinha para as caldeiras e fogões e usar um feitiço combustível! =D Obrigado Pandora! Levei a mão a testa... – Agora fudeu man! – ela simplesmente atiçara as chamas e agora parecia que havia um dragão a solta nas cozinhas de Hogwarts. O elfos gritaram em pânico e voltaram para tentar salvar sua cozinha e as refeições da noite. – Distrair eles? Sua louca, você acaba de dar seu couro pra uma detenção para o resto da vida! – mas que os elfos pelo menos estavam distraídos, isso estavam. – Vamos logo, não vamos ter outra chance.

E corremos porta da cozinha afora... A menina para as masmorras e eu para a torre. Quando ela gritou nas escadas que eu devia protegê-la até o fim da noite, apenas levantei a mão, joguei o avental pra ela e disse “Tchau!” Minha escravatura estava oficialmente terminada por motivos de força maior... E mesmo de noite, sabendo que eu também teria uma detenção “Logo eu, o boy magia, garoto perfeito, mais inteligente e sexy de Hogwarts... Chatiado! =/”, não pude deixar de sorri ao sentir o gosto de queimado no ensopado e batatas defumadas: aquele era o gosto da liberdade!


Spoiler:
 



… Finish!
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