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 21.12.1805 - Four minutes to Save the World - RP Aberta

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Mile Davies
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MensagemAssunto: 21.12.1805 - Four minutes to Save the World - RP Aberta   Sex Dez 21, 2012 12:58 pm

Till the world ends

4 minutes to save the world




Dia: 21 de Dezembro de 1805
Hora: 9 horas da manhã
Clima: Manhã fria, nevando

Participantes
Mile Davies
E quem pude ser jogar! o/





- RP Aberta -

Mile DaviesEscadarias e Corredores Hogwarts



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Mile Davies
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MensagemAssunto: Re: 21.12.1805 - Four minutes to Save the World - RP Aberta   Sex Dez 21, 2012 1:09 pm

World Ends

4 minutes to save the world


Devia ser crime hediondo passar lição de casa para as férias e tenho dito! Hunf! Onde já se viu mano? Os professores trucidam nossa vida social durante meses seguidos, exigem nosso fígado na ponta da faca para entregar rolos quilométricos de pergaminho de trabalho no prazo e nem nas férias temos paz pra curtir o Natal. Onde já se viu isso? Eu exijo meu direito de vagabundear nas férias de Natal! u.u

Sim, esse sou eu, nada satisfeito e muito revoltado da vida dentro da biblioteca embaixo de uma avalanche de livro de Runas Antigas. É. Vocês não sabem o quanto eu estou me xingando mentalmente por ter escolhido seguir a carreira de caçador de tesouros para o Gringotes. Quer dizer, se eu imaginava que iria ficar trilhionário com isso, esquece. Eu vou é acabar surtando lentamente, e se eu ver mais uma runa maia sobre as quinhentas e todas datas propícias para a colheita do milho sob a influência do Deus Serpente Emplumado eu vou esfaquear com uma foice o próximo nego que ver.

- Bosta! Bosta de Dragão! – praguejei pela décima quinta vez seguida. – É “Vucub Caquix” o deus do fim do mundo, não “Ah Puch” o deus da morte... – me corrigi, apagando novamente a tradução errada.

Olhei para fora irritado. O dia estava nevando e eu estava trancado ali dentro... Tudo por culpa daquele crápula sanguinário maníaco do professor Blake. Enquanto o Senhor Letrinhas Mágicas estava provavelmente tomando seu chocolate quente com marshmallows, eu estava torrando neurônios lentamente naquele presídio. Onde já se viu? Traduzir o calendário maia! Como se aquilo fosse me ajudar a descobrir a cidade perdida de Eldorado ou o tesouro esquecido de Yucatán. No máximo o que eu aprenderia seria como fazer minha espiga de milho crescer mais amarela e viçosa (pensem como quiser! u.ú). Me debrucei novamente sobre o Silabário de Spellman “Que nomezinho bizarro o desse autor! Eu bateria na minha mãe com um gato morto até o gato miar, se eu tivesse esse nome.” e voltei a tradução.

- Se eu terminar rápido, ainda dá tempo de ir pra guerra de neve com os texugos. – murmurei, tentando me esforçar a terminar a tradução.

Certo, e se você pensa que um calendário maia é algo tranquilo tipo o nosso, deixa eu explicar. Tá vendo esse papel redondo na minha frente, com uma cara bizarra dando língua no meio dele, dentro do que parecer ser um círculo de magia negra muito tensa? É o dito cujo. A coisa toda é uma pedra circular, com datas que se sobrepõe. Ele é dividido em dias, que compõem estações, organizados em ciclos, que se repetem por períodos, e cada período é regido por um “deus”. Por exemplo, teoricamente estamos no período do último deus, o do fim do mundo, e estamos no dia... 21 o que nos indica, segundo o Silabário de Spellman, que a Terra encontra-se numa boa época para plantar mandioca, fazer tortillas, colher abacates pra guacamole, observar chuva de asteroides e a chegada de visitantes intergaláticos, explodir em vulcões numa hecatombe sem deixar vestígios e fazer uma viagem para Cancún para cantar gatinhas astecas e... Volta tudo. O.o

- Calma ae... – franzi o cenho e levantei a cabeça. – Tem coisa errada aqui. – repeti a tradução e conferi para ver se não deixara escapar nenhuma runa. – Santo Merlin... O.O

Me levantei da cadeira da biblioteca como se tivesse recebido uma descarga elétrica. Eu não tinha traduzido nada errado. Claro que não havia essa possibilidade! Eu estava precisando de nota em Runas Antigas, entendam: eu estava fazendo tudo certinho, sem nem escravizar o James pra essa tarefa "A propósito, valeu manolo pelo fiasco da tradução de "Ode a Odin, o rei das lesmas" e por isso estamos aqui hoje... ¬¬". E... se tudo estava certo. Hoje o mundo iria acabar. Me joguei por cima da mesa agarrei uma corvina pelos ombros e gritei.

- O PLANETA VAI EXPLODIR!!! – chacoalhei a garota, que saiu gritando em pânico pela porta da biblioteca. – Aught! – gemi de dor quando um tomo de “O fim está próximo” por Nostradamus, acertou meu crânio.

- Shiu! – ralhou a bibliotecária. – Nada de profetizar o apocalipse em voz alta nesse recinto garoto!

Eu estava tremendo, meus olhos estavam arregalados. Sai da biblioteca correndo em pânico. Eu precisava avisar as pessoas! Alertar que o fim estava próximo. Talvez ainda desse tempo. Era só uma questão de me entocar num abrigo subterrâneo nas masmorras, com comida suficiente.

- Os fundadores! – e quem falou que os texugos não tem ideias brilhantes? Sim, se eu avissasse os fundadores, eles poderiam nos proteger, evacuar a escola e tudo mais. Corri pra sala da tia Helga. – SRA. HUFFLEPUFF! SRA. HUFFLEPUFF! O MUNDO VAI EXPLODIR! HOJE É O FIM DO MUNDO! – cheguei numa voadora na porta da sala da tia Helga, mas capotei pra trás. Esmurrei repetidamente, mas ninguém me atendeu. – Droga! Até ela saiu de férias! – lembrei. Não daria tempo, eu precisava salvar quem pudesse. Quando os terremoto e tsunamis chegassem, não daria tempo das pessoas se prepararem para a invasão zumbi e esperarem sermos levados pelos discos voadores. – Oh Merlin! Por que eu? x.x

Corri de volta pra o Salão Principal, talvez ainda tivesse gente tomando café... Virei a esquina, saltei por cima da escada, rolei pelo corrimão, dei um salto mortal por cima de um fantasma, capotei em uma gárgula e tive uma fratura exposta, mas finalmente trombei com a primeira pessoa do corredor.

- KAYLA! – agarrei a grifinória pelos ombros. A garota me olhou assustada. – FINALMENTE ALGUÉM! – arquejei, e levei a mão a testa, limpando o suor. E praticamente enfiei o papel do meu dever na cara dela. – Seguinte: O MUNDO VAI ACABAR! O calendário maia diz isso! Eu descobri agora fazendo o dever de Runas Antigas. O Deus serpente vai explodir tudo. O calendário acaba hoje! – a garota arregalou os olhos para mim. – Claro que está certo! Eu traduzi tudo certinho. Não nos falaram porque é tudo uma conspiração do diretor Brier, com o Ministério, do professor Blake e a sociedade estelar dos homens verdes! Eles querem que a gente não saiba de nada até tudo explodir e só eles se salvarem! – respirei fundo. – Avise quem puder, não há tempo para explicações. Leve comida! O abrigo é na masmorra oeste! O primeiro meteoro vai cair daqui há... – olhei no relógio. – Temos 4 minutos pra salvar a bruxidade! – disparei.

E corri como se não houvesse amanhã, até porque havia boas chances de que não haveria mesmo, pra Ala Hospitalar. Precisaríamos de provisões de emergência para os feridos. Além de avisar quem eu encontrasse no caminho. “Oh Gosh, essa vida de salvar a humanidade não é pra mim!” praguejei, eviscerando os pulmões na escadaria e sofrendo o décimo capote sequencial.

Spoiler:
 



... Continues!

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Sarah Dellatorre
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MensagemAssunto: Re: 21.12.1805 - Four minutes to Save the World - RP Aberta   Dom Dez 23, 2012 2:13 am

Olha, por mais que eu adore estudar e coisas assim, eu tenho que confessar que eu merecia um descanso! Não, sério! Esse ano foi muito puxado e meu cérebro estava latejando. Ainda mais com todo o esforço causado pelo Torneio Tribruxo e coisa e tal. Meu corpo precisava desesperadamente de uma massagem e a eternidade na cama só para conseguir descansar adequadamente. Tá bom, a eternidade não, mas vocês entenderam.

Eu estava no dormitório da Corvinal fazendo uma sessão de beleza (pois é, minha cabeça está tão atordoada que eu nem consigo ler meus livros direito): creme no cabelo, na pele, poção fortificante para as unhas e toda aquela história que as garotas fazem. Resolvi tirar o dia pra mim hoje, e nada iria me desanimar. Enxaguei os cabelos e os sequei. Eu estava tirando toda aquela meleca da cara quando meu estômago roncou loucamente. Vish... era melhor eu comer logo!

Terminei de me arrumar e desci para o Salão Principal. Bom, pelo menos essa era a minha intenção, antes de alguém passar correndo feito doido, gritando coisas sem sentido e me derrubando no chão.

- Aaai!! – reclamei enquanto colocava a mão sobre o ponto da cabeça que batera durante a queda. Quando abri os olhos vi Mile todo esbaforido pedindo desculpas - Tudo bem, Mile, relaxa, não foi nada de mais. – peguei a mão que ele me oferecia e me levantei. Coloquei a mão novamente na cabeça, e a verifiquei. Não tinha nada, o que era um bom sinal. Estava doendo um pouco, mas não formara nenhum galo, e eu não estava vendo meu mundo rodando - Estou bem, sim, obrigada. sorri para o lufano - Mas o que aconteceu pra você ficar correndo pelo castelo e gritando feito louco?

O garoto arregalou os olhos e me disse a coisa mais bizarra do mundo: ele iria explodir. Ah, sim... ele não só falou como gritou e pôs as mãos nos meus ombros e me sacudiu violentamente! Alôô! Tudo bem que meu mundo não rodou, mas eu acabei de bate a cabeça!

- Pera lá, Mile, como assim o mundo vai explodir? Tá doido? – ele me puxou enquanto me explicava o que tinha acontecido, pois não havia muito mais tempo. E acordo com ele, só tínhamos mais três minutos de vida. Pera ae! TRÊS MINUTOS? - Como assim três minutos, Mile?? Que história é essa de calendário maia? Um meteoro vai cair? E vai dizimar a vida na Terra? – eu perguntava desesperada enquanto nós corríamos pelas escadas. Pelo jeito o negócio era sério. E bem, eu não queria morrer! Não agora, pelo menos... quem sabe aos 90 anos rodeada de bisnetos que brincam de esconde-esconde enquanto... MAS QUEM TEM TEMPO PRA ISSO AGORA? NÓS VAMOS MORRER E EU TÔ AQUI QUERENDO TER BISNETOS!!

- Claro que eu te ajudo! Vai pra lá que eu vou pra cá. Vamos logo que não temos muito tempo!! - nós nos separamos e eu corri escada abaixo tentando achar alguém para avisá-lo sobre o fim do mundo! Havia um quadro perto de mim me olhando com curiosidade. Me aproximei rapidamente e falei - Rápido! Avise todos que encontrar!! O MUNDO VAI ACABAR!! VAI EXPLODIR E NÓS VAMOS TODOS MORREEEER!!! ANDA LOGO!! – gritei e saí correndo novamente.

- ARIEL!! ARIEL!!! CORRE MINHA FILHA!! O MUNDO TÁ ACABANDO E A GENTE VAI MORRER!! É SÉRIO!! ELE VAI EXPLODIIIIR!!! AVISA TODO MUNDO, PELO AMOR DE MERLIN!!! AAAAAAAARRREEEEE!!!!! – falei para a garota que passou por mim, me olhando como se eu fosse maluca. Por fim ela saiu correndo. Se ela ia contar a alguém eu não sabia. Eu estava fazendo minha parte, agora era só achar mais gente. O tempo estava se esgotando!
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Ariel Teach de Castilla
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MensagemAssunto: Re: 21.12.1805 - Four minutes to Save the World - RP Aberta   Dom Dez 23, 2012 5:40 pm




the world's end!

I wanna fly, I wanna drive, I wanna go I wanna be apart of something I don't know And if you try to hold me back I might explode Baby by now you should know I can't be tamed I can't be tamed I can't be blamed---post 001



A melhor notícia da semana era: EU PASSARIA O NATAL EM CASA! Sério, por todos os mares, não tinha como minha semana ficar ruim com uma notícia dessas, não tinha mesmo! Eu estava até sorrindo, desde o dia em que Caspian trouxe a carta de papai junto com meu presente de aniversário. Eu iria amanhã para meu navio, e esperava fielmente que meu pai estivesse melhor daquela crise de idade dele do que quando vim para Hogwarts.

E não havia maneira melhor para passar o último dia em Hogwarts do que sentada na neve vendo o lago congelado. Sabem por que? Por que NINGUÉM gosta de ficar sentado na neve vendo o lago congelado, sendo assim, eu teria uma coisa que é impossível de conseguir aqui em Hogwarts: PAZ! Não que eu seja uma defensora da paz mundial, na real, quero mais é que o mundo se exploda, mas na MINHA paz ninguém mexe!

E tudo estava indo bem, de acordo com o plano, porque até havia conseguido dar um perdido no Caspian, e tudo estava perfeito! Mas claro que, em Hogwarts, nada pode dar certo.

Assim que cheguei ao térreo, eu ouvi uma gritaria dos infernos e o som de passos. Loucos, Hogwarts era infestada deles, um mais pirado do que o outro. O único jeito de se livrar dessa escória é ignorando-os, e era o que eu pretendia fazer, continuei meu caminho como se nada de anormal estivesse acontecendo.

- ARIEL!! ARIEL!!! CORRE MINHA FILHA!! O MUNDO TÁ ACABANDO E A GENTE VAI MORRER!! - eu continuei andando, enquanto olhava para a Sarah com a maior cara de "dafuc sua doida?!" que consegui fazer. O mundo acabar? Mas como assim? - É SÉRIO!! ELE VAI EXPLODIIIIR!!! AVISA TODO MUNDO, PELO AMOR DE MERLIN!!! AAAAAAAARRREEEEE!!!!! - e ela continuou correndo como se não houvesse amanhã.

No andar de cima, eu podia ouvir os berros de mais alguém sobre o mundo estar acabando, e, por incrível que pareça, até os quadros estavam correndo de moldura em moldura berrando sobre o fim do mundo. Eu vi uma garotinha do primeiro ano descer correndo as escadas, com um guarda-chuva azul na cabeça gritando coisas como "Salvem suas vidas, é o fim do mundo!", atropelando um bando de estudantes como uma bola de boliche.

Se isso era o significado de caos, então, definitivamente, era o fim do mundo.

Pelos mares, eu não tava falando sério sobre querer que o mundo se exploda! Eu PRECISO dele!

- Com mil mares, fodeu! - exclamei, enquanto mudava meu rumo e corria pelo castelo, se o mundo ia mesmo acabar, eu precisava fazer uma coisa antes.

Corria com a espada na mão, derrubando armaduras e rasgando quadros (por favor, sempre odiei aqueles quadros, o mundo vai acabar, posso fazer o que quiser!), empurrando para dentro de armários todas aquelas garotas mimadas que encontrava pelo caminho, trancando as idiotas lá. Durante minha jornada, procurei em cada sala vazia e banheiro que consegui alcançar, mas ainda não achava o que queria.

- Maldito! EROS! EEEEEEROSSS! - comecei a gritar, não era meu plano, mas podia funcionar - EROS, SEU PATIFE, ONDE VOCÊ SE ENFIOU, VERME?! - continuei berrando, enquanto arrombava as portas de salas de aula, armários e banheiros, mas o grego maldito havia evaporado - EROS, O MUNDO TÁ ACABANDO! EU QUERO MAIS UMA, SEU VERME! EEEEEEEEEEEEEEEERO - mas então eu abri a porta de outra sala e a acertei na cara de alguém, claro que ninguém mais, ninguém menos, do que a Pandora - Pan? Desculpa, não te vi aí, cão. - a ruiva massageava o nariz enquanto despejava perguntas pra cima de mim - Eu? Não estava procurando Eros algum, tá doidona? - ela me olhou desconfiava e imitou meus gritos anteriores, eu cruzei os braços e dei de ombros - Ahm, eu tava falando... Que queria mais uma bebida. Ele tá me devendo, tentou me roubar, é isso. AAAAH NÃO IMPORTA! O MUNDO TÁ ACABANDO, PANDORA, E VOCÊ QUER SABER POR QUE QUERO O EROS? VÁ SALVAR SUA VIDA, ANDA, CORRA, COOOOOOOORRA, VAMOS BEBER ATÉ MORRER! - eu puxei minha espada de novo e voltei a correr, desta vez, que se dane o grego, vou seguir meu próprio conselho: me trancar no meu dormitório e beber todo o estoque que fiz durante esses meses, e se o mundo vai explodir, que exploda! Pelo menos, morrerei com a dignidade de um pirata: bêbada.






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tagged: Sarah Dellatorre, Pandora Madley wearing: click here notes: meeeh, ela tá pirada, poxa :x Pandy, vi no facebook que tu ia postar aqui, dai te citei, ok? qualquer coisa eu edito com prazer lol e a dignidade de pirata que ela tinha se foi, pobre menina, eu disse que essa seria a reação dela, nany! NJOSANSAOJAS

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