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 Familia N. D'Angelo

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Catherine N. D'Angelo
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MensagemAssunto: Familia N. D'Angelo   Qui Set 15, 2011 3:39 pm



Casa da Familia N. D'Angelo


Toscana - Italia

Terrenos da propriedade:
 
A velha casa abandonada:
 
Quarto dos avós de Cathe:
 
Quarto dos pais de Cathe:
 
Quarto de Cathe:
 
Sala:
 
Sala de Jantar:
 
Cozinha:
 


A família Nurmi tem essa propriedade a anos, e a mesma é passada de pai para filhos, como uma tradição. Muitos já quiseram comprar suas terras, que se estendendo entre dois vales, porém esta nunca fora vendida e todas as propostas recusadas. Afinal não é apenas um vinhedo, é mais do que isso, uma grande familia.

O chefe de tal local ainda é o Velho Nurmi que apesar de não cuidar mais do local, se mantém a frente da contabilidade. E diz se divertir muito em meio aos números, e sim todos da familia Nurmi são trouxas. A esposa do mesmo hoje cuida de um orfanato, que leva o nome de: N. D'Angelo. Tal abriga crianças que são consideradas bastardas, ou filhos de que as familias não desejavam jovens mães que os abandoram.

A frente deste também se encontra Claire Nurmi D'Angelo, esta dá aula de piano e harpa, além de canto as crianças. Já seu marido Bem este é uma outra historia: Francesco é bruxo, sim e vive muito bem em meio aos trouxas, pertecente ao clã D'Angelo ao norte da Italia, uma familia conceituada, porém com a qual não mantém mais contato, devido a não terem autorizado e aceitado seu casamento com uma trouxa.

Este se divide entre cuidar dos négocios próprio tais como a importação de novas e renomadas poções, e também do vinhedo. Afinal será ele a comandar o mesmo quando seu sogro falecer. Porém além destes que moram em tal local há também Catherine, filha do casal, que gosta de passar seu tempo a caminhar pelo local ou dar aulas de leitura e escrita as crianças orfãs.

Todos que trabalham no local moram em pequenas casinhas afastada da principal, que apenas abriga a familia e empregados proximos. Porém todos se sentem fazendo parte de uma grande familia, já que são tratados como tal. Todos aqui são bem vindos, não importa se são trouxas, mestiços ou bruxos. Em tal local o preconceito sobre todas as coisas ficou longe.



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Catherine N. D'Angelo
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MensagemAssunto: Re: Familia N. D'Angelo   Seg Fev 06, 2012 9:33 pm

25 de Dezembro de 1804
Noite
Horário: 2 da manhã

Participantes: Cathe & Rich
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Catherine N. D'Angelo
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MensagemAssunto: Re: Familia N. D'Angelo   Seg Fev 06, 2012 9:35 pm

Não havia época mais mágica que o natal, era tão lindo tudo, tão colorido e aquele friozinho gostoso, e a neve que permitia fazer bonequinhos de neve ou duelar travando uma acirrada batalha de bolas de neve, eu amava aquilo. Não que eu fosse apaixonada pelo inverno, mas eu gostava dele mesmo assim, porque eu me reunia com todos em minha casa, e isso me fazia um bem enorme. Nesse ano não foi diferente, papai foi hilário imitando papai Noel, para divertimento de todas as crianças que estavam na festa. Mas foi ruim...

Rich por algum motivo não veio, o que me deixou um pouco triste, afinal se ele é meu namorado ele deveria ter vindo comemorar comigo não? Tudo bem isso soa extremamente egoísta, talvez eu esteja me tornando, e eu não gosto disso, tentei de todas as formas não pensar no porque ele não veio, até que desisti e fui mandar meus presentes atrasados, um deles pro Chris, já que havia entendido que seus tutores pareciam não gostar muito dele ou do mundo bruxo. Então decidi enviar no meio da noite, já se passavam de 2 da manhã quando enfim terminei de escrever a carta e diminuir o presente, pegando a coruja de meu pai que eu havia pego emprestado e abrindo a porta da minha varanda.

-Ai que frio... -Resmunguei, me arrependendo de ir ali for a d e camisola e meias apenas. Prendendo o embrulho na coruja e acariciando suas penas. -Leve direitinho, o presente pro Christian... -Falei doce, vendo a coruja erguer voo, o que teria sido tranquilo, observar não foi já que do nada uma voz mal humorada e áspera me fez dar um pulo, e cair sentada no chão da varanda. –Mas.. O que… RICHARD?-Berrei assustada, puxando minha camisola pra cobrir minhas pernas, tropeçando em mim mesma pra ficar de pé e a sorte que ele me ajudou, mas foi o suficiente para eu me ajeitar...

-Está tudo bem ai Cathe?-Ouvi meu pai falar do outro lado da porta, e okay eu senti um desespero, afinal o que meu faria, diria se visse um garoto na minha varanda?!

–Oh droga… Okay… vem.. Droga, você não cabe no baú... Não.. Aqui..Não, larga meu espartilho Richard!!!! Vem... Não…Melhor... Ahh fica ai!-Falei baixo, bem baixo enfiando ele atrás da palmeira, afinal aonde eu tentava enfiar ele ou ele não cabia ou achava algo pra me deixar ainda mais vermelha. que eu tinha na varanda, ouvindo ele resmungar palavras nada belas, e fechando a porta da varanda. Indo até a porta do quarto...

-Eu ouvi você gritar, tudo bem querida? Pesadelos minha menina?-Perguntou ele tão fofo me abraçando. E eu o abracei de volta, eu tenho quase toda certeza que falar a verdade agora não seria boa coisa, então bem, vamos lá eu consigo mentir, não consigo?

-Ahhh eu… Bem sonhei que o Rich vinha me pregar uma peça e aparecia do nada aqui vestido de.. Gnomo do amor... E.. nossa… Foi Assustador… Imagine ele aqui… -Falei de forma embolada com as bochechas vermelhas.

-Querida... Brigue com esse rapaz por não vir hoje... E não fique assim, ele vai ter uma boa explicação.. Alias, já terminou de usar minha coruja?

-Eu enviei um presente a pouco com ela.. e… Ea já deve voltar. -Falei ouvindo um barulho e sentindo minhas bochechas queimarem, Por favor meu bom Deus eu prometo ir a igreja, mas não faça Rich surgir na porta da varanda, por favor, meu pai tem uma coleção de armas trouxas....E ele não tem medo de usar... Alias ele nem sabe usar...

-Ahhh aposto que foi pra esse menino, com essas bochechas coradas.. Ahhh o amor da juventude... -Começou este e parou ao ouvir algo quebrar.-Esses gatos, se não fossem animais eu os expulsaria daqui, vou ver amanha o que quebraram... Durma bem querida...-Falou me beijando a testa e sorri ainda mais sem graça, fechando a porta e trancando, pegando minha varinha e jogando um feitiço silenciador no quarto. Correndo até a varanda e me deparando com um Rich de nariz vermelha e expressão quase sanguinária...

-Não me olhe assim, eu que deveria estar, com essa cara de que vou te matar... Você não veio ceiar comigo e nem avisou... Eu fiquei te esperando com seu presente... -Falei apontando meu dedo pra ele e cutucando seu tórax, o que? Eu sabia ser uma garota brava, eu sabia muito bem, okay ele tá me olhando estranho e mais bravo, então devo piorar meu olhar? -Ahhh Papai pensou que foi pra você... Pare com isso... Eu me arrumei toda hoje pra você e você não veio...-Falei entrando no quarto e sentando na cama cruzando os braços.

-Eu não tenho medo dessa sua cara feia... E… Porque você tá sorrindo assim? Ahn? O que tem minha camisola? -Perguntei olhando dela pra ele, sério o frio fez mal a ele? O que tinha demais em uma camisola com pequenas borboletas na barra dela? E meias? O.O




camisola da Cathe u.u:
 
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Convidado



MensagemAssunto: Re: Familia N. D'Angelo   Dom Fev 12, 2012 6:12 pm



Merry
Christmas ;)---_

Catherine havia me convidado para passar o Natal com ela em sua casa, por mim seria ótimo ficar esse tempo junto dela, mas LOGICAMENTE as coisas aqui em casa nunca podem ser normais e minha mãe resolveu dar mais um de seus chiliques e se afogar em lagrimas quando eu disse que estaria fora no jantar de natal, cara minha mãe era histérica e bancava a louca por qualquer coisa, mas realmente eu nunca havia passado o Natal longe dela, sem contar aquela vez que fiquei bêbado no pub que fui buscar os vinhos e só voltei as seis da manhã... MAS eu estava na vila, então tecnicamente estava com ela. Meu pai era mais na dele, e do seu jeito BEM MAIS DISCRETO de ser disse que era melhor que eu ficasse em casa, eles sabiam que se eu quisesse sair realmente nada me impediria, mas EU TENHO CORAÇÃO CARAAA! E se meus pais pediram, eu ficaria, depois daria um jeito de ver a Cathe... Cathe, ela era mais um detalhe que minha família queria saber, perguntavam de que família era ela, onde morava, o que seu pai fazia... E então eu descobri que não sabia responder o.o’ Não que eu me importasse, por que eu a amava e era isso que importava, nada mais... Porém isso me fez perceber que não sabia muito sobre a vida e a família da minha própria namorada. Estranho né? No mínimo.

Então assim que o jantar terminou, os elfos cantaram as musicas natalinas, e meus pais, tios e primos foram para a sala da lareira comer torta de nozes eu corri para o quarto, peguei um embrulho rosa, vesti a capa e sai pela porta dos fundos, antes que alguém me chamasse pra trocar suéteres, eu tinha um baú só de suéter que nunca usei em toda a minha vida, minha família é muito criativa na hora de presentear, sabe... Agora eu caminhava rapidamente para fora da propriedade, o embrulho agora no bolso da capa e na mão esquerda uma garrafa de whisky pra esquentar, tava frio pra cacete ali, cara. Então quando atravessei o portão dos jardins, aparatei, finalmente agora eu podia... mentalizando o endereço que Cathe havia me passado por carta.

- Poooooorraa... – cambaleei metendo a cara numa arvore e então abri os olhos, definitivamente eu estava em outro lugar, agora eu só precisava descobrir se era o lugar certo.

Ajeitei a capa em torno do pescoço e comecei a caminhar em direção a uma casa não muito distante. Vi então ela, a menina mais linda do mundo, na varanda do que provavelmente seria seu quarto. Eu sorri sacana antes de correr até abaixo da varanda e escalar sem muita dificuldade, deu tempo ainda de ouvi-la enviando um PRESENTE para O CHRISTIAN, SEMPRE O CHRISTIAN, PUTA QUE PARIU! Eu parei no meio da ‘escalação’ e suspirei algumas vezes esperando que o sangue esfriasse e voltei a subir, alcançando a varando e pulando pra dentro.

- CATHE! – gritei mal humorado, mas ainda abrindo um sorriso, eu não iria estragar aquela noite por causa do Senhor Juba Lustrosa.

Dei mais alguns passos na direção dela enquanto ela tentava se levantar e se recompor do susto, mas então paralisei ouvindo a voz do pai dela do outro lado da porta. Ok, eu não estava preparado para conhecer o pai da Cathe, definitivamente não naquela situação. Levei a mão a boca pra não fazer barulho e não soltar uma gargalhada cavernosa também, por que o nervosismo da Cathe tava hilário, desculpaê.

- Uma palmeira? Sério? Eu vou ter que me esconder numa palmeira? – resmunguei bufando escondido atrás da arvore. Fiquei ali feito um retardado mental enquanto Cathe conversava com o pai, aquilo tava chato então peguei a varinha e comecei a “esculpir” meu nome do tronco da arvore... Eu precisava passar o tempo, cara. Afinal, EU ESTAVA ABANDONADO NO FRIO EM PLENA NOITE DE NATAL ATRAS DE UMA PALMEIRA QUE NEM ERA UM PINHEIRO, POR QUE SE FOSSE UM PINHEIRO TERIA AO MENOS UM CLIMA NATALINO NA COISA... – ...ard... – falei baixo terminando de esculpir meu nome e abri um sorriso maléfico mexendo as sobrancelhas quando voltei a esculpir um pouco mais pra baixo... “Christian Gosta de uma Serpente”. E ri baixo segurando o ar... Eu não pude me conter, sacoméné? E eu estava congelando ali fora, precisava me vingar de alguma maneira.

- Finalmenteeee.. pensei que eu ia ter que dormir abraçado com a arvore... – guardei minha varinha rapidamente e entrei no quarto esfregando as mãos. – Minha mãe entrou em crise, eu tive que ficar... Mas eu vim, não vim? E ainda é Natal tecnicamente, então eu cumpri minha promessa e eu tive que escalar essa sua casa, ou seja, eu sou o melhor namorado do mundo e você não vai conseguir me culpar! E pra que presente pro Christian? – resmunguei me sentando na cadeira da penteadeira dela. – Você fica tão linda quando ta brava... – comentei baixo reparando então na camisola dela. Ok, ela ta gostosa demais, valeu Noel.

- Sua camisola... – eu ri da expressão confusa dela, meu deus isso me encantava cada vez mais. – Ué, é bonita... Essas borboletas... – caminhei até a cama onde ela estava sentada e ajoelhei na sua frente, rindo. – Trouxe seu presente... – tirei a capa e de lá a caixa cor de rosa, mas não deixei que ela o pegasse e o coloquei ao lado dela me curvando um pouco mais em cima dela e levando uma mão em suas costas enquanto a outra me apoiava na cama. – Me desculpe por não vir antes... – sussurrei beijando seu pescoço antes de, delicadamente, beijar os lábios dela, tão doces e macios, como sempre. Mordi seu lábio antes de deitá-la na cama com cuidado acariciando sua cintura. – Feliz Natal!!

PRA HOPE:
 
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MensagemAssunto: Re: Familia N. D'Angelo   Qua Fev 15, 2012 12:31 pm

] -Porque ele é meu amigo, e damos presentes a amigos. -Falei dando os ombros e completando que eu estava ainda por ele não ter vindo antes, oras ele é meu namorado. Foi quando notei seus olhares pra minha roupa de dormir, ficando corada, e achando estranho o que tinha demais em uma camisola? -Você nucna viu camisolas de borboleta? Tenho varias quer ver?-Perguntei, okay dessa vez eu não estava sendo inocente, eu queria ver aquela expressão dele de: não mexa comigo Catherine e comecei a rir baixo tampando a boca com a mão.

-Claro a grande serpente má, pode me pegar. Já sei Rich.-Falei completando a frase preferida dele nos últimos tempos, principalmente depois do episodio IPA, que de tão constrangedor se tornou engraçado, muito engraçado. Era impossível não rir ao passar por James... Fred... Anny e agora também Rich. Afinal: ele queria dançar com gnomos imaginários sexys; -Meu presente... O que é? Deixa eu ver e... -Falei animada, mas ao sentir a mão dele nas minhas costas okay, La vinha de novo aquele calor estranho e bom.

Suspirei sentindo ele me deitar e sorri corada. Ao sentir ele beijar meu pescoço suavemente, sussurrando um pedido de desculpas, okay cérebro tente entender bem esse pedido, mas era difícil pensar. Eu já havia descoberto que pensar com Rich me beijando ou tocando era difícil, bem difícil na verdade. E de alguma forma saber o que era verdadeira mente Upa, e que ele queria fazer isso comigo não ajudava muito na situação. Na verdade a piorava ou melhorava dependendo do poto de vista é claro.

–Talvez eu possa te desculpa...-Murmurei um pouco ofegante e corada, sentindo os lábios deles nos meus, delicadamente. Nova mente aquele calor, era bom, tão bom. Levantei minha mão passando ela pelo rosto dele, e o abraçando pelo pescoço enquanto retribuía o beijo dele. Sentindo ele morder meu lábio e sorri. -Feliz Natal, Richard. -Falei sorrindo, erguendo minha cabeça e beijando os labios dele de novo, e de novo, na verdade eu me perdia enquanto o beijava. Sentindo ele mexer na barra da minha camisola... Quando ouvimos um barulho e ambos nos separamos ofegantes. Olhando pros lados e vendo a coruja de papai ali e respirei fundo. –Espera… -Falei corada, pulando por cima dele. E ouvindo ele fazer um fiu fiu que me fez ficar ainda mais vermelha, okay pular por cima do meu namorado, com uma camisola não era bom ou era?

-Obrigado garota, vá descansar. -Murmurei pegando o que ela trazia e colocando na gaveta da penteadeira. Abrindo meu baú e tirando de La o presente de Rich, voltando pra cama e me sentando sob meus joelhos a frente dele. –Vamos abrir juntos.. é a tradição ué... Não seja implicante.-Falei rindo e lhe batendo de leve no braço. E logo nos dois abríamos nossos presentes e sorri ao ver o meu era tão lindinho. -Que fofo… E.. Ahhhh uma coleira pra Hope... Se soubesse tinha deixado ela aqui no quarto, ela ia amar seu presente Rich. -Falei sorrindo doce, pegando meu cordão. -Prende em mim? -Pedi sorrindo ficando de costas.

-Sabe eu estava pensando... Porque você não fica aqui... Digo hoje. Dorme aqui.-Falei baixinho, estremecendo com o beijo dele. –Rich, dormir, eu sei o que é dormir, eu ja dormir com outras pessoas... Por Merlin não to falando em... em... Oh Droga, em... Upa… Mas dormir abraçado é bom, as vezes eu dormia com meu amigo Pierre.-Fala sorrindo olhando o cordão no pescoço. –Eu amei, obrigada.-Murmurei me virando e dando um beijo doce em seus lábios. -Pierre é um amigo... Rich… Não há nenhum outro garoto que eu queira beijar ou tocar, além de você. -Falei sorrindo corada.



LEIA AQUI BATATÃO:
 






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